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Foram encontradas 60 questões.

1055968 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Dê o somatório dos itens verdadeiros:

(1) Uma sentença composta é chamada Tautologia quando seu valor lógico for sempre verdade, independentemente dos valores lógicos das sentenças simples que a compõem.
(2) Todas as sentenças contraditórias são equivalentes.
(4) A sentença ~ PP é uma tautologia.
(8) Existem duas sentenças tautológicas que não são equivalentes.
 

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1055967 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Qual o próximo número da sequência 1, 2, 2, 4, 8, 32, ...?
 

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1055966 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Se 01/01/2013 foi uma terça-feira, qual dia da semana foi 19/09/2013?
 

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1055965 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Para organizar um concurso o NUCEPE convocou 20 professores para elaborar as provas, 10 dos quais torcem pelo Ríver, 6 pelo Piauí, 3 pelo Barras e 1 pelo Corissabá. Qual é o número mínimo de professores convocados pelo NUCEPE que deve haver em um grupo para que possamos estar certos de que, nesse grupo, haja pelo menos três professores que torçam por um mesmo clube?
 

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1055964 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Cinco moças foram acusadas de esconder o batom de Maria. Ao entrar na sala, irritada, Maria as questiona:

- “Eu não fui”, responde Kátia.
- “Foi a Emanuele”, garantiu Marcela.
- “Foi a Júlia”, disse Emanuele.
- “A Marcela está mentindo”, retrucou Júlia.
- “A Kátia está falando a verdade”, disse Roberta.

Sabendo-se que apenas uma das moças mentiu e somente uma delas escondeu o batom. Quem escondeu o batom de Maria?
 

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1055963 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Sejam x e y números reais. Se você não conhece os números x e y , e alguém afirma “ x é positivo e y é negativo”, então pode-se afirmar CORRETAMENTE que:
 

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1055962 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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Qual a negação lógica da sentença “Todo número natural é maior do que ou igual a cinco”?
 

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1055957 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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TEXTO III

ESPADAS
NENHUMA OUTRA ARMA TINHA O MESMO GLAMOUR

Séculos depois de terem se tornado obsoletas, espadas ainda decoram brasões, bandeiras e insígnias militares por todo o mundo. "A história da espada é a história da Humanidade", afirmou o aventureiro, esgrimista e escritor britânico Richard Burton no século 19.
Uma espada é inteira letal. Com a ponta, o inimigo podia ser trespassado, como uma lança. Com os lados, retalhado, como um machado - com a vantagem de a lâmina ser muito maior, e haver duas delas, nos modelos com dois gumes. Até a empunhadura servia para atacar, batendo-a contra a cabeça do inimigo - uma tática particularmente eficiente contra um oponente usando um elmo, que acabava desnorteado e vulnerável para ser finalizado. A espada também pode bloquear eficientemente ataques inimigos, dando origem à arte da esgrima, a complexa dança mortal entre movimentos defensivos e ofensivos. Ainda que raramente fosse a arma principal de uma unidade lutando em formação, não havia nada mais eficiente para combate próximo e pessoal - por isso, mesmo guerreiros equipados com lanças ou outras armas longas, como os hoplitas espartanos, carregavam-na consigo como arma reserva, para um ataque final ou como último recurso, quando a situação se degenerava num salve-se quem puder.
(...)

(Revista Superinteressante, Editora Abril, Edição 329-A, Edição especial Armas, fevereiro-2014, p. 14)
A palavra em cuja formação encontramos prefixos e sufixos como em empunhadura, é
 

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1055956 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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TEXTO I

A violência não é uma fantasia

A violência nasce conosco. Faz parte da nossa bagagem psíquica, do nosso DNA, assim como a capacidade de cuidar, de ser solidário e pacífico. Somos esse novelo de dons. O equilíbrio ou desequilíbrio depende do ambiente familiar, educação, exemplos, tendência pessoal, circunstâncias concretas, algumas escolhas individuais. Vivemos numa época violenta. Temos medo de sair às ruas, temos medo de sair à noite, temos medo de ficar em casa sem grades, alarmes e câmeras, ou bons e treinados porteiros. As notícias da imprensa nos dão medo em geral. Não são medos fantasiosos: são reais. E, se não tivermos nenhum medo, estaremos sendo perigosamente alienados. A segurança, como tantas coisas, parece ter fugido ao controle de instituições e autoridades.
Nestes dias começamos a ter medo também dentro dos shoppings, onde, aliás, há mais tempo aqui e ali vêm ocorrendo furtos, às vezes assaltos, raramente noticiados. O que preocupa são movimentos adolescentes que reivindicam acesso aos shoppings para seus grupos em geral organizados na internet.
(...)

(Revista Veja. Editora ABRIL. Edição 2358 - ano 47 - nº 5. 29 de janeiro de 2014. Por Lya Luft - p. 20)
A linguagem por meio da qual interagimos no nosso dia a dia pode revestir-se de nuances as mais diversas: pode apresentar-se em sentido literal, figurado, metafórico. A opção em cujo trecho utilizou-se linguagem metafórica é
 

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1055955 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: PC-PI
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TEXTO II

Realização profissional - fazer o que gosta ou gostar do que faz?

Escrevo esse post não com base em estudos e pesquisas empíricas, mas por minha percepção e por conversas que tive com diversos empreendedores. Costumamos avaliar o sucesso de alguém utilizando duas métricas que, como na maioria das métricas atualmente, tornaram-se mais importantes que os objetivos buscados. Costumamos correlacionar a renda e a posição ocupada da pessoa com sua realização profissional e pessoal, mas será mesmo verdade?
Tenho visto muitas pessoas com boas rendas e bons cargos que não se sentem realizadas. Também tenho visto gente em busca de dinheiro e poder que não consegue se realizar não importa quão ricos e poderosos estejam. Talvez a realização profissional esteja mais ligada ao que queremos do que o que a sociedade acha que é sinônimo de sucesso. Talvez fazermos o que gostamos seja mais realizador do que fazermos o que nossos pais, nossos amigos e nossos colegas julgam que devêssemos fazer. Mas será possível conciliar a necessidade com o desejo?
Temos necessidade de auferir uma renda, maior ou menor, dentro do que cada um julga ser preciso para manter um padrão de vida compatível com seus desejos e com suas necessidades, mas será possível conciliar isso com alguma atividade que realmente gostamos? O século XXI está ai derrubando paradigmas e nos mostrando caminhos nunca antes trilhados que podem garantir o sustento das pessoas capacitadas. Toda vez que ligo o Canal Off sinto uma mistura de inveja e alegria com a vida que aquele pessoal vive: viajando pelo mundo, surfando, mergulhando, escalando, etc e ainda ganhando para isso. Não tenho ideia de quanto ganham, mas imagino os custos dos projetos e imagino o quanto são focados e determinados para conseguirem fazer o que fazem - sei que treinaram e treinam duro para chegar àquele nível de excelência em suas áreas. Meu pai jamais me apoiaria num projeto de surfe, mas os pais desses meninos o fazem. Isso em si é uma grande mudança e acreditamos que aquelas pessoas sejam realizadas, ou não?

(blog.soulsocial.com.br - Por Thiago Ribeiro. Acesso em 12.05.14)
Em relação às estruturas linguísticas do trecho: Talvez a realização profissional esteja mais ligada ao que queremos do que o que a sociedade acha que é sinônimo de sucesso, é CORRETO afirmar que
 

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