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Foram encontradas 25 questões.

3789737 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

Doenças causadas por organismos unicelulares, que não possuem núcleo definido e nem organelas membranosas, também são chamadas de:

 

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3789736 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

Qual das alternativas abaixo, apresenta 3 doenças hereditárias?

 

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3789735 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

“São um grupo de alterações estruturais ou funcionais que ocorrem durante a vida intrauterina e que podem ser detectadas antes, durante ou após o nascimento”. Essa definição corresponde as doenças:

 

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3211519 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

A Revolução Farroupilha foi mobilizada pelos grandes proprietários de terra, insatisfeitos com os altos impostos cobrados pelo governo imperial sobre seus produtos. Esta Revolução ocorreu no estado brasileiro:

 

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3211518 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

A ação jesuítica de catequização dos indígenas durante a colonização portuguesa, pode ser definida como:

 

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3211517 Ano: 2024
Disciplina: História
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

Qual o gentílico de quem nasce em Barbosa Ferraz-PR?

 

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3211516 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

Considere a função \( f \)(\( x \)) = \( 4 \)\( x \) + \( \dfrac{2}{5} \) , onde \( f \)(\( 9 \)) representa o perímetro de um quadrado em centímetros. Qual será o triplo da área dessa figura?

 

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3211515 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

Quanto é 60% do quadrado da menor raiz da equação quadrática \( x \)\( 2 \) + \( \dfrac{5x}{2} \)\( \dfrac{3}{2} \) = \( 0 \)?

 

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3211514 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Até quando vamos ignorar o alerta da natureza?

Roberto Fonseca | 10/05/2024

Tragédias não devem ser comparadas. São únicas na memória de uma nação. As imagens de cidades interior do Rio Grande do Sul, no entanto, nos fazem recordar de catástrofes que entraram para a história do mundo moderno, como a passagem do furacão Katrina pelos Estados Unidos e os tsunamis da Indonésia e do Japão, e até mesmo cenas de cidades bombardeadas, como ocorreu recentemente na Faixa de Gaza, na Ucrânia e na Síria.

Como as águas do Guaíba ainda não baixaram na Grande Porto Alegre, onde está concentrada a maior parte da população do estado, é impossível se ter a exata dimensão dos danos. E nem é momento de se fazer contas. Agora, a prioridade é salvar vidas, ajudar no resgate de pessoas ilhadas e fazer chegar comida e água potável à população.

É prematuro também se apontarem culpados. O volume que caiu de água na região nunca havia sido medido pelo homem — modelos meteorológicos indicam que a probabilidade é de um caso a cada 10 mil anos. A referência que existia, até então, era a enchente de 1941, que acabou superada com folga. Em Canoas, por exemplo, o sistema de proteção foi feito com base nos números de 83 anos atrás e mais de dois terços da cidade acabaram inundados.

Mas erros nitidamente ocorreram, principalmente, por omissão. Em Porto Alegre, o professor Gean Paulo Michel, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), aponta que a falta de manutenção e a negligência dos entes públicos contribuíram para o colapso no sistema de contenção de água, independentemente dos valores gastos nos últimos anos.

Outro ponto que precisa entrar no radar de toda a sociedade são os alertas dados pela ciência para a mudança climática em andamento. É preciso deixar teorias conspiratórias de lado [...]. As autoridades devem, sim, implementar medidas para prever os extremos ambientais. Eles estão cada vez mais recorrentes.

A tragédia do Rio Grande do Sul nos serve como um lembrete cruel da fúria da natureza e da necessidade de estarmos preparados para o futuro. É fundamental investir em infraestrutura resiliente, aprimorar os sistemas de alerta precoce e implementar políticas públicas que levem a sério as mudanças climáticas. Acima de tudo, é preciso agir com urgência e responsabilidade para evitar que desastres dessa magnitude se repitam.

O caminho para a reconstrução será longo e árduo, deve durar anos, mas a união e a solidariedade do povo gaúcho serão essenciais para superar essa fase difícil.

FONSECA, Roberto. Até quando vamos ignorar o alerta

da natureza? Correio Braziliense, 10 de maio de 2024.

Disponível em:

https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6

854195-alerta-para-o-futuro.html. Acesso em: 11 mai.

2024. Adaptado.

Quantas orações constituem o período que representa o último parágrafo do texto?

 

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3211513 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNIVIDA
Orgão: Pref. Barbosa Ferraz-PR

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05.

Até quando vamos ignorar o alerta da natureza?

Roberto Fonseca | 10/05/2024

Tragédias não devem ser comparadas. São únicas na memória de uma nação. As imagens de cidades interior do Rio Grande do Sul, no entanto, nos fazem recordar de catástrofes que entraram para a história do mundo moderno, como a passagem do furacão Katrina pelos Estados Unidos e os tsunamis da Indonésia e do Japão, e até mesmo cenas de cidades bombardeadas, como ocorreu recentemente na Faixa de Gaza, na Ucrânia e na Síria.

Como as águas do Guaíba ainda não baixaram na Grande Porto Alegre, onde está concentrada a maior parte da população do estado, é impossível se ter a exata dimensão dos danos. E nem é momento de se fazer contas. Agora, a prioridade é salvar vidas, ajudar no resgate de pessoas ilhadas e fazer chegar comida e água potável à população.

É prematuro também se apontarem culpados. O volume que caiu de água na região nunca havia sido medido pelo homem — modelos meteorológicos indicam que a probabilidade é de um caso a cada 10 mil anos. A referência que existia, até então, era a enchente de 1941, que acabou superada com folga. Em Canoas, por exemplo, o sistema de proteção foi feito com base nos números de 83 anos atrás e mais de dois terços da cidade acabaram inundados.

Mas erros nitidamente ocorreram, principalmente, por omissão. Em Porto Alegre, o professor Gean Paulo Michel, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), aponta que a falta de manutenção e a negligência dos entes públicos contribuíram para o colapso no sistema de contenção de água, independentemente dos valores gastos nos últimos anos.

Outro ponto que precisa entrar no radar de toda a sociedade são os alertas dados pela ciência para a mudança climática em andamento. É preciso deixar teorias conspiratórias de lado [...]. As autoridades devem, sim, implementar medidas para prever os extremos ambientais. Eles estão cada vez mais recorrentes.

A tragédia do Rio Grande do Sul nos serve como um lembrete cruel da fúria da natureza e da necessidade de estarmos preparados para o futuro. É fundamental investir em infraestrutura resiliente, aprimorar os sistemas de alerta precoce e implementar políticas públicas que levem a sério as mudanças climáticas. Acima de tudo, é preciso agir com urgência e responsabilidade para evitar que desastres dessa magnitude se repitam.

O caminho para a reconstrução será longo e árduo, deve durar anos, mas a união e a solidariedade do povo gaúcho serão essenciais para superar essa fase difícil.

FONSECA, Roberto. Até quando vamos ignorar o alerta

da natureza? Correio Braziliense, 10 de maio de 2024.

Disponível em:

https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/05/6

854195-alerta-para-o-futuro.html. Acesso em: 11 mai.

2024. Adaptado.

Em qual dos parágrafos listados a seguir é possível identificar a utilização de um discurso indireto?

 

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