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Foram encontradas 30 questões.

1054914 Ano: 2016
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
De acordo com o definido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, a liberdade é um direito fundamental garantido a toda criança e adolescente. Assinale a alternativa que não apresenta um dos aspectos desse direito à liberdade.
 

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1054895 Ano: 2016
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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A Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso) versa sobre uma série de direitos garantidos pelo Estado às pessoas com idade igual ou superior a 60 anos. No que diz respeito aos transportes coletivos públicos urbanos e semiurbanos, é assegurado aos idosos a gratuidade do transporte desde que:
 

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1054894 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Dadas as situações abaixo, indique quantas delas podem ser classificadas como grandezas diretamente proporcionais.
─ Quantidade de alunos de uma sala e a quantidade de professores. ─ Preço pago e o peso pago no quilograma da batata. ─ Velocidade do carro e o tempo da viagem. ─ Salário recebido por um funcionário horista e a quantidade de tempo trabalhado.
 

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1054893 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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A tabela abaixo apresenta a quantidade de funcionários e o salário correspondentes a um único funcionário do setor.

SETOR FUNCIONÁRIOS SALÁRIO (R$) Escritório 3 2000 Gerência 2 5000 Vendas 6 2300 Fábrica 20 1000

A partir dessas informações e, sabendo que o salário mínimo é de R$ 788,00, se pode afirmar que o salário médio dessa empresa é:
 

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1054892 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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João precisava comprar materiais de construção e foi com uma lista de compras na loja A, obtendo preço de R$ 230,00 com um desconto de 14% para o pagamento a vista. Já na loja B, a mesma lista, saía por R$ 198,00. A partir dessas informações se pode afirmar que:
 

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1054891 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Para cercar um terreno retangular Pedro dispõe de 24 metros lineares de cerca. Sabendo que um dos lados desse terreno tem 4 metros, qual é a área do terreno a ser cercado?
 

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1054890 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Eloísa recebe R$ 1.200,00 na empresa onde trabalha. No mês de novembro ela recebeu como primeira parcela do décimo terceiro 1/3 do seu salário. Qual o valor da primeira parcela do décimo terceiro recebido por Eloísa?
 

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1054889 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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Ao contar suas economias do mês, um adolescente notou que possuía quinze moedas de R$0,10, dez moedas de R$0,25, vinte moedas de R$0,50 e quinze moedas de R$1,00. Qual a quantia total contabilizada?
 

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1054884 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares

De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?

In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Na passagem “Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou”, se o termo em destaque fosse substituído por “nós”, o trecho ficaria assim redigido:
 

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1054882 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: IPEFAE
Orgão: Pref. Andradas-MG
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COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares

De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?

In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Segundo o texto, é possível afirmar que:
 

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