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Criança, sexo masculino, 4 anos, é levada para atendimento pediátrico com queixa de que não ganha peso e sendo sempre muito magrinho. Ao exame físico, criança ativa, esperta, desenvolvimento cognitivo e motor adequado para a idade, sem nenhuma anormalidade, corado e hidratado. No interrogatório alimentar, faz 6 refeições diárias, geralmente em pequeníssimas quantidades; costuma oferecer leite quando não come e, entre as refeições, ingerir suco e, por vezes, biscoitos. Na curva de crescimento apresenta peso, estatura e IMC no score Z –> –2, desde 1 ano de idade.
Assinale, a seguir, melhor conduta neste caso.
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“Paciente, 8 anos, 30 kg, é levado pela mãe para atendimento hospitalar de emergência apresentando, há 4 dias, crises intensas de tosse, principalmente à noite; falta de ar; e, dor de garganta, sem febre. Já havia buscado atendimento em Unidade de Pronto Atendimento há 2 dias, onde realizou nebulizações com beta 2-agonistas em regime frequente intermitente por uma hora e foi liberado com receita de nebulizações com beta 2-agonistas e brometo de ipratrópio de 6 em 6 horas. Vinha utilizando as medicações, mas retornava à consulta devido à manutenção da tosse e piora da falta de ar. Estava aceitando a via oral. A mãe relata que o filho apresenta história de asma desde os 2 anos de idade, com várias internações prévias, mas nenhuma no último ano em UTI. Tinha sintomas diários, com tosse após atividades físicas e despertares noturnos até uma vez por semana, precisando usar salbutamol, praticamente, todos os dias. Nas crises, usava salbutamol por nebulização e corticoide oral; sendo essa a terceira crise mais intensa nos últimos 3 meses, buscando atendimento frequente à unidade de emergência. A mãe relata, ainda, que era tabagista e que naquele momento não havia luz elétrica no domicílio, fato relacionado à piora do filho na chegada da instituição de saúde. O menino apresentava-se alerta; taquidispneico; fala entrecortada; FR 43 ipm; saturação de oxigênio 92% em ambiente; utilização da musculatura acessória com tiragem de fúrcula e intercostal; e, FC 105 bpm. Na ausculta pulmonar, boa entrada de ar, aumento do tempo expiratório e sibilos inspiratórios e expiratórios difusos. O paciente apresentava, também, extremidade bem perfundida, oroscopia normal e pele íntegra.”
Assinale, a seguir, a prescrição inicial para o paciente.
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“Paciente, 8 anos, 30 kg, é levado pela mãe para atendimento hospitalar de emergência apresentando, há 4 dias, crises intensas de tosse, principalmente à noite; falta de ar; e, dor de garganta, sem febre. Já havia buscado atendimento em Unidade de Pronto Atendimento há 2 dias, onde realizou nebulizações com beta 2-agonistas em regime frequente intermitente por uma hora e foi liberado com receita de nebulizações com beta 2-agonistas e brometo de ipratrópio de 6 em 6 horas. Vinha utilizando as medicações, mas retornava à consulta devido à manutenção da tosse e piora da falta de ar. Estava aceitando a via oral. A mãe relata que o filho apresenta história de asma desde os 2 anos de idade, com várias internações prévias, mas nenhuma no último ano em UTI. Tinha sintomas diários, com tosse após atividades físicas e despertares noturnos até uma vez por semana, precisando usar salbutamol, praticamente, todos os dias. Nas crises, usava salbutamol por nebulização e corticoide oral; sendo essa a terceira crise mais intensa nos últimos 3 meses, buscando atendimento frequente à unidade de emergência. A mãe relata, ainda, que era tabagista e que naquele momento não havia luz elétrica no domicílio, fato relacionado à piora do filho na chegada da instituição de saúde. O menino apresentava-se alerta; taquidispneico; fala entrecortada; FR 43 ipm; saturação de oxigênio 92% em ambiente; utilização da musculatura acessória com tiragem de fúrcula e intercostal; e, FC 105 bpm. Na ausculta pulmonar, boa entrada de ar, aumento do tempo expiratório e sibilos inspiratórios e expiratórios difusos. O paciente apresentava, também, extremidade bem perfundida, oroscopia normal e pele íntegra.”
Qual a gravidade da crise de asma do paciente do caso clínico?
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Recém-nascido a termo, 39 semanas, de parto cesáreo eletivo. Mãe realizou pré-natal adequadamente e seu swab vaginal é positivo para GBS. O Apgar foi 8/9; PN 3.005 g. O bebê está aparentemente assintomático para sepse neonatal precoce.
Assinale, a seguir, a melhor conduta.
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Criança, 5 meses de idade, sexo masculino, previamente hígida, é levada por sua mãe à Unidade de Saúde. A mãe refere queixa de diarreia líquida em grande quantidade há dois dias; febre elevada; recusa alimentar; alguns episódios de vômitos; e, diurese diminuída.
Após a anamnese e o exame físico, o médico pediatra plantonista descreveu no prontuário os seguintes dados:
!$ \bullet !$ a criança apresenta vários episódios, em grande quantidade por dia, com muco; e,
!$ \bullet !$ está em aleitamento materno exclusivo e as vacinas do quarto mês atrasadas.
Considerando os sintomas e os sinais apresentados, assinale a hipótese diagnóstica mais provável.
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Lactente, 5 meses de vida, é levada ao serviço de emergência devido à tosse e dificuldade para mamar há 5 dias. Nasceu de parto normal com bolsa rota duas horas antes do parto; Apgar 8/9; peso de 3.360 g; e, comprimento de 48 cm. Teve alta com a mãe sem problemas. Há mais ou menos uma semana a irmã de 15 anos apresentou um quadro respiratório considerado gripe pelo médico que a atendeu. Ao exame físico, a paciente está em bom estado geral e acianótica; foram observados: PCP 2 segundos; temperatura de 37,9° C; FR 70 ipm; FC 156 bpm; saturação 90%; e, presença de tiragem intercostal. Ausculta pulmonar com roncos, sibilos, com expiração prolongada leve. Considere, ainda, que o diagnóstico mais provável deste bebê é um quadro leve de bronquiolite.
Quanto ao tratamento geral da bronquiolite, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Sobre as imunizações do PNI, capazes de prevenir as infecções pneumônicas, analise as alternativas a seguir.
I. Pneumocócica 10-valente.
II. Hexavalente (componente Pertussis).
III. Hexavalente (componente Haemophilus).
Está correto o que se afirma em
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Nos termos do Código de Ética Médica, quanto ao prontuário médico, é permitido:
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Considere a seguinte situação hipotética: Álvaro é médico e acompanha um paciente idoso em tratamento paliativo para doença terminal. Certa tarde, um familiar solicitou a presença do médico na casa do idoso, encontrando-se a porta da residência arrombada e algumas gavetas reviradas. Foi constatado que o paciente estava já sem sinais de vida, com indícios de asfixia.
Nos termos do Código de Ética Médica, Álvaro:
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Considere a seguinte situação hipotética: Antônio é médico em um hospital público, sendo muito elogiado pelos colegas e pacientes. No trajeto para casa, faz publicações, ao vivo, enquanto dirige, divulgando novos medicamentos da indústria farmacêutica.
Quanto ao tema, pode-se afirmar que o Código de Ética Médica:
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