Foram encontradas 50 questões.
O verdadeiro é o todo. Mas o todo é somente a essência que se implementa através do seu desenvolvimento. Sobre o absoluto, deve-se dizer que é essencialmente resultado.
HEGEL, G.W.F. Fenomenologia do espírito. Vozes, 1992, p. 31.
Para Hegel, a verdade última de seu “Ser” se encontra na articulação que cada coisa concreta exerce com o “espírito absoluto” – a essa articulação Hegel chamou
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“O verdadeiro problema da razão pura contém-se nesta pergunta: como são possíveis os juízos sintéticos “a priori"?
KANT. Emanuel. Crítica da razão pura. p.10.
Disponível em <https://www.dca.fee.unicamp.br/~gudwin/ftp/ia005/critica_da_razao_pura.pdf> acesso 29 de set. 21.
Sob inspiração do fragmento acima e no conjunto da filosofia Kantiana, diz-se que Kant não se perguntava apenas pela possibilidade da ciência, mas também como é possível
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A Filosofia Moderna, desde Descartes a Hegel, seria uma reflexão crítica sobre o fato da nova ciência, seria a ciência que se sabe a si mesma.
ZUBIRI, Xavier. Sobre
el problema de la filosofia. Revista del Ocidente, 1933, p.53. (Adaptado)
Considerando a filosofia cartesiana, avalie as afirmações a seguir.
I. Para Descartes, o Ser e sua estrutura são criações arbitrárias de Deus.
II. Estão entre os princípios dessa filosofia: Dúvida metódica e o cogito.
III. A bondade não implica uma livre decisão da vontade.
IV. O pensar enquanto tal, não possui e não implica segurança ontológica.
É correto apenas o que se afirma em
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Escutando não a mim, mas ao Logos, é sábio entrar em acordo para dizer a mesma coisa: tudo é um.)
Heráclito de Eféso (Frag. 50)
Com relação ao logos em Heráclito de Éfeso, assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas a seguir:
Referindo-se ao estilo , Heidegger opina que, em vez de ser denominado de “ ”, Heráclito poderia e deveria ter sido chamado de ”, pois o que ele escreve no seu estilo , “clarifica e faz brilhar a linguagem do pensar”. Esta claridade, porém, é uma claridade sui generis, pois tem o fascínio e o enigma dos relâmpagos. De um modo fugaz e efêmero, os relâmpagos, com seus repetidos clarões, iluminam a escuridão da noite, mas não conseguem transformá-la na claridade do dia.
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A cidade é por natureza anterior à família e a cada um de nós, individualmente considerado; é que o todo é, necessariamente, anterior à parte.
Aristóteles. A Política. Vega, 1998, p. 26.
Disponível em < http://www.dhnet.org.br/direitos/anthist/marcos/hdh_aristoteles_a_politica.pdf> acesso em 28 Set. 21.
Inspirado (a) pelo texto acima, somado com seus conhecimentos sobre o assunto, relacione corretamente as colunas conforme algumas asserções conceituais de Aristóteles implicadas em “polis/política” na obra A Política:
1. CIDADE.
2. COMUNIDADE.
3. O HOMEM.
4. FAMÍLIA.
5. ALDEIA.
a. É uma certa forma de comunidade.
b. É uma comunidade formada de acordo com a natureza.
c. É por natureza, um ser vivo político.
d. Constituída em vista de algum bem.
e. É a primeira comunidade formada por várias famílias.
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Vamos encontrar entre os pré-socráticos a origem dos sistemas idealistas, materialistas, dualistas e pluralistas, a fonte da metafísica mais elevada e as formas rudimentares do pensamento científico ocidental. Os pré-socráticos foram os iniciadores de uma ontologia e de uma teoria do conhecimento, lançaram as bases da concepção mecânica do real e prepararam o terreno para a dialética idealista, o eudemonismo ético e a interpretação teleológica do universo.
Cannabrava, Euryalo. Nietzsche - "La Naissance de la Philosophie" - 1938* * Publicado no Diário de Pernambuco. Pernambuco, Domingo, 14 de Maio de 1939, p. 8. (Arquivo DP/D.A. Press, em 28/07/2016). Cadernos Nietzsche [online]. 2016, v. 37, n. 2 [Acessado 27 Setembro 2021], pp. 159-165. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/2316-82422015v3702eca>.
Das alternativas a seguir, somente uma não caracteriza sem equívocos as ideias de Tales de Mileto.
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Ludwig Wittgenstein é um filósofo de fundamental importância para o campo das reflexões filosóficas sobre a linguagem. Em relação a sua obra está incorreto afirmar que
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“Comum a todos os raciocínios que cometem falácias de relevância é a circunstância de suas premissas serem logicamente irrelevantes para as suas conclusões e, portanto, serem incapazes de estabelecer a verdade dessas conclusões.” In: COPI, I.M. Introdução à lógica. Trad: Álvaro Cabral. 2.ed. São Paulo: Editora Mestre Jou, 1978. p.74. De acordo com I.M. Copi, uma dessas falácias de relevância é o Argumentum ad Hominem. Em relação a essa falácia está incorreto afirmar que
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É bastante conhecida a frase de Jean-Paul Sartre de que “o homem está condenado a ser livre.” O filósofo francês chega a essa conclusão a partir de algumas reflexões sobre a existência. De acordo com essas reflexões é incorreto afirmar que
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“Que é a metafísica? Comecemos com um esclarecimento do termo. É sabido que "metafísica" não é termo aristotélico (talvez tenha sido cunhado pelos peripatéticos, se não nasceu por ocasião da edição das obras de Aristóteles feita por Andrônico de Rodes, no século I a.C). Aristóteles usava, normalmente, a expressão filosofia primeira ou também teologia em oposição à filosofia segunda ou física. Mas o termo metafísica é certamente mais significativo, ou melhor, foi sentido como mais significativo e preferido pela posteridade, e assim definitivamente consagrado. A metafísica aristotélica é, com efeito, como logo veremos, a ciência que se ocupa das realidades que estão acima das físicas, das realidades transfísicas ou suprafísicas, e, como tal, opõe-se à física. E metafísica foi denominada definitivamente e de maneira constante, na trilha do pensamento aristotélico, toda tentativa do pensamento humano de ultrapassar o mundo empírico para alcançar uma realidade meta-empírica.” In: REALE, Giovanni. História da filosofia antiga II. Platão e Aristóteles. Trad: Henrique Claudio de Lima Vaz e Marcelo Perine. São Paulo: Loyola, 1994. p.335
Em relação à Metafísica, no contexto do pensamento aristotélico, está incorreto afirmar que
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