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Foram encontradas 90 questões.

1910858 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 56 a 60.


O tio Sabino, paramentado de rico, fez ainda sair da maleta de couro uma espécie de saco de lona com fechos de correias. Debaixo da cama, por esquecimento, tinham ficado as alpargatas do Carvalhosa. O tio Sabino calçou-as, as suas narinas palpitavam. Correu o fecho da porta cautelosamente, foi até ao escritório do Carvalhosa e sacou da gaveta do contador uns rolinhos de libras; de passagem pelo toilette arrecadou o cofre de joias, os anéis e a caixa de pó de arroz; de cima da banquinha de noite desapareceu a palmatória de prata dourada e tudo foi arrecadado no saco.

Fechou destramente o saco, tendo-lhe metido primeiro a camisa de chita que despira, a fim de não tinirem dentro os metais. E de chapéu à banda e cachimbo na boca saiu, o saco pendente, fechando a porta e tirando-lhe a chave. Ninguém estava no corredor; Maria do Resgate engomava na saleta; as crianças na cozinha cortavam papagaios, chilreando.

– Até logo, minha sobrinha, até logo.

Ela veio correndo, com o seu riso afetuoso.

– O jantar é às cinco, sim? Mas, querendo, dá-se ordem para mais tarde.

– Qual! Não temos precisão de incômodos. s quatro e meia estou.

E com a mala pendente, o lenço escarlate fora do bolso do fraque e bengala debaixo do braço, desceu a escada cantarolando.

Eram seis horas da tarde e nada do tio Sabino.

Sete horas, e Maria do Resgate acaba de notar a porta da alcova fechada. Diabo...

No dia seguinte a polícia andava em campo para descobrir o larápio, que com tamanha pilhéria roubara a família Carvalhosa.


(Fialho de Oliveira, O Tio da América. Em: Contos. Adaptado)

No contexto em que estão empregados os pronomes, destacados nas passagens do segundo parágrafo – Fechou destramente o saco, tendo-lhe metido primeiro a camisa de chita que despira … – e – … fechando a porta e tirando-lhe a chave. –, eles podem ser substituídos, respectivamente, de acordo com a norma-padrão, por:

 

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1910857 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 56 a 60.


O tio Sabino, paramentado de rico, fez ainda sair da maleta de couro uma espécie de saco de lona com fechos de correias. Debaixo da cama, por esquecimento, tinham ficado as alpargatas do Carvalhosa. O tio Sabino calçou-as, as suas narinas palpitavam. Correu o fecho da porta cautelosamente, foi até ao escritório do Carvalhosa e sacou da gaveta do contador uns rolinhos de libras; de passagem pelo toilette arrecadou o cofre de joias, os anéis e a caixa de pó de arroz; de cima da banquinha de noite desapareceu a palmatória de prata dourada e tudo foi arrecadado no saco.

Fechou destramente o saco, tendo-lhe metido primeiro a camisa de chita que despira, a fim de não tinirem dentro os metais. E de chapéu à banda e cachimbo na boca saiu, o saco pendente, fechando a porta e tirando-lhe a chave. Ninguém estava no corredor; Maria do Resgate engomava na saleta; as crianças na cozinha cortavam papagaios, chilreando.

– Até logo, minha sobrinha, até logo.

Ela veio correndo, com o seu riso afetuoso.

– O jantar é às cinco, sim? Mas, querendo, dá-se ordem para mais tarde.

– Qual! Não temos precisão de incômodos. s quatro e meia estou.

E com a mala pendente, o lenço escarlate fora do bolso do fraque e bengala debaixo do braço, desceu a escada cantarolando.

Eram seis horas da tarde e nada do tio Sabino.

Sete horas, e Maria do Resgate acaba de notar a porta da alcova fechada. Diabo...

No dia seguinte a polícia andava em campo para descobrir o larápio, que com tamanha pilhéria roubara a família Carvalhosa.


(Fialho de Oliveira, O Tio da América. Em: Contos. Adaptado)

A leitura do texto revela uma narrativa em que
 

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1910856 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 56 a 60.


O tio Sabino, paramentado de rico, fez ainda sair da maleta de couro uma espécie de saco de lona com fechos de correias. Debaixo da cama, por esquecimento, tinham ficado as alpargatas do Carvalhosa. O tio Sabino calçou-as, as suas narinas palpitavam. Correu o fecho da porta cautelosamente, foi até ao escritório do Carvalhosa e sacou da gaveta do contador uns rolinhos de libras; de passagem pelo toilette arrecadou o cofre de joias, os anéis e a caixa de pó de arroz; de cima da banquinha de noite desapareceu a palmatória de prata dourada e tudo foi arrecadado no saco.

Fechou destramente o saco, tendo-lhe metido primeiro a camisa de chita que despira, a fim de não tinirem dentro os metais. E de chapéu à banda e cachimbo na boca saiu, o saco pendente, fechando a porta e tirando-lhe a chave. Ninguém estava no corredor; Maria do Resgate engomava na saleta; as crianças na cozinha cortavam papagaios, chilreando.

– Até logo, minha sobrinha, até logo.

Ela veio correndo, com o seu riso afetuoso.

– O jantar é às cinco, sim? Mas, querendo, dá-se ordem para mais tarde.

– Qual! Não temos precisão de incômodos. s quatro e meia estou.

E com a mala pendente, o lenço escarlate fora do bolso do fraque e bengala debaixo do braço, desceu a escada cantarolando.

Eram seis horas da tarde e nada do tio Sabino.

Sete horas, e Maria do Resgate acaba de notar a porta da alcova fechada. Diabo...

No dia seguinte a polícia andava em campo para descobrir o larápio, que com tamanha pilhéria roubara a família Carvalhosa.


(Fialho de Oliveira, O Tio da América. Em: Contos. Adaptado)

O texto mostra que tio Sabino agiu de forma

 

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1910855 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 56 a 60.


O tio Sabino, paramentado de rico, fez ainda sair da maleta de couro uma espécie de saco de lona com fechos de correias. Debaixo da cama, por esquecimento, tinham ficado as alpargatas do Carvalhosa. O tio Sabino calçou-as, as suas narinas palpitavam. Correu o fecho da porta cautelosamente, foi até ao escritório do Carvalhosa e sacou da gaveta do contador uns rolinhos de libras; de passagem pelo toilette arrecadou o cofre de joias, os anéis e a caixa de pó de arroz; de cima da banquinha de noite desapareceu a palmatória de prata dourada e tudo foi arrecadado no saco.

Fechou destramente o saco, tendo-lhe metido primeiro a camisa de chita que despira, a fim de não tinirem dentro os metais. E de chapéu à banda e cachimbo na boca saiu, o saco pendente, fechando a porta e tirando-lhe a chave. Ninguém estava no corredor; Maria do Resgate engomava na saleta; as crianças na cozinha cortavam papagaios, chilreando.

– Até logo, minha sobrinha, até logo.

Ela veio correndo, com o seu riso afetuoso.

– O jantar é às cinco, sim? Mas, querendo, dá-se ordem para mais tarde.

– Qual! Não temos precisão de incômodos. s quatro e meia estou.

E com a mala pendente, o lenço escarlate fora do bolso do fraque e bengala debaixo do braço, desceu a escada cantarolando.

Eram seis horas da tarde e nada do tio Sabino.

Sete horas, e Maria do Resgate acaba de notar a porta da alcova fechada. Diabo...

No dia seguinte a polícia andava em campo para descobrir o larápio, que com tamanha pilhéria roubara a família Carvalhosa.


(Fialho de Oliveira, O Tio da América. Em: Contos. Adaptado)

No penúltimo parágrafo, a frase – Diabo … – indica que Maria do Resgate
 

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1910854 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 56 a 60.


O tio Sabino, paramentado de rico, fez ainda sair da maleta de couro uma espécie de saco de lona com fechos de correias. Debaixo da cama, por esquecimento, tinham ficado as alpargatas do Carvalhosa. O tio Sabino calçou-as, as suas narinas palpitavam. Correu o fecho da porta cautelosamente, foi até ao escritório do Carvalhosa e sacou da gaveta do contador uns rolinhos de libras; de passagem pelo toilette arrecadou o cofre de joias, os anéis e a caixa de pó de arroz; de cima da banquinha de noite desapareceu a palmatória de prata dourada e tudo foi arrecadado no saco.

Fechou destramente o saco, tendo-lhe metido primeiro a camisa de chita que despira, a fim de não tinirem dentro os metais. E de chapéu à banda e cachimbo na boca saiu, o saco pendente, fechando a porta e tirando-lhe a chave. Ninguém estava no corredor; Maria do Resgate engomava na saleta; as crianças na cozinha cortavam papagaios, chilreando.

– Até logo, minha sobrinha, até logo.

Ela veio correndo, com o seu riso afetuoso.

– O jantar é às cinco, sim? Mas, querendo, dá-se ordem para mais tarde.

– Qual! Não temos precisão de incômodos. s quatro e meia estou.

E com a mala pendente, o lenço escarlate fora do bolso do fraque e bengala debaixo do braço, desceu a escada cantarolando.

Eram seis horas da tarde e nada do tio Sabino.

Sete horas, e Maria do Resgate acaba de notar a porta da alcova fechada. Diabo...

No dia seguinte a polícia andava em campo para descobrir o larápio, que com tamanha pilhéria roubara a família Carvalhosa.


(Fialho de Oliveira, O Tio da América. Em: Contos. Adaptado)

Carvalhosa e Maria do Resgate recebem em Portugal o tio Sabino, morador do Pará, no Brasil. Este, estando fora da atenção da sobrinha e das crianças,
 

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1910853 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Em relação a um post publicado – Celebridades mais inteligentes que você –, dois leitores enviaram os seguintes comentários à revista em que ele circulou:

I. Vocês sabem meu QI pra dizer que eles são mais inteligentes que eu?

II. Por trás de mim, tem o sistema educacional público brasileiro. Daí já viu, né?

(Superinteressante, abril de 2014)

Os comentários deixam evidente que

 

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1910852 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o poema para responder às questões de números 51 a 54.


Pálida à luz da lâmpada sombria,

Sobre o leito de flores reclinada,

Como a lua por noite embalsamada,

Entre as nuvens do amor ela dormia!


Era a virgem do mar, na escuma fria

Pela maré das águas embalada!

Era um anjo entre nuvens d’alvorada

Que em sonhos se banhava e se esquecia!


Era mais bela! o seio palpitando

Negros olhos as pálpebras abrindo

Formas nuas no leito resvalando


Não te rias de mim, meu anjo lindo!

Por ti – as noites eu velei chorando,

Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo!

(Álvares de Azevedo, Poesias Completas)

Se o eu lírico se dirigisse à mulher amada como Você, o verso – Não te rias de mim, meu anjo lindo! – assumiria, em norma- -padrão da língua portuguesa, a seguinte redação:
 

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1910851 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o poema para responder às questões de números 51 a 54.


Pálida à luz da lâmpada sombria,

Sobre o leito de flores reclinada,

Como a lua por noite embalsamada,

Entre as nuvens do amor ela dormia!


Era a virgem do mar, na escuma fria

Pela maré das águas embalada!

Era um anjo entre nuvens d’alvorada

Que em sonhos se banhava e se esquecia!


Era mais bela! o seio palpitando

Negros olhos as pálpebras abrindo

Formas nuas no leito resvalando


Não te rias de mim, meu anjo lindo!

Por ti – as noites eu velei chorando,

Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo!

(Álvares de Azevedo, Poesias Completas)

Assinale a alternativa em que se indica corretamente a relação estabelecida entre os versos transcritos.

 

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1910850 Ano: 2014
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o poema para responder às questões de números 51 a 54.


Pálida à luz da lâmpada sombria,

Sobre o leito de flores reclinada,

Como a lua por noite embalsamada,

Entre as nuvens do amor ela dormia!


Era a virgem do mar, na escuma fria

Pela maré das águas embalada!

Era um anjo entre nuvens d’alvorada

Que em sonhos se banhava e se esquecia!


Era mais bela! o seio palpitando

Negros olhos as pálpebras abrindo

Formas nuas no leito resvalando


Não te rias de mim, meu anjo lindo!

Por ti – as noites eu velei chorando,

Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo!

(Álvares de Azevedo, Poesias Completas)

Entre os temas do Romantismo, estão presentes no poema
 

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1910849 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o poema para responder às questões de números 51 a 54.


Pálida à luz da lâmpada sombria,

Sobre o leito de flores reclinada,

Como a lua por noite embalsamada,

Entre as nuvens do amor ela dormia!


Era a virgem do mar, na escuma fria

Pela maré das águas embalada!

Era um anjo entre nuvens d’alvorada

Que em sonhos se banhava e se esquecia!


Era mais bela! o seio palpitando

Negros olhos as pálpebras abrindo

Formas nuas no leito resvalando


Não te rias de mim, meu anjo lindo!

Por ti – as noites eu velei chorando,

Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo!

(Álvares de Azevedo, Poesias Completas)

Conforme apresentado no poema, o retrato da mulher amada
 

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