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Foram encontradas 50 questões.

Em um quadrado, verificou-se que o número que expressa a medida do perímetro é igual ao número que expressa a medida da área. Igualando as fórmulas e resolvendo a equação encontrada, verifica-se que o número que expressa o perímetro e a área desse quadrado é de:
 

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Violência de guerra no Brasil.

O Brasil melhorou muito em diversos aspectos da vida nacional nos últimos anos: a renda da população subiu, a desigualdade caiu, a mortalidade infantil diminuiu. Mas um aspecto se mantém terrível: o Brasil é o país com maior número de assassinato do mundo. Em 2013, 53,6 mil pessoas foram assassinadas, somando as vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínios roubos seguidos de morte e de lesões corporais que acabaram em morte. São mais de 146 assassinatos a cada dia em nosso país.

A violência se agrava há décadas, embora, nos últimos tempos com menos intensidade. As grandes vítimas de assassinatos são os jovens, do sexo masculino e negros. Essas são algumas das conclusões da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2014 pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório também mostra que as questões estruturais, como o aumento do crime organizado, o tráfico de armas de fogo, a violência policial e a superlotação das cadeias, dificultam a redução dos índices de criminalidade.

Os 53 mil mortos significam que, no Brasil, há uma pessoa assassinada a cada 1 O minutos. Se considerarmos o número ao longo da última década - mais de 550 mil pessoas assassinadas - ele excede à quantidade de mortes da maioria das guerras que acontecem no mundo. E há o agravante de que cerca de 70% dessas mortes foram cometidas por armas de fogo. A violência, claro, não se restringe aos assassinatos. Inclui todos os crimes, como roubos, sequestros, estupros, tráfico de drogas etc. Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, e, por isso, da falta de segurança da população.

O fato de ter o maior número de assassinatos não significa, no entanto, que o Brasil é o país mais violento do mundo. Isso porque sua população é grande. A maneira mais precisa para comparar diferentes países é o número de assassinatos em relação ao tamanho da população. Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes.

O cálculo mostra que o índice brasileiro - de 26,6 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário - também é muito alto.A organização Mundial da Saúde considera que uma taxa acima de 1 O homicídios por 100 mil habitantes já indica violência epidêmica.

Os números colocam o Brasil historicamente entre os 20 piores, mas não entre os cinco mais violentos. No Relatório Global sobre a Prevenção da Violência 2014, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 11 ° lugar entre 194 nações, com a marca de 32,4 homicídios por 100 mil habitantes em 2012. Com a quinta maior população mundial, sua taxa é inferior à de países com menos habitantes nos quais a violência interna atinge extrema gravidade - como Honduras, que registrou 8248 assassinatos e teve a pior taxa entre os países - 103,9.

Entre todas as vítimas da violência brasileira, um grupo é especialmente atingido os jovens de 15 a 29 anos, que representam mais da metade do total de pessoas que morrem assassinadas, embora sejam apenas 27% da população brasileira. Segundo o Mapa da Violência 2014, a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes sobe para 57,6 nessa faixa etária. Dentro desse grupo, a situação é ainda mais crítica para jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias das grandes cidades.

Fonte: Guia do Estudante, Ed Abril, p. 16

Em: "Se considerarmos o número ao longo da última década (...)", a conjunção dá ideia de:

 

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Violência de guerra no Brasil.

O Brasil melhorou muito em diversos aspectos da vida nacional nos últimos anos: a renda da população subiu, a desigualdade caiu, a mortalidade infantil diminuiu. Mas um aspecto se mantém terrível: o Brasil é o país com maior número de assassinato do mundo. Em 2013, 53,6 mil pessoas foram assassinadas, somando as vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínios roubos seguidos de morte e de lesões corporais que acabaram em morte. São mais de 146 assassinatos a cada dia em nosso país.

A violência se agrava há décadas, embora, nos últimos tempos com menos intensidade. As grandes vítimas de assassinatos são os jovens, do sexo masculino e negros. Essas são algumas das conclusões da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2014 pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório também mostra que as questões estruturais, como o aumento do crime organizado, o tráfico de armas de fogo, a violência policial e a superlotação das cadeias, dificultam a redução dos índices de criminalidade.

Os 53 mil mortos significam que, no Brasil, há uma pessoa assassinada a cada 1 O minutos. Se considerarmos o número ao longo da última década - mais de 550 mil pessoas assassinadas - ele excede à quantidade de mortes da maioria das guerras que acontecem no mundo. E há o agravante de que cerca de 70% dessas mortes foram cometidas por armas de fogo. A violência, claro, não se restringe aos assassinatos. Inclui todos os crimes, como roubos, sequestros, estupros, tráfico de drogas etc. Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, e, por isso, da falta de segurança da população.

O fato de ter o maior número de assassinatos não significa, no entanto, que o Brasil é o país mais violento do mundo. Isso porque sua população é grande. A maneira mais precisa para comparar diferentes países é o número de assassinatos em relação ao tamanho da população. Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes.

O cálculo mostra que o índice brasileiro - de 26,6 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário - também é muito alto.A organização Mundial da Saúde considera que uma taxa acima de 1 O homicídios por 100 mil habitantes já indica violência epidêmica.

Os números colocam o Brasil historicamente entre os 20 piores, mas não entre os cinco mais violentos. No Relatório Global sobre a Prevenção da Violência 2014, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 11 ° lugar entre 194 nações, com a marca de 32,4 homicídios por 100 mil habitantes em 2012. Com a quinta maior população mundial, sua taxa é inferior à de países com menos habitantes nos quais a violência interna atinge extrema gravidade - como Honduras, que registrou 8248 assassinatos e teve a pior taxa entre os países - 103,9.

Entre todas as vítimas da violência brasileira, um grupo é especialmente atingido os jovens de 15 a 29 anos, que representam mais da metade do total de pessoas que morrem assassinadas, embora sejam apenas 27% da população brasileira. Segundo o Mapa da Violência 2014, a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes sobe para 57,6 nessa faixa etária. Dentro desse grupo, a situação é ainda mais crítica para jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias das grandes cidades.

Fonte: Guia do Estudante, Ed Abril, p. 16

Não houve a identificação correta do sujeito em:

 

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Na cantina de uma escola, com 120kg de feijão são feitas marmitas para 40 alunos almoçarem durante 30 dias. Com a mesma quantidade de feijão em cada marmita, quantos quilos de feijão são necessários para alimentar 60 alunos durante 45 dias?
 

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O retângulo seguinte tem área de 216 cm² .
Enunciado 3025064-1
Qual a medida do perímetro do retângulo?
 

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Violência de guerra no Brasil.

O Brasil melhorou muito em diversos aspectos da vida nacional nos últimos anos: a renda da população subiu, a desigualdade caiu, a mortalidade infantil diminuiu. Mas um aspecto se mantém terrível: o Brasil é o país com maior número de assassinato do mundo. Em 2013, 53,6 mil pessoas foram assassinadas, somando as vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínios roubos seguidos de morte e de lesões corporais que acabaram em morte. São mais de 146 assassinatos a cada dia em nosso país.

A violência se agrava há décadas, embora, nos últimos tempos com menos intensidade. As grandes vítimas de assassinatos são os jovens, do sexo masculino e negros. Essas são algumas das conclusões da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2014 pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório também mostra que as questões estruturais, como o aumento do crime organizado, o tráfico de armas de fogo, a violência policial e a superlotação das cadeias, dificultam a redução dos índices de criminalidade.

Os 53 mil mortos significam que, no Brasil, há uma pessoa assassinada a cada 1 O minutos. Se considerarmos o número ao longo da última década - mais de 550 mil pessoas assassinadas - ele excede à quantidade de mortes da maioria das guerras que acontecem no mundo. E há o agravante de que cerca de 70% dessas mortes foram cometidas por armas de fogo. A violência, claro, não se restringe aos assassinatos. Inclui todos os crimes, como roubos, sequestros, estupros, tráfico de drogas etc. Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, e, por isso, da falta de segurança da população.

O fato de ter o maior número de assassinatos não significa, no entanto, que o Brasil é o país mais violento do mundo. Isso porque sua população é grande. A maneira mais precisa para comparar diferentes países é o número de assassinatos em relação ao tamanho da população. Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes.

O cálculo mostra que o índice brasileiro - de 26,6 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário - também é muito alto.A organização Mundial da Saúde considera que uma taxa acima de 1 O homicídios por 100 mil habitantes já indica violência epidêmica.

Os números colocam o Brasil historicamente entre os 20 piores, mas não entre os cinco mais violentos. No Relatório Global sobre a Prevenção da Violência 2014, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 11 ° lugar entre 194 nações, com a marca de 32,4 homicídios por 100 mil habitantes em 2012. Com a quinta maior população mundial, sua taxa é inferior à de países com menos habitantes nos quais a violência interna atinge extrema gravidade - como Honduras, que registrou 8248 assassinatos e teve a pior taxa entre os países - 103,9.

Entre todas as vítimas da violência brasileira, um grupo é especialmente atingido os jovens de 15 a 29 anos, que representam mais da metade do total de pessoas que morrem assassinadas, embora sejam apenas 27% da população brasileira. Segundo o Mapa da Violência 2014, a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes sobe para 57,6 nessa faixa etária. Dentro desse grupo, a situação é ainda mais crítica para jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias das grandes cidades.

Fonte: Guia do Estudante, Ed Abril, p. 16

Assinale a opção em que o termo, quando posposto ao substantivo, muda de significação:

 

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" Polícia prende suspeito de ataque em Bruxelas. A polícia da ______ prendeu nesta quarta-feira (23) os três suspeitos de envolvimento com os ataques ocorridos nesta terça-feira (22), no aeroporto e no metro de Bruxelas, capital do país. Segundo informações divulgadas pelo jornal local DH, Najim Laachraoui foi visto com os supostos homens-bomba antes dos ataques. Ele foi capturado no bairro de Anderlecht, na própria cidade em que ocorreu o ataque. Os irmãos Khalid e Brahim EI Bakraoui eram os dois dos suicidas do atentado no aeroporto. Eles já foram fichados pela polícia, mas por crimes não ligados a terrorismo.". (Fonte: Diário Online. Data: 23.03.2016). Em qual país ocorreu o ataque terrorista informado na notícia?
 

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"O Município instituirá regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública _______ , das autarquias e das fundações públicas. A lei assegurará, aos servidores da Administração Direta, isonomia de vencimentos para cargos de atribuições iguais ou assemelhados do mesmo poder ou entre servidores dos Poderes __________________ , ressalvadas as vantagens de caráter individual e as relativas a natureza ou ao local de trabalho.". (Art. 79 e § 1º). Marque a alternativa que complete corretamente as lacunas da legislação transcrita:

 

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Violência de guerra no Brasil.

O Brasil melhorou muito em diversos aspectos da vida nacional nos últimos anos: a renda da população subiu, a desigualdade caiu, a mortalidade infantil diminuiu. Mas um aspecto se mantém terrível: o Brasil é o país com maior número de assassinato do mundo. Em 2013, 53,6 mil pessoas foram assassinadas, somando as vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínios roubos seguidos de morte e de lesões corporais que acabaram em morte. São mais de 146 assassinatos a cada dia em nosso país.

A violência se agrava há décadas, embora, nos últimos tempos com menos intensidade. As grandes vítimas de assassinatos são os jovens, do sexo masculino e negros. Essas são algumas das conclusões da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2014 pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório também mostra que as questões estruturais, como o aumento do crime organizado, o tráfico de armas de fogo, a violência policial e a superlotação das cadeias, dificultam a redução dos índices de criminalidade.

Os 53 mil mortos significam que, no Brasil, há uma pessoa assassinada a cada 1 O minutos. Se considerarmos o número ao longo da última década - mais de 550 mil pessoas assassinadas - ele excede à quantidade de mortes da maioria das guerras que acontecem no mundo. E há o agravante de que cerca de 70% dessas mortes foram cometidas por armas de fogo. A violência, claro, não se restringe aos assassinatos. Inclui todos os crimes, como roubos, sequestros, estupros, tráfico de drogas etc. Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, e, por isso, da falta de segurança da população.

O fato de ter o maior número de assassinatos não significa, no entanto, que o Brasil é o país mais violento do mundo. Isso porque sua população é grande. A maneira mais precisa para comparar diferentes países é o número de assassinatos em relação ao tamanho da população. Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes.

O cálculo mostra que o índice brasileiro - de 26,6 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário - também é muito alto.A organização Mundial da Saúde considera que uma taxa acima de 1 O homicídios por 100 mil habitantes já indica violência epidêmica.

Os números colocam o Brasil historicamente entre os 20 piores, mas não entre os cinco mais violentos. No Relatório Global sobre a Prevenção da Violência 2014, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 11 ° lugar entre 194 nações, com a marca de 32,4 homicídios por 100 mil habitantes em 2012. Com a quinta maior população mundial, sua taxa é inferior à de países com menos habitantes nos quais a violência interna atinge extrema gravidade - como Honduras, que registrou 8248 assassinatos e teve a pior taxa entre os países - 103,9.

Entre todas as vítimas da violência brasileira, um grupo é especialmente atingido os jovens de 15 a 29 anos, que representam mais da metade do total de pessoas que morrem assassinadas, embora sejam apenas 27% da população brasileira. Segundo o Mapa da Violência 2014, a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes sobe para 57,6 nessa faixa etária. Dentro desse grupo, a situação é ainda mais crítica para jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias das grandes cidades.

Fonte: Guia do Estudante, Ed Abril, p. 16

Marque a alternativa em que o adjetivo pátrio foi usado incorretamente:

 

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Violência de guerra no Brasil.

O Brasil melhorou muito em diversos aspectos da vida nacional nos últimos anos: a renda da população subiu, a desigualdade caiu, a mortalidade infantil diminuiu. Mas um aspecto se mantém terrível: o Brasil é o país com maior número de assassinato do mundo. Em 2013, 53,6 mil pessoas foram assassinadas, somando as vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar), latrocínios roubos seguidos de morte e de lesões corporais que acabaram em morte. São mais de 146 assassinatos a cada dia em nosso país.

A violência se agrava há décadas, embora, nos últimos tempos com menos intensidade. As grandes vítimas de assassinatos são os jovens, do sexo masculino e negros. Essas são algumas das conclusões da 8ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado em novembro de 2014 pela ONG Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O relatório também mostra que as questões estruturais, como o aumento do crime organizado, o tráfico de armas de fogo, a violência policial e a superlotação das cadeias, dificultam a redução dos índices de criminalidade.

Os 53 mil mortos significam que, no Brasil, há uma pessoa assassinada a cada 1 O minutos. Se considerarmos o número ao longo da última década - mais de 550 mil pessoas assassinadas - ele excede à quantidade de mortes da maioria das guerras que acontecem no mundo. E há o agravante de que cerca de 70% dessas mortes foram cometidas por armas de fogo. A violência, claro, não se restringe aos assassinatos. Inclui todos os crimes, como roubos, sequestros, estupros, tráfico de drogas etc. Os homicídios, porém, são considerados o indicador mais eloquente da violência, e, por isso, da falta de segurança da população.

O fato de ter o maior número de assassinatos não significa, no entanto, que o Brasil é o país mais violento do mundo. Isso porque sua população é grande. A maneira mais precisa para comparar diferentes países é o número de assassinatos em relação ao tamanho da população. Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes.

O cálculo mostra que o índice brasileiro - de 26,6 assassinatos por 100 mil habitantes, segundo o Anuário - também é muito alto.A organização Mundial da Saúde considera que uma taxa acima de 1 O homicídios por 100 mil habitantes já indica violência epidêmica.

Os números colocam o Brasil historicamente entre os 20 piores, mas não entre os cinco mais violentos. No Relatório Global sobre a Prevenção da Violência 2014, da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil ocupa o 11 ° lugar entre 194 nações, com a marca de 32,4 homicídios por 100 mil habitantes em 2012. Com a quinta maior população mundial, sua taxa é inferior à de países com menos habitantes nos quais a violência interna atinge extrema gravidade - como Honduras, que registrou 8248 assassinatos e teve a pior taxa entre os países - 103,9.

Entre todas as vítimas da violência brasileira, um grupo é especialmente atingido os jovens de 15 a 29 anos, que representam mais da metade do total de pessoas que morrem assassinadas, embora sejam apenas 27% da população brasileira. Segundo o Mapa da Violência 2014, a taxa geral de homicídios por 100 mil habitantes sobe para 57,6 nessa faixa etária. Dentro desse grupo, a situação é ainda mais crítica para jovens negros do sexo masculino, moradores das periferias das grandes cidades.

Fonte: Guia do Estudante, Ed Abril, p. 16

Analise a frase seguinte e assinale a alternativa correta: "Nesse caso, o número percentual é dado pela taxa de vítimas a cada 100 mil habitantes."

 

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