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Torcida
As ruas enfeitadas para a Copa de 1982 davam a certeza de que a seleção brasileira seria campeã do mundo. Deu zebra. A seleção foi desclassificada pela Itália com um 3 a 2 doloroso. A derrota absurda, primeiro grande revés de menino, me deixou com febre durante dois dias. Dramático, como em geral são as crianças e os adolescentes, cheguei a achar que nunca me recuperaria do baque que os três gols do Paolo Rossi causaram em mim. Hoje tenho a certeza: nunca me recuperei.
A Copa seguinte, a de 1986, me fez ter trauma de qualquer corrente, daquelas em que todo mundo entrelaça as mãos e cria elos de pensamento positivo, orações e coisas do gênero. Nem pensar. Não participo de corrente nem em centro espírita de mesa e tenho horror de pensamento positivo. Explico.
Durante o jogo entre Brasil e França pelas quartas de final, houve o famoso pênalti para o escrete, que o Zico perdeu. Assim que o pênalti foi marcado, alguém sugeriu que fosse feita uma corrente na hora da cobrança. Mãos dadas e pensamento positivo para entrar em sintonia com o Galinho de Quintino. Pressenti que ia dar tudo errado, mas me submeti ao ritual.
Na hora em o que o Zico cobrou a penalidade e o goleiro pegou, a corrente se desfez de forma impressionante. Cada um caiu para um lado. Jurei, naquele dia, que nunca mais me submeteria a coisas daquele tipo. Perco o amigo, mas corrente de mãos dadas eu não faço.
Em 2014, nos 7 a 1 que tomamos da Alemanha, passei longe de me sentir arrasado. No primeiro gol fiquei preocupado. No segundo, fiquei tenso. No terceiro, achei que estava vendo a reprise do segundo. No quarto, entrei em choque. Imediatamente depois, no quinto gol, saí do choque e passei a achar engraçado o que estava ocorrendo. Nos 6 a 0, passei a me sentir no velório do Quincas Berro d’Água, contando piadas diante do defunto. No sétimo gol, sem maiores dramas, me consolei com o fato de o meu filho ainda não entender o que estava acontecendo.
Logo depois do gol mixuruca do Brasil, na rua em que o povão torcia pela seleção começou um pagode com o clássico do repertório do Almir Guineto: “Deixe de lado esse baixo astral.” Senti-me irremediavelmente brasileiro; filho do Brasil mitológico e adorável que criei para inventar a vida, refugiado no picadeiro que me acolhe entre os amores que me interessam. Enchi o copo e bebi com gosto mais uma gelada em louvor sacana ao gol insignificante, como se o Berro d’Água piscasse matreiro no gurufim da despedida e fosse vadiar – aos mortos é dado esse direito – na rua.
(SIMAS, Luiz Antônio. o corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020, p.69-71)
Vocabulário:
escrete – seleção
matreiro – sabido, experiente
gurufim – velório popular animado
Em “Logo depois do gol mixuruca do Brasil”, destaca-se um vocábulo que possui valor adjetivo atribuindo uma característica:
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As ruas enfeitadas para a Copa de 1982 davam a certeza de que a seleção brasileira seria campeã do mundo. Deu zebra. A seleção foi desclassificada pela Itália com um 3 a 2 doloroso. A derrota absurda, primeiro grande revés de menino, me deixou com febre durante dois dias. Dramático, como em geral são as crianças e os adolescentes, cheguei a achar que nunca me recuperaria do baque que os três gols do Paolo Rossi causaram em mim. Hoje tenho a certeza: nunca me recuperei.
A Copa seguinte, a de 1986, me fez ter trauma de qualquer corrente, daquelas em que todo mundo entrelaça as mãos e cria elos de pensamento positivo, orações e coisas do gênero. Nem pensar. Não participo de corrente nem em centro espírita de mesa e tenho horror de pensamento positivo. Explico.
Durante o jogo entre Brasil e França pelas quartas de final, houve o famoso pênalti para o escrete, que o Zico perdeu. Assim que o pênalti foi marcado, alguém sugeriu que fosse feita uma corrente na hora da cobrança. Mãos dadas e pensamento positivo para entrar em sintonia com o Galinho de Quintino. Pressenti que ia dar tudo errado, mas me submeti ao ritual.
Na hora em o que o Zico cobrou a penalidade e o goleiro pegou, a corrente se desfez de forma impressionante. Cada um caiu para um lado. Jurei, naquele dia, que nunca mais me submeteria a coisas daquele tipo. Perco o amigo, mas corrente de mãos dadas eu não faço.
Em 2014, nos 7 a 1 que tomamos da Alemanha, passei longe de me sentir arrasado. No primeiro gol fiquei preocupado. No segundo, fiquei tenso. No terceiro, achei que estava vendo a reprise do segundo. No quarto, entrei em choque. Imediatamente depois, no quinto gol, saí do choque e passei a achar engraçado o que estava ocorrendo. Nos 6 a 0, passei a me sentir no velório do Quincas Berro d’Água, contando piadas diante do defunto. No sétimo gol, sem maiores dramas, me consolei com o fato de o meu filho ainda não entender o que estava acontecendo.
Logo depois do gol mixuruca do Brasil, na rua em que o povão torcia pela seleção começou um pagode com o clássico do repertório do Almir Guineto: “Deixe de lado esse baixo astral.” Senti-me irremediavelmente brasileiro; filho do Brasil mitológico e adorável que criei para inventar a vida, refugiado no picadeiro que me acolhe entre os amores que me interessam. Enchi o copo e bebi com gosto mais uma gelada em louvor sacana ao gol insignificante, como se o Berro d’Água piscasse matreiro no gurufim da despedida e fosse vadiar – aos mortos é dado esse direito – na rua.
(SIMAS, Luiz Antônio. o corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020, p.69-71)
Vocabulário:
escrete – seleção
matreiro – sabido, experiente
gurufim – velório popular animado
No quinto parágrafo do texto, o narrador cria uma progressão narrativa para indicar sua reação diante de cada gol. Para isso, faz uso, predominantemente, de um tipo de numeral que exprime:
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As ruas enfeitadas para a Copa de 1982 davam a certeza de que a seleção brasileira seria campeã do mundo. Deu zebra. A seleção foi desclassificada pela Itália com um 3 a 2 doloroso. A derrota absurda, primeiro grande revés de menino, me deixou com febre durante dois dias. Dramático, como em geral são as crianças e os adolescentes, cheguei a achar que nunca me recuperaria do baque que os três gols do Paolo Rossi causaram em mim. Hoje tenho a certeza: nunca me recuperei.
A Copa seguinte, a de 1986, me fez ter trauma de qualquer corrente, daquelas em que todo mundo entrelaça as mãos e cria elos de pensamento positivo, orações e coisas do gênero. Nem pensar. Não participo de corrente nem em centro espírita de mesa e tenho horror de pensamento positivo. Explico.
Durante o jogo entre Brasil e França pelas quartas de final, houve o famoso pênalti para o escrete, que o Zico perdeu. Assim que o pênalti foi marcado, alguém sugeriu que fosse feita uma corrente na hora da cobrança. Mãos dadas e pensamento positivo para entrar em sintonia com o Galinho de Quintino. Pressenti que ia dar tudo errado, mas me submeti ao ritual.
Na hora em o que o Zico cobrou a penalidade e o goleiro pegou, a corrente se desfez de forma impressionante. Cada um caiu para um lado. Jurei, naquele dia, que nunca mais me submeteria a coisas daquele tipo. Perco o amigo, mas corrente de mãos dadas eu não faço.
Em 2014, nos 7 a 1 que tomamos da Alemanha, passei longe de me sentir arrasado. No primeiro gol fiquei preocupado. No segundo, fiquei tenso. No terceiro, achei que estava vendo a reprise do segundo. No quarto, entrei em choque. Imediatamente depois, no quinto gol, saí do choque e passei a achar engraçado o que estava ocorrendo. Nos 6 a 0, passei a me sentir no velório do Quincas Berro d’Água, contando piadas diante do defunto. No sétimo gol, sem maiores dramas, me consolei com o fato de o meu filho ainda não entender o que estava acontecendo.
Logo depois do gol mixuruca do Brasil, na rua em que o povão torcia pela seleção começou um pagode com o clássico do repertório do Almir Guineto: “Deixe de lado esse baixo astral.” Senti-me irremediavelmente brasileiro; filho do Brasil mitológico e adorável que criei para inventar a vida, refugiado no picadeiro que me acolhe entre os amores que me interessam. Enchi o copo e bebi com gosto mais uma gelada em louvor sacana ao gol insignificante, como se o Berro d’Água piscasse matreiro no gurufim da despedida e fosse vadiar – aos mortos é dado esse direito – na rua.
(SIMAS, Luiz Antônio. o corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020, p.69-71)
Vocabulário:
escrete – seleção
matreiro – sabido, experiente
gurufim – velório popular animado
O sujeito oculto é uma ferramenta sintática importante para a construção dos textos. Tal recurso foi bastante usado pelo autor. Dentre as alternativas abaixo, assinale a única que não apresenta um exemplo desse tipo de sujeito.
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As ruas enfeitadas para a Copa de 1982 davam a certeza de que a seleção brasileira seria campeã do mundo. Deu zebra. A seleção foi desclassificada pela Itália com um 3 a 2 doloroso. A derrota absurda, primeiro grande revés de menino, me deixou com febre durante dois dias. Dramático, como em geral são as crianças e os adolescentes, cheguei a achar que nunca me recuperaria do baque que os três gols do Paolo Rossi causaram em mim. Hoje tenho a certeza: nunca me recuperei.
A Copa seguinte, a de 1986, me fez ter trauma de qualquer corrente, daquelas em que todo mundo entrelaça as mãos e cria elos de pensamento positivo, orações e coisas do gênero. Nem pensar. Não participo de corrente nem em centro espírita de mesa e tenho horror de pensamento positivo. Explico.
Durante o jogo entre Brasil e França pelas quartas de final, houve o famoso pênalti para o escrete, que o Zico perdeu. Assim que o pênalti foi marcado, alguém sugeriu que fosse feita uma corrente na hora da cobrança. Mãos dadas e pensamento positivo para entrar em sintonia com o Galinho de Quintino. Pressenti que ia dar tudo errado, mas me submeti ao ritual.
Na hora em o que o Zico cobrou a penalidade e o goleiro pegou, a corrente se desfez de forma impressionante. Cada um caiu para um lado. Jurei, naquele dia, que nunca mais me submeteria a coisas daquele tipo. Perco o amigo, mas corrente de mãos dadas eu não faço.
Em 2014, nos 7 a 1 que tomamos da Alemanha, passei longe de me sentir arrasado. No primeiro gol fiquei preocupado. No segundo, fiquei tenso. No terceiro, achei que estava vendo a reprise do segundo. No quarto, entrei em choque. Imediatamente depois, no quinto gol, saí do choque e passei a achar engraçado o que estava ocorrendo. Nos 6 a 0, passei a me sentir no velório do Quincas Berro d’Água, contando piadas diante do defunto. No sétimo gol, sem maiores dramas, me consolei com o fato de o meu filho ainda não entender o que estava acontecendo.
Logo depois do gol mixuruca do Brasil, na rua em que o povão torcia pela seleção começou um pagode com o clássico do repertório do Almir Guineto: “Deixe de lado esse baixo astral.” Senti-me irremediavelmente brasileiro; filho do Brasil mitológico e adorável que criei para inventar a vida, refugiado no picadeiro que me acolhe entre os amores que me interessam. Enchi o copo e bebi com gosto mais uma gelada em louvor sacana ao gol insignificante, como se o Berro d’Água piscasse matreiro no gurufim da despedida e fosse vadiar – aos mortos é dado esse direito – na rua.
(SIMAS, Luiz Antônio. o corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020, p.69-71)
Vocabulário:
escrete – seleção
matreiro – sabido, experiente
gurufim – velório popular animado
Em “me deixou com febre durante dois dias”, destaca-se uma expressão que apresenta noção de tempo. Essa expressão, morfologicamente, apresenta valor de:
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As ruas enfeitadas para a Copa de 1982 davam a certeza de que a seleção brasileira seria campeã do mundo. Deu zebra. A seleção foi desclassificada pela Itália com um 3 a 2 doloroso. A derrota absurda, primeiro grande revés de menino, me deixou com febre durante dois dias. Dramático, como em geral são as crianças e os adolescentes, cheguei a achar que nunca me recuperaria do baque que os três gols do Paolo Rossi causaram em mim. Hoje tenho a certeza: nunca me recuperei.
A Copa seguinte, a de 1986, me fez ter trauma de qualquer corrente, daquelas em que todo mundo entrelaça as mãos e cria elos de pensamento positivo, orações e coisas do gênero. Nem pensar. Não participo de corrente nem em centro espírita de mesa e tenho horror de pensamento positivo. Explico.
Durante o jogo entre Brasil e França pelas quartas de final, houve o famoso pênalti para o escrete, que o Zico perdeu. Assim que o pênalti foi marcado, alguém sugeriu que fosse feita uma corrente na hora da cobrança. Mãos dadas e pensamento positivo para entrar em sintonia com o Galinho de Quintino. Pressenti que ia dar tudo errado, mas me submeti ao ritual.
Na hora em o que o Zico cobrou a penalidade e o goleiro pegou, a corrente se desfez de forma impressionante. Cada um caiu para um lado. Jurei, naquele dia, que nunca mais me submeteria a coisas daquele tipo. Perco o amigo, mas corrente de mãos dadas eu não faço.
Em 2014, nos 7 a 1 que tomamos da Alemanha, passei longe de me sentir arrasado. No primeiro gol fiquei preocupado. No segundo, fiquei tenso. No terceiro, achei que estava vendo a reprise do segundo. No quarto, entrei em choque. Imediatamente depois, no quinto gol, saí do choque e passei a achar engraçado o que estava ocorrendo. Nos 6 a 0, passei a me sentir no velório do Quincas Berro d’Água, contando piadas diante do defunto. No sétimo gol, sem maiores dramas, me consolei com o fato de o meu filho ainda não entender o que estava acontecendo.
Logo depois do gol mixuruca do Brasil, na rua em que o povão torcia pela seleção começou um pagode com o clássico do repertório do Almir Guineto: “Deixe de lado esse baixo astral.” Senti-me irremediavelmente brasileiro; filho do Brasil mitológico e adorável que criei para inventar a vida, refugiado no picadeiro que me acolhe entre os amores que me interessam. Enchi o copo e bebi com gosto mais uma gelada em louvor sacana ao gol insignificante, como se o Berro d’Água piscasse matreiro no gurufim da despedida e fosse vadiar – aos mortos é dado esse direito – na rua.
(SIMAS, Luiz Antônio. o corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020, p.69-71)
Vocabulário:
escrete – seleção
matreiro – sabido, experiente
gurufim – velório popular animado
A expressão “Deu zebra”, presente no primeiro parágrafo do texto, foi empregada pelo autor para produzir o seguinte sentido:
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As ruas enfeitadas para a Copa de 1982 davam a certeza de que a seleção brasileira seria campeã do mundo. Deu zebra. A seleção foi desclassificada pela Itália com um 3 a 2 doloroso. A derrota absurda, primeiro grande revés de menino, me deixou com febre durante dois dias. Dramático, como em geral são as crianças e os adolescentes, cheguei a achar que nunca me recuperaria do baque que os três gols do Paolo Rossi causaram em mim. Hoje tenho a certeza: nunca me recuperei.
A Copa seguinte, a de 1986, me fez ter trauma de qualquer corrente, daquelas em que todo mundo entrelaça as mãos e cria elos de pensamento positivo, orações e coisas do gênero. Nem pensar. Não participo de corrente nem em centro espírita de mesa e tenho horror de pensamento positivo. Explico.
Durante o jogo entre Brasil e França pelas quartas de final, houve o famoso pênalti para o escrete, que o Zico perdeu. Assim que o pênalti foi marcado, alguém sugeriu que fosse feita uma corrente na hora da cobrança. Mãos dadas e pensamento positivo para entrar em sintonia com o Galinho de Quintino. Pressenti que ia dar tudo errado, mas me submeti ao ritual.
Na hora em o que o Zico cobrou a penalidade e o goleiro pegou, a corrente se desfez de forma impressionante. Cada um caiu para um lado. Jurei, naquele dia, que nunca mais me submeteria a coisas daquele tipo. Perco o amigo, mas corrente de mãos dadas eu não faço.
Em 2014, nos 7 a 1 que tomamos da Alemanha, passei longe de me sentir arrasado. No primeiro gol fiquei preocupado. No segundo, fiquei tenso. No terceiro, achei que estava vendo a reprise do segundo. No quarto, entrei em choque. Imediatamente depois, no quinto gol, saí do choque e passei a achar engraçado o que estava ocorrendo. Nos 6 a 0, passei a me sentir no velório do Quincas Berro d’Água, contando piadas diante do defunto. No sétimo gol, sem maiores dramas, me consolei com o fato de o meu filho ainda não entender o que estava acontecendo.
Logo depois do gol mixuruca do Brasil, na rua em que o povão torcia pela seleção começou um pagode com o clássico do repertório do Almir Guineto: “Deixe de lado esse baixo astral.” Senti-me irremediavelmente brasileiro; filho do Brasil mitológico e adorável que criei para inventar a vida, refugiado no picadeiro que me acolhe entre os amores que me interessam. Enchi o copo e bebi com gosto mais uma gelada em louvor sacana ao gol insignificante, como se o Berro d’Água piscasse matreiro no gurufim da despedida e fosse vadiar – aos mortos é dado esse direito – na rua.
(SIMAS, Luiz Antônio. o corpo encantado das ruas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020, p.69-71)
Vocabulário:
escrete – seleção
matreiro – sabido, experiente
gurufim – velório popular animado
O texto apresenta o modo pelo qual o narrador se relacionou com o desempenho da seleção brasileira masculina de futebol em algumas partidas da Copa do Mundo. A partir de uma leitura atenta, é correto afirmar que:
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“Minas Gerais se destaca no cenário nacional por sua riqueza hídrica [...] A hidrografia de Minas Gerais é, portanto, estratégica não apenas para o desenvolvimento do Estado, mas para o de todo o país” (IGAM, 2021). Entre os rios brasileiros listados abaixo, identifique aqueles que banham o estado de Minas Gerais:
I. Rio São Francisco.
II. Rio Amazonas.
III. Rio Grande.
IV. Rio Solimões.
V. Rio Doce.
Assinale a alternativa correta.
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“As diferentes formas de relevo em Minas Gerais, somadas às especificidades de solo e clima, propiciaram paisagens muito variadas, recobertas por vegetações características, adaptadas a cada um dos inúmeros ambientes particulares inseridos no domínio de três biomas brasileiros” (IEF, 2021). Entre os biomas indicados nas alternativas abaixo, assinale o que não está presente no estado de Minas Gerais.
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“O (a) é praticado (a) em pequena escala e em pequenas propriedades, e tem como base o trabalho . É responsável pela diversidade de cultivos no mundo e pela produção destinada à alimentação da população. No Brasil, pode produzir de maneira extensiva ou intensiva. As pequenas produções que têm como objetivo primordial o sustento da família são chamadas de (DELLORE, 2018).
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
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Minas Gerais é um estado constituído por 853 municípios. Faz limite com São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Goiás, Distrito Federal, Bahia e Espírito Santo e possui 586.520,732 km² de área (IBGE CIDADES, 2017). Analise a lista de municípios abaixo e identifique aqueles que estão localizados no estado de Minas Gerais:
I. Uberlândia
II. Montes Claros
III. Ipatinga
IV. Rio Claro
V. Poços de Caldas
VI. Vassouras
Assinale a alternativa correta:
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