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Foram encontradas 38 questões.

2531337 Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Após a fiscalização do Conselho Regional de Farmácia (CRF) e autuação de farmácia hospitalar situada em um hospital sob responsabilidade de um médico, a direção do hospital entrou com pedido de suspensão do auto de infração alegando que o CRF não tem competência legal para fiscalizar o hospital. Em relação a esse caso, é correto afirmar que
 

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Contra a mera “tolerância” das diferenças
Renan Quinalha
“É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem-intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.
“Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.
“Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
Tolerar não deve ser algo celebrado e buscado como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.
Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trata de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.
Marcuse identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.
Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, entre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.
Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth.
Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.
O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.
Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/> Acesso em: 10 mar. 2016.
Considere o trecho abaixo transcrito:
Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.
A análise dos constituintes dos períodos que constam desse parágrafo está incorreta no seguinte enunciado:
 

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2529910 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
A amebíase é uma manifestação patológica intestinal caracterizada por fezes liquefeitas que, quando acompanhadas de muco e sangue, podem indicar Entamoeba histolytica. Entretanto, a visualização de cistos ou trofozoítas de amebas em pacientes assintomáticos pode estar relacionada a
 

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2528930 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
A observação de granulócitos, predominantemente, bilobulados e arredondados comparados aos “óculos do tio Patinhas”, com cromatina grosseira, é sugestiva de uma alteração autossômica dominante que induz à falha na segmentação dos leucócitos denominada
 

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2528274 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Cristais visualizados no exame microscópico da urina com forma de placa hexagonal incolor, não polarizados e importantes para o diagnóstico de um erro inato do metabolismo são de
 

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O conjunto de dispositivos que pode atuar enviando e recebendo dados a partir de um computador é composto de
 

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Um dos serviços farmacêuticos garantidos como boa prática de farmácias e drogarias na RDC Anvisa 44/2009 é o(a)
 

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2527504 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
Os casos de doença de Chagas por transmissão oral podem levar ao óbito em breve espaço de tempo, geralmente por insuficiência cardíaca aguda. A avaliação das condições clínicas do paciente pode ser melhorada com a análise laboratorial de parâmetros que avaliem a possível presença de insuficiência cardíaca congestiva, como a dosagem de
 

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2527078 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
O risco para doença cardiovascular determinado pelo escore de Framingham é calculado a partir
 

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2527061 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: FADESP
Orgão: PM-PA
A cultura para Mycobacterium tuberculosis é difícil e demorada. Desta forma, o seu uso tem indicações muito específicas, como no
 

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