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No exame físico de um paciente com hérnia discal cervical e compressão da raiz de C6, as alterações de motricidade e de sensibilidade, são respectivamente:
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A Manobra de Thomas é realizada para detecção da seguinte afecção:
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O paciente que apresenta neuropatia fibular terá como quadro clínico:
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Considerando os aspectos definidos pela Constituição Federal vigente em relação à Seguridade Social, assinale a alternativa correta.
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Em 2014, o golpe militar de 1964 completa cinquenta anos de seu início (e cerca de 30 anos do seu término). O ano vem sendo marcado por inúmeros debates, palestras, manifestações que evocam o período na tentativa de elucidar os fatos, restabelecer a verdade histórica, num verdadeiro exercício de cidadania, próprio de um país democrático, permitindo que não só a população, mas também as instituições possam rever posições, comportamentos, num esforço coletivo.
O fato ocorrido recentemente que reforça as ideias contidas no enunciado é:
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
Utopias e distopias
Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome às várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por sir Thomas Morus em 1516. Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito, que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania, e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isto funcionasse Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria sempre ser homem e as mulheres teriam menos direitos do que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação.
Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em “Candide”, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde haveria muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas “Candide” é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção “Imagine”, propôs sua utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas.
Quando surgiu e se popularizou o automóvel anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se os carros não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.
(VERÍSSIMO, L. Fernando. O Globo, 12/12/2013, p. 19.)
Leia com atenção as afirmativas abaixo, relacionadas ao texto.
I. Na Utopia de Morus, a mulher não teria direito à educação nem à saúde.
II. Arepública imaginada por Platão seria constituída apenas por homens livres.
III. Na sociedade idealizada por Voltaire, a ênfase dada à educação evitaria a construção de prisões.
IV. Para Marx, Engels e outros pensadores, a emancipação da classe trabalhadora traria a igualdade e a justiça para todos.
V. Para John Lennon, violência e religião seriam fatores de decadência da sociedade.
VI. A utopia possível do surgimento e popularização do automóvel tornou-se uma distopia em razão dos engarrafamentos intermináveis e das chacinas nas estradas, numa situação de caos crescente.
Das afirmativas acima, estão corretas apenas:
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
Utopias e distopias
Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome às várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por sir Thomas Morus em 1516. Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito, que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania, e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isto funcionasse Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria sempre ser homem e as mulheres teriam menos direitos do que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação.
Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em “Candide”, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde haveria muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas “Candide” é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção “Imagine”, propôs sua utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas.
Quando surgiu e se popularizou o automóvel anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se os carros não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.
(VERÍSSIMO, L. Fernando. O Globo, 12/12/2013, p. 19.)
Leia com atenção a informação contida em cada fragmento abaixo sobre a relação entre o trecho transcrito, com pronome em caixa alta, e a parte do texto a que se refere o pronome.
I. “[...] ou tinham na SUA origem um defeito que as condenava.” (§ 1) / utopias.
II. “[...] para descrever SUAsociedade ideal [...]” (§ 1) /Thomas Morus.
III. “[...] o que de saída já significava que ELA só poderia existir mesmo na sua imaginação.” (§ 1) / a palavra grega.
IV. “[...] ONDE haveria muitas escolas mas nenhuma prisão [...]” (§ 2) / El Dorado.
V. “O sonho acabou no totalitarismo soviético e na SUA demolição.” (§ 2) / Marx, Engels e outros pensadores.
VI. “[...] em estradas magnetizadas para guiá-LOS mesmo sem motorista.” (§ 3) / os carros.
Dos itens acima, estão corretos quanto à informação, apenas:
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Leia o texto abaixo e responda a questão.
Utopias e distopias
Todas as utopias imaginadas até hoje acabaram em distopias, ou tinham na sua origem um defeito que as condenava. A primeira, que deu nome às várias fantasias de um mundo perfeito que viriam depois, foi inventada por sir Thomas Morus em 1516. Dizem que ele se inspirou nas descobertas recentes do Novo Mundo, e mais especificamente do Brasil, para descrever sua sociedade ideal, que significaria um renascimento para a humanidade, livre dos vícios do mundo antigo. Na Utopia de Morus o direito à educação e à saúde seria universal, a diversidade religiosa seria tolerada e a propriedade privada, proibida. O governo seria exercido por um príncipe eleito, que poderia ser substituído se mostrasse alguma tendência para a tirania, e as leis seriam tão simples que dispensariam a existência de advogados. Mas para que tudo isto funcionasse Morus prescrevia dois escravos para cada família, recrutados entre criminosos e prisioneiros de guerra. Além disso, o príncipe deveria sempre ser homem e as mulheres teriam menos direitos do que os homens. Morus tirou o nome da sua sociedade perfeita da palavra grega para “lugar nenhum”, o que de saída já significava que ela só poderia existir mesmo na sua imaginação.
Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes. Nem ele nem os outros filósofos gregos da sua época se importavam muito com o fato de viverem numa sociedade escravocrata. Em “Candide”, Voltaire colocou sua sociedade ideal, onde haveria muitas escolas mas nenhuma prisão, em El Dorado, mas “Candide” é menos uma visão de um mundo perfeito do que uma sátira da ingenuidade humana. Marx e Engels e outros pensadores previram um futuro redentor em que a emancipação da classe trabalhadora traria igualdade e justiça para todos. O sonho acabou no totalitarismo soviético e na sua demolição. Até John Lennon, na canção “Imagine”, propôs sua utopia, na qual não haveria, entre outros atrasos, violência e religião. Ele mesmo foi vítima da violência, enquanto no mundo todo e cada vez mais as pessoas se entregam a religiões e se matam por elas.
Quando surgiu e se popularizou o automóvel anunciou-se uma utopia possível. No futuro previsto os carros ofereceriam transporte rápido e lazer inédito em estradas magnetizadas para guiá-los mesmo sem motorista. Isso se os carros não voassem, ou se não houvesse um helicóptero em cada garagem. Nada disso aconteceu. Foi outra utopia que pifou. Hoje vivemos em meio à sua negação, em engarrafamentos intermináveis, em chacinas nas estradas e num caos que só aumenta, sem solução à vista. Mais uma vez, deu distopia.
(VERÍSSIMO, L. Fernando. O Globo, 12/12/2013, p. 19.)
“Platão imaginou uma república idílica em que os governantes seriam filósofos, ou os filósofos governantes.”
A leitura correta da construção alternativa acima é:
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No correio eletrônico, o endereço eletrônico apresenta um formato característico. Esse formato é conhecido como:
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Considere um arquivo denominado XPTO no MS Excel 2010, contendo duas planilhas distintas (plan1 e plan2). Na elaboração de uma fórmula em uma das planilhas (plan1), se houver necessidade de referenciar uma célula (D5) localizada na outra planilha (plan2), deve-se utilizar a seguinte referência:
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Caderno Container