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“Em Barra Mansa foram encontradas as condições ideais para o cultivo do : solo fértil, altitude adequada e mão de obra escrava ociosa vinda da mineração. Rapidamente alastrou-se ao longo do vale do Rio Paraíba uma das mais promissoras atividades econômicas do Brasil: o chamado ciclo do café. Ainda em nossos dias podemos encontrar em Barra Mansa a imagem daqueles tempos na presença de antigas fazendas que resistiram ao tempo, integrando um importante acervo arquitetônico que mantém viva a memória histórica de nossa terra. É a casa grande destacando-se na paisagem, fronteira ao terreiro de secagem do café; são as tulhas, os depósitos e as senzalas.”

pt.wikipedia.org/wiki/Barra_Mansa#Economia

A lacuna fica corretamente preenchida pela palavra:

 

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1364845 Ano: 2009
Disciplina: História
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
“Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto! Digam ao povo que fico”.
A frase, dita por D. Pedro I em 1822, marca sua resposta a uma carta, vinda de Lisboa, em que a Corte portuguesa manifestava sua idéia de transformar novamente o Brasil em colônia e exigia seu retorno imediato a Portugal.
A data de 9 de janeiro de 1822 ficou conhecida como o dia:
 

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1364773 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
O conjunto dos números inteiros positivos menores do que 4 é o conjunto:
 

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1363562 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
A MORAL DA DÍVIDA
Procuramos seguir o conselho: “Não empreste nem peça emprestado, quem empresta perde o amigo e o dinheiro; quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia”. Mas qual de nós não precisou, um dia, recorrer a alguém para o leite das crianças? Qual de nós não teve o prazer de emprestar a um amigo em dificuldade? E assim nos vimos diante do dilema da dívida.
Existem dívidas e dívidas. Em geral, devemos a amigos, pois são os que nos têm em conta e nos dão crédito. Essas são dívidas que não podemos deixar de pagar. Dívida para com algum parente é assunto familiar. Com o patrão, é adiantamento. Com a quitanda, é caderninho.
E se devemos a um banco? Essa é uma dívida fria, sem envolver sentimentos. Essa dívida podemos contestar, renegociar, adiar, já que vamos arcar com as consequências. Um banco nunca vai quebrar por nossa modesta causa. Aliás, bancos raramente quebram, neste país. Quem quebra somos nós. Assim, não há nenhuma indignidade nesse tipo de inadimplência. Quem deve a um poderoso é sempre um injustiçado.
Dívida é coisa de que ninguém escapa. Nascemos devendo a Deus o pecado original e devendo na Terra um tributo à natureza, às vezes tão bela, às vezes tão cruel. Devemos a nós mesmos a obrigação de viver com dignidade. Devemos aos pobres a justiça social. Devemos às nossas crianças um futuro decente. Devemos uma palavra de afeto às pessoas que nos amam. Devemos um elogio a quem se enfeitou para nós. Devemos um abraço à árvore que nos dá sombra na rua. Devemos os nobres impostos.
Somos, portanto, uns endividados. Nosso maior consolo é que tudo o que devemos aos outros, os outros também nos devem.
(MIRANDA, Ana. http://escamblog.wordpress.com - Com adaptações.)
O texto foi escrito para:
 

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1360509 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
O quarteirão onde mora Dodô tem a forma de um trapézio como ilustra a figura a seguir, que também indica os comprimentos de algumas ruas que o compõem:
Enunciado 1360509-1
Os trechos de 100m e de 160m são paralelos e são perpendiculares ao trecho de 80m. A área desse quarteirão, em metros quadrados, é igual a:
 

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Os mais populares meios de comunicação brasileiros, responsáveis em grande medida pela integração nacional, nos períodos de 1940 a 1970 e de 1970 aos dias atuais foram, respectivamente:
 

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1355851 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
A MORAL DA DÍVIDA
Procuramos seguir o conselho: “Não empreste nem peça emprestado, quem empresta perde o amigo e o dinheiro; quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia”. Mas qual de nós não precisou, um dia, recorrer a alguém para o leite das crianças? Qual de nós não teve o prazer de emprestar a um amigo em dificuldade? E assim nos vimos diante do dilema da dívida.
Existem dívidas e dívidas. Em geral, devemos a amigos, pois são os que nos têm em conta e nos dão crédito. Essas são dívidas que não podemos deixar de pagar. Dívida para com algum parente é assunto familiar. Com o patrão, é adiantamento. Com a quitanda, é caderninho.
E se devemos a um banco? Essa é uma dívida fria, sem envolver sentimentos. Essa dívida podemos contestar, renegociar, adiar, já que vamos arcar com as consequências. Um banco nunca vai quebrar por nossa modesta causa. Aliás, bancos raramente quebram, neste país. Quem quebra somos nós. Assim, não há nenhuma indignidade nesse tipo de inadimplência. Quem deve a um poderoso é sempre um injustiçado.
Dívida é coisa de que ninguém escapa. Nascemos devendo a Deus o pecado original e devendo na Terra um tributo à natureza, às vezes tão bela, às vezes tão cruel. Devemos a nós mesmos a obrigação de viver com dignidade. Devemos aos pobres a justiça social. Devemos às nossas crianças um futuro decente. Devemos uma palavra de afeto às pessoas que nos amam. Devemos um elogio a quem se enfeitou para nós. Devemos um abraço à árvore que nos dá sombra na rua. Devemos os nobres impostos.
Somos, portanto, uns endividados. Nosso maior consolo é que tudo o que devemos aos outros, os outros também nos devem.
(MIRANDA, Ana. http://escamblog.wordpress.com - Com adaptações.)
Sobre a análise sintática da frase Nascemos devendo a Deus o pecado original, é correto afirmar que:
 

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1355777 Ano: 2009
Disciplina: Matemática
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
O chefe de um setor estima que se colocar doze funcionários trabalhando 6 horas por dia, precisará de 24 dias úteis para realizar a tarefa. Acontece que ele tem de concluir a tarefa em no máximo 16 dias úteis. Se cada funcionário trabalhar 8 horas por dia, ele precisará convocar o seguinte número de funcionários, no mínimo, para cumprir o prazo:
 

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1355401 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
A MORAL DA DÍVIDA
Procuramos seguir o conselho: “Não empreste nem peça emprestado, quem empresta perde o amigo e o dinheiro; quem pede emprestado já perdeu o controle de sua economia”. Mas qual de nós não precisou, um dia, recorrer a alguém para o leite das crianças? Qual de nós não teve o prazer de emprestar a um amigo em dificuldade? E assim nos vimos diante do dilema da dívida.
Existem dívidas e dívidas. Em geral, devemos a amigos, pois são os que nos têm em conta e nos dão crédito. Essas são dívidas que não podemos deixar de pagar. Dívida para com algum parente é assunto familiar. Com o patrão, é adiantamento. Com a quitanda, é caderninho.
E se devemos a um banco? Essa é uma dívida fria, sem envolver sentimentos. Essa dívida podemos contestar, renegociar, adiar, já que vamos arcar com as consequências. Um banco nunca vai quebrar por nossa modesta causa. Aliás, bancos raramente quebram, neste país. Quem quebra somos nós. Assim, não há nenhuma indignidade nesse tipo de inadimplência. Quem deve a um poderoso é sempre um injustiçado.
Dívida é coisa de que ninguém escapa. Nascemos devendo a Deus o pecado original e devendo na Terra um tributo à natureza, às vezes tão bela, às vezes tão cruel. Devemos a nós mesmos a obrigação de viver com dignidade. Devemos aos pobres a justiça social. Devemos às nossas crianças um futuro decente. Devemos uma palavra de afeto às pessoas que nos amam. Devemos um elogio a quem se enfeitou para nós. Devemos um abraço à árvore que nos dá sombra na rua. Devemos os nobres impostos.
Somos, portanto, uns endividados. Nosso maior consolo é que tudo o que devemos aos outros, os outros também nos devem.
(MIRANDA, Ana. http://escamblog.wordpress.com - Com adaptações.)
De acordo com as regras de emprego e colocação pronominal, a frase Procuramos seguir o conselho está corretamente reescrita em:
 

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"Só canto o que quero, com quem quero, como quero e quando quero. Nunca entendi nenhum movimento, porque não tenho paciência, não posso jamais ser uma cantora de bossa nova, uma cantora de protesto, uma cantora tropicalista. Como cada dia eu quero cantar uma coisa, prefiro não me ligar à nada e a ninguém, para poder cantar o que o meu coração mandar”.
Ela nasceu em Santo Amaro da Purificação, Bahia. Estreou no Rio de Janeiro com a cantora Nara Leão e os compositores e cantores João do Vale e Zé Kéti. Consagrou-se cantando Carcará, música de João do Valle.
Sempre profundamente identificada com o palco, shows como Drama e Rosa dos Ventos tornaram-se lendários. Através de sua voz, compositores como Gonzaguinha, Chico Buarque e Caetano Veloso, seu irmão, se fizeram ouvir em todo o país. Seus últimos cd’s, Tua e Encantaria, reafirmam seu talento.
Chamada de Abelha-Rainha, ela é uma das grandes cantores da música popular brasileira. Seu nome:
 

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