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Foram encontradas 120 questões.

2641066 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com relação à estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.
Para concordar com os referentes “medo” e “insegurança”, a forma verbal “tem” poderia ser flexionada no plural: têm.
 

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2641065 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com relação à estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.
A substituição da expressão “um crescimento contínuo” por elevações constantes não exigiria a mudança de número do verbo haver — “há”—, mas alteraria o sentido original do texto.
 

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2641064 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com relação à estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.
As formas verbais “incorporaram” e “envolvem” apresentam, respectivamente, complementação direta e complementação indireta.
 

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2641063 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com relação à estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.
A substituição do adjetivo “efetivas" pela expressão capazes de produzir um efeito real não afetaria o texto semântica nem sintaticamente.
 

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2641062 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com relação à estrutura linguística do texto, julgue o item seguinte.
A colocação de vírgula logo após o vocábulo “pessoa” prejudicaria a correção gramatical e o sentido do texto.
 

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2641061 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com referência às ideias contidas no texto, julgue o item.
O texto afirma que poucas iniciativas de mudança no setor policial foram bem-sucedidas, conquanto tenha havido alterações na formação profissional policial nos decêndios mais recentes.
 

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2641060 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com referência às ideias contidas no texto, julgue o item.
Conforme a autora, a necessidade de profissionalização da polícia brasileira advém do aumento do número de crimes nas grandes cidades e nas periferias do país.
 

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2641059 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com referência às ideias contidas no texto, julgue o item.
Infere-se do texto que uma atuação renovada e eficaz da polícia deve envolver atitudes menos violentas.
 

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2641058 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com referência às ideias contidas no texto, julgue o item.
Segundo o texto, a vulnerabilidade da população com relação à exposição à violência urbana confere ao problema da criminalidade o caráter de problema público de alta gravidade.
 

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2641057 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PC-ES
No Brasil, um exame, ainda que superficial, da questão da segurança pública revela que há um crescimento contínuo da criminalidade e da violência, principalmente nas regiões metropolitanas e nas periferias das grandes cidades do país, e que o sistema judiciário e, em particular, a polícia têm- se mostrado ineficazes para o enfrentamento da questão.
Especialmente nas áreas urbanas do país, a sensação de medo e insegurança tem sido experimentada como grave problema público devido à expectativa de que qualquer pessoa pode-se tornar vítima de crime em qualquer ponto das cidades e em qualquer momento de sua vida cotidiana.
Nesse cenário caótico de insegurança, um dos temas frequentemente levantados é a necessidade de profissionalizar a polícia brasileira como recurso para capacitá-la para o desempenho mais eficiente, mais responsável e mais efetivo na condução da ordem e da segurança públicas.
Não obstante nas últimas duas décadas se terem verificado inovações na área da formação profissional, poucas iniciativas lograram sucesso no sentido de implementar mudanças efetivas nas práticas e nos procedimentos dominantes. A atividade policial mostra-se inscrita em um padrão de desempenho que se traduz não só na ineficácia dos resultados, mas que se reveste de aspectos suplementares, relacionados, fundamentalmente, à forma de atuação predominantemente violenta e arbitrária da polícia, permanecendo como desafio à sociedade contemporânea brasileira. Salvo raríssimas exceções, as propostas para reformulação da formação profissional da polícia no país não incorporaram o debate sobre o modelo profissional a ser adotado pela polícia e as metodologias práticas de intervenção para a realização das tarefas cotidianas que envolvem a manutenção da ordem e da segurança públicas.
Paula Poncioni. O modelo policial profissional e a
formação profissional do futuro policial nas academias de polícia do estado do Rio de Janeiro. In: Sociedade e Estado, vol. 20, n.º 3. Brasília, set.-dez./2005. Internet: <www.scielo.br> (com adaptações).
Com referência às ideias contidas no texto, julgue o item.
De acordo com o texto, os sistemas judicial e policial brasileiros têm sido inoperantes no que tange ao aumento da criminalidade.
 

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