Foram encontradas 20 questões.
Segundo Rodrigues e Granja (2011), navegar na internet
é como andar por uma cidade. Os nomes das ruas e os
números das residências das cidades são organizados
para facilitar a localização dos endereços.
Na internet, os endereços ou URLs (Uniform Resource
Locator) seguem um certo padrão. Assinale a alternativa
correta, considerando o endereço eletrônico disposto
abaixo.
https://www.andradas.mg.gov.br/
https://www.andradas.mg.gov.br/
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Fabio é um professor muito dedicado e adora sempre
fazer a média dos seus alunos. Ao aplicar uma prova
percebeu que a média da sua sala foi de 6,5, mas essa
média ainda era sem a nota de um aluno que perdeu a
prova. Após o aluno efetuar a prova e colocar a média
com todos os alunos agora, percebeu que a média não se
alterou, desta forma a nota do aluno que faltava era de:
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Kiko têm uma mesa retangular com dimensões de 1
metros por 25 centímetros, ele deseja trocar essa mesa
por uma mesa quadrada, com a mesma área da mesa
antiga. Desta forma o lado da mesa quadrada medirá:
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Dr. Complicado é um professor de matemática e ele
gosta sempre de dar as suas respostas em forma de
equações para que as pessoas sempre tenham que
pensar um pouco. Um dia quando perguntando sobre a
idade de seus filhos o mesmo disse a idade dos meus
filhos são as raízes da equação x²-10x+21=0. Desta forma
podemos afirmar que a idade do mais velho elevada a
idade do mais novo resulta em:
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Um avanço no mercado financeiro, foi a modalidade de
crédito para comunidades, nesse tipo de crédito é
utilizado o regime de juros simples. Outra excelente
característica é o valor dos juros que normalmente
chegam a 6% ao ano. Uma pessoa que pegar um
empréstimo de R$ 2.000,00 nessa modalidade, durante
um tempo de 6 meses pagará quanto de juros?
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Texto para a questão
O FUTURO SAQUEADO
(adaptado)
Mario Sergio Cortella
Estamos vivendo um saque antecipado do
futuro! Parece alarmista, ou até piegas, mas continuamos
eliminando e furtando as condições de existência para as
próximas gerações depois da nossa. Essa é uma
situação inédita, pois, durante toda a trajetória evolutiva
e histórica da espécie, a grande preocupação de
qualquer comunidade humana vinha sendo garantir a
continuidade e a melhoria das estruturas de manutenção
da vida para os descendentes.
A questão central nesse saque não é
exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos
recursos naturais, dado que, ainda que de forma
incipiente, disso estamos cuidando.
O centro da problemática é, isso sim, os adultos
admitirmos e promovermos o apodrecimento da
esperança nas novas gerações. A elas vimos negando o
futuro, e, com facilidade, ouvem de nós aterradores
prognósticos ("Não haverá futuro! Não haverá emprego!
Não haverá natureza!"). Também desqualificamos o
presente e o passado delas ("Isso não é vida; vocês não
sabem brincar! Vocês não tiveram infância! Isso que
vocês comem é só porcaria! Isso não é música, é
barulho!").
A tudo isso damos um ar de fatalidade que indica
a crença na impossibilidade de alterar essa rota coletiva;
por isso, as novas gerações começam a acreditar no
mais ameaçador perigo para a convivência gregária e a
solidariedade: o individualismo exacerbado. A regra
passa a ser a exaltação descontextualizada do "carpe
diem" escrito por Horácio nas suas "Odes"; deixa de ser
um "aproveita o dia", entendido pelo poeta latino como
sinal de equilíbrio e virtude moderadora, e passa a ser
um "curta tudo o que puder, no menor tempo possível,
pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e
nada mais nos resta a não ser o momento".
Não é à toa que haja um aumento
desproporcional de jovens (cada vez com menos idade)
que desvalorizam a vida, começando pelo desprezo pela
própria integridade física e mental; são vítimas fáceis das
drogas fatais e do álcool, que proporcionam felicidade
(ou fuga) momentânea. E, sem futuro, o presente fica
insuportável; o grande Dostoiévski, autor russo,
escreveu em seu livro "O Idiota" que "não foi quando
descobriu a América, mas quando estava prestes a
descobri-la que Colombo se sentiu feliz".
Vive-se, além de tudo, uma sociedade
consumista. Nela, a mínima possibilidade de sentido
encontra-se na posse, mesmo que circunstancial, de
objetos que são anunciados como sendo os portadores
do segredo da felicidade. Crianças bem pequenas
perderam a capacidade de brincar sozinhas com um
maravilhoso universo imaginativo e abstrato, no qual
nada material precisava adentrar; agora, essas crianças
têm "necessidades" que nós, adultos, criamos nelas e
que são veiculadas por uma mídia que nem sempre se
preocupa com o papel formador que desempenha.
FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3011200027.htm
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Texto para a questão
O FUTURO SAQUEADO
(adaptado)
Mario Sergio Cortella
Estamos vivendo um saque antecipado do
futuro! Parece alarmista, ou até piegas, mas continuamos
eliminando e furtando as condições de existência para as
próximas gerações depois da nossa. Essa é uma
situação inédita, pois, durante toda a trajetória evolutiva
e histórica da espécie, a grande preocupação de
qualquer comunidade humana vinha sendo garantir a
continuidade e a melhoria das estruturas de manutenção
da vida para os descendentes.
A questão central nesse saque não é
exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos
recursos naturais, dado que, ainda que de forma
incipiente, disso estamos cuidando.
O centro da problemática é, isso sim, os adultos
admitirmos e promovermos o apodrecimento da
esperança nas novas gerações. A elas vimos negando o
futuro, e, com facilidade, ouvem de nós aterradores
prognósticos ("Não haverá futuro! Não haverá emprego!
Não haverá natureza!"). Também desqualificamos o
presente e o passado delas ("Isso não é vida; vocês não
sabem brincar! Vocês não tiveram infância! Isso que
vocês comem é só porcaria! Isso não é música, é
barulho!").
A tudo isso damos um ar de fatalidade que indica
a crença na impossibilidade de alterar essa rota coletiva;
por isso, as novas gerações começam a acreditar no
mais ameaçador perigo para a convivência gregária e a
solidariedade: o individualismo exacerbado. A regra
passa a ser a exaltação descontextualizada do "carpe
diem" escrito por Horácio nas suas "Odes"; deixa de ser
um "aproveita o dia", entendido pelo poeta latino como
sinal de equilíbrio e virtude moderadora, e passa a ser
um "curta tudo o que puder, no menor tempo possível,
pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e
nada mais nos resta a não ser o momento".
Não é à toa que haja um aumento
desproporcional de jovens (cada vez com menos idade)
que desvalorizam a vida, começando pelo desprezo pela
própria integridade física e mental; são vítimas fáceis das
drogas fatais e do álcool, que proporcionam felicidade
(ou fuga) momentânea. E, sem futuro, o presente fica
insuportável; o grande Dostoiévski, autor russo,
escreveu em seu livro "O Idiota" que "não foi quando
descobriu a América, mas quando estava prestes a
descobri-la que Colombo se sentiu feliz".
Vive-se, além de tudo, uma sociedade
consumista. Nela, a mínima possibilidade de sentido
encontra-se na posse, mesmo que circunstancial, de
objetos que são anunciados como sendo os portadores
do segredo da felicidade. Crianças bem pequenas
perderam a capacidade de brincar sozinhas com um
maravilhoso universo imaginativo e abstrato, no qual
nada material precisava adentrar; agora, essas crianças
têm "necessidades" que nós, adultos, criamos nelas e
que são veiculadas por uma mídia que nem sempre se
preocupa com o papel formador que desempenha.
FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3011200027.htm
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Texto para a questão
O FUTURO SAQUEADO
(adaptado)
Mario Sergio Cortella
Estamos vivendo um saque antecipado do
futuro! Parece alarmista, ou até piegas, mas continuamos
eliminando e furtando as condições de existência para as
próximas gerações depois da nossa. Essa é uma
situação inédita, pois, durante toda a trajetória evolutiva
e histórica da espécie, a grande preocupação de
qualquer comunidade humana vinha sendo garantir a
continuidade e a melhoria das estruturas de manutenção
da vida para os descendentes.
A questão central nesse saque não é
exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos
recursos naturais, dado que, ainda que de forma
incipiente, disso estamos cuidando.
O centro da problemática é, isso sim, os adultos
admitirmos e promovermos o apodrecimento da
esperança nas novas gerações. A elas vimos negando o
futuro, e, com facilidade, ouvem de nós aterradores
prognósticos ("Não haverá futuro! Não haverá emprego!
Não haverá natureza!"). Também desqualificamos o
presente e o passado delas ("Isso não é vida; vocês não
sabem brincar! Vocês não tiveram infância! Isso que
vocês comem é só porcaria! Isso não é música, é
barulho!").
A tudo isso damos um ar de fatalidade que indica
a crença na impossibilidade de alterar essa rota coletiva;
por isso, as novas gerações começam a acreditar no
mais ameaçador perigo para a convivência gregária e a
solidariedade: o individualismo exacerbado. A regra
passa a ser a exaltação descontextualizada do "carpe
diem" escrito por Horácio nas suas "Odes"; deixa de ser
um "aproveita o dia", entendido pelo poeta latino como
sinal de equilíbrio e virtude moderadora, e passa a ser
um "curta tudo o que puder, no menor tempo possível,
pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e
nada mais nos resta a não ser o momento".
Não é à toa que haja um aumento
desproporcional de jovens (cada vez com menos idade)
que desvalorizam a vida, começando pelo desprezo pela
própria integridade física e mental; são vítimas fáceis das
drogas fatais e do álcool, que proporcionam felicidade
(ou fuga) momentânea. E, sem futuro, o presente fica
insuportável; o grande Dostoiévski, autor russo,
escreveu em seu livro "O Idiota" que "não foi quando
descobriu a América, mas quando estava prestes a
descobri-la que Colombo se sentiu feliz".
Vive-se, além de tudo, uma sociedade
consumista. Nela, a mínima possibilidade de sentido
encontra-se na posse, mesmo que circunstancial, de
objetos que são anunciados como sendo os portadores
do segredo da felicidade. Crianças bem pequenas
perderam a capacidade de brincar sozinhas com um
maravilhoso universo imaginativo e abstrato, no qual
nada material precisava adentrar; agora, essas crianças
têm "necessidades" que nós, adultos, criamos nelas e
que são veiculadas por uma mídia que nem sempre se
preocupa com o papel formador que desempenha.
FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3011200027.htm
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Texto para a questão
O FUTURO SAQUEADO
(adaptado)
Mario Sergio Cortella
Estamos vivendo um saque antecipado do
futuro! Parece alarmista, ou até piegas, mas continuamos
eliminando e furtando as condições de existência para as
próximas gerações depois da nossa. Essa é uma
situação inédita, pois, durante toda a trajetória evolutiva
e histórica da espécie, a grande preocupação de
qualquer comunidade humana vinha sendo garantir a
continuidade e a melhoria das estruturas de manutenção
da vida para os descendentes.
A questão central nesse saque não é
exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos
recursos naturais, dado que, ainda que de forma
incipiente, disso estamos cuidando.
O centro da problemática é, isso sim, os adultos
admitirmos e promovermos o apodrecimento da
esperança nas novas gerações. A elas vimos negando o
futuro, e, com facilidade, ouvem de nós aterradores
prognósticos ("Não haverá futuro! Não haverá emprego!
Não haverá natureza!"). Também desqualificamos o
presente e o passado delas ("Isso não é vida; vocês não
sabem brincar! Vocês não tiveram infância! Isso que
vocês comem é só porcaria! Isso não é música, é
barulho!").
A tudo isso damos um ar de fatalidade que indica
a crença na impossibilidade de alterar essa rota coletiva;
por isso, as novas gerações começam a acreditar no
mais ameaçador perigo para a convivência gregária e a
solidariedade: o individualismo exacerbado. A regra
passa a ser a exaltação descontextualizada do "carpe
diem" escrito por Horácio nas suas "Odes"; deixa de ser
um "aproveita o dia", entendido pelo poeta latino como
sinal de equilíbrio e virtude moderadora, e passa a ser
um "curta tudo o que puder, no menor tempo possível,
pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e
nada mais nos resta a não ser o momento".
Não é à toa que haja um aumento
desproporcional de jovens (cada vez com menos idade)
que desvalorizam a vida, começando pelo desprezo pela
própria integridade física e mental; são vítimas fáceis das
drogas fatais e do álcool, que proporcionam felicidade
(ou fuga) momentânea. E, sem futuro, o presente fica
insuportável; o grande Dostoiévski, autor russo,
escreveu em seu livro "O Idiota" que "não foi quando
descobriu a América, mas quando estava prestes a
descobri-la que Colombo se sentiu feliz".
Vive-se, além de tudo, uma sociedade
consumista. Nela, a mínima possibilidade de sentido
encontra-se na posse, mesmo que circunstancial, de
objetos que são anunciados como sendo os portadores
do segredo da felicidade. Crianças bem pequenas
perderam a capacidade de brincar sozinhas com um
maravilhoso universo imaginativo e abstrato, no qual
nada material precisava adentrar; agora, essas crianças
têm "necessidades" que nós, adultos, criamos nelas e
que são veiculadas por uma mídia que nem sempre se
preocupa com o papel formador que desempenha.
FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3011200027.htm
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Texto para a questão
O FUTURO SAQUEADO
(adaptado)
Mario Sergio Cortella
Estamos vivendo um saque antecipado do
futuro! Parece alarmista, ou até piegas, mas continuamos
eliminando e furtando as condições de existência para as
próximas gerações depois da nossa. Essa é uma
situação inédita, pois, durante toda a trajetória evolutiva
e histórica da espécie, a grande preocupação de
qualquer comunidade humana vinha sendo garantir a
continuidade e a melhoria das estruturas de manutenção
da vida para os descendentes.
A questão central nesse saque não é
exclusivamente a degradação do meio-ambiente e dos
recursos naturais, dado que, ainda que de forma
incipiente, disso estamos cuidando.
O centro da problemática é, isso sim, os adultos
admitirmos e promovermos o apodrecimento da
esperança nas novas gerações. A elas vimos negando o
futuro, e, com facilidade, ouvem de nós aterradores
prognósticos ("Não haverá futuro! Não haverá emprego!
Não haverá natureza!"). Também desqualificamos o
presente e o passado delas ("Isso não é vida; vocês não
sabem brincar! Vocês não tiveram infância! Isso que
vocês comem é só porcaria! Isso não é música, é
barulho!").
A tudo isso damos um ar de fatalidade que indica
a crença na impossibilidade de alterar essa rota coletiva;
por isso, as novas gerações começam a acreditar no
mais ameaçador perigo para a convivência gregária e a
solidariedade: o individualismo exacerbado. A regra
passa a ser a exaltação descontextualizada do "carpe
diem" escrito por Horácio nas suas "Odes"; deixa de ser
um "aproveita o dia", entendido pelo poeta latino como
sinal de equilíbrio e virtude moderadora, e passa a ser
um "curta tudo o que puder, no menor tempo possível,
pois só há um horizonte: a vida é breve e sem sentido, e
nada mais nos resta a não ser o momento".
Não é à toa que haja um aumento
desproporcional de jovens (cada vez com menos idade)
que desvalorizam a vida, começando pelo desprezo pela
própria integridade física e mental; são vítimas fáceis das
drogas fatais e do álcool, que proporcionam felicidade
(ou fuga) momentânea. E, sem futuro, o presente fica
insuportável; o grande Dostoiévski, autor russo,
escreveu em seu livro "O Idiota" que "não foi quando
descobriu a América, mas quando estava prestes a
descobri-la que Colombo se sentiu feliz".
Vive-se, além de tudo, uma sociedade
consumista. Nela, a mínima possibilidade de sentido
encontra-se na posse, mesmo que circunstancial, de
objetos que são anunciados como sendo os portadores
do segredo da felicidade. Crianças bem pequenas
perderam a capacidade de brincar sozinhas com um
maravilhoso universo imaginativo e abstrato, no qual
nada material precisava adentrar; agora, essas crianças
têm "necessidades" que nós, adultos, criamos nelas e
que são veiculadas por uma mídia que nem sempre se
preocupa com o papel formador que desempenha.
FONTE: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq3011200027.htm
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