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A Universidade de Pernambuco desenvolveu uma pesquisa em que constatou que a população (P em milhares) de determinada cidade cresce segundo a expressão !$ P(t) = 25.2^t !$, onde t representa o tempo em anos. Com base nas informações acima, quanto tempo será necessário para que esta cidade possua 400.000 habitantes?
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São considerados meios de provas, EXCETO.
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gerente de uma empresa de transporte rodoviário resolve determinar a expressão que permite calcular a despesa mensal em reais de um caminhoneiro, em função do número x de quilômetros percorridos pelo caminhão em um mês. Para isso, ele colhe as seguintes informações:
- Custo fixo de R$ 800,00 na manutenção do caminhão;
- O consumo médio é 20 litros de diesel a cada 100 km;
- O valor do litro de diesel é R$ 0,60.
Assim, a expressão encontrada é
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Em relação aos Direitos Políticos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Inácio da Catingueira e Romano
(fragmento)
(fragmento)
Li, há dias, numa revista, a cantoria ou “martelo” que, há perto de setenta anos, Inácio Catingueira teve com Romano, em Patos, na Paraíba. Inácio da Catingueira, um negro, era apenas Inácio; Romano, pessoa de família, possuía um nome mais comprido __ era Francisco Romano do Teixeira, irmão de Veríssimo Romano, cangaceiro e poeta, pai de Josué Romano, também cantador, enfim, um Romano bem classificado, cheio de suficiência, até com alguns discípulos.
Nessa antiga pendência, de que se espalharam pelo Nordeste muitas versões, Inácio tratava o outro por “meu branco”, declarava-se inferior a ele. Com imensa bazófia, Romano concordava, achava que era assim mesmo e, de quando em quando, introduzia, no “martelo”, uma palavra difícil como o intuito evidente de atrapalhar o adversário. O preto defendia-se a seu modo, torcia o corpo, inclinava-se modesto: “Seu Romano, eu só garanto é que ciência eu não tenho”.
Essa ironia, essa deliciosa malícia negra, não fez mossa na casa de Francisco Romano, que recebeu as alfinetadas como se elas fossem elogios e no fim da cantiga esmagou o inimigo com uma razoável quantidade de burrices tudo sem nexo, à toa: “Latona, Cibele, Ísis, Vulcano, Netuno ...” jogou o disparate em cima do outro e pediu a resposta, que não podia vir, naturalmente, porque Inácio era analfabeto, nunca ouvira falar em semelhantes horrores e fez o que devia fazer __ amunhecou, entregou os pontos, assim: “Seu Romano, desse jeito eu não posso acompanhá-lo. Se desse um nó em ‘martelo’ viria eu desatá-lo. Mas como foi em ciência, cante só; que eu já me calo”.
Com o entusiasmo dos ouvintes, Romano, vencedor, ofereceu umas palavras de consolação ao pobre do negro, palavras idiotas que serviram para enterrá-lo.
Isto aconteceu há setenta anos. E desde então, o herói de Patos se multiplicou em descendentes que nos têm impingido com abundância de Cibele, Ísis, Latona, Vulcano, etc.
Muita gente aceita isso. Nauseada, mas aceita, para mostrar sabedoria, quando todos deviam gritar honestamente que, tratando-se de “martelo”, Netuno e Minerva não têm cabimento.
Inácio da Catingueira, que homem! Foi uma das figuras mais interessantes da literatura brasileira, apesar de não saber ler. Como os seus olhos brindados de negro viam as coisas! É certo que temos outros sabidos demais. Mas há uma sabedoria alambicada que nos torna ridículos. (...)
RAMOS, Graciliano. Viventes das Alagoas; quadros e costumes do Nordeste. 4 ed. São Paulo, Martins, 1972. P. 137-8.
Sobre o texto, NÃO é CORRETO afirmar que
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Dr. Jorge Jablonscki possui R$ 120.000,00 e resolve aplicar 23% desta quantia numa aplicação que o rendera um juro a uma taxa de 4% ao mês, durante três meses. O restante, ele resolve também aplicar durante o mesmo período a uma taxa de 6% ao mês. Após esse período, Dr. Jorge Jablonscki terá
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1586784
Ano: 2009
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PGE-PE
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: PGE-PE
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O funcionário público, de acordo com a Lei Estadual nº 6123/68 a que está sujeito, reunindo uma série de requisitos prescritos em lei, tem direito, depois de dez anos de serviço público, à(a)
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Marcela, uma grande comerciante do ramo têxtil, aumentou os preços de suas mercadorias em 150%. Carlos Eduardo, seu gerente de vendas, avisou-lhe que as vendas não estavam satisfatórias. Marcela mandou que as mercadorias voltassem aos preços praticados antes do aumento. Em relação aos preços aumentados, o percentual da redução foi de
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Inácio da Catingueira e Romano
(fragmento)
(fragmento)
Li, há dias, numa revista, a cantoria ou “martelo” que, há perto de setenta anos, Inácio Catingueira teve com Romano, em Patos, na Paraíba. Inácio da Catingueira, um negro, era apenas Inácio; Romano, pessoa de família, possuía um nome mais comprido __ era Francisco Romano do Teixeira, irmão de Veríssimo Romano, cangaceiro e poeta, pai de Josué Romano, também cantador, enfim, um Romano bem classificado, cheio de suficiência, até com alguns discípulos.
Nessa antiga pendência, de que se espalharam pelo Nordeste muitas versões, Inácio tratava o outro por “meu branco”, declarava-se inferior a ele. Com imensa bazófia, Romano concordava, achava que era assim mesmo e, de quando em quando, introduzia, no “martelo”, uma palavra difícil como o intuito evidente de atrapalhar o adversário. O preto defendia-se a seu modo, torcia o corpo, inclinava-se modesto: “Seu Romano, eu só garanto é que ciência eu não tenho”.
Essa ironia, essa deliciosa malícia negra, não fez mossa na casa de Francisco Romano, que recebeu as alfinetadas como se elas fossem elogios e no fim da cantiga esmagou o inimigo com uma razoável quantidade de burrices tudo sem nexo, à toa: “Latona, Cibele, Ísis, Vulcano, Netuno ...” jogou o disparate em cima do outro e pediu a resposta, que não podia vir, naturalmente, porque Inácio era analfabeto, nunca ouvira falar em semelhantes horrores e fez o que devia fazer __ amunhecou, entregou os pontos, assim: “Seu Romano, desse jeito eu não posso acompanhá-lo. Se desse um nó em ‘martelo’ viria eu desatá-lo. Mas como foi em ciência, cante só; que eu já me calo”.
Com o entusiasmo dos ouvintes, Romano, vencedor, ofereceu umas palavras de consolação ao pobre do negro, palavras idiotas que serviram para enterrá-lo.
Isto aconteceu há setenta anos. E desde então, o herói de Patos se multiplicou em descendentes que nos têm impingido com abundância de Cibele, Ísis, Latona, Vulcano, etc.
Muita gente aceita isso. Nauseada, mas aceita, para mostrar sabedoria, quando todos deviam gritar honestamente que, tratando-se de “martelo”, Netuno e Minerva não têm cabimento.
Inácio da Catingueira, que homem! Foi uma das figuras mais interessantes da literatura brasileira, apesar de não saber ler. Como os seus olhos brindados de negro viam as coisas! É certo que temos outros sabidos demais. Mas há uma sabedoria alambicada que nos torna ridículos. (...)
RAMOS, Graciliano. Viventes das Alagoas; quadros e costumes do Nordeste. 4 ed. São Paulo, Martins, 1972. P. 137-8.
Assinale a passagem do texto que sirva para ilustrar que Romano é mais reconhecido do que Inácio.
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Após a citação, terá o réu prazo para apresentar sua resposta. A modalidade mais importante de resposta do réu, para não se tornar revel, é chamada de
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