Foram encontradas 40 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG
“Embora o número de analfabetos tenha diminuído no Brasil nos últimos quinze anos, o analfabetismo funcional ainda é um fantasma que atinge até mesmo estudantes que frequentam o ensino superior, desfazendo o mito de que ele estaria intrinsecamente relacionado à baixa escolaridade. As pesquisas desenvolvidas sobre o índice de analfabetismo funcional no país são de extrema importância, já que promovem o debate entre diversos grupos sociais responsáveis por desenvolver um novo parâmetro educacional a partir da discussão das causas e efeitos do Inaf.”
(Disponível em: www.brasilescola.uol.com.br.)
Por analfabetismo funcional entende-se:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Além Paraíba-MG

Fonte: Censo Demográfico 2000, Faculdade e Mortalidade Infantil
Resultados Preliminares da Amostra. IBGE, 2002.
A partir do gráfico, é correto inferir que
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“De acordo com o Centro de Documentação Eloy Ferreira da Silva – Cedefes, existem, aproximadamente, 400 comunidades quilombolas no Estado de Minas Gerais distribuídas por mais de 155 municípios. As regiões do estado com maior concentração de comunidades quilombolas são a região Norte e a Nordeste, com destaque nesta última para o Vale do Jequitinhonha. De acordo com dados apresentados pelo Cedefes, a maior parte das comunidades quilombolas do estado apresenta-se em contexto rural. No entanto, Minas Gerais se destaca pela presença significativa de quilombos em áreas urbanas.”
(Disponível em: www.cpisp.org.br.)
Especificamente, qual a significação histórica da organização sociopolítica destacada no enunciado?
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Quando os europeus chegaram ao Brasil no século XVI encontraram toda uma população de nativos já estabelecida no território. Foi uma consequência patológica desse encontro étnico:
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Unidade de conservação referente a um território e seus recursos ambientais que apresentam características naturais relevantes incluindo as águas, instituída pelo poder público por meio de leis. No Brasil, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) estabelece diferentes categorias de unidades de conservação específicas em relação ao manejo e tipo de uso. O trecho a seguir se refere a um dos tipos de unidade de conservação.
“O seu objetivo é preservar a natureza permitindo o uso econômico indireto dos recursos naturais.”
(Guerino, Positivo, 2013. p. 78.)
Assinale o tipo de unidade descrito anteriormente
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De acordo com as políticas de financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS), podem ser “fontes”, os recursos provenientes de:
I. Doações e donativos.
II. Rendas eventuais.
III.Alienações patrimoniais.
Estão corretas as alternativas
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Para fins de notificação compulsória, são considerados alguns relevantes conceitos pertinentes ao conhecimento do profissional de saúde pública. Entre esses conceitos, assinale a alternativa correta.
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Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Ler para pensar
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes, em silêncio quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. Um livro que é sempre uma viagem vertical na qual a gente descobre e inventa se inventa ao mesmo tempo. É uma pena que as pessoas não possam fazer isso hoje em dia porque sucumbiram ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
Em “[...] quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro.” (2º§) ao substituirmos o segmento destacado por “essa atitude simples” teremos como correto o que se afirma em:
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Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Ler para pensar
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes, em silêncio quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. Um livro que é sempre uma viagem vertical na qual a gente descobre e inventa se inventa ao mesmo tempo. É uma pena que as pessoas não possam fazer isso hoje em dia porque sucumbiram ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
A partir do trecho “É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele.” (2§) pode-se inferir que, do ponto de vista da autora,
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Texto II para responder às questões de 06 a 10.
Ler para pensar
Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos.
Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes, em silêncio quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro. Um livro que é sempre uma viagem vertical na qual a gente descobre e inventa se inventa ao mesmo tempo. É uma pena que as pessoas não possam fazer isso hoje em dia porque sucumbiram ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos se afastam dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem – compreensão e diálogo – que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo – e ela mesma – é algo bem diferente.
(Marcia Tiburi, 31/01/2016. Disponível em: http://revistacult.uol.com.br/home/2016/01/potencia-de-pensamento-por-uma-filosofia-politica-da-leitura/.)
A pontuação constitui um dos recursos utilizados na coerência e coesão textuais. Nos dois últimos períodos do texto, o uso de travessões tem a função de
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