Foram encontradas 250 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
44- Texto LP-II – questões de 44 a 48
Operação Paraguai
1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel
Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero
de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de
4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,
prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,
armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30
7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120
quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan
Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de
10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do
Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados
nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de
13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma
faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em
particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz
16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha
do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada
em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela
19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de
pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana
passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán
22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua
de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.
25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,
Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de
cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para
28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,
Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista
a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso
31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos
últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,
entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de
34 Fernandinho.
Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na
cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da
37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de
Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de
40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de
Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano
43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia
é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.
Istoé, 8/12/99 (com adaptações).
Depois do início da ação conjunta das polícias paraguaia e brasileira, várias fazendas já foram investigadas, mas Fernandinho Beira-Mar ainda não foi localizado.
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
44- Texto LP-II – questões de 44 a 48
Operação Paraguai
1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel
Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero
de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de
4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,
prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,
armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30
7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120
quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan
Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de
10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do
Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados
nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de
13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma
faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em
particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz
16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha
do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada
em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela
19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de
pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana
passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán
22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua
de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.
25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,
Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de
cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para
28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,
Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista
a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso
31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos
últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,
entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de
34 Fernandinho.
Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na
cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da
37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de
Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de
40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de
Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano
43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia
é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.
Istoé, 8/12/99 (com adaptações).
Há quinze dias, Fernandinho teria mudado para a Bolívia ou a Colômbia, já que a sede de suas ações com o tráfico de entorpecentes foi descoberta pela polícia de Capitán Bado.
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
44- Texto LP-II – questões de 44 a 48
Operação Paraguai
1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel
Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero
de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de
4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,
prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,
armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30
7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120
quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan
Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de
10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do
Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados
nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de
13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma
faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em
particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz
16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha
do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada
em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela
19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de
pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana
passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán
22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua
de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.
25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,
Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de
cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para
28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,
Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista
a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso
31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos
últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,
entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de
34 Fernandinho.
Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na
cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da
37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de
Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de
40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de
Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano
43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia
é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.
Istoé, 8/12/99 (com adaptações).
Fernandinho Beira-Mar é visto constantemente em eventos públicos em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, por isso o governo brasileiro solicitou a colaboração da polícia paraguaia na captura do narcotraficante.
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
44- Texto LP-II – questões de 44 a 48
Operação Paraguai
1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel
Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero
de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de
4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,
prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,
armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30
7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120
quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan
Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de
10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do
Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados
nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de
13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma
faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em
particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz
16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha
do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada
em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela
19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de
pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana
passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán
22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua
de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.
25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,
Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de
cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para
28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,
Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista
a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso
31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos
últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,
entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de
34 Fernandinho.
Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na
cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da
37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de
Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de
40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de
Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano
43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia
é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.
Istoé, 8/12/99 (com adaptações).
A ação conjunta Paraguai/Brasil é inédita e tem como foco a prisão de um bandido brasileiro conhecido como Fernandinho Beira-Mar.
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
44- Texto LP-II – questões de 44 a 48
Operação Paraguai
1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel
Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero
de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de
4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,
prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,
armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30
7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120
quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan
Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de
10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do
Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados
nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de
13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma
faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em
particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz
16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha
do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada
em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela
19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de
pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana
passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán
22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua
de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.
25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,
Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de
cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para
28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,
Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista
a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso
31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos
últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,
entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de
34 Fernandinho.
Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na
cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da
37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de
Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de
40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de
Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano
43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia
é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.
Istoé, 8/12/99 (com adaptações).
Trinta homens da Polícia Federal paraguaia, treinados nos EUA, juntaram-se a uma equipe da Polícia Federal brasileira para combater o narcotráfico no município de Capitán Bado, no Paraguai.
Provas
42- Texto LP-I – questões de 40 a 43
Estava no Brasil
1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que
estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último
fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no
4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,
e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido
pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,
7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones
celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa
de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice
10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.
Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de
grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama
13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado
a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis
González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.
16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de
uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois
estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo
19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um
dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é
a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como
22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general
no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável
por julgar o pedido de extradição.
Veja, 21/6/2000 (com adaptações
Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.
Último período: O destino do general no Brasil, que é responsável por julgar o pedido de extradição, está nas mãos do Supremo Tribunal Federal.
Provas
42- Texto LP-I – questões de 40 a 43
Estava no Brasil
1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que
estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último
fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no
4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,
e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido
pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,
7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones
celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa
de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice
10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.
Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de
grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama
13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado
a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis
González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.
16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de
uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois
estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo
19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um
dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é
a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como
22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general
no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável
por julgar o pedido de extradição.
Veja, 21/6/2000 (com adaptações
Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.
Quinto período: Ele poderá ser extraditado e, preso, levado para o Paraguai, lugar onde goza de grande simpatia popular e nenhuma do governo.
Provas
42- Texto LP-I – questões de 40 a 43
Estava no Brasil
1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que
estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último
fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no
4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,
e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido
pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,
7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones
celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa
de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice
10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.
Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de
grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama
13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado
a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis
González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.
16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de
uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois
estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo
19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um
dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é
a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como
22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general
no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável
por julgar o pedido de extradição.
Veja, 21/6/2000 (com adaptações
Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.
Quarto período: Acusa-se Oviedo, que, em 1996, já comandou uma tentativa de golpe, de tramar, no ano passado, o assassinato do vice-presidente de seu país, Luis María Argaña.
Provas
42- Texto LP-I – questões de 40 a 43
Estava no Brasil
1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que
estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último
fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no
4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,
e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido
pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,
7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones
celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa
de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice
10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.
Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de
grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama
13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado
a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis
González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.
16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de
uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois
estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo
19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um
dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é
a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como
22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general
no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável
por julgar o pedido de extradição.
Veja, 21/6/2000 (com adaptações
Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.
Terceiro período: Encontraram-se, no apartamento em que se escondia, um revólver calibre 38, dez telefones celulares e uma peruca.
Provas
42- Texto LP-I – questões de 40 a 43
Estava no Brasil
1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que
estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último
fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no
4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,
e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido
pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,
7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones
celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa
de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice
10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.
Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de
grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama
13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado
a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis
González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.
16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de
uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois
estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo
19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um
dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é
a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como
22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general
no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável
por julgar o pedido de extradição.
Veja, 21/6/2000 (com adaptações
Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.
Segundo período: Foi detido, na semana passada, em Foz do Iguaçu, no Paraná, o general Lino Oviedo, que tinha sua prisão preventiva decretada pelo governo paraguaio.
Provas
Caderno Container