Na glicólise, a reação global é representada pela seguinte equação:
Glicose + 2NAD 2ADP 2Pi 2NADH 2 piruvato 2ATP 2H2O 4H Observando a equação, é possível concluir que, na glicólise, o agente oxidante é:
O diagrama a seguir mostra as duas primeiras etapas da oxidação dos ácidos graxos. Na primeira etapa, o ácido graxo é adenilado através de uma reação com o ATP. Na segunda etapa, a coenzima A (CoA-SH) desloca o AMP, formando acil-CoA, que entra então no ciclo de reações da β-oxidação. Os valores numéricos nos retângulos representam a variação de energia livre padrão das reações.
O evento que garante que o ciclo prosseguirá no sentido da oxidação dos ácidos graxos é:
Ao se clonar um determinado gene num vetor de expressão, é comum digerir o sítio de clonagem desse vetor com duas enzimas de restrição diferentes, ao invés de somente uma. O inserto que será clonado também possui, nas suas extremidades, as seqüências dos sítios para as mesmas enzimas de restrição. Esse procedimento é realizado com o objetivo de:
No laboratório, pode-se separar as duas cadeias da molécula de DNA por calor, num processo reversível denominado de desnaturação. Ao se abaixar a temperatura gradualmente, a re-associação das cadeias do DNA é muito mais rápida se acrescentarmos NaCl à solução contendo o DNA desnaturado. Esse efeito do NaCl favorecendo a renaturação do DNA deve-se:
Observe cuidadosamente a estrutura da molécula do AZT (3´-azido 3´ desoxitimidina), usada no tratamento de pessoas infectadas com HIV e no tratamento da AIDS.
A atividade terapêutica desse fármaco está relacionada com a inibição da enzima transcriptase reversa do vírus HIV. A estrutura do AZT indica que este composto também inibe um outro processo metabólico. Este processo é:
A celulose e o amido são polissacarídeos constituídos exclusivamente pelo monossacarídio glicose. No entanto, várias espécies somente conseguem obter a glicose para o metabolismo a partir do amido e não da celulose. Isso se deve a seguinte característica estrutural da celulose:
O gráfico abaixo mostra a velocidade de uma enzima cuja concentração é constante, calculada em função da concentração do substrato. A curva observada é uma hipérbole que tende a um valor máximo indicado na curva.
Esse comportamento é melhor explicado pelo seguinte fato: