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Procura-se uma alma de criança

Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...

Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas . . .

Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: “chikabon, tombon, eskibon...” Tudo danado de bom!

Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.

Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.

Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, “ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda”.

Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós...Deixe-a sair, brincar e sonhar . . .

Uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem ter de pagar impostos!

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Maria Eugênia. Disponível em www.contandohistorias.com.br/historias

Reescrevendo a oração “Procura-se uma alma de criança...”, a correspondência gramatical persiste e o sentido mantém-se em

 

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Procura-se uma alma de criança

Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...

Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas . . .

Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: “chikabon, tombon, eskibon...” Tudo danado de bom!

Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.

Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.

Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, “ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda”.

Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós...Deixe-a sair, brincar e sonhar . . .

Uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem ter de pagar impostos!

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Maria Eugênia. Disponível em www.contandohistorias.com.br/historias

Nas passagens “dando vida a latinhas,”, “Quem a vir,” e “...disposta a pular corda.”, as classes gramaticais das palavras destacadas, respectivamente, são:

 

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Procura-se uma alma de criança

Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...

Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas . . .

Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: “chikabon, tombon, eskibon...” Tudo danado de bom!

Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.

Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.

Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, “ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda”.

Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós...Deixe-a sair, brincar e sonhar . . .

Uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem ter de pagar impostos!

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A passagem “ainda que as uvas se transformem em passas,” faz referência semântica, especificamente, à(s)

 

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Procura-se uma alma de criança

Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...

Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas . . .

Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: “chikabon, tombon, eskibon...” Tudo danado de bom!

Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.

Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.

Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, “ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda”.

Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós...Deixe-a sair, brincar e sonhar . . .

Uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem ter de pagar impostos!

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No 5º parágrafo, “esperança”, “sonhasse” e “realizasse” estabelecem um vínculo semântico direto, respectivamente, com:

 

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Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...

Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas . . .

Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: “chikabon, tombon, eskibon...” Tudo danado de bom!

Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.

Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.

Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, “ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda”.

Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós...Deixe-a sair, brincar e sonhar . . .

Uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem ter de pagar impostos!

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Quais características infantis as passagens “Exultava quando ganhava brinquedos novos,”, “dando vida a latinhas, barbantes,” e “Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe...” evidenciam, respectivamente?

 

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Procura-se uma alma de criança

Procura-se uma alma de criança que foi vista, pela última vez, dentro de nós mesmos, há muitos anos...

Ela pulava, ria e ficava feliz com seus brinquedos velhos... Exultava quando ganhava brinquedos novos, dando vida a latinhas, barbantes, tampinhas de refrigerantes, bonecas, soldadinhos de chumbo e figurinhas . . .

Batia palmas quando ia ao circo, quando ouvia músicas de roda, quando seus pais compravam sorvete: “chikabon, tombon, eskibon...” Tudo danado de bom!

Ela se emocionava ao ouvir histórias contadas pela mãe ou quando lia aqueles livrinhos de pano que a madrinha lhe dava quando ia visitá-la... Chorava quando arranhavam seus brinquedos: aquele aparelho de chá cheio de xícaras com que servia as bonecas ou os carrinhos de guindaste, tratores e furgões.

Fazia beiço quando a professora a colocava de castigo, mas era feliz com seus amigos, sua pureza, sua inocência, sua esperança, sua enorme vontade de ser uma grande figura humana, que não somente sonhasse, mas que realizasse coisas importantes em um futuro que lhe parecia ainda tão longínquo.

Onde ela está? Para que lado ela foi? Quem a vir, que venha nos falar... Ainda é tempo de fazermos com que ela reviva, retomando um pouco da alegria de nossa infância e deixando a alma dar gargalhadas, pois, afinal, “ainda que as uvas se transformem em passas, o coração é sempre uma criança disposta a pular corda”.

Para não deixar morrer a criança que todos temos dentro de nós...Deixe-a sair, brincar e sonhar . . .

Uma das poucas coisas que ainda podemos fazer sem ter de pagar impostos!

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Maria Eugênia. Disponível em www.contandohistorias.com.br/historias

Segundo o texto, é IMPROCEDENTE afirmar que essa “alma de criança”

 

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1274632 Ano: 2008
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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A Indústria Gama Ltda. tem a seguinte projeção de movimento, em unidades:

Período

Produção Venda

Estoque Final

janeiro

30.000

20.000

10.000

fevereiro

40.000

20.000

30.000

março

50.000

60.000

20.000

abril

30.000

50.000

0

Informações adicionais

  • O método de avaliação de estoques é PEPS.
  • Os custos variáveis montam a R$50,00 por unidade.
  • As despesas de vendas representam R$10,00 por unidade.
  • O preço de venda é de R$200,00 por unidade.
  • Os custos fixos somam a R$2.400.000,00 por mês.
  • As despesas fixas totalizam R$500.000,00 por mês.

O total dos estoques, pelo critério do custeio de absorção, em fevereiro, em reais, montou a

 

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1274631 Ano: 2008
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:

A Indústria Gama Ltda. tem a seguinte projeção de movimento, em unidades:

Período

Produção Venda

Estoque Final

janeiro

30.000

20.000

10.000

fevereiro

40.000

20.000

30.000

março

50.000

60.000

20.000

abril

30.000

50.000

0

Informações adicionais

  • O método de avaliação de estoques é PEPS.
  • Os custos variáveis montam a R$50,00 por unidade.
  • As despesas de vendas representam R$10,00 por unidade.
  • O preço de venda é de R$200,00 por unidade.
  • Os custos fixos somam a R$2.400.000,00 por mês.
  • As despesas fixas totalizam R$500.000,00 por mês.

O lucro operacional do mês de janeiro, pelo critério de custeio por absorção, em reais, será

 

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1274630 Ano: 2008
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
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A Indústria Nordeste Ltda. possui as seguintes características:

- Custo variável unitário do produto A R$3,00

- Custo variável unitário do produto B R$5,00

- Horas de mão-de-obra do produto A 2.500 horas

- Horas de mão-de-obra do produto B 3.500 horas

- Custos fixos a ratear R$45.000,00

- Critério de rateio dos custos fixos Horas de mão-de-obra

Considerando os dados e sabendo-se que foram produzidas 6.000 unidades do produto A e 5.000 unidades do produto B, o custo unitário total do produto B, em reais, será

 

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1274629 Ano: 2008
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Petrobrás
Provas:

Os custos que variam em função do volume de produção são

 

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