Foram encontradas 29 questões.
Uma pesquisa realizada em um bairro nobre na cidade do Rio de Janeiro, respondida por 200 pessoas, trata dos locais mais frequentados nos finais de semana. A distribuição das respostas está registrada na tabela seguinte:
Shopping | Clube | Restaurante | Praia | |
Número de respostas | 100 | 50 | 30 | 20 |
O gráfico de setores que representa o resultado dessa pesquisa pode ser:
Provas
Os alunos do 1.° ano realizaram uma pesquisa sobre hábitos saudáveis e longevidade, com 500 pessoas. Analise a imagem abaixo sobre a estimativa descrita.

O número de pessoas que ultrapassam os 65 anos de vida devido ao fator “genética”, de acordo com a pesquisa, foi de
Provas
Determine quantos múltiplos de 3 há entre 100 e 500.
Provas
Observe as figuras:

Pedrinho e José fizeram uma aposta para ver quem comeria mais pedaços de pizza. Pediram duas pizzas de igual tamanho. Pedrinho dividiu a sua em oito pedaços iguais e comeu seis; José dividiu a sua em doze pedaços iguais e comeu nove. Então,
Provas
Uma pedra é lançada verticalmente, para cima, com velocidade inicial de 20 m/s. Se a altura, em metros, que ela atinge t segundos após o lançamento é aproximadamente h = 20t – 5t², marque a alternativa que indica o tempo, em segundos, após o lançamento, para a pedra atingir a altura máxima.

Provas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas

Foto: D-Keine via Getty Images.
1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),
e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.
Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?
Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de
5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em
gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.
Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que
precisa ser resolvido fica em outro departamento.
O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.
10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.
O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado
está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes
sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.
Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais
15 do que o meu?”
Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais
deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.
Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as
urgências, ainda existe o bom e velho telefone.
20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e
divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.
O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.
O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com
a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.
25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou
mais coisas concomitantemente.
O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não
demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a
tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.
30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao
seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.
Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que
você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.
Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.
Considere o trecho: “O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.” (Linhas 20-21) Sobre a pontuação usada nesse trecho, pode-se afirmar que:
Provas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas

Foto: D-Keine via Getty Images.
1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),
e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.
Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?
Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de
5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em
gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.
Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que
precisa ser resolvido fica em outro departamento.
O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.
10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.
O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado
está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes
sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.
Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais
15 do que o meu?”
Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais
deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.
Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as
urgências, ainda existe o bom e velho telefone.
20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e
divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.
O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.
O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com
a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.
25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou
mais coisas concomitantemente.
O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não
demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a
tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.
30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao
seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.
Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que
você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.
Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.
O autor usa alguns termos que são próprios da oralidade como recurso de expressão. Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo desse recurso.
Provas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas

Foto: D-Keine via Getty Images.
1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),
e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.
Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?
Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de
5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em
gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.
Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que
precisa ser resolvido fica em outro departamento.
O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.
10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.
O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado
está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes
sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.
Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais
15 do que o meu?”
Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais
deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.
Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as
urgências, ainda existe o bom e velho telefone.
20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e
divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.
O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.
O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com
a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.
25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou
mais coisas concomitantemente.
O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não
demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a
tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.
30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao
seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.
Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que
você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.
Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.
De acordo com Cegalla (1994, p. 100), “[...] a derivação imprópria consiste em mudar a classe de uma palavra, estendendo-lhe a significação [...] que não deixa de ser um recurso de enriquecimento dos meios de expressão.”
Ao longo do texto, percebe-se o uso reiterado desse recurso conforme se verifica na alternativa
Provas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas

Foto: D-Keine via Getty Images.
1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),
e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.
Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?
Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de
5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em
gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.
Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que
precisa ser resolvido fica em outro departamento.
O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.
10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.
O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado
está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes
sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.
Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais
15 do que o meu?”
Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais
deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.
Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as
urgências, ainda existe o bom e velho telefone.
20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e
divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.
O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.
O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com
a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.
25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou
mais coisas concomitantemente.
O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não
demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a
tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.
30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao
seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.
Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que
você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.
Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.
Considere o trecho: “‘Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais do que o meu?’” (Linhas 14-15)
A palavra “se”, no trecho acima foi usada discursivamente com valor de
Provas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Troque o modo "ocupado" por "produtivo" e dê resultados, em vez de desculpas

Foto: D-Keine via Getty Images.
1 Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio),
e que indica algo como “estar atarefado em excesso”.
Aliás, você já contou quantas vezes ao dia diz estar “ocupado”? E quantas vezes você ouve isso de alguém?
Cuidado. Vender-se como uma pessoa ocupada, ou bem ocupada, com aquilo que não agrega, está longe de
5 tornar você produtivo. E por uma simples razão: ter coisas para fazer até as tampas evidencia o seu fracasso em
gestão do tempo – um soft skill (competência comportamental) relevante dentro e fora das empresas.
Ocupados todos nós somos, na maior parte do dia. Concluir o que deve ser concluído e resolver aquilo que
precisa ser resolvido fica em outro departamento.
O ocupado peca pela falta de planejamento na rotina e costuma não saber diferenciar o urgente do importante.
10 Por não saber por onde começar, para ele, tudo acaba sendo urgente.
O produtivo, por sua vez, zela pela regularidade, sabe quais seus objetivos e elenca prioridades. O ocupado
está sempre disponível para o outro e responde tudo que lhe é perguntado, seja via e-mail, WhatsApp e redes
sociais. Aceita e gosta das interrupções, sem compreender que esse ladrão do tempo só prejudica a si próprio.
Deixa, logo, de se fazer uma pergunta básica: “Se o dia tem 24 horas para todos, por que o tempo do outro vale mais
15 do que o meu?”
Não que o produtivo não acesse e-mails ou redes sociais, só que ele interage em horários específicos, jamais
deixa a caixa de entrada aberta, e dedica um tempo específico para responder às mensagens e interagir nas mídias.
Quem produz sabe que ninguém morrerá se sua mensagem não for lida em uma, duas ou três horas. Para as
urgências, ainda existe o bom e velho telefone.
20 O produtivo conhece bem seus picos de energia, valoriza o sono (mesmo que durma menos de 8 horas) e
divide seus períodos por tarefas com começo, meio e fim – compreendidos os imprevistos.
O ocupado foca essencialmente no problema e reclama que nunca tem tempo para descansar ou se exercitar.
O produtivo persegue a solução, sabe o valor do repouso e de manter-se em forma, das horas passadas com
a família e os amigos e que esse momento é fundamental para a realização de um trabalho proveitoso.
25 Em nome do perfeccionismo, o ocupado procrastina e, constantemente, multitarefa, trabalhando em duas ou
mais coisas concomitantemente.
O produtivo, focado e disposto, sabe que a força reside na transpiração e não na inspiração. Assim, não
demora a “botar o bloco na rua”. E busca concluir uma coisa de cada vez, otimizando suas tarefas e usando a
tecnologia como aliada, por meio de to-do lists no celular, aplicativos ou softwares.
30 Agora que você já conhece as diferenças, quando você for replicar automaticamente um “estou ocupado” ao
seu interlocutor, considere responder “estou produzindo”.
Ser uma pessoa ultra ocupada em 2019 não te torna importante nem te agrega valor. Demonstra apenas que
você foi soterrado pela rotina e que está desviando-se das suas responsabilidades.
Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/colunas/Futuro-do-trabalho/noticia/2019/05/>. Acesso em: 16 abr. 2019.
Considere o trecho: “Uma das grandes fábulas da produtividade neste século é o busyness, primo ocupado do business (negócio), e que indica algo como ‘estar atarefado em excesso’”. (Linhas 1-2)
A palavra “fábulas”, no trecho acima, tem como antônimo o termo
Provas
Caderno Container