Magna Concursos

Foram encontradas 45 questões.

289602 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO

Execução orçamentária da despesa da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1.

Enunciado 289602-1

Informações da execução orçamentária da despesa da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1

Enunciado 289602-2

Considerando exclusivamente as informações da execução orçamentária da despesa, da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1, assinale a alternativa correta no que diz respeito à inscrição de restos a pagar.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289601 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO

Execução orçamentária da despesa da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1.

Enunciado 289601-1

Informações da execução orçamentária da despesa da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1

Enunciado 289601-2

O resultado do exercício apurado na Demonstração das Variações Patrimoniais (DVP) da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1, é um:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289599 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO

A Lei de Responsabilidade Fiscal inovou com a incorporação de diversos demonstrativos que deverão integrar a Lei de Diretrizes Orçamentárias. Entre esses demonstrativos, temos o Anexo de Metas Fiscais que deverá conter:

I. As metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas e despesas.

II. Resultados nominal e primário.

III. O montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes.

IV. Avaliação do cumprimento das metas relativas ao ano anterior.

Com base nas afirmativas acima, marque a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289598 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
De acordo com a legislação que trata sobre Normas Brasileiras de Contabilidade, assinale a alternativa incorreta relacionada à “evidenciação da decisão econômica, posição patrimonial e financeira, desempenho e mutações na posição financeira da entidade.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289597 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
No que diz respeito aos aspectos orçamentário, patrimonial e fiscal da Contabilidade Aplicada ao Setor Público (CASP), assinale a alternativa incorreta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289595 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO

Execução orçamentária da despesa da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1.

Enunciado 289595-1

Informações da execução orçamentária da despesa da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1

Enunciado 289595-2

O total do Passivo Financeiro da Prefeitura Municipal Fictícia de “IFTOLÂNDIA”, referente ao exercício 20X1, apresentado no Balanço Patrimonial, conforme estrutura estabelecida no Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor (MCASP), é de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289594 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
O documento utilizado para anulação de empenhos chama-se:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289593 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO

Texto 1

A Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais

As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.

Ressalte-se que há necessariamente uma distância entre a língua falada e a escrita. Aquela é extremamente dinâmica, reflete de forma imediata qualquer alteração de costumes, e pode eventualmente contar com outros elementos que auxiliem a sua compreensão, como os gestos, a entoação, etc., para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância. Já a língua escrita incorpora mais lentamente as transformações, tem maior vocação para a permanência, e vale-se apenas de si mesma para comunicar.

A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade com que a empregamos.

O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto da língua. Há consenso de que o padrão culto é aquele em que a) se observam as regras da gramática formal, e b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.

Lembre-se que o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. De nenhuma forma, o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.

Pode-se concluir, então, que não existe propriamente um "padrão oficial de linguagem"; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.

A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.

(Manual de Redação da Presidência da República. Ed. rev. e atual. Brasília: Presidência da República, 2002.)

Conforme o texto 1, impessoalidade, concisão, clareza, padronização e formalidade são aspectos da comunicação oficial dos estabelecimentos públicos. Sobre tais aspectos analise os itens seguintes:

I. A impessoalidade diz respeito, entre outras coisas, à ausência da interferência da individualidade de quem elabora um documento oficial.

II. A concisão é uma qualidade do texto e diz respeito ao fato de ele conseguir transmitir o máximo de informações com um mínimo de palavras.

III. A clareza como qualidade básica de um documento oficial não é algo se atinja por si só, depende de outras características da redação oficial, como a impessoalidade, o uso do padrão culto da linguagem, a formalidade e padronização e a concisão.

Indique a única opção correta:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289590 Ano: 2018
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO

Texto 1

A Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais

As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.

Ressalte-se que há necessariamente uma distância entre a língua falada e a escrita. Aquela é extremamente dinâmica, reflete de forma imediata qualquer alteração de costumes, e pode eventualmente contar com outros elementos que auxiliem a sua compreensão, como os gestos, a entoação, etc., para mencionar apenas alguns dos fatores responsáveis por essa distância. Já a língua escrita incorpora mais lentamente as transformações, tem maior vocação para a permanência, e vale-se apenas de si mesma para comunicar.

A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade com que a empregamos.

O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto da língua. Há consenso de que o padrão culto é aquele em que a) se observam as regras da gramática formal, e b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato de que ele está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idiossincrasias linguísticas, permitindo, por essa razão, que se atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.

Lembre-se que o padrão culto nada tem contra a simplicidade de expressão, desde que não seja confundida com pobreza de expressão. De nenhuma forma, o uso do padrão culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios da língua literária.

Pode-se concluir, então, que não existe propriamente um "padrão oficial de linguagem"; o que há é o uso do padrão culto nos atos e comunicações oficiais. É claro que haverá preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada.

A linguagem técnica deve ser empregada apenas em situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscriminado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o vocabulário próprio a determinada área, são de difícil entendimento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações encaminhadas a outros órgãos da administração e em expedientes dirigidos aos cidadãos.

(Manual de Redação da Presidência da República. Ed. rev. e atual. Brasília: Presidência da República, 2002.)

A partir da leitura do texto 1, pode-se afirmar que uma das opções seguintes está incorreta. Indiquea:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
289570 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IF-TO
Orgão: IF-TO
Com base na Lei n.º 8.112, de 11 de dezembro de 1990, ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório, durante o qual a sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados os seguinte fatores:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas