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Foram encontradas 86 questões.

1250590 Ano: 2017
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Um terremoto de magnitude 7,1 graus na escala Richter no México deixou ontem pelo menos 147 mortos e derrubou dezenas de prédios. A tragédia ocorreu 12 dias depois de um tremor de 8,2 graus matar 98 pessoas na costa sul do país.

(O Estado de S.Paulo. 20.09.2017)

Magnitude é uma medida quantitativa do tamanho do terremoto e está relacionada com a energia sísmica liberada no foco e também com a amplitude das ondas registradas pelos sismógrafos. Usando a fórmula descrita por Richter e Gutenberg em 1935 para relacionar magnitude e energia, logE = 11,8 + 1,5M, em que E = energia liberada em ergs e M = magnitude do terreno, é correto afirmar que a relação entre a energia liberada pelo primeiro terremoto (E1) e a liberada pelo segundo terremoto (E2) é dada corretamente por

 

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1250589 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. As questões de números 61 a 66 têm como referência essa proposição.

Na região R, um terreno especialmente visado, na forma de um quadrilátero, tem medidas dos lados, em metros, dadas pela sequência a + 1, 2a, a2 – 1, b, cujos termos formam, nessa ordem, uma progressão aritmética crescente. Nessas condições, é correto afirmar que a soma das medidas dos lados desse terreno é, em metros, igual a

 

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1250588 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. As questões de números 61 a 66 têm como referência essa proposição.

O mapa da região R foi representado em um sistema de coordenadas cartesianas ortogonais, no qual foram assinalados os pontos M (–3, –2), N (7, 8) e P (x, 3), que são colineares e correspondem a alvos estratégicos. A distância entre os pontos N e P, na referida representação, é, em unidades de comprimento, igual a

 

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1250587 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. As questões de números 61 a 66 têm como referência essa proposição.

Na operação, está previsto o apoio aéreo de um helicóptero, que deve seguir um trajeto previamente determinado: partir de um ponto A, dirigir-se a um ponto B e, em seguida, deslocar-se até um ponto C, retornando depois ao ponto de partida. A rota do helicóptero está representada pelo triângulo retângulo ABC mostrado na figura.

Enunciado 1250587-1

Sendo !$ \overline{AC} !$ = 6 km, é correto afirmar que !$ \overline{AB}+\overline{BC}+\overline{AC} !$ é, em quilômetros, igual a

 

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1250586 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. As questões de números 61 a 66 têm como referência essa proposição.

Um centro de meteorologia informou ao CIPM que é de 60% a probabilidade de chuva no dia programado para ocorrer a operação. Mediante essa informação, o oficial no comando afirmou que as probabilidades de que a operação seja realizada nesse dia são de 20%, caso a chuva ocorra, e de 85%, se não houver chuva. Nessas condições, a probabilidade de que a operação ocorra no dia programado é de

 

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1250585 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. As questões de números 61 a 66 têm como referência essa proposição.

Para compor cada equipe, estão sendo considerados três números diferentes de policiais, representados por h, i, k. Esses números são tais que as suas somas, quando tomados dois a dois, h + i, h + k e i + k, têm como resultados 18, 13 e 17, respectivamente. A diferença entre o maior e o menor número de policiais cogitados para compor cada equipe é igual a

 

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1250584 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Considere a elaboração, pelo Centro de Inteligência da Polícia Militar (CIPM), de um planejamento estratégico para a deflagração de uma operação policial ostensiva em uma região R, com alta incidência do tráfico de drogas. As questões de números 61 a 66 têm como referência essa proposição.

Sabe-se que a região R tem formato retangular, com 9,1 km de comprimento e 3,9 km de largura. Para maximizar recursos e aumentar a eficácia da operação, decidiu-se que essa região retangular deverá ser totalmente dividida em regiões quadradas de áreas iguais, sem haver sobras, sendo que essas regiões quadradas deverão ter a maior área possível. Se for designada uma equipe policial para cada região quadrada, o número mínimo de equipes necessárias será igual a

 

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1250583 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 55 a 60.


Domestic violence victims denied justice: state of Roraima fails to investigate, prosecute abusers


June 21, 2017

The authorities in the Brazilian state of Roraima are failing to investigate or prosecute domestic violence cases, leaving women at further risk of abuse, Human Rights Watch said in a report released today. The serious problems in Roraima, the state with the highest rate of killings of women in Brazil, reflect nationwide failures to provide victims of domestic violence with access to justice and protection.

Killings of women rose 139 percent from 2010 to 2015 in Roraima, reaching 11.4 homicides per 100,000 women that year, the latest for which there is data available. The national average is 4.4 killings per 100,000 women—already one of the highest in the world. Studies in Brazil and worldwide estimate that a large percentage of women who suffer violent deaths are killed by partners or former partners.

Only a quarter of women who suffer violence in Brazil report it, according to a February 2017 survey that does not provide state-by-state data. Human Rights Watch found in Roraima that when women do call police they face considerable barriers to having their cases heard. Military police told Human Rights Watch that, for lack of personnel, they do not respond to all emergency calls from women who say they are experiencing domestic violence. Other women are turned away at police stations. Some civil police officers in Boa Vista, the state´s capital, decline to register domestic violence complaints or to request protection orders. Instead, they direct victims to the single “women’s police station” in the state – which specializes in crimes against women – even at times when that station is closed. Even when police receive their complaints, women must tell their story of abuse, including sexual abuse, in open reception areas, as there are no private rooms to take statements in any police station in the state.

Not a single civil police officer in Roraima receives training in how to handle domestic violence cases. Some police officers, when receiving women seeking protection orders, take statements so carelessly that judges lack the basic information they need to decide whether to issue the order. Civil police are unable to keep up with the volume of complaints they do receive. In Boa Vista, the police have failed to do investigative work on a backlog of 8,400 domestic violence complaints.

(Human Rights Watch. www.hrw.org/news/2017/06/21/ brazil-domestic-violence-victims-denied-justice. Adaptado)

No trecho do quarto parágrafo “judges lack the basic information they need to decide whether to issue the order”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por

 

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1250582 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 55 a 60.


Domestic violence victims denied justice: state of Roraima fails to investigate, prosecute abusers


June 21, 2017

The authorities in the Brazilian state of Roraima are failing to investigate or prosecute domestic violence cases, leaving women at further risk of abuse, Human Rights Watch said in a report released today. The serious problems in Roraima, the state with the highest rate of killings of women in Brazil, reflect nationwide failures to provide victims of domestic violence with access to justice and protection.

Killings of women rose 139 percent from 2010 to 2015 in Roraima, reaching 11.4 homicides per 100,000 women that year, the latest for which there is data available. The national average is 4.4 killings per 100,000 women—already one of the highest in the world. Studies in Brazil and worldwide estimate that a large percentage of women who suffer violent deaths are killed by partners or former partners.

Only a quarter of women who suffer violence in Brazil report it, according to a February 2017 survey that does not provide state-by-state data. Human Rights Watch found in Roraima that when women do call police they face considerable barriers to having their cases heard. Military police told Human Rights Watch that, for lack of personnel, they do not respond to all emergency calls from women who say they are experiencing domestic violence. Other women are turned away at police stations. Some civil police officers in Boa Vista, the state´s capital, decline to register domestic violence complaints or to request protection orders. Instead, they direct victims to the single “women’s police station” in the state – which specializes in crimes against women – even at times when that station is closed. Even when police receive their complaints, women must tell their story of abuse, including sexual abuse, in open reception areas, as there are no private rooms to take statements in any police station in the state.

Not a single civil police officer in Roraima receives training in how to handle domestic violence cases. Some police officers, when receiving women seeking protection orders, take statements so carelessly that judges lack the basic information they need to decide whether to issue the order. Civil police are unable to keep up with the volume of complaints they do receive. In Boa Vista, the police have failed to do investigative work on a backlog of 8,400 domestic violence complaints.

(Human Rights Watch. www.hrw.org/news/2017/06/21/ brazil-domestic-violence-victims-denied-justice. Adaptado)

No trecho do terceiro parágrafo “Instead, they direct victims to the single ‘women’s police station’ in the state”, o termo em destaque equivale, em português, a

 

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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
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Leia o texto para responder às questões de números 55 a 60.


Domestic violence victims denied justice: state of Roraima fails to investigate, prosecute abusers


June 21, 2017

The authorities in the Brazilian state of Roraima are failing to investigate or prosecute domestic violence cases, leaving women at further risk of abuse, Human Rights Watch said in a report released today. The serious problems in Roraima, the state with the highest rate of killings of women in Brazil, reflect nationwide failures to provide victims of domestic violence with access to justice and protection.

Killings of women rose 139 percent from 2010 to 2015 in Roraima, reaching 11.4 homicides per 100,000 women that year, the latest for which there is data available. The national average is 4.4 killings per 100,000 women—already one of the highest in the world. Studies in Brazil and worldwide estimate that a large percentage of women who suffer violent deaths are killed by partners or former partners.

Only a quarter of women who suffer violence in Brazil report it, according to a February 2017 survey that does not provide state-by-state data. Human Rights Watch found in Roraima that when women do call police they face considerable barriers to having their cases heard. Military police told Human Rights Watch that, for lack of personnel, they do not respond to all emergency calls from women who say they are experiencing domestic violence. Other women are turned away at police stations. Some civil police officers in Boa Vista, the state´s capital, decline to register domestic violence complaints or to request protection orders. Instead, they direct victims to the single “women’s police station” in the state – which specializes in crimes against women – even at times when that station is closed. Even when police receive their complaints, women must tell their story of abuse, including sexual abuse, in open reception areas, as there are no private rooms to take statements in any police station in the state.

Not a single civil police officer in Roraima receives training in how to handle domestic violence cases. Some police officers, when receiving women seeking protection orders, take statements so carelessly that judges lack the basic information they need to decide whether to issue the order. Civil police are unable to keep up with the volume of complaints they do receive. In Boa Vista, the police have failed to do investigative work on a backlog of 8,400 domestic violence complaints.

(Human Rights Watch. www.hrw.org/news/2017/06/21/ brazil-domestic-violence-victims-denied-justice. Adaptado)

No trecho do terceiro parágrafo “Even when police receive their complaints, women must tell their story of abuse, including sexual abuse, in open reception areas”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por

 

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