Foram encontradas 60 questões.
É reconhecidamente na religião que o ethos
encontra sua expressão cultural mais antiga e mais
universal. De fato, o mito e a crença aparecem
como “a linguagem mais antiga da consciência
moral” [...] É sabido, por outro lado, que a esfera
do ethos, na sua linguagem e na sua expressão
conceptual, tende historicamente a se distinguir da
esfera do religioso e do sagrado, não obstante a
“motivação religiosa permanecer”, talvez, a mais
universal das motivações que alimentam o agir
ético.
(VAZ, H. C. de L. Ética e cultura. São Paulo: Edições Loyola, 2013, p.40 e 41)
Entre os gregos antigos, desde quando o pensamento filosófico emergiu frente às narrativas e à mentalidade mitológica, observam-se algumas mudanças fundamentais. Qual mudança se deu no campo da ética? Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE essa mudança.
(VAZ, H. C. de L. Ética e cultura. São Paulo: Edições Loyola, 2013, p.40 e 41)
Entre os gregos antigos, desde quando o pensamento filosófico emergiu frente às narrativas e à mentalidade mitológica, observam-se algumas mudanças fundamentais. Qual mudança se deu no campo da ética? Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE essa mudança.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Atomismo é a doutrina filosófica elaborada
por Leucipo e desenvolvida por Demócrito e
Epicuro, retomada depois pelo poeta latino
Lucrécio, segundo a qual a matéria é composta de
átomos, isto é, partículas elementares indivisíveis
[...] eternos e possuem todos a mesma natureza,
embora difiram por sua forma.
(JAPIASSU, H.; MARCODES, D. Dicionário básico de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990, p.28)
Sobre o atomismo em Demócrito (c.460-c.370 a.C.), é CORRETO afirmar que:
(JAPIASSU, H.; MARCODES, D. Dicionário básico de filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1990, p.28)
Sobre o atomismo em Demócrito (c.460-c.370 a.C.), é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No último parágrafo de sua obra Anarquia,
Estado e Utopia, o filósofo estadunidense Robert
Nozick (1938-2002) afirma:
O Estado mínimo trata-nos como indivíduos invioláveis, que não podem ser usados de certas maneiras por outros como meios, ferramentas, instrumentos ou recursos. Trata-nos como pessoas que têm direitos individuais, com a dignidade que isso pressupõe. Trata-nos com respeito ao acatar nossos direitos, ele nos permite, individualmente ou em conjunto com aqueles que escolhemos, determinar nosso tipo de vida, atingir nossos fins e nossas concepções de nós mesmos, na medida em que sejamos capazes disso, auxiliados pela cooperação voluntária de outros indivíduos possuidores da mesma dignidade. Como ousaria qualquer Estado ou grupo de indivíduos fazer mais, ou menos?
(NOZICK, R. Anarquia, Estado e Utopia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991, p.357 e 358)
Robert Nozick é um dos mais conhecidos filósofos liberais do século XX e sua defesa em favor de certo modelo de Estado está em harmonia com a tese liberal, particularmente da corrente libertarianista, conforme indicado no item:
O Estado mínimo trata-nos como indivíduos invioláveis, que não podem ser usados de certas maneiras por outros como meios, ferramentas, instrumentos ou recursos. Trata-nos como pessoas que têm direitos individuais, com a dignidade que isso pressupõe. Trata-nos com respeito ao acatar nossos direitos, ele nos permite, individualmente ou em conjunto com aqueles que escolhemos, determinar nosso tipo de vida, atingir nossos fins e nossas concepções de nós mesmos, na medida em que sejamos capazes disso, auxiliados pela cooperação voluntária de outros indivíduos possuidores da mesma dignidade. Como ousaria qualquer Estado ou grupo de indivíduos fazer mais, ou menos?
(NOZICK, R. Anarquia, Estado e Utopia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1991, p.357 e 358)
Robert Nozick é um dos mais conhecidos filósofos liberais do século XX e sua defesa em favor de certo modelo de Estado está em harmonia com a tese liberal, particularmente da corrente libertarianista, conforme indicado no item:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Desde o final do século XIX e ao longo do
século XX, tanto o prestígio – social e acadêmico
– da ciência quanto os problemas pertinentes ao
trabalho científico – sua natureza, seus limites e
método – fi zeram crescer o interessa dos filósofos
pela ciência. Despontaram, assim, diferentes
abordagens naquilo que chamamos filosofia da
ciência, cada uma com seu arcabouço conceitual.
Dentre os conceitos que se consagraram na
filosofia da ciência, temos os de ciência normal e
ciência extraordinária. É CORRETO afirmar que
os termos em destaque integram:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Locke, em sua teoria do conhecimento,
elabora uma classificação dos tipos de ideias
que nossos sentidos produzem. Entre elas, o
filósofo distingue ideias em simples e compostas
(ou complexas). Dentre as ideias compostas,
encontramos as ideias de substâncias. Marque
a alternativa que traz a CORRETA relação entre
ideias simples e complexas a partir do exemplo
das ideias de substâncias.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As falácias são erros presente em
argumentos que comprometem, por exemplo, a
validade de uma discussão. São vários os tipos
de falácias e algumas são inclusive classificadas
do ponto de vista linguístico como figuras de
linguagem. Com base no texto: “Leo vem de uma
antiga e muito tradicional família de pintores. Logo,
quando crescer ele deverá ser um dos pintores
mais conhecidos no mundo”. Assinale a alternativa
CORRETA que apresenta essa falácia.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Texto 1:
Neste ensaio, “ciência normal” significa uma pesquisa estavelmente fundada sobre um ou mais resultados alcançados pela ciência do passado, aos quais uma comunidade científica particular, por certo período de tempo, reconhece a capacidade de constituir o fundamento de sua práxis posterior.
Texto 2:
Essas transformações dos paradigmas da óptica e da física constituem revoluções científicas, e a passagem sucessiva de um paradigma para outro, por meio da revolução, forma o esquema habitual de desenvolvimento de uma ciência madura.
Qual o pensador cujas ideias são representadas pelos dois fragmentos acima é?
Neste ensaio, “ciência normal” significa uma pesquisa estavelmente fundada sobre um ou mais resultados alcançados pela ciência do passado, aos quais uma comunidade científica particular, por certo período de tempo, reconhece a capacidade de constituir o fundamento de sua práxis posterior.
Texto 2:
Essas transformações dos paradigmas da óptica e da física constituem revoluções científicas, e a passagem sucessiva de um paradigma para outro, por meio da revolução, forma o esquema habitual de desenvolvimento de uma ciência madura.
Qual o pensador cujas ideias são representadas pelos dois fragmentos acima é?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O surgimento da filosofia ocidental nas
colônias do mundo grego é marcado principalmente
por uma preocupação cosmológica, uma busca
por compreender a origem da natureza numa
perspectiva que não dependa de explicações
meramente mitológicas.
No contexto do surgimento da filosofia, julgue as afirmativas abaixo e marque a alternativa CORRETA:
I - Tales havia privilegiado a água, Anaxímenes o ar, Xenófanes a terra e Heráclito o fogo. Para Empédocles, todas essas quatro substâncias mantinham-se em iguais condições como ingredientes fundamentais, ou "raízes", como ele dizia, do universo.
II - Os átomos, acreditava Diógenes, são muito pequenos para serem detectados pelos sentidos. Eles são infinitos em quantidade e aparecem sem cessar em infinitas variedades, além de terem existido desde sempre. Ao contrário dos eleatas, ele afirmava que não havia contradição em admitir a existência de um vácuo: havia um vazio, e nesse infinito espaço os átomos estavam em constante movimento, assim como os grãos de pó sob os raios de sol.
III - A descoberta dos pitagóricos de que havia uma relação entre os intervalos musicais e as razões numéricas resultou na crença de que o estudo da matemática era a chave para o entendimento da estrutura e da ordem do universo.
IV - Melisso de Samos sistematizou a doutrina eleática e caracterizou o ser como eterno, infinito, uno, igual, imutável, imóvel e incorpóreo.
V - Diógenes de Apolônia combina as teses de Tales e Anaxágoras afirmando que o princípio seja água-inteligência, de natureza infinita.
No contexto do surgimento da filosofia, julgue as afirmativas abaixo e marque a alternativa CORRETA:
I - Tales havia privilegiado a água, Anaxímenes o ar, Xenófanes a terra e Heráclito o fogo. Para Empédocles, todas essas quatro substâncias mantinham-se em iguais condições como ingredientes fundamentais, ou "raízes", como ele dizia, do universo.
II - Os átomos, acreditava Diógenes, são muito pequenos para serem detectados pelos sentidos. Eles são infinitos em quantidade e aparecem sem cessar em infinitas variedades, além de terem existido desde sempre. Ao contrário dos eleatas, ele afirmava que não havia contradição em admitir a existência de um vácuo: havia um vazio, e nesse infinito espaço os átomos estavam em constante movimento, assim como os grãos de pó sob os raios de sol.
III - A descoberta dos pitagóricos de que havia uma relação entre os intervalos musicais e as razões numéricas resultou na crença de que o estudo da matemática era a chave para o entendimento da estrutura e da ordem do universo.
IV - Melisso de Samos sistematizou a doutrina eleática e caracterizou o ser como eterno, infinito, uno, igual, imutável, imóvel e incorpóreo.
V - Diógenes de Apolônia combina as teses de Tales e Anaxágoras afirmando que o princípio seja água-inteligência, de natureza infinita.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto abaixo apresenta uma posição do
professor e filósofo Sílvio Gallo sobre o ensino de
filosofia:
“
(...) me parece que o desafio que está posto para nós, ao ensinar filosofia, é ensinar filosofia como um convite para que cada um dos nossos estudantes façam eles próprios no seu pensamento a sua experiência de pensamento, mas, uma experiência de pensamento que eles jamais poderiam fazer sozinhos. Eles só vão poder fazer se tiverem a oportunidade de uma ou duas horas por semana, em sala de aula, na escola, estar com um professor filósofo e que, portanto, experimenta a filosofia como atividade e que convide os estudantes a fazerem essa atividade com ele. Vejam que o que eu estou falando aqui não se trata de uma filosofia que pode ser aprendida exclusivamente nos livros, mas é uma filosofia que só pode ser aprendida por essa frequentação e é essa filosofia que do meu ponto de vista faz sentido estar na sala de aula, não como uma filosofia que simplesmente indique fórmulas que vão ser memorizadas pelos alunos, mas, uma filosofia que convide a pensar junto, que convide a fazer junto. E repito, esse pensar junto e esse fazer junto, pode ter como intervenção fundamental o texto de filosofia através do qual nós podemos acompanhar o movimento dos pensamentos dos filósofos e, ao acompanhar esse movimento, fazer o nosso próprio movimento de pensamento no nosso pensamento, com criatividade, com competência e com qualidade”.
(GALLO, Sílvio. O ensino de filosofia. Revista Trilhas Filosóficas. Ano 9. Nº 2. Jul-dez. Caicó, 2016. p. 28.)
Analisando o que apresenta Sílvio Gallo, no trecho acima, podemos AFIRMAR que:
(...) me parece que o desafio que está posto para nós, ao ensinar filosofia, é ensinar filosofia como um convite para que cada um dos nossos estudantes façam eles próprios no seu pensamento a sua experiência de pensamento, mas, uma experiência de pensamento que eles jamais poderiam fazer sozinhos. Eles só vão poder fazer se tiverem a oportunidade de uma ou duas horas por semana, em sala de aula, na escola, estar com um professor filósofo e que, portanto, experimenta a filosofia como atividade e que convide os estudantes a fazerem essa atividade com ele. Vejam que o que eu estou falando aqui não se trata de uma filosofia que pode ser aprendida exclusivamente nos livros, mas é uma filosofia que só pode ser aprendida por essa frequentação e é essa filosofia que do meu ponto de vista faz sentido estar na sala de aula, não como uma filosofia que simplesmente indique fórmulas que vão ser memorizadas pelos alunos, mas, uma filosofia que convide a pensar junto, que convide a fazer junto. E repito, esse pensar junto e esse fazer junto, pode ter como intervenção fundamental o texto de filosofia através do qual nós podemos acompanhar o movimento dos pensamentos dos filósofos e, ao acompanhar esse movimento, fazer o nosso próprio movimento de pensamento no nosso pensamento, com criatividade, com competência e com qualidade”.
(GALLO, Sílvio. O ensino de filosofia. Revista Trilhas Filosóficas. Ano 9. Nº 2. Jul-dez. Caicó, 2016. p. 28.)
Analisando o que apresenta Sílvio Gallo, no trecho acima, podemos AFIRMAR que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Marx afirma, no pósfacio da 2ª edição alemã
do Capital, que:
“Meu método dialético, em seus fundamentos, não é apenas diferente do método hegeliano, mas exatamente seu oposto. Para Hegel, o processo de pensamento, que ele, sob o nome de Ideia, chega mesmo a transformar num sujeito autônomo, é o demiurgo do processo efetivo, o qual constitui apenas a manifestação externa do primeiro. Para mim, ao contrário, o ideal não é mais do que o material, transposto e traduzido na cabeça do homem. (...)
(...) A mistificação que a dialética sofre nas mãos de Hegel não impede em absoluto que ele tenha sido o primeiro a expor, de modo amplo e consciente, suas formas gerais de movimento. Nele, ela se encontra de cabeça para baixo. É preciso desvirá-la, a fim de descobrir o cerne racional dentro do invólucro místico.”
(MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. Livro I. Tradução Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013. p.78-79)
Ao delimitar uma diferença entre sua dialética e a dialética hegeliana, Marx transporta sua dialética das ideias para a realidade social em contradição. Refletindo sobre a dialética em Marx, podemos AFIRMAR que:
“Meu método dialético, em seus fundamentos, não é apenas diferente do método hegeliano, mas exatamente seu oposto. Para Hegel, o processo de pensamento, que ele, sob o nome de Ideia, chega mesmo a transformar num sujeito autônomo, é o demiurgo do processo efetivo, o qual constitui apenas a manifestação externa do primeiro. Para mim, ao contrário, o ideal não é mais do que o material, transposto e traduzido na cabeça do homem. (...)
(...) A mistificação que a dialética sofre nas mãos de Hegel não impede em absoluto que ele tenha sido o primeiro a expor, de modo amplo e consciente, suas formas gerais de movimento. Nele, ela se encontra de cabeça para baixo. É preciso desvirá-la, a fim de descobrir o cerne racional dentro do invólucro místico.”
(MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. Livro I. Tradução Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013. p.78-79)
Ao delimitar uma diferença entre sua dialética e a dialética hegeliana, Marx transporta sua dialética das ideias para a realidade social em contradição. Refletindo sobre a dialética em Marx, podemos AFIRMAR que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container