Foram encontradas 60 questões.
Instrução: A questão está relacionada à redação oficial.
Assinale o enunciado que está inteiramente de acordo com as normas do padrão culto da Língua Portuguesa.
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No sistema operacional Windows 7, ao se utilizar o Assistente para Exportação de Certificados, qual é o formato que permite exportar um certificado e a sua chave privada associada, se esta estiver na base de dados do Sistema Operacional?
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A questão está relacionada ao texto abaixo.
"Deus não joga dados com o Universo." Foi assim, com uma mistura de insatisfação e desprezo, que Albert Einstein definiu a física quântica. Nesse ramo da física, que estuda as interações entre partículas muito pequenas, fenômenos aparentemente absurdos podem acontecer. Uma coisa pode se teletransportar imediatamente de um lugar para outro – ou estar em vários lugares ao mesmo tempo. Einstein não gostava muito da ideia. Mas a física quântica provou-se uma realidade. E, agora, existe uma máquina baseada nela. Um supercomputador. E ele pode mudar para sempre o destino da internet. Foi criado por uma empresa canadense chamada D-Wave. É grande, ocupa uma sala de 10 metros quadrados. E seu cérebro, o chip quântico, só funciona se for mantido a 273 graus negativos.
O computador quântico é cheio de problemas. Quando o Google testou pela primeira vez o seu, a máquina rodou muito devagar – em algumas tarefas, ela foi tão lenta quanto um notebook comum. Uma decepção. Mas o D-Wave é bom numa coisa: quebrar senhas e violar códigos. Nisso, ele é hiper-rápido. Pelo menos 35 mil vezes mais veloz do que os supercomputadores tradicionais. Tudo graças à física quântica.
Um computador tradicional é como se fosse uma cidade, cheia de trilhas microscópicas por onde circulam elétrons. O computador tem 1 a 3 bilhões de microcircuitos, os transistores, que agem como pequenos guardas de trânsito – fazendo os elétrons pararem ou irem de um lado para outro. É assim, manobrando elétrons de lá para cá, que o computador consegue contar números, fazer cálculos matemáticos – e rodar todos os programas que você usa. Mas, no computador quântico, a coisa é diferente. Em vez de chips de silício, ele tem bobinas magnéticas de nióbio, um metal supercondutor. Por causa da física quântica, os elétrons podem estar em vários pontos dessas bobinas ao mesmo tempo. Consequência: a máquina consegue calcular várias respostas ao mesmo tempo.
O computador quântico também serve para resolver problemas que envolvam uma quantidade muito grande de dados e possibilidades. E há muitas questões assim no nosso dia a dia. Por exemplo: temos certeza de que o planeta está esquentando. Mas ainda não sabemos exatamente quais serão as consequências do aquecimento global – nem a data das próximas ondas de calor intenso, como a do início de 2014. Temos algumas teorias sobre como criar melhores remédios contra o câncer – mas testar cada um leva muitos anos. Estamos carecas de saber que o trânsito nas grandes cidades é caótico e que precisamos de transporte público melhor, mas a busca por soluções acontece em grande parte na base da tentativa e erro. Seria bom que descobríssemos de antemão como a mudança de uma linha de ônibus, por exemplo, poderia mudar o fluxo de uma avenida. Os computadores quânticos podem resolver coisas como essas bem mais depressa, porque conseguem considerar vários cenários ao mesmo tempo. Mas, para que essas coisas aconteçam, o computador da D-Wave precisará ser alimentado com softwares. Só que ainda não existem programas capazes de explorar todo o potencial dele. Ainda não existe um "Windows quântico", por assim dizer.
Para muitos cientistas, a máquina é uma fraude. Não é possível comprovar se ela realmente é quântica – se você tentar observar ou medir o comportamento das partículas dentro do D-Wave, elas perdem o estado quântico. Ou seja, a mágica se desfaz. "A empresa fica falando de física quântica, e isso parece legal. Mas será que realmente vai trazer alguma vantagem em relação aos computadores clássicos?", questiona Scott Aaronson, professor de computação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A D-Wave também tem sido muito criticada por não explicar exatamente, em detalhes, como o seu computador funciona. Talvez o D-Wave seja só marketing. Talvez o futuro que ele promete nunca se realize. Ou talvez essa tecnologia, como tantas outras que um dia foram alvo de ceticismo e escárnio, realmente possa transformar a internet. E nem nos lembremos de como era a vida digital antes da computação quântica.
Adaptado de: GARATTONI, B.; BURGOS, P. A máquina que pode salvar ou destruir a internet. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/tecnologia/maquina-pode-salvar-ou-destruir-internet-805188.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
Considere as seguintes propostas de substituição de formas verbais no texto.
1 - substituir descobríssemos por tivéssemos descoberto.
2 - substituir se realize por venha a se realizar.
3 - substituir possa transformar por transforme.
Quais propostas materiam a correção e o significado do texto?
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Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado abaixo.
Na associação de resistores da figura abaixo, a resistência total é igual a .

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Qual entidade emite um certificado de interoperabilidade de operação de pontos de acesso sem fio nas faixas de frequência de 2.4 GHz e 5GHz?
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No sistema operacional Windows 7 existe uma opção de controle de fluxo por hardware para uma porta serial RS232.
Assinale a alternativa que apresenta a descrição mais adequada para este tipo de controle de fluxo.
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São requisitos para ingresso no serviço público, nos termos da Lei n.º 10.098/94, EXCETO
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No planejamento de uma rede sem fio 802.11b/g, o alinhamento das antenas do AP e de computador associado à rede, e que estejam na mesma altura em relação ao solo, para garantir a maior intensidade de sinal na comunicação entre os dispositivos, deve ser
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Assinale G para “garantias” e V para “vedações” estabelecidas aos membros do Ministério Público nas Constituições Federal e Estadual.
( ) Vitaliciedade, após dois anos de exercício.
( ) Exercer a advocacia.
( ) Receber honorários.
( ) Irredutibilidade de vencimentos.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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"Deus não joga dados com o Universo." Foi assim, com uma mistura de insatisfação e desprezo, que Albert Einstein definiu a física quântica. Nesse ramo da física, que estuda as interações entre partículas muito pequenas, fenômenos aparentemente absurdos podem acontecer. Uma coisa pode se teletransportar imediatamente de um lugar para outro – ou estar em vários lugares ao mesmo tempo. Einstein não gostava muito da ideia. Mas a física quântica provou-se uma realidade. E, agora, existe uma máquina baseada nela. Um supercomputador. E ele pode mudar para sempre o destino da internet. Foi criado por uma empresa canadense chamada D-Wave. É grande, ocupa uma sala de 10 metros quadrados. E seu cérebro, o chip quântico, só funciona se for mantido a 273 graus negativos.
O computador quântico é cheio de problemas. Quando o Google testou pela primeira vez o seu, a máquina rodou muito devagar – em algumas tarefas, ela foi tão lenta quanto um notebook comum. Uma decepção. Mas o D-Wave é bom numa coisa: quebrar senhas e violar códigos. Nisso, ele é hiper-rápido. Pelo menos 35 mil vezes mais veloz do que os supercomputadores tradicionais. Tudo graças à física quântica.
Um computador tradicional é como se fosse uma cidade, cheia de trilhas microscópicas por onde circulam elétrons. O computador tem 1 a 3 bilhões de microcircuitos, os transistores, que agem como pequenos guardas de trânsito – fazendo os elétrons pararem ou irem de um lado para outro. É assim, manobrando elétrons de lá para cá, que o computador consegue contar números, fazer cálculos matemáticos – e rodar todos os programas que você usa. Mas, no computador quântico, a coisa é diferente. Em vez de chips de silício, ele tem bobinas magnéticas de nióbio, um metal supercondutor. Por causa da física quântica, os elétrons podem estar em vários pontos dessas bobinas ao mesmo tempo. Consequência: a máquina consegue calcular várias respostas ao mesmo tempo.
O computador quântico também serve para resolver problemas que envolvam uma quantidade muito grande de dados e possibilidades. E há muitas questões assim no nosso dia a dia. Por exemplo: temos certeza de que o planeta está esquentando. Mas ainda não sabemos exatamente quais serão as consequências do aquecimento global – nem a data das próximas ondas de calor intenso, como a do início de 2014. Temos algumas teorias sobre como criar melhores remédios contra o câncer – mas testar cada um leva muitos anos. Estamos carecas de saber que o trânsito nas grandes cidades é caótico e que precisamos de transporte público melhor, mas a busca por soluções acontece em grande parte na base da tentativa e erro. Seria bom que descobríssemos de antemão como a mudança de uma linha de ônibus, por exemplo, poderia mudar o fluxo de uma avenida. Os computadores quânticos podem resolver coisas como essas bem mais depressa, porque conseguem considerar vários cenários ao mesmo tempo. Mas, para que essas coisas aconteçam, o computador da D-Wave precisará ser alimentado com softwares. Só que ainda não existem programas capazes de explorar todo o potencial dele. Ainda não existe um "Windows quântico", por assim dizer.
Para muitos cientistas, a máquina é uma fraude. Não é possível comprovar se ela realmente é quântica – se você tentar observar ou medir o comportamento das partículas dentro do D-Wave, elas perdem o estado quântico. Ou seja, a mágica se desfaz. "A empresa fica falando de física quântica, e isso parece legal. Mas será que realmente vai trazer alguma vantagem em relação aos computadores clássicos?", questiona Scott Aaronson, professor de computação do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). A D-Wave também tem sido muito criticada por não explicar exatamente, em detalhes, como o seu computador funciona. Talvez o D-Wave seja só marketing. Talvez o futuro que ele promete nunca se realize. Ou talvez essa tecnologia, como tantas outras que um dia foram alvo de ceticismo e escárnio, realmente possa transformar a internet. E nem nos lembremos de como era a vida digital antes da computação quântica.
Adaptado de: GARATTONI, B.; BURGOS, P. A máquina que pode salvar ou destruir a internet. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/tecnologia/maquina-pode-salvar-ou-destruir-internet-805188.shtml>. Acesso em: 10 jan. 2015.
Considere, abaixo, quatro propostas de reescrita de segmentos do texto.
1 - provou-se uma realidade – provou ser uma realidade
2 - só funciona se for mantido – só funciona se mantido
3 - fazendo os elétrons pararem ou irem de um lado para outro – fazendo com que os elétrons parassem ou fossem de um lado para outro
4 - seja só marketing – não passe de marketing
A correção gramatical e o significado contextual seriam mantidos apenas pelas propostas
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