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Um eixo de transmissão de potência foi projetado com um diâmetro de 50 mm, devendo apresentar durezas mínimas, no centro e a 10 mm da superfície de 40 HRC e 50 HRC, respectivamente, após revenido. A figura acima apresenta as curvas de temperabilidade de diferentes aços após um ensaio Jominy. De acordo com os resultados deste ensaio, atende(m) adequadamente às exigências do projeto APENAS o(s) aço(s)
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Projetos de engenharia requerem, para sua viabilização, conhecimento de características, propriedades e comportamento dos materiais disponíveis. Os critérios de especificação necessitam de ensaios normalizados para que sejam definidas as propriedades dos materiais e o comportamento dos mesmos, sob determinadas condições de serviço. Nessa perspectiva, os ensaios de materiais
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Uma barra do aço ABNT 3130 (0,3%C, 1,3%Ni e 0,7% Cr) com diâmetro de 150 mm foi austenitizada em 900 ºC e resfriada em óleo. Em seguida, amostras do material foram retiradas da superfície (amostra 1) e na direção radial da barra, nas posições 20 mm (amostra 2) e 50 mm (amostra 3). É previsto que análises metalográficas irão revelar
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As figuras acima apresentam dois exemplos de padrão ASTM (American Society for Testing and Materials) para avaliação do tamanho de grão austenítico, grão no 3 (Figura 1) e grão no 4 (Figura 2). Considerando diferentes padrões (tamanhos de grão) austeníticos, afirma-se que, para um mesmo aço,
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A martensita como temperada é extremamente dura e frágil. Componentes mecânicos com martensita correm risco de falha estrutural, exceto quando apresentam baixo teor de carbono. Com o objetivo de otimizar a relação entre a resistência mecânica e a tenacidade do material, adota-se, após a têmpera, outro tratamento térmico denominado revenimento. Nessa perspectiva, o revenimento dos aços
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A curva de transformação por resfriamento contínuo (curva CCT, Continuous Cooling Transformation) do aço ABNT 1540 (1,1% Mn e 0,4% C, em peso) é representada na figura abaixo.

Considerando as taxas de resfriamento de 1700 °C/min (condição G), 1000 °C/min (condição H), 500 °C/min (condição I), 140 °C/min (condição J) e 120 °C/min (condição K), sobre as propriedades mecânicas do material afirma-se que a
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Considerando a curva TTT (Transformação em função de Tempo e Temperatura) do aço ABNT 1050, representada na figura acima, o tratamento térmico que produz uma microestrutura homogênea e com dureza uniforme de 30 HRC, na direção radial de um eixo de 100 mm de diâmetro, é o resfriamento contínuo de 900 ºC até 500 ºC num tempo de
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Durante o resfriamento, a austenita se decompõe na reação eutetoide (727oC) em camadas alternadas ou lamelas das duas fases (ferrita e cementita), que se formam simultaneamente durante a transformação, numa microestrutura conhecida como perlita. A presença de perlita nos aços carbono é característica
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Deseja-se conhecer a composição química de uma liga ferrosa não ligada, mas não existem informações disponíveis. Procede-se a uma análise quantitativa em uma amostra do material, que determina a quantidade total de Fe3C como equivalente a 6%. Com o uso da figura acima e, em função da quantidade carbono (%p), este material deverá ser classificado como
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A reação eutética é definida como aquela na qual, durante a resfriamento, uma fase líquida se transforma de maneira isotérmica e reversível em duas fases sólidas, que se encontram intimamente ligadas num produto bifásico de baixo ponto de fusão, conhecido como solído eutético. Para o sistema cobre-prata, a equação da reação eutética poderia ser descrita como:

A reação eutética também é típica do sistema ferro-carbono, cuja reação ocorre
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