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Max Weber (1864 – 1920) foi um dos grandes teóricos a pensar o Estado Moderno.
Dentre as opções abaixo, marque a alternativa correta sobre a teoria weberiana do Estado:
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A socialização é o processo através do qual as crianças, ou outros novos membros da sociedade, aprendem o modo de vida da sociedade em que vivem. Este processo constitui o principal canal de transmissão da cultura através do tempo e das gerações. A socialização liga as diferentes gerações entre si. O nascimento de uma criança modifica a vida daqueles que são responsáveis pela sua educação - e eles próprios consequentemente passam por novas experiências de aprendizagem. Essa não se esgota no tempo, o ser humano passa ao longo da vida por inúmeras experiências de instrução.
Assinale a alternativa em que apresenta uma instituição que contribui para a socialização do indivíduo nos primeiros anos de sua vida:
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Analise os trechos abaixo sobre a formação das elites políticas brasileira.
I - “O uso da violência institucionalizada, da opressão sistemática e do terror organizado na revolução burguesa não constitui uma novidade. Ele aparece de forma endêmica ou transitória em todas as modalidades de revolução burguesa reconhecidas como ‘clássicas’. O que havia ocorrido é que os ‘círculos acadêmicos’ abandonaram o uso do conceito de dominação burguesa, a teoria de classe e, especialmente, a aplicação da noção de revolução à etapa de transição para o capital industrial nas nações capitalistas da periferia. Passou-se a falar, indiscriminadamente, em ‘elites’ e em ‘modernização’, algumas vezes também em ‘transferência de tecnologia e de capital’. ”
II – “O que muitos autores chamam, com extrema impropriedade, de crise do poder oligárquico não é propriamente um ‘colapso’, mas o início de uma transição que inaugurava, ainda sob a hegemonia da oligarquia, uma recomposição das estruturas do poder, pela qual se configurariam, historicamente, o poder burguês e a dominação burguesa”
III - “A burguesia brasileira não assume o papel de paladina da civilização ou de instrumento da Modernidade, pelo menos de forma universal e como decorrência imperiosa de seus interesses de classe. Ela se compromete, por igual, com tudo que lhe fosse vantajoso: e para ela era vantajoso tirar proveito dos tempos desiguais e da heterogeneidade da sociedade brasileira, mobilizando as vantagens que decorriam tanto do ‘atraso’ quanto do ‘adiantamento’ das populações”.
Assinale a alternativa que representa o autor dos trechos acima:
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“A dedicação ao carisma do profeta, ou ao líder na guerra, ou ao grande demagogo na ecclesia ou no parlamento, significa que o líder é pessoalmente reconhecido como o líder inerentemente “chamado” dos homens. Os homens não o obedecem em virtude da tradição ao da lei, mas porque acreditam nele. Quando é mais do que um oportunista limitado e presunçoso, o líder vive para sua causa e “luta pela sua obra”. A dedicação de seus discípulos, seus seguidores, seus amigos pessoais do partido são orientados para a sua pessoa e para suas qualidades.”
Na passagem acima, o autor destaca o carisma como sendo a fonte de poder do líder político. Qual dos autores abaixo enfatiza que as virtudes subjetivas podem ser um elemento liderança política?
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O modelo de Manuel Castells para a percepção da sociedade capitalista moderna é exposto na obra Sociedade em Rede. Segundo o autor, “as novas tecnologias de informação são decisivas para que esse modelo flexível e adaptável realmente funcione” (2000, p. 186). Esse modelo dificulta a minimização, controle e a correção de possíveis erros, por ser um modelo idealizado para macro situações e enfocar um contexto de mudanças constantes. Os problemas que podem ocasionar dessa forma de organização podem ser amenizados por duas características das redes: a adaptabilidade a novos contextos e a situações desfavoráveis e a flexibilidade para realização de modificações.
CASTELLS, M. A sociedade em rede: volume I.
São Paulo: Paz e Terra, 2000.
Segundo essa forma de perceber as empresas capitalistas em rede modernas, são consideradas características deste modelo todas, exceto:
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Sobre a escala de transformações nas relações globais constituída pela revolução cultural e da informação, Stuart Hall salienta que “Queiramos ou não, aprovemos ou não, as novas forças e relações postas em movimento por este processo estão tornando menos nítidos muitos dos padrões e das tradições do passado. Por bem ou por mal, a cultura é agora um dos elementos mais dinâmicos — e mais imprevisíveis — da mudança histórica no novo milênio.” HALL, Stuart, (1997). A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções de nosso tempo. Educação & Realidade, v. 22, nº 2, p. 15-46.
Deste entendimento decorre que:
I. Os indivíduos se tornam cada vez mais centralizadores dos processos;
II. As lutas pelo poder sejam, crescentemente, simbólicas e discursivas;
III. As políticas assumem progressivamente a feição de uma política cultural;
IV. Haja a reafirmação da vida cotidiana e o apego aos valores tradicionais.
Pode se afirmar que, conforme a construção do conceito de cultura no pensamento de Stuart Hall, estão corretas.
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As mulheres nascem em um mundo que permite a ação plena somente aos homens. Neste, as mulheres encontram-se legadas à segundo plano, em uma vida de subserviência e inatividade. “Não se nasce mulher; torna-se mulher”.
Qual obra e autor agrupam este pensamento sobre os estudos de gênero?
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“Vivemos numa era em que “esperar” se transformou num palavrão. Gradualmente erradicamos (tanto possível) a necessidade de esperar por qualquer coisa, e o adjetivo do momento é “instantâneo”. Não podemos mais gastar meros 12 minutos fervendo uma panela de arroz, de modo que foi criada uma versão de dois minutos para micro-ondas. Não podemos ficar esperando que a pessoa certa chegue, de modo que aceleramos o encontro... Em nossas vidas pressionadas pelo tempo, parece que o cidadão (...) do século XXI não tem mais tempo para coisa alguma.”
O trecho acima reflete a percepção de homem moderno característica de qual teórico contemporâneo?
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Sobre o conceito de trabalho na teoria de Marx, Piccinni e Tolfo afirmam que o trabalho, “defendido pelos detentores do capital, não tem valor ou sentido para o trabalhador que se vê impedido de exercer sua liberdade e criatividade no trabalho exercendo suas funções com um sentimento de estranheza perante o todo” (Tolfo, S. da R. & Piccinini, V. Sentidos e significados do trabalho: explorando conceitos, variáveis e estudos empíricos brasileiros. Psicologia & Sociedade, 2007, 19, 38-46)
A qual sentimento os autores se referem ao tratar do conceito de trabalho?
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“A categoria de significa (...), de um lado, que a realidade objetiva é um todo coerente em que cada elemento está, de uma maneira ou de outra, em relação com cada elemento e, de outro lado, que essas relações formam, na própria realidade objetiva, correlações concretas, conjuntos, unidades, ligados entre si de maneiras completamente diversas, mas sempre determinadas” (Lukács, G. Existencialismo ou marxismo. São Paulo: Senzala, 1967, p.240).
O espaço em branco da afirmação acima pode ser substituído pela palavra:
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