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A Arguição de Descumprimento de Preceito
Fundamental (ADPF) 635, que ficou conhecida
como “ADPF das favelas”, foi proposta em face
da percepção de que haveria excessiva e crescente
letalidade decorrente da atuação policial,
sobretudo contra a população pobre e negra de
comunidades no Rio de Janeiro. Marque a opção
correta:
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A doutrina alemã desenvolveu uma teoria de
direito constitucional que defende, de um lado, a
proibição de excesso (übermassverbot) e, de
outro, a proibição de proteção deficiente
(untermassverbot). Sobre a sua aplicação no
direito brasileiro, assinale a afirmativa correta:
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Assinale a alternativa correta quanto à
competência legislativa prevista na Constituição
Federal:
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Assinale a alternativa correta quanto à disciplina
constitucional orçamentária e ao regime de
pagamento de precatórios:
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Em relação à atuação dos Tribunais de Conta no
controle externo da Administração, marque a
alternativa correta:
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Assinale a alternativa correta quanto ao exercício
do poder para alterar normas constitucionais
federais e estaduais:
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Julgue os itens abaixo e assinale o único correto:
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Assinale a alternativa correta quanto ao processo
legislativo federal:
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A cognoscibilidade, a confiabilidade e a
calculabilidade normativas, são elementos da
segurança jurídica tal é a ênfase que atribui à
limitação do poder e aos valores de liberdade, de
igualdade e de dignidade (Humberto Ávila). O
sistema de estabilidades tem por vetor normativo
a segurança continuidade jurídica faz com que a
mudança de conteúdo das posições estáveis seja
incorporada e acomodada ao tráfego jurídico,
recuperando o valor de uma justiça procedimental
sem abrir mão da estabilidade. Isso representa que
no exame da estabilidade há um viés prospectivo,
não apenas direcionado ao passado mas
preocupado também com as expectativas e
prognoses futuras (Antônio do Passo Cabral).
Escolha a alternativa INCORRETA sobre os valores da segurança jurídica, da estabilidade processual e da coisa julgada:
Escolha a alternativa INCORRETA sobre os valores da segurança jurídica, da estabilidade processual e da coisa julgada:
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obre os problemas relacionados a legitimidade
nas ações civis públicas, legitimidade do
Ministério Público para ajuizamento de ação,
liquidação e execução de direitos individuais
homogêneos e a legitimidade para as ações
individuais decorrentes de condenação genérica.
É CORRETO afirmar que:
I – O Ministério Público é parte legítima para pleitear tratamento médico ou entrega de medicamentos nas demandas de saúde propostas contra os entes federativos, mesmo quando se tratar de feitos contendo beneficiários individualizados, porque se refere a direitos individuais indisponíveis, na forma do art. 1º da Lei n. 8.625/1993 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público). Com fundamento no art. 127 da Constituição Federal, o Ministério Público está legitimado a promover a tutela coletiva de direitos individuais homogêneos, mesmo de natureza disponível, quando a lesão a tais direitos, visualizada em seu conjunto, em forma coletiva e impessoal, transcender a esfera de interesses puramente particulares, passando a comprometer relevantes interesses sociais.
II – Em ação civil pública proposta por Associação, na condição de substituta processual de consumidores, possuem legitimidade para a liquidação e execução da sentença todos os beneficiados pela procedência do pedido, independentemente de serem filiados à Associação promovente.
III – O Ministério Público tem legitimidade para propor ação civil pública com o objetivo de anular acordo firmado entre o Poder Público e contribuinte, em face da legitimação ad causam que o texto constitucional lhe confere para defender o erário.
IV – A previsão estatutária genérica não é suficiente para legitimar a atuação, em Juízo, de associações na defesa de direitos dos filiados, sendo indispensável autorização expressa, ainda que deliberada em assembleia, nos termos do artigo 5º, inciso XXI, da Constituição Federal.
V – O Ministério Público não é parte legítima para ajuizamento de ação civil pública que vise o fornecimento de remédios a portadores de certa doença. O Ministério Público é parte legítima para o ajuizamento de ação coletiva que visa anular ato administrativo de aposentadoria que importe em lesão ao patrimônio público.
Estão CORRETAS as afirmações:
É CORRETO afirmar que:
I – O Ministério Público é parte legítima para pleitear tratamento médico ou entrega de medicamentos nas demandas de saúde propostas contra os entes federativos, mesmo quando se tratar de feitos contendo beneficiários individualizados, porque se refere a direitos individuais indisponíveis, na forma do art. 1º da Lei n. 8.625/1993 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público). Com fundamento no art. 127 da Constituição Federal, o Ministério Público está legitimado a promover a tutela coletiva de direitos individuais homogêneos, mesmo de natureza disponível, quando a lesão a tais direitos, visualizada em seu conjunto, em forma coletiva e impessoal, transcender a esfera de interesses puramente particulares, passando a comprometer relevantes interesses sociais.
II – Em ação civil pública proposta por Associação, na condição de substituta processual de consumidores, possuem legitimidade para a liquidação e execução da sentença todos os beneficiados pela procedência do pedido, independentemente de serem filiados à Associação promovente.
III – O Ministério Público tem legitimidade para propor ação civil pública com o objetivo de anular acordo firmado entre o Poder Público e contribuinte, em face da legitimação ad causam que o texto constitucional lhe confere para defender o erário.
IV – A previsão estatutária genérica não é suficiente para legitimar a atuação, em Juízo, de associações na defesa de direitos dos filiados, sendo indispensável autorização expressa, ainda que deliberada em assembleia, nos termos do artigo 5º, inciso XXI, da Constituição Federal.
V – O Ministério Público não é parte legítima para ajuizamento de ação civil pública que vise o fornecimento de remédios a portadores de certa doença. O Ministério Público é parte legítima para o ajuizamento de ação coletiva que visa anular ato administrativo de aposentadoria que importe em lesão ao patrimônio público.
Estão CORRETAS as afirmações:
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