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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AGRESTE SERGIPANO
DIRETORIA ACADÉMICA
MEMO Nº 05/2016-DA
Itabaiana, 20 de setembro de 2016.
De: Diretoria Académica
Para: Diretor Geral
ASSUNTO: Renovação de contrato de bolsista de Professor Pesquisador - Revisor.
Digníssimo Sr. Diretor,
por meio desse instrumento classificado como memorando temos a honra de solicitar à V. Ex.ª a renovação do contrato, da bolsista informada na Tabela 1, para o período correspondido entre os meses de outubro/2016 e setembro/2017, visto que ela está a aguardar um desfecho favorável de todos os trâmites plausíveis nesse caso.
TABELA 1 –Vínculo de bolsista a ser renovado no Sistema Geral de Bolsas
| NOME |
CPF |
FUNÇÃO |
| MARIA JOSÉ DA SILVA |
001.002.003-04 |
Professor Pesquisador - Revisor |
Por estarmos certos de vosso desembaraço em subsidiar a prestação dos nossos serviços, que, na nossa opinião, são de muito alto nível, desde já, agradecemos incomensuravelmente mais este favor prestado à nossa diretoria.
Cordialmente,
JOÃO SILVA DE OLIVEIRA
Diretor Académico
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a respeito do gênero memorando, é CORRETO afirmar que:
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Fragmento 3
Os tipos de intervenção que os profissionais de revisão fazem nos textos também são objeto de discussão e pesquisa. Normalização, correção ortográfica, sintática e estrutural são aspectos formais comumente tocados pelo revisor. E o conteúdo, a quem cabe? Problemas de layout dizem respeito ao revisor? Até que ponto se pode “mexer em um texto”? Quais são os limites entre retextualização, reescrita, edição e revisão? Com que intensidade pode ocorrer o diálogo entre revisor e autor? Algumas editoras mantêm certa distância entre ambos, optando pela mediação do editor. Outras instituições preferem uma negociação direta entre autor e revisor, estabelecendo entre eles uma relação de confiança.
[...] Assis (2006) cita Serafini e Ruiz ao relembrar os tipos de correção propostos pelas duas autoras. Para Serafini (1989), as correções seriam de tipo resolutivo (quando o revisor resolve os problemas encontrados no texto), indicativo (o revisor apenas marca os problemas) e classificatório (o revisor utiliza metalinguagem para indicar os problemas). Ruiz (2001) amplia essas categorias, propondo a revisão interativa, quando o revisor dialoga com o autor, dando sugestões e discutindo aspectos do texto. Segundo as autoras, o último tipo de correção subsidia muito mais a construção da autoria e a aprendizagem da escrita.
RIBEIRO, Ana Elisa. Revisão de textos e “diálogo” com o autor: abordagens profissionais do processo de produção e edição textual. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 32. Curitiba, 2009. [Anais eletrônicos...]. Curitiba: Intercom, 2009. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-2050-1.pdf>. Acesso em: 12 out. 2016.
Fragmento 4:

No Fragmento 4, o Revisor 01 fez um comentário, sugerindo a substituição da forma pronominal empregada pelo autor por um pronome átono. O pronome foi colocado depois do verbo pelo revisor. De acordo com as formas de colocação de pronomes oblíquos átonos junto ao verbo, é CORRETO afirmar que o revisor empregou
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Fragmento 3
Os tipos de intervenção que os profissionais de revisão fazem nos textos também são objeto de discussão e pesquisa. Normalização, correção ortográfica, sintática e estrutural são aspectos formais comumente tocados pelo revisor. E o conteúdo, a quem cabe? Problemas de layout dizem respeito ao revisor? Até que ponto se pode “mexer em um texto”? Quais são os limites entre retextualização, reescrita, edição e revisão? Com que intensidade pode ocorrer o diálogo entre revisor e autor? Algumas editoras mantêm certa distância entre ambos, optando pela mediação do editor. Outras instituições preferem uma negociação direta entre autor e revisor, estabelecendo entre eles uma relação de confiança.
[...] Assis (2006) cita Serafini e Ruiz ao relembrar os tipos de correção propostos pelas duas autoras. Para Serafini (1989), as correções seriam de tipo resolutivo (quando o revisor resolve os problemas encontrados no texto), indicativo (o revisor apenas marca os problemas) e classificatório (o revisor utiliza metalinguagem para indicar os problemas). Ruiz (2001) amplia essas categorias, propondo a revisão interativa, quando o revisor dialoga com o autor, dando sugestões e discutindo aspectos do texto. Segundo as autoras, o último tipo de correção subsidia muito mais a construção da autoria e a aprendizagem da escrita.
RIBEIRO, Ana Elisa. Revisão de textos e “diálogo” com o autor: abordagens profissionais do processo de produção e edição textual. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 32. Curitiba, 2009. [Anais eletrônicos...]. Curitiba: Intercom, 2009. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-2050-1.pdf>. Acesso em: 12 out. 2016.
Fragmento 4:

No Fragmento 4, o Revisor 01 fez um comentário, sugerindo a substituição da forma pronominal empregada pelo autor por um pronome átono. Tal pronome realiza uma retomada anafórica do termo
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Fragmento 3
Os tipos de intervenção que os profissionais de revisão fazem nos textos também são objeto de discussão e pesquisa. Normalização, correção ortográfica, sintática e estrutural são aspectos formais comumente tocados pelo revisor. E o conteúdo, a quem cabe? Problemas de layout dizem respeito ao revisor? Até que ponto se pode “mexer em um texto”? Quais são os limites entre retextualização, reescrita, edição e revisão? Com que intensidade pode ocorrer o diálogo entre revisor e autor? Algumas editoras mantêm certa distância entre ambos, optando pela mediação do editor. Outras instituições preferem uma negociação direta entre autor e revisor, estabelecendo entre eles uma relação de confiança.
[...] Assis (2006) cita Serafini e Ruiz ao relembrar os tipos de correção propostos pelas duas autoras. Para Serafini (1989), as correções seriam de tipo resolutivo (quando o revisor resolve os problemas encontrados no texto), indicativo (o revisor apenas marca os problemas) e classificatório (o revisor utiliza metalinguagem para indicar os problemas). Ruiz (2001) amplia essas categorias, propondo a revisão interativa, quando o revisor dialoga com o autor, dando sugestões e discutindo aspectos do texto. Segundo as autoras, o último tipo de correção subsidia muito mais a construção da autoria e a aprendizagem da escrita.
RIBEIRO, Ana Elisa. Revisão de textos e “diálogo” com o autor: abordagens profissionais do processo de produção e edição textual. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 32. Curitiba, 2009. [Anais eletrônicos...]. Curitiba: Intercom, 2009. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-2050-1.pdf>. Acesso em: 12 out. 2016.
Fragmento 4:

As expressões sublinhadas na penúltima linha do Fragmento 4 indicam, respectivamente
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Fragmento 3
Os tipos de intervenção que os profissionais de revisão fazem nos textos também são objeto de discussão e pesquisa. Normalização, correção ortográfica, sintática e estrutural são aspectos formais comumente tocados pelo revisor. E o conteúdo, a quem cabe? Problemas de layout dizem respeito ao revisor? Até que ponto se pode “mexer em um texto”? Quais são os limites entre retextualização, reescrita, edição e revisão? Com que intensidade pode ocorrer o diálogo entre revisor e autor? Algumas editoras mantêm certa distância entre ambos, optando pela mediação do editor. Outras instituições preferem uma negociação direta entre autor e revisor, estabelecendo entre eles uma relação de confiança.
[...] Assis (2006) cita Serafini e Ruiz ao relembrar os tipos de correção propostos pelas duas autoras. Para Serafini (1989), as correções seriam de tipo resolutivo (quando o revisor resolve os problemas encontrados no texto), indicativo (o revisor apenas marca os problemas) e classificatório (o revisor utiliza metalinguagem para indicar os problemas). Ruiz (2001) amplia essas categorias, propondo a revisão interativa, quando o revisor dialoga com o autor, dando sugestões e discutindo aspectos do texto. Segundo as autoras, o último tipo de correção subsidia muito mais a construção da autoria e a aprendizagem da escrita.
RIBEIRO, Ana Elisa. Revisão de textos e “diálogo” com o autor: abordagens profissionais do processo de produção e edição textual. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 32. Curitiba, 2009. [Anais eletrônicos...]. Curitiba: Intercom, 2009. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-2050-1.pdf>. Acesso em: 12 out. 2016.
Fragmento 4:

Considerando a norma padrão culta da língua escrita, é INCORRETO afirmar que a atuação do Revisor 01
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Fragmento 3
Os tipos de intervenção que os profissionais de revisão fazem nos textos também são objeto de discussão e pesquisa. Normalização, correção ortográfica, sintática e estrutural são aspectos formais comumente tocados pelo revisor. E o conteúdo, a quem cabe? Problemas de layout dizem respeito ao revisor? Até que ponto se pode “mexer em um texto”? Quais são os limites entre retextualização, reescrita, edição e revisão? Com que intensidade pode ocorrer o diálogo entre revisor e autor? Algumas editoras mantêm certa distância entre ambos, optando pela mediação do editor. Outras instituições preferem uma negociação direta entre autor e revisor, estabelecendo entre eles uma relação de confiança.
[...] Assis (2006) cita Serafini e Ruiz ao relembrar os tipos de correção propostos pelas duas autoras. Para Serafini (1989), as correções seriam de tipo resolutivo (quando o revisor resolve os problemas encontrados no texto), indicativo (o revisor apenas marca os problemas) e classificatório (o revisor utiliza metalinguagem para indicar os problemas). Ruiz (2001) amplia essas categorias, propondo a revisão interativa, quando o revisor dialoga com o autor, dando sugestões e discutindo aspectos do texto. Segundo as autoras, o último tipo de correção subsidia muito mais a construção da autoria e a aprendizagem da escrita.
RIBEIRO, Ana Elisa. Revisão de textos e “diálogo” com o autor: abordagens profissionais do processo de produção e edição textual. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 32. Curitiba, 2009. [Anais eletrônicos...]. Curitiba: Intercom, 2009. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-2050-1.pdf>. Acesso em: 12 out. 2016.
Fragmento 4:

Ana Elisa Ribeiro enumera quatro tipos de intervenção que os profissionais de revisão fazem nos textos (resolutivo, indicativo, classificatório e interativo). Segundo tal classificação, as intervenções do revisor expressas no Fragmento 4 representam exemplos dos tipos
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Fragmento 3
Os tipos de intervenção que os profissionais de revisão fazem nos textos também são objeto de discussão e pesquisa. Normalização, correção ortográfica, sintática e estrutural são aspectos formais comumente tocados pelo revisor. E o conteúdo, a quem cabe? Problemas de layout dizem respeito ao revisor? Até que ponto se pode “mexer em um texto”? Quais são os limites entre retextualização, reescrita, edição e revisão? Com que intensidade pode ocorrer o diálogo entre revisor e autor? Algumas editoras mantêm certa distância entre ambos, optando pela mediação do editor. Outras instituições preferem uma negociação direta entre autor e revisor, estabelecendo entre eles uma relação de confiança.
[...] Assis (2006) cita Serafini e Ruiz ao relembrar os tipos de correção propostos pelas duas autoras. Para Serafini (1989), as correções seriam de tipo resolutivo (quando o revisor resolve os problemas encontrados no texto), indicativo (o revisor apenas marca os problemas) e classificatório (o revisor utiliza metalinguagem para indicar os problemas). Ruiz (2001) amplia essas categorias, propondo a revisão interativa, quando o revisor dialoga com o autor, dando sugestões e discutindo aspectos do texto. Segundo as autoras, o último tipo de correção subsidia muito mais a construção da autoria e a aprendizagem da escrita.
RIBEIRO, Ana Elisa. Revisão de textos e “diálogo” com o autor: abordagens profissionais do processo de produção e edição textual. In: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 32. Curitiba, 2009. [Anais eletrônicos...]. Curitiba: Intercom, 2009. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/nacionais/2009/resumos/R4-2050-1.pdf>. Acesso em: 12 out. 2016.
Fragmento 4:

A partir da leitura do Fragmento 3, é CORRETO afirmar que:
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Fragmento 2
No setor de Serviços nos oito primeiros meses deste ano, houve expansão de 2.999 postos de emprego formal em Aracaju, puxado principalmente pelo incremento do emprego nos serviços assosciados à „Educação" (+925 postos), às „Atividades de atenção à saúde humana" (+786 postos), aos „Serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços prestados às empresas" (+570 postos) e aos „Serviços para edifícios e atividades paisagísticas" (+508 postos). Por outro lado, a retração do emprego nos serviços relacionados, por exemplo, à „Serviços de Arquitetura e Engenharia" (-232 postos), „Seleção, agenciamento e locação de mão-de-obra" (-183 postos), e às „Agências de viagens, operadores turísticos e serviços de reservas" (-47 postos) impediram um resultado melhor deste setor.
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SERGIPE. Boletim do Mercado de Trabalho. Ano 2, n.19, (out. 2014) – Aracaju: IFS/NAEC, 2014.
Quanto à adequação da linguagem empregada no texto ao padrão culto da língua escrita, são feitas as seguintes afirmações:
I. Há um problema relacionado à pontuação.
II. Não há problemas de concordância.
III. Há um problema relacionado ao uso da crase.
IV. Não há problemas de ortografia.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
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Fragmento 2
No setor de Serviços nos oito primeiros meses deste ano, houve expansão de 2.999 postos de emprego formal em Aracaju, puxado principalmente pelo incremento do emprego nos serviços assosciados à „Educação" (+925 postos), às „Atividades de atenção à saúde humana" (+786 postos), aos „Serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços prestados às empresas" (+570 postos) e aos „Serviços para edifícios e atividades paisagísticas" (+508 postos). Por outro lado, a retração do emprego nos serviços relacionados, por exemplo, à „Serviços de Arquitetura e Engenharia" (-232 postos), „Seleção, agenciamento e locação de mão-de-obra" (-183 postos), e às „Agências de viagens, operadores turísticos e serviços de reservas" (-47 postos) impediram um resultado melhor deste setor.
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SERGIPE. Boletim do Mercado de Trabalho. Ano 2, n.19, (out. 2014) – Aracaju: IFS/NAEC, 2014.
Conforme o texto, é CORRETO afirmar que:
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Fragmento 2
No setor de Serviços nos oito primeiros meses deste ano, houve expansão de 2.999 postos de emprego formal em Aracaju, puxado principalmente pelo incremento do emprego nos serviços assosciados à „Educação" (+925 postos), às „Atividades de atenção à saúde humana" (+786 postos), aos „Serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços prestados às empresas" (+570 postos) e aos „Serviços para edifícios e atividades paisagísticas" (+508 postos). Por outro lado, a retração do emprego nos serviços relacionados, por exemplo, à „Serviços de Arquitetura e Engenharia" (-232 postos), „Seleção, agenciamento e locação de mão-de-obra" (-183 postos), e às „Agências de viagens, operadores turísticos e serviços de reservas" (-47 postos) impediram um resultado melhor deste setor.
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SERGIPE. Boletim do Mercado de Trabalho. Ano 2, n.19, (out. 2014) – Aracaju: IFS/NAEC, 2014.
O tema que confere coerência ao recorte do assunto é:
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