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329003 Ano: 2000
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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44- Texto LP-II – questões de 44 a 48

Operação Paraguai

1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel

Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero

de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de

4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,

prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,

armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30

7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120

quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan

Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de

10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do

Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados

nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de

13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma

faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em

particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz

16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha

do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada

em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela

19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de

pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana

passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán

22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua

de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.

25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,

Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de

cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para

28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,

Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista

a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso

31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos

últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,

entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de

34 Fernandinho.

Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na

cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da

37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de

Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de

40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de

Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano

43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia

é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.

Istoé, 8/12/99 (com adaptações).

Depois do início da ação conjunta das polícias paraguaia e brasileira, várias fazendas já foram investigadas, mas Fernandinho Beira-Mar ainda não foi localizado.

 

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329002 Ano: 2000
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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44- Texto LP-II – questões de 44 a 48

Operação Paraguai

1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel

Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero

de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de

4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,

prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,

armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30

7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120

quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan

Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de

10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do

Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados

nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de

13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma

faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em

particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz

16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha

do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada

em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela

19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de

pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana

passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán

22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua

de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.

25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,

Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de

cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para

28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,

Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista

a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso

31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos

últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,

entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de

34 Fernandinho.

Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na

cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da

37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de

Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de

40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de

Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano

43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia

é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.

Istoé, 8/12/99 (com adaptações).

Há quinze dias, Fernandinho teria mudado para a Bolívia ou a Colômbia, já que a sede de suas ações com o tráfico de entorpecentes foi descoberta pela polícia de Capitán Bado.

 

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328990 Ano: 2000
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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44- Texto LP-II – questões de 44 a 48

Operação Paraguai

1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel

Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero

de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de

4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,

prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,

armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30

7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120

quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan

Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de

10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do

Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados

nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de

13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma

faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em

particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz

16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha

do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada

em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela

19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de

pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana

passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán

22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua

de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.

25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,

Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de

cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para

28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,

Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista

a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso

31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos

últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,

entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de

34 Fernandinho.

Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na

cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da

37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de

Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de

40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de

Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano

43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia

é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.

Istoé, 8/12/99 (com adaptações).

Fernandinho Beira-Mar é visto constantemente em eventos públicos em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, por isso o governo brasileiro solicitou a colaboração da polícia paraguaia na captura do narcotraficante.

 

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328952 Ano: 2000
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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44- Texto LP-II – questões de 44 a 48

Operação Paraguai

1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel

Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero

de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de

4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,

prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,

armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30

7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120

quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan

Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de

10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do

Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados

nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de

13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma

faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em

particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz

16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha

do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada

em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela

19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de

pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana

passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán

22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua

de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.

25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,

Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de

cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para

28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,

Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista

a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso

31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos

últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,

entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de

34 Fernandinho.

Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na

cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da

37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de

Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de

40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de

Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano

43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia

é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.

Istoé, 8/12/99 (com adaptações).

A ação conjunta Paraguai/Brasil é inédita e tem como foco a prisão de um bandido brasileiro conhecido como Fernandinho Beira-Mar.

 

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328949 Ano: 2000
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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44- Texto LP-II – questões de 44 a 48

Operação Paraguai

1. O comissário 1 Adelio Gray e o oficial Miguel

Deguizamón desembarcaram, quarta-feira, 1.o, de um helicóptero

de combate em uma fazenda perto do município paraguaio de

4 Capitán Bado, a poucos quilômetros da fronteira brasileira,

prontos para uma guerra. Usando uniformes de camuflagem,

armados com fuzis M-16 e pistolas 9 mm, eles comandam 30

7 homens da elite da polícia paraguaia que vasculham os 120

quilômetros que vão das cidades paraguaias de Pedro Juan

Caballero a Capitán Bado. Gray é o diretor nacional de

10 narcóticos, ligado diretamente à Presidência da República do

Paraguai. Os policiais do serviço antidrogas, alguns treinados

nos Estados Unidos da América (EUA), foram mandados de

13 Assunção para ajudar a Polícia Federal (PF) brasileira em uma

faxina inédita na fronteira entre os dois países. Procuram em

particular um foragido brasileiro, o traficante carioca Luiz

16 Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, ligado à quadrilha

do ex-deputado Hildebrando Pascoal. Figurinha carimbada

em festas e eventos em Capitán Bado, Fernandinho andava pela

19 região em uma Blazer e uma Toyota Ranger cercado de

pistoleiros armados com metralhadoras Uzi. Até a semana

passada, ele vinha-se escondendo em uma casa em Capitán

22 Bado, cidade de dez mil habitantes separada apenas por uma rua

de Coronel Sapucaia – MS. No bunker, a polícia só encontrou dezenas de cartuchos de fuzil e antenas de rádio.

25 A poucos metros da sede da polícia de Capitán Bado,

Fernandinho comandava a distribuição de cerca de 200 quilos de

cocaína a cada 15 dias. Suspeita-se de que se tenha mudado para

28 a Bolívia ou a Colômbia. Enviados pelo diretor-geral da PF,

Agílio Monteiro, 60 agentes cercam a área que vai de Bela Vista

a Salto do Guaíra. Dos dois lados, fazendas com pistas de pouso

31 clandestinas tornam-se o esconderijo de armas e drogas. Nos

últimos dias, brasileiros e paraguaios, com o apoio da Justiça,

entraram em fazendas de empresários apontados como amigos de

34 Fernandinho.

Na segunda-feira, 29, a polícia paraguaia prendeu na

cidade, por envolvimento com narcotráfico, um dos membros da

37 família Morél, Israel, irmão de João e tio de Ramon, sócio de

Fernandinho. A família Morél circula livremente entre Capitán Bado e Coronel Sapucaia. Ramon é presidente da Federação de

40 Futebol de Salão de Capitán Bado, ligada à Confederação de

Futebol da cidade, presidida pelo vereador paraguaio José Lescano. Proprietário de uma firma caseira de sofás, Lescano

43 nega qualquer envolvimento com o narcotráfico e se diz surpreso com as acusações: “A gente ouve falar isso tudo, mas a polícia

é que deve investigar, não eu. Eu confio na polícia”.

Istoé, 8/12/99 (com adaptações).

Trinta homens da Polícia Federal paraguaia, treinados nos EUA, juntaram-se a uma equipe da Polícia Federal brasileira para combater o narcotráfico no município de Capitán Bado, no Paraguai.

 

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326801 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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42- Texto LP-I – questões de 40 a 43

Estava no Brasil

1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que

estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último

fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no

4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,

e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido

pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,

7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones

celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa

de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice

10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.

Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de

grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama

13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado

a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis

González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.

16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de

uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois

estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo

19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um

dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é

a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como

22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general

no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável

por julgar o pedido de extradição.

Veja, 21/6/2000 (com adaptações

Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.

Último período: O destino do general no Brasil, que é responsável por julgar o pedido de extradição, está nas mãos do Supremo Tribunal Federal.

 

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322614 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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42- Texto LP-I – questões de 40 a 43

Estava no Brasil

1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que

estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último

fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no

4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,

e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido

pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,

7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones

celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa

de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice

10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.

Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de

grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama

13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado

a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis

González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.

16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de

uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois

estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo

19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um

dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é

a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como

22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general

no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável

por julgar o pedido de extradição.

Veja, 21/6/2000 (com adaptações

Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.

Quinto período: Ele poderá ser extraditado e, preso, levado para o Paraguai, lugar onde goza de grande simpatia popular e nenhuma do governo.

 

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320204 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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42- Texto LP-I – questões de 40 a 43

Estava no Brasil

1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que

estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último

fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no

4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,

e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido

pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,

7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones

celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa

de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice

10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.

Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de

grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama

13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado

a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis

González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.

16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de

uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois

estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo

19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um

dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é

a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como

22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general

no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável

por julgar o pedido de extradição.

Veja, 21/6/2000 (com adaptações

Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.

Quarto período: Acusa-se Oviedo, que, em 1996, já comandou uma tentativa de golpe, de tramar, no ano passado, o assassinato do vice-presidente de seu país, Luis María Argaña.

 

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320203 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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42- Texto LP-I – questões de 40 a 43

Estava no Brasil

1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que

estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último

fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no

4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,

e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido

pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,

7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones

celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa

de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice

10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.

Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de

grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama

13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado

a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis

González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.

16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de

uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois

estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo

19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um

dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é

a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como

22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general

no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável

por julgar o pedido de extradição.

Veja, 21/6/2000 (com adaptações

Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.

Terceiro período: Encontraram-se, no apartamento em que se escondia, um revólver calibre 38, dez telefones celulares e uma peruca.

 

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320202 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PF
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42- Texto LP-I – questões de 40 a 43

Estava no Brasil

1 A cooperação foi similar 1 à da Operação Condor, só que

estritamente dentro da lei e a favor da democracia. No último

fim de semana, a Polícia Federal deteve em Foz do Iguaçu, no

4 Paraná, o general paraguaio Lino Oviedo, havia meses foragido,

e cuja prisão preventiva com fins de extradição tinha sido

pedida pelo Paraguai. No apartamento no qual se escondia,

7 foram encontrados um revólver calibre 38, dez telefones

celulares e uma peruca. Oviedo, que já comandou uma tentativa

de golpe em 1996, é acusado de tramar o assassinato do vice

10 presidente de seu país, Luis María Argaña, no ano passado.

Preso, ele poderá ser extraditado para o Paraguai, onde goza de

grande simpatia popular e nenhuma do governo. Com sua fama

13 de golpista, Oviedo é o principal suspeito de ter planejado

a última quartelada para derrubar o governo do presidente Luis

González Macchi, há um mês. É um abacaxi para os paraguaios.

16 Se livre e clandestino, é um incômodo para o governo; dentro de

uma prisão no Paraguai, Oviedo é um perigo ainda maior, pois

estará mais próximo e à vista de seus seguidores. O governo

19 brasileiro não podia deixar de prender o general paraguaio. Um

dos compromissos dos países-membros do MERCOSUL é

a adesão ao regime democrático. Dar cobertura a golpistas, como

22 Oviedo, não é um alento à democracia. O destino do general

no Brasil está nas mãos do Supremo Tribunal Federal, responsável

por julgar o pedido de extradição.

Veja, 21/6/2000 (com adaptações

Em cada um dos itens seguintes, foi feita a reescritura de um período do texto LP-I. Julgue-os quanto à manutenção do sentido original e à correção gramatical.

Segundo período: Foi detido, na semana passada, em Foz do Iguaçu, no Paraná, o general Lino Oviedo, que tinha sua prisão preventiva decretada pelo governo paraguaio.

 

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