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Um servidor de sessenta e dois anos de idade, diabético e hipertenso, apresentou à inspeção pericial atestado médico de instituição pública de saúde, o qual havia sido cadastrado no sistema de recursos humanos no dia 30/6/2015. O atestado continha as seguintes informações: “Atesto para os devidos fins que o paciente em epígrafe foi internado neste hospital no dia 25/6/2015, recebendo alta hospitalar em 29/6/2015. Deverá permanecer afastado do trabalho por sete dias, a partir do dia 25/6/2015. Informamos, a pedido do paciente, que ele foi acometido por pneumonia bacteriana não especificada (CID 10: J15.9). O paciente foi encaminhado para avaliação da pneumologia, a qual foi agendada para o dia 4/7/2015.” Os assentamentos funcionais do servidor registram cento e cinquenta dias de licença para tratamento da própria saúde, nos últimos doze meses, em decorrência de patologias variadas, incluindo cirurgia cardíaca complicada e amputação de membro inferior esquerdo na altura do terço superior da coxa, em decorrência de doença vascular grave.
Com referência a esse caso hipotético, julgue o item subsequente.
O atestado foi entregue fora do prazo estabelecido em lei.
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Um servidor de sessenta e dois anos de idade, diabético e hipertenso, apresentou à inspeção pericial atestado médico de instituição pública de saúde, o qual havia sido cadastrado no sistema de recursos humanos no dia 30/6/2015. O atestado continha as seguintes informações: “Atesto para os devidos fins que o paciente em epígrafe foi internado neste hospital no dia 25/6/2015, recebendo alta hospitalar em 29/6/2015. Deverá permanecer afastado do trabalho por sete dias, a partir do dia 25/6/2015. Informamos, a pedido do paciente, que ele foi acometido por pneumonia bacteriana não especificada (CID 10: J15.9). O paciente foi encaminhado para avaliação da pneumologia, a qual foi agendada para o dia 4/7/2015.” Os assentamentos funcionais do servidor registram cento e cinquenta dias de licença para tratamento da própria saúde, nos últimos doze meses, em decorrência de patologias variadas, incluindo cirurgia cardíaca complicada e amputação de membro inferior esquerdo na altura do terço superior da coxa, em decorrência de doença vascular grave.
Com referência a esse caso hipotético, julgue o item subsequente.
O servidor deverá ser submetido a avaliação pericial por junta médica oficial.
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Uma paciente de trinta e três anos de idade procurou atendimento médico, queixando-se de irritabilidade, que persistia havia um ano, acompanhada de mau humor, alterações de sono, choro fácil e diminuição de sua produtividade tanto no ambiente de trabalho quanto no ambiente doméstico. Durante a anamnese, ela relatou que, no último mês, tinha apresentado, no ambiente de trabalho, três episódios de perda do controle emocional com alto grau de irritabilidade e agressividade, e que, após o último episódio, tinha sido encaminhada ao serviço de saúde de seu órgão de lotação. A paciente, que negou ter apresentado quadros psiquiátricos anteriores, informou, ainda, que era servidora pública, havia doze anos, e que, nos últimos dois anos, tinham ocorrido, em seu ambiente de trabalho, as seguintes mudanças: troca de chefia com impacto negativo sobre o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho; medidas e cobranças excessivas para o aumento da produtividade, bem como para o alcance de metas preestabelecidas; proibição de conversas ou ligações telefônicas durante o horário de expediente; e criação de um sistema de avaliação de desempenho que dificultava a realização, por exemplo, de pausas regulares no horário de trabalho. Durante o exame físico, a paciente chorou profusamente, apresentou tremores e queixou-se de grande angústia, dor precordial e cefaleia. Os resultados dos exames dos sistemas cardiovascular, pulmonar e osteomuscular não mostraram alterações significativas.
Com relação ao caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
O quadro clínico descrito não deve ser classificado como acidente de trabalho, visto que não foram encontradas alterações no exame físico da referida paciente.
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Uma paciente de trinta e três anos de idade procurou atendimento médico, queixando-se de irritabilidade, que persistia havia um ano, acompanhada de mau humor, alterações de sono, choro fácil e diminuição de sua produtividade tanto no ambiente de trabalho quanto no ambiente doméstico. Durante a anamnese, ela relatou que, no último mês, tinha apresentado, no ambiente de trabalho, três episódios de perda do controle emocional com alto grau de irritabilidade e agressividade, e que, após o último episódio, tinha sido encaminhada ao serviço de saúde de seu órgão de lotação. A paciente, que negou ter apresentado quadros psiquiátricos anteriores, informou, ainda, que era servidora pública, havia doze anos, e que, nos últimos dois anos, tinham ocorrido, em seu ambiente de trabalho, as seguintes mudanças: troca de chefia com impacto negativo sobre o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho; medidas e cobranças excessivas para o aumento da produtividade, bem como para o alcance de metas preestabelecidas; proibição de conversas ou ligações telefônicas durante o horário de expediente; e criação de um sistema de avaliação de desempenho que dificultava a realização, por exemplo, de pausas regulares no horário de trabalho. Durante o exame físico, a paciente chorou profusamente, apresentou tremores e queixou-se de grande angústia, dor precordial e cefaleia. Os resultados dos exames dos sistemas cardiovascular, pulmonar e osteomuscular não mostraram alterações significativas.
Com relação ao caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
Como a paciente em questão é servidora pública, caso necessite de tratamento especializado, ela poderá ser tratada, com recursos públicos, em instituição privada.
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Uma paciente de trinta e três anos de idade procurou atendimento médico, queixando-se de irritabilidade, que persistia havia um ano, acompanhada de mau humor, alterações de sono, choro fácil e diminuição de sua produtividade tanto no ambiente de trabalho quanto no ambiente doméstico. Durante a anamnese, ela relatou que, no último mês, tinha apresentado, no ambiente de trabalho, três episódios de perda do controle emocional com alto grau de irritabilidade e agressividade, e que, após o último episódio, tinha sido encaminhada ao serviço de saúde de seu órgão de lotação. A paciente, que negou ter apresentado quadros psiquiátricos anteriores, informou, ainda, que era servidora pública, havia doze anos, e que, nos últimos dois anos, tinham ocorrido, em seu ambiente de trabalho, as seguintes mudanças: troca de chefia com impacto negativo sobre o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho; medidas e cobranças excessivas para o aumento da produtividade, bem como para o alcance de metas preestabelecidas; proibição de conversas ou ligações telefônicas durante o horário de expediente; e criação de um sistema de avaliação de desempenho que dificultava a realização, por exemplo, de pausas regulares no horário de trabalho. Durante o exame físico, a paciente chorou profusamente, apresentou tremores e queixou-se de grande angústia, dor precordial e cefaleia. Os resultados dos exames dos sistemas cardiovascular, pulmonar e osteomuscular não mostraram alterações significativas.
Com relação ao caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
O médico deve prescrever antidepressivos e ansiolíticos à paciente, ou, ainda, benzodiazepínicos, os quais podem ser prescritos, especialmente, na fase inicial do tratamento.
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Uma paciente de trinta e três anos de idade procurou atendimento médico, queixando-se de irritabilidade, que persistia havia um ano, acompanhada de mau humor, alterações de sono, choro fácil e diminuição de sua produtividade tanto no ambiente de trabalho quanto no ambiente doméstico. Durante a anamnese, ela relatou que, no último mês, tinha apresentado, no ambiente de trabalho, três episódios de perda do controle emocional com alto grau de irritabilidade e agressividade, e que, após o último episódio, tinha sido encaminhada ao serviço de saúde de seu órgão de lotação. A paciente, que negou ter apresentado quadros psiquiátricos anteriores, informou, ainda, que era servidora pública, havia doze anos, e que, nos últimos dois anos, tinham ocorrido, em seu ambiente de trabalho, as seguintes mudanças: troca de chefia com impacto negativo sobre o relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho; medidas e cobranças excessivas para o aumento da produtividade, bem como para o alcance de metas preestabelecidas; proibição de conversas ou ligações telefônicas durante o horário de expediente; e criação de um sistema de avaliação de desempenho que dificultava a realização, por exemplo, de pausas regulares no horário de trabalho. Durante o exame físico, a paciente chorou profusamente, apresentou tremores e queixou-se de grande angústia, dor precordial e cefaleia. Os resultados dos exames dos sistemas cardiovascular, pulmonar e osteomuscular não mostraram alterações significativas.
Com relação ao caso clínico acima apresentado, julgue o item a seguir.
O quadro descrito é sugestivo do diagnóstico de síndrome do esgotamento profissional, ou burnout, muito comum em profissionais das áreas de saúde e educação.
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Uma mulher de setenta e dois anos de idade procurou atendimento no pronto-socorro com o seguinte quadro clínico: antecedentes de diabetes, dislipidemia e hipertensão arterial, episódios de dor retroesternal constritiva, de moderada intensidade, com irradiação para mandíbula havia dois meses. Essa dor geralmente surgia quando a paciente caminhava apressadamente, mas terminava, espontaneamente, em menos de cinco minutos, após o término do esforço físico. A paciente relatou que, na última semana, os episódios de dor ocorriam aos pequenos esforços, como tomar banho, e que, no dia anterior ao atendimento médico, havia tido um episódio de dor com as mesmas características, porém sob repouso, que terminou em menos de vinte minutos. No momento da consulta, a paciente estava assintomática. No exame físico, constataram pressão arterial de 128 mmHg × 82 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 63 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos, sem sopros. O restante do exame físico foi normal. Os resultados da dosagem de CK-MB massa e da troponina da admissão no pronto-socorro foram normais. A paciente foi submetida ao exame de eletrocardiograma (com calibração padrão), que apresentou o resultado mostrado na figura abaixo.

Com referência a esse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
O tratamento com ácido acetilsalicílico e clopidogrel, para reduzir eventos cardiovasculares e morte, é indicado nesse caso clínico.
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Uma mulher de setenta e dois anos de idade procurou atendimento no pronto-socorro com o seguinte quadro clínico: antecedentes de diabetes, dislipidemia e hipertensão arterial, episódios de dor retroesternal constritiva, de moderada intensidade, com irradiação para mandíbula havia dois meses. Essa dor geralmente surgia quando a paciente caminhava apressadamente, mas terminava, espontaneamente, em menos de cinco minutos, após o término do esforço físico. A paciente relatou que, na última semana, os episódios de dor ocorriam aos pequenos esforços, como tomar banho, e que, no dia anterior ao atendimento médico, havia tido um episódio de dor com as mesmas características, porém sob repouso, que terminou em menos de vinte minutos. No momento da consulta, a paciente estava assintomática. No exame físico, constataram pressão arterial de 128 mmHg × 82 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 63 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos, sem sopros. O restante do exame físico foi normal. Os resultados da dosagem de CK-MB massa e da troponina da admissão no pronto-socorro foram normais. A paciente foi submetida ao exame de eletrocardiograma (com calibração padrão), que apresentou o resultado mostrado na figura abaixo.

Com referência a esse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
A utilização da angiografia por tomografia computadorizada das artérias coronárias é uma estratégia recomendada na avaliação diagnóstica dessa paciente.
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Uma mulher de setenta e dois anos de idade procurou atendimento no pronto-socorro com o seguinte quadro clínico: antecedentes de diabetes, dislipidemia e hipertensão arterial, episódios de dor retroesternal constritiva, de moderada intensidade, com irradiação para mandíbula havia dois meses. Essa dor geralmente surgia quando a paciente caminhava apressadamente, mas terminava, espontaneamente, em menos de cinco minutos, após o término do esforço físico. A paciente relatou que, na última semana, os episódios de dor ocorriam aos pequenos esforços, como tomar banho, e que, no dia anterior ao atendimento médico, havia tido um episódio de dor com as mesmas características, porém sob repouso, que terminou em menos de vinte minutos. No momento da consulta, a paciente estava assintomática. No exame físico, constataram pressão arterial de 128 mmHg × 82 mmHg (média de três medidas), frequência cardíaca de 63 bpm e ritmo cardíaco regular em dois tempos, sem sopros. O restante do exame físico foi normal. Os resultados da dosagem de CK-MB massa e da troponina da admissão no pronto-socorro foram normais. A paciente foi submetida ao exame de eletrocardiograma (com calibração padrão), que apresentou o resultado mostrado na figura abaixo.

Com referência a esse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
Recomenda-se, nesse caso, alta hospitalar e seguimento ambulatorial, desde que um novo eletrocardiograma e uma nova dosagem de CK-MB massa e da troponina, no período de seis horas, sejam normais.
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As mudanças políticas, sociais e culturais, nos últimos vinte anos, fizeram-se sentir no âmbito do direito administrativo e, mais especificamente, na forma de administrar a coisa pública. Diante dessa nova realidade, para atender às necessidades fundamentais da sociedade de forma eficaz e com o menor custo possível, a administração pública precisou aperfeiçoar sua atuação, afastando-se da administração burocrática e adotando uma administração gerencial.
A antiga forma de administrar empregada pela administração pública calcava-se essencialmente em uma gestão eivada de processos burocráticos, criados para evitar desvios de recursos públicos, o que a tornava pouco ágil, pouco econômica e ineficiente. A nova administração gerencial tende a simplificar a atividade do gestor público sem afastá-lo, porém, da legalidade absoluta, uma vez que dispõe de valores públicos que devem ser bem empregados para garantir que os direitos fundamentais dos cidadãos sejam atendidos.
Assim, implementou-se a administração gerencial e, para isso, foi necessário que os agentes públicos mudassem suas posturas e se adequassem para desenvolver a nova gestão pública. O novo gestor público precisou lançar mão de técnicas de gestão utilizadas pela iniciativa privada e verificou, ainda, que era necessário o acompanhamento constante da execução das atividades propostas, para que efetivamente se chegasse a uma gestão eficiente, uma gestão por resultados.
Para levar a cabo o novo modelo de gestão pública, será preciso adotar novas tecnologias e promover condições de trabalho adequadas, assim como mudanças culturais, desenvolvimento pessoal dos agentes públicos, planejamento de ações e controle de resultados.
Maria Denise Abeijon Pereira Gonçalves. A gestão pública adaptada ao novo paradigma da eficiência. Internet: <www.egov.ufsc.br> (com adaptações).
Acerca das estruturas linguísticas do texto A gestão pública adaptada ao novo paradigma da eficiência, julgue o item subsecutivo.
A correção gramatical do período seria preservada ao se substituir “implementou-se” por foi implementada.
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