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Foram encontradas 50 questões.

2668048 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Um veículo viaja sempre à mesma velocidade e em 2 horas e 30 minutos percorre 150 km. Esse veículo, mantendo sempre a mesma velocidade, em 2 horas percorre

 

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2668047 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Num campeonato de acertos e erros, cada acerto vale +2 pontos e cada erro vale –1 ponto. Um participante acertou 8 perguntas e errou 4. Ele totalizou

 

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2668046 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Uma operadora de telefone celular cobra R$ 1,50 o minuto de celular para celular e R$ 0,60 o minuto de celular para fixo. Uma pessoa utilizou, em um mês, 40 minutos de celular para celular e 1 hora e 20 minutos de celular para fixo. O total de sua conta telefônica foi

 

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2668045 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

O litro do etanol (álcool combustível) custava R$ 1,20 e sofreu um aumento de 20%. Após o aumento, seu preço passou a ser

 

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2668044 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Uma taça tem capacidade de 150 mL e um copo de liquidificador tem capacidade de 1,5 litro. Dona Maria despejou em 8 dessas taças, enchendo-as totalmente, o conteúdo desse copo do liquidificador que estava completamente cheio. O que sobrou no copo do liquidificador é suficiente para encher

 

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2668043 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 20.


Outro dia uma vizinha mineira me disse que ia à catedral da Sé para rezar pelos carteiros. Pensei que ela fosse rezar pelo aumento dos salários dos carteiros, que estavam em greve. Mas a razão da reza era mais grave.

Meu pai foi carteiro em Belo Horizonte, ela disse. Daqui a cinco anos os carteiros vão perder o emprego para a internet.

Ainda recebo postais, eu disse. Recebi um de Cruzeiro do Sul, outro de Zurique, um de Fez, dois de Belém. E vou receber um envelope...

Seus postais e envelopes estão com os dias contados, interrompeu minha vizinha. Daqui a cinco anos você só vai receber extrato bancário. Ou nem isso. Vão entupir seu computador com postais eletrônicos. Por isso vou rezar por esses mensageiros andarilhos em extinção.

Mensageiros andarilhos em extinção...

Agora, ao ver um carteiro na calçada, a frase da minha vizinha piedosa me vem à mente. Não sei se os postais, as cartas e os carteiros vão sumir. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já nem ouço a voz de alguns deles, nem ao telefone. Porque ver e abraçar um amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores só se deslocam com rapidez por baixo da terra. E há poucas estações de metrô numa metrópole do tamanho de São Paulo. Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? (...)

Mas devo à internet o contato com uma amiga espanhola, que não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão, e recordou a brincadeira que eu fazia sobre sua língua materna: muitas palavras catalãs hesitavam em terminar ou não terminavam totalmente, palavras que parecem desprezar o som final, nasalizado, tão forte em outras línguas românicas.

Reatamos pela internet uma amizade interrompida há quase 30 anos, e na longa carta virtual lembrou passagens da nossa vida no bairro de Gracia, onde dividíamos um apartamento em frente ao pequeno teatro Lliure, que encenava as melhores dramaturgias de Barcelona. (...)

Carmen, minha amiga espanhola, revelou que havia encontrado um caderno branco, agora manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrara minhas andanças por vários lugares da Espanha.

Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de muitos diários: pura perdição. Agora esse achado da minha amiga voará de Barcelona até São Paulo num envelope que um mensageiro andarilho me entregará antes de perder seu emprego para a internet. s vezes um mero acaso pode extraviar envelopes, mas espero que dessa vez o correio não seja “el correo del azar”.

(Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo, 16.10.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que todas as flexões das palavras estão corretas, de acordo com a norma culta.

 

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2668042 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 20.


Outro dia uma vizinha mineira me disse que ia à catedral da Sé para rezar pelos carteiros. Pensei que ela fosse rezar pelo aumento dos salários dos carteiros, que estavam em greve. Mas a razão da reza era mais grave.

Meu pai foi carteiro em Belo Horizonte, ela disse. Daqui a cinco anos os carteiros vão perder o emprego para a internet.

Ainda recebo postais, eu disse. Recebi um de Cruzeiro do Sul, outro de Zurique, um de Fez, dois de Belém. E vou receber um envelope...

Seus postais e envelopes estão com os dias contados, interrompeu minha vizinha. Daqui a cinco anos você só vai receber extrato bancário. Ou nem isso. Vão entupir seu computador com postais eletrônicos. Por isso vou rezar por esses mensageiros andarilhos em extinção.

Mensageiros andarilhos em extinção...

Agora, ao ver um carteiro na calçada, a frase da minha vizinha piedosa me vem à mente. Não sei se os postais, as cartas e os carteiros vão sumir. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já nem ouço a voz de alguns deles, nem ao telefone. Porque ver e abraçar um amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores só se deslocam com rapidez por baixo da terra. E há poucas estações de metrô numa metrópole do tamanho de São Paulo. Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? (...)

Mas devo à internet o contato com uma amiga espanhola, que não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão, e recordou a brincadeira que eu fazia sobre sua língua materna: muitas palavras catalãs hesitavam em terminar ou não terminavam totalmente, palavras que parecem desprezar o som final, nasalizado, tão forte em outras línguas românicas.

Reatamos pela internet uma amizade interrompida há quase 30 anos, e na longa carta virtual lembrou passagens da nossa vida no bairro de Gracia, onde dividíamos um apartamento em frente ao pequeno teatro Lliure, que encenava as melhores dramaturgias de Barcelona. (...)

Carmen, minha amiga espanhola, revelou que havia encontrado um caderno branco, agora manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrara minhas andanças por vários lugares da Espanha.

Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de muitos diários: pura perdição. Agora esse achado da minha amiga voará de Barcelona até São Paulo num envelope que um mensageiro andarilho me entregará antes de perder seu emprego para a internet. s vezes um mero acaso pode extraviar envelopes, mas espero que dessa vez o correio não seja “el correo del azar”.

(Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo, 16.10.2009. Adaptado)

A alternativa correta quanto ao uso da crase é:

 

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2668041 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 20.


Outro dia uma vizinha mineira me disse que ia à catedral da Sé para rezar pelos carteiros. Pensei que ela fosse rezar pelo aumento dos salários dos carteiros, que estavam em greve. Mas a razão da reza era mais grave.

Meu pai foi carteiro em Belo Horizonte, ela disse. Daqui a cinco anos os carteiros vão perder o emprego para a internet.

Ainda recebo postais, eu disse. Recebi um de Cruzeiro do Sul, outro de Zurique, um de Fez, dois de Belém. E vou receber um envelope...

Seus postais e envelopes estão com os dias contados, interrompeu minha vizinha. Daqui a cinco anos você só vai receber extrato bancário. Ou nem isso. Vão entupir seu computador com postais eletrônicos. Por isso vou rezar por esses mensageiros andarilhos em extinção.

Mensageiros andarilhos em extinção...

Agora, ao ver um carteiro na calçada, a frase da minha vizinha piedosa me vem à mente. Não sei se os postais, as cartas e os carteiros vão sumir. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já nem ouço a voz de alguns deles, nem ao telefone. Porque ver e abraçar um amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores só se deslocam com rapidez por baixo da terra. E há poucas estações de metrô numa metrópole do tamanho de São Paulo. Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? (...)

Mas devo à internet o contato com uma amiga espanhola, que não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão, e recordou a brincadeira que eu fazia sobre sua língua materna: muitas palavras catalãs hesitavam em terminar ou não terminavam totalmente, palavras que parecem desprezar o som final, nasalizado, tão forte em outras línguas românicas.

Reatamos pela internet uma amizade interrompida há quase 30 anos, e na longa carta virtual lembrou passagens da nossa vida no bairro de Gracia, onde dividíamos um apartamento em frente ao pequeno teatro Lliure, que encenava as melhores dramaturgias de Barcelona. (...)

Carmen, minha amiga espanhola, revelou que havia encontrado um caderno branco, agora manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrara minhas andanças por vários lugares da Espanha.

Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de muitos diários: pura perdição. Agora esse achado da minha amiga voará de Barcelona até São Paulo num envelope que um mensageiro andarilho me entregará antes de perder seu emprego para a internet. s vezes um mero acaso pode extraviar envelopes, mas espero que dessa vez o correio não seja “el correo del azar”.

(Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo, 16.10.2009. Adaptado)

A conjunção Mas no trecho – Pensei que ela fosse rezar pelo aumento dos salários dos carteiros, que estavam em greve. Mas a razão da reza era mais grave. – pode ser substituída, sem alteração de sentido, por

 

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2668040 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 20.


Outro dia uma vizinha mineira me disse que ia à catedral da Sé para rezar pelos carteiros. Pensei que ela fosse rezar pelo aumento dos salários dos carteiros, que estavam em greve. Mas a razão da reza era mais grave.

Meu pai foi carteiro em Belo Horizonte, ela disse. Daqui a cinco anos os carteiros vão perder o emprego para a internet.

Ainda recebo postais, eu disse. Recebi um de Cruzeiro do Sul, outro de Zurique, um de Fez, dois de Belém. E vou receber um envelope...

Seus postais e envelopes estão com os dias contados, interrompeu minha vizinha. Daqui a cinco anos você só vai receber extrato bancário. Ou nem isso. Vão entupir seu computador com postais eletrônicos. Por isso vou rezar por esses mensageiros andarilhos em extinção.

Mensageiros andarilhos em extinção...

Agora, ao ver um carteiro na calçada, a frase da minha vizinha piedosa me vem à mente. Não sei se os postais, as cartas e os carteiros vão sumir. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já nem ouço a voz de alguns deles, nem ao telefone. Porque ver e abraçar um amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores só se deslocam com rapidez por baixo da terra. E há poucas estações de metrô numa metrópole do tamanho de São Paulo. Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? (...)

Mas devo à internet o contato com uma amiga espanhola, que não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão, e recordou a brincadeira que eu fazia sobre sua língua materna: muitas palavras catalãs hesitavam em terminar ou não terminavam totalmente, palavras que parecem desprezar o som final, nasalizado, tão forte em outras línguas românicas.

Reatamos pela internet uma amizade interrompida há quase 30 anos, e na longa carta virtual lembrou passagens da nossa vida no bairro de Gracia, onde dividíamos um apartamento em frente ao pequeno teatro Lliure, que encenava as melhores dramaturgias de Barcelona. (...)

Carmen, minha amiga espanhola, revelou que havia encontrado um caderno branco, agora manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrara minhas andanças por vários lugares da Espanha.

Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de muitos diários: pura perdição. Agora esse achado da minha amiga voará de Barcelona até São Paulo num envelope que um mensageiro andarilho me entregará antes de perder seu emprego para a internet. s vezes um mero acaso pode extraviar envelopes, mas espero que dessa vez o correio não seja “el correo del azar”.

(Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo, 16.10.2009. Adaptado)

O pronome onde, da frase – ...meu diário catalão, onde registrara minhas andanças. – está corretamente substituído em:

 

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2668039 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 20.


Outro dia uma vizinha mineira me disse que ia à catedral da Sé para rezar pelos carteiros. Pensei que ela fosse rezar pelo aumento dos salários dos carteiros, que estavam em greve. Mas a razão da reza era mais grave.

Meu pai foi carteiro em Belo Horizonte, ela disse. Daqui a cinco anos os carteiros vão perder o emprego para a internet.

Ainda recebo postais, eu disse. Recebi um de Cruzeiro do Sul, outro de Zurique, um de Fez, dois de Belém. E vou receber um envelope...

Seus postais e envelopes estão com os dias contados, interrompeu minha vizinha. Daqui a cinco anos você só vai receber extrato bancário. Ou nem isso. Vão entupir seu computador com postais eletrônicos. Por isso vou rezar por esses mensageiros andarilhos em extinção.

Mensageiros andarilhos em extinção...

Agora, ao ver um carteiro na calçada, a frase da minha vizinha piedosa me vem à mente. Não sei se os postais, as cartas e os carteiros vão sumir. Sei que a amizade está ficando virtual demais. Temo que os amigos desapareçam, já nem ouço a voz de alguns deles, nem ao telefone. Porque ver e abraçar um amigo tornou-se uma coisa complicada, quase uma façanha numa cidade cujos moradores só se deslocam com rapidez por baixo da terra. E há poucas estações de metrô numa metrópole do tamanho de São Paulo. Uma mensagem eletrônica é um contato muito mais rápido, quase instantâneo. Mas será mais humano? (...)

Mas devo à internet o contato com uma amiga espanhola, que não via desde o século passado. Ela me enviou uma mensagem em catalão, e recordou a brincadeira que eu fazia sobre sua língua materna: muitas palavras catalãs hesitavam em terminar ou não terminavam totalmente, palavras que parecem desprezar o som final, nasalizado, tão forte em outras línguas românicas.

Reatamos pela internet uma amizade interrompida há quase 30 anos, e na longa carta virtual lembrou passagens da nossa vida no bairro de Gracia, onde dividíamos um apartamento em frente ao pequeno teatro Lliure, que encenava as melhores dramaturgias de Barcelona. (...)

Carmen, minha amiga espanhola, revelou que havia encontrado um caderno branco, agora manchado pelo tempo: meu diário catalão, onde registrara minhas andanças por vários lugares da Espanha.

Já dava esse diário por perdido, que é o destino das palavras de muitos diários: pura perdição. Agora esse achado da minha amiga voará de Barcelona até São Paulo num envelope que um mensageiro andarilho me entregará antes de perder seu emprego para a internet. s vezes um mero acaso pode extraviar envelopes, mas espero que dessa vez o correio não seja “el correo del azar”.

(Milton Hatoum, O Estado de S.Paulo, 16.10.2009. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se observa o emprego correto do pronome pessoal, de acordo com a norma culta.

 

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