Foram encontradas 50 questões.
O lançamento do Programa Nacional de Museus em maio de 2003, somado com a renovação da imaginação museal brasileira assume um caráter democrático. O resultado dessa inovação trouxe os seguintes benefícios, EXCETO:
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Durante a instalação, de forma padrão, o Windows XP cria automaticamente algumas pastas no computador. Uma delas é a “Arquivos de Programas”, que contém:
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A museologia contemporânea vai além da preservação dos bens materiais e do desenvolvimento técnico/científico das instituições culturais. Essa afirmativa aponta para:
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As possibilidades de leitura sobre os objetos são grandiosas, o que favorece a ligação da museologia com outras áreas de conhecimento. Bezerra de Menezes(1994), a fazer uma reflexão sobre o processo de sensibilização para a historicidade dos objetos com os quais lidamos sugere o relógio e o copo descartável como fonte de análise, podendo relacionar os objetos citados com:
I - Sociedade de consumo.
II - Destruição da natureza.
III - A diferença entre o tempo dos índios que não usavam relógio e o mundo capitalista.
IV - Revolução industrial.
Assinale a alternativa correta:
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Um dos recursos que acompanham o sistema operacional Windows XP é o Desfragmentador de Discos. Com relação a esse desfragmentador é correto afirmar que:
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No século XXI é impossível pensar no museu somente como espaço de guarda e preservação da própria experiência de temporalidade da história. Essa afirmativa remete à ideia de que os museus atuais devem ter, dentre outras, as seguintes características, EXCETO:
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Um usuário do Microsoft Excel 2003 copiou a fórmula =$A$5+$B$7 da célula D12 para D13. O conteúdo de D13 será:
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O acervo museológico quando disponibilizado ao público nos espaços expositivos, tem as seguintes finalidades, EXCETO:
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Blogs, twitter, orkut e outros buracos
Não estou no “twitter”, não sei o que é o “twitter”, jamais entrarei nesse terreno baldio e, incrivelmente, tenho 26 mil “seguidores” no “twitter”. Quem me pôs lá? Quem foi o canalha que usou meu nome? Jamais saberei. Vivemos no poço escuro da web. Ou buscamos a exposição total para ser “celebridade” ou usamos esse anonimato irresponsável com nome dos outros. Tem gente que fala para mim: “Faz um blog, faz um blog!” Logo eu, que já sou um blog vivo, tagarelando na TV, rádio e jornais… Jamais farei um blog, esse nome que parece um coaxar de sapo-boi. Quero o passado. Quero o lápis na orelha do quitandeiro, quero o gato do armazém dormindo no saco de batatas, quero o telefone preto, de disco, que não dá linha, em vez dos gemidinhos dos celulares incessantes.
Comunicar o quê? Ninguém tem nada a dizer. Olho as opiniões, as discussões “online” e só vejo besteira, frases de 140 caracteres para nada dizer. Vivemos a grande invasão dos lugares-comuns, dos uivos de medíocres ecoando asnices para ocultar sua solidão deprimente.
O que espanta é a velocidade da luz para a lentidão dos pensamentos, uma movimentação “em rede” para raciocínios lineares. A boa e velha burrice continua intocada, agora disfarçada pelo charme da rapidez. Antigamente, os burros eram humildes; se esgueiravam pelos cantos, ouvindo, amargurados, os inteligentes deitando falação. Agora não; é a revolução dos idiotas online.
Quero sossego, mas querem me expandir, esticar meus braços em tentáculos digitais, meus olhos no “google”, (“goggles” – olhos arregalados) em órbitas giratórias, querem que eu seja ubíquo, quando desejo caminhar na condição de pobre bicho bípede; não quero tudo saber, ao contrário, quero esquecer; sinto que estão criando desejos que não tenho, fomes que perdi.
O leitor perguntará: “Por que este ódio todo, bom Jabor?” Claro que acho a revolução digital a coisa mais importante dos séculos. Mas estou com raiva por causa dos textos apócrifos que continuam enfiando na Internet com meu nome.
Já reclamei aqui desses textos, mas tenho de me repetir. Todo dia surge uma nova besteira, com dezenas de e-mails me elogiando pelo que eu “não” fiz. Vou indo pela rua e três senhoras me abordam – “Teu artigo na Internet é genial! Principalmente quando você escreve: ‘As mulheres são tão cheirosinhas; elas fazem biquinho e deitam no teu ombro…’”
“Não fui eu…”, respondo. Elas não ouvem e continuam: “Modéstia sua! Finalmente alguém diz a verdade sobre as mulheres! Mandei isso para mil amigas! Adoraram aquela parte: ‘Tenho horror à mulher perfeitinha. Acho ótimo celulite…’” Repito que não é meu, mas elas (em geral barangas) replicam: “Ah… É teu melhor texto…” – e vão embora, rebolando, felizes.
Sei que a Internet democratiza, dando acesso a todos para se expressar. Mas a democracia também libera a idiotia. Deviam inventar um “antispam” para bobagens.
(JABOR, Arnaldo. In:WWW.estadao.com.br - 3/11/2009 - com adaptações.)
É correto afirmar que, ao escrever o texto, o autor objetivou:
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Os museus etnográficos se expandiram entre 1870 e 1930. No Brasil podemos citar, por exemplo,o Museu Paranaense Emilio Goeldi. Podemos afirmar que o que caracteriza um museu etnográfico é uma coleção voltada para:
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