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Militar do Exército brasileiro, mato-grossense nascido em Mimoso, em cinco de maio de 1865, Cândido Mariano da Silva Rondon chefiou as principais iniciativas de desenvolvimento da região amazônica durante a Primeira República, com o objetivo de construir instalações militares que garantissem a integridade territorial do Brasil.

(BIGIO, Elias dos Santos. Cândido Rondon a integração nacional.

Rio de Janeiro: Nuseg - contraponto, 2000, p. 5 - Adaptado).

Além da questão militar, Cândido Rondon esteve diretamente associado a outros setores no processo de integração territorial.

O setor no qual Rondon chefiou a Comissão no interior do país, incluindo onde atualmente está o estado de Rondônia, foi:

 

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Guedes, um policial adepto do Princípio da Singeleza, de Ferguson - se existem duas ou mais teorias para explicar um mistério, a mais simples é a mais verdadeira -, jamais supôs que um dia iria encontrar a socialite Delfína Delamare. Ela, por sua vez, nunca havia visto um policial em carne e osso. O tira, como todo mundo, sabia quem era Delfina Delamare, a cinderela órfã que se casara com o milionário Eugênio Delamare,(c) colecionador de obras de arte, campeão olímpico de equitação pelo Brasil, o bachelor mais disputado do hemisfério sul. Os jornais e revistas deram um grande destaque ao casamento da moça pobre que nunca saíra de casa,(b) onde tomava conta de uma avó doente, com o príncipe encantado; e desde então o casal jamais deixou de ser notícia.

Houve um tempo em que os tiras usavam paletó, gravata e chapéu,(d) mas isso foi antes de Guedes entrar para a polícia. Ele possuía apenas um terno velho, que nunca usava e que, de tão antigo, já entrara e saíra de moda várias vezes. Costumava vestir um blusão sobre a camisa esporte, a fim de esconder o revólver, um Colt Cobra 38, que usava sob o sovaco.(a) [...]

Delfina Delamare nem sempre acompanhava o marido nas viagens. Na verdade ela não gostava muito de viajar. [...] Ela preferia ficar no Rio, trabalhando em suas obras filantrópicas.

O encontro entre Delfina e Guedes deu-se numa das poucas circunstâncias possíveis de ocorrer. Foi na rua, é claro, mas de maneira imprevista, para um e outro. Delfina estava no seu Mercedes, na rua Diamantina, uma rua sem saída no alto do Jardim Botânico. Quando chegou ao local do encontro Guedes já sabia que Delfina não estava dormindo, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranqüilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro.

Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.

O local já havia sido isolado pelos policiais. A rua Diamantina tinha árvores dos dois lados e, naquela hora da manhã, o sol varava a copa das árvores e refletia na capota amarelo-metáfico do carro, fazendo-a brilhar como se fosse de ouro.

Guedes acompanhou atentamente o trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística.

Havia poucas impressões digitais no carro, colhidas cuidadosamente pelos peritos da polícia. Foram feitas várias fotos de Delfina, alguns closes da mão direita que segurava um revólver niquelado calibre 22. No pulso da mão esquerda, um relógio de ouro. Dentro da bolsa, sobre o banco do carro, havia um talão de cheques, vários cartões de crédito, objetos de maquiagem num pequeno estojo, um vidro de perfume francês, um lenço de cambraia, uma receita de papel timbrado do médico Pedro Baran (hematologia, oncologia) e um aviso de correio do Leblon para Delfina Delamare apanhar correspondência registrada, Esses dois documentos Guedes colocou no bolso. Havia no porta-luvas, além do documento do carro, um livro, Os Amantes, de Gustavo Flávio, com a dedicatória “Para Delfina que sabe que a poesia é uma ciência tão exata quanto a geometria, G.F.”(e) A dedicatória não tinha data e fora escrita com uma caneta de ponta macia e tinta preta.

Guedes colocou o livro debaixo do braço. Esperou a perícia terminar o seu lento trabalho no local; aguardou o rabecão chegar e levar o corpo da morta numa caixa de metal amassada e suja para ser autopsiado no Instituto Médico Legal. Delfina recebeu dos homens do rabecão o mesmo tratamento dos mendigos que caem mortos na sarjeta.

FONSECA, Rubem. Bufo & Spailanzani. 24a ed. rev. pelo autor. São Paulo: Companhiadas Letras, 1991, p. 13-14.

Assinale a alternativa em que o termo destacado introduz uma oração cuja função sintática é objeto direto.

 

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Guedes, um policial adepto do Princípio da Singeleza, de Ferguson - se existem duas ou mais teorias para explicar um mistério, a mais simples é a mais verdadeira -, jamais supôs que um dia iria encontrar a socialite Delfína Delamare. Ela, por sua vez, nunca havia visto um policial em carne e osso. O tira, como todo mundo, sabia quem era Delfina Delamare, a cinderela órfã que se casara com o milionário Eugênio Delamare, colecionador de obras de arte, campeão olímpico de equitação pelo Brasil, o bachelor mais disputado do hemisfério sul. Os jornais e revistas deram um grande destaque ao casamento da moça pobre que nunca saíra de casa, onde tomava conta de uma avó doente, com o príncipe encantado; e desde então o casal jamais deixou de ser notícia.

Houve um tempo em que os tiras usavam paletó, gravata e chapéu, mas isso foi antes de Guedes entrar para a polícia.(a) Ele possuía apenas um terno velho, que nunca usava e que, de tão antigo, já entrara e saíra de moda várias vezes. Costumava vestir um blusão sobre a camisa esporte, a fim de esconder o revólver, um Colt Cobra 38, que usava sob o sovaco. [...]

Delfina Delamare nem sempre acompanhava o marido nas viagens. Na verdade ela não gostava muito de viajar. [...] Ela preferia ficar no Rio, trabalhando em suas obras filantrópicas.

O encontro entre Delfina e Guedes deu-se numa das poucas circunstâncias possíveis de ocorrer. Foi na rua, é claro, mas de maneira imprevista, para um e outro. Delfina estava no seu Mercedes, na rua Diamantina, uma rua sem saída no alto do Jardim Botânico. Quando chegou ao local do encontro(c) Guedes já sabia que Delfina não estava dormindo, como chegaram a supor as pessoas que a encontraram, devido à tranqüilidade do seu rosto e à postura confortável do corpo no assento do carro.

Guedes, porém, havia tomado conhecimento, ainda na delegacia, do ferimento letal oculto pela blusa de seda que Delfina vestia.

O local já havia sido isolado pelos policiais. A rua Diamantina tinha árvores dos dois lados e, naquela hora da manhã, o sol varava a copa das árvores(d) e refletia na capota amarelo-metáfico do carro, fazendo-a brilhar como se fosse de ouro.

Guedes acompanhou atentamente o trabalho dos peritos do Instituto de Criminalística.

Havia poucas impressões digitais no carro,(e) colhidas cuidadosamente pelos peritos da polícia. Foram feitas várias fotos de Delfina, alguns closes da mão direita(b) que segurava um revólver niquelado calibre 22. No pulso da mão esquerda, um relógio de ouro. Dentro da bolsa, sobre o banco do carro, havia um talão de cheques, vários cartões de crédito, objetos de maquiagem num pequeno estojo, um vidro de perfume francês, um lenço de cambraia, uma receita de papel timbrado do médico Pedro Baran (hematologia, oncologia) e um aviso de correio do Leblon para Delfina Delamare apanhar correspondência registrada, Esses dois documentos Guedes colocou no bolso. Havia no porta-luvas, além do documento do carro, um livro, Os Amantes, de Gustavo Flávio, com a dedicatória “Para Delfina que sabe que a poesia é uma ciência tão exata quanto a geometria, G.F.” A dedicatória não tinha data e fora escrita com uma caneta de ponta macia e tinta preta.

Guedes colocou o livro debaixo do braço. Esperou a perícia terminar o seu lento trabalho no local; aguardou o rabecão chegar e levar o corpo da morta numa caixa de metal amassada e suja para ser autopsiado no Instituto Médico Legal. Delfina recebeu dos homens do rabecão o mesmo tratamento dos mendigos que caem mortos na sarjeta.

FONSECA, Rubem. Bufo & Spailanzani. 24a ed. rev. pelo autor. São Paulo: Companhiadas Letras, 1991, p. 13-14.

Por meio da anáfora, estabelece-se uma relação coesiva de referência que nos permite interpretar um item ou toda uma ideia anteriormente expressa no texto.

Exemplo desse mecanismo pode ser identificado na palavra destacada em:

 

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319417 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-RO

O número correspondente a um fórceps utilizado para remoção de dentes na maxila é:

 

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319416 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-RO

A primeira dentina formada está situada imediatamente subjacente ao esmalte ou cemento. É caracterizada por seu conteúdo de grossas fibras de colágeno em forma de leque, depositadas imediatamente abaixo da lâmina basal durante os estágios iniciais da dentinogênese.

Trata-se da dentina:

 

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319415 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-RO

A dentina que se forma durante o desenvolvimento do dente é chamada:

 

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319414 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-RO

Quando a polpa é irritada de tal forma que a estimulação seja desconfortável ao paciente, mas reverte rapidamente após a irritação, é dito que há uma:

 

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319413 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-RO

Segundo Cohen e col. (2007), quando o movimento horizontal de um dente é maior que 1 mm, com ou sem a presença de rotação ou intrusão, é correto afirmar que se está diante de mobilidade de grau:

 

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319412 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-RO

Quando a furca pode ser sondada completamente até o lado oposto, é correto afirmar que se está diante de um defeito de classe:

 

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319411 Ano: 2014
Disciplina: Odontologia
Banca: FUNCAB
Orgão: PM-RO

Segundo a classificação de Angle (1899), todos os casos de maloclusão nos quais o corpo da mandíbula e a arcada dentária inferior estão em relação correta no sentido ântero-posterior com a anatomia craniana, estando a cúspide mésio-vestibular dos primeiros molares permanentes superiores ocluindo no sulco vestibular dos primeiros molares permanentes inferiores, pertencem à classe:

 

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