Foram encontradas 55 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e
como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um
olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes
do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um
odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou
como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em
outros pacientes e foi convidada a participar de
experimentos científicos. Em um teste, identificou
corretamente camisetas usadas por pessoas com
Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado
na época, demonstrando a precisão de sua percepção.
Esse episódio ganhou repercussão internacional e
despertou o interesse da comunidade científica, que
passou a investigar sistematicamente a relação entre
odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos
que variam de acordo com o metabolismo. Alterações
nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e
revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças
hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por
qualquer pessoa — como o hálito adocicado de
diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem
olfato extremamente apurado ou tecnologias
especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram
treinados para identificar doenças com alto índice de
acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao
olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao
desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir
essa habilidade. Eles utilizam técnicas como
cromatografia e espectrometria de massa para isolar e
analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de
inteligência artificial que reconhecem padrões de
moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam
à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo
custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos
pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos
precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade
de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma
área promissora para transformar a medicina
diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível
de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do
corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal
perspectiva fortalece a ideia de que a observação
cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta
essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances
de intervenção precoce, dignidade no tratamento e
melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
Em relação à concordância verbal e nominal, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e
como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um
olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes
do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um
odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou
como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em
outros pacientes e foi convidada a participar de
experimentos científicos. Em um teste, identificou
corretamente camisetas usadas por pessoas com
Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado
na época, demonstrando a precisão de sua percepção.
Esse episódio ganhou repercussão internacional e
despertou o interesse da comunidade científica, que
passou a investigar sistematicamente a relação entre
odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos
que variam de acordo com o metabolismo. Alterações
nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e
revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças
hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por
qualquer pessoa — como o hálito adocicado de
diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem
olfato extremamente apurado ou tecnologias
especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram
treinados para identificar doenças com alto índice de
acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao
olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao
desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir
essa habilidade. Eles utilizam técnicas como
cromatografia e espectrometria de massa para isolar e
analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de
inteligência artificial que reconhecem padrões de
moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam
à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo
custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos
pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos
precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade
de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma
área promissora para transformar a medicina
diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível
de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do
corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal
perspectiva fortalece a ideia de que a observação
cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta
essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances
de intervenção precoce, dignidade no tratamento e
melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
A expressão destacada trata-se de uma oração subordinada:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e
como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um
olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes
do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um
odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou
como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em
outros pacientes e foi convidada a participar de
experimentos científicos. Em um teste, identificou
corretamente camisetas usadas por pessoas com
Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado
na época, demonstrando a precisão de sua percepção.
Esse episódio ganhou repercussão internacional e
despertou o interesse da comunidade científica, que
passou a investigar sistematicamente a relação entre
odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos
que variam de acordo com o metabolismo. Alterações
nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e
revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças
hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por
qualquer pessoa — como o hálito adocicado de
diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem
olfato extremamente apurado ou tecnologias
especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram
treinados para identificar doenças com alto índice de
acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao
olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao
desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir
essa habilidade. Eles utilizam técnicas como
cromatografia e espectrometria de massa para isolar e
analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de
inteligência artificial que reconhecem padrões de
moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam
à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo
custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos
pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos
precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade
de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma
área promissora para transformar a medicina
diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível
de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do
corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal
perspectiva fortalece a ideia de que a observação
cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta
essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances
de intervenção precoce, dignidade no tratamento e
melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que odores corporais revelam sobre a saúde — e
como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um
olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes
do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um
odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou
como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em
outros pacientes e foi convidada a participar de
experimentos científicos. Em um teste, identificou
corretamente camisetas usadas por pessoas com
Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado
na época, demonstrando a precisão de sua percepção.
Esse episódio ganhou repercussão internacional e
despertou o interesse da comunidade científica, que
passou a investigar sistematicamente a relação entre
odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos
que variam de acordo com o metabolismo. Alterações
nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e
revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças
hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por
qualquer pessoa — como o hálito adocicado de
diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem
olfato extremamente apurado ou tecnologias
especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram
treinados para identificar doenças com alto índice de
acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao
olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao
desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir
essa habilidade. Eles utilizam técnicas como
cromatografia e espectrometria de massa para isolar e
analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de
inteligência artificial que reconhecem padrões de
moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam
à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo
custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos
pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos
precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade
de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma
área promissora para transformar a medicina
diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível
de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do
corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal
perspectiva fortalece a ideia de que a observação
cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta
essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances
de intervenção precoce, dignidade no tratamento e
melhor qualidade de vida para os pacientes.
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De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
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O que odores corporais revelam sobre a saúde — e
como podem ajudar a diagnosticar doenças
A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um
olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes
do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um
odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou
como indício do mal de Parkinson.
Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em
outros pacientes e foi convidada a participar de
experimentos científicos. Em um teste, identificou
corretamente camisetas usadas por pessoas com
Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado
na época, demonstrando a precisão de sua percepção.
Esse episódio ganhou repercussão internacional e
despertou o interesse da comunidade científica, que
passou a investigar sistematicamente a relação entre
odores corporais e doenças.
O corpo humano libera milhares de compostos químicos
que variam de acordo com o metabolismo. Alterações
nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e
revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças
hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por
qualquer pessoa — como o hálito adocicado de
diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem
olfato extremamente apurado ou tecnologias
especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram
treinados para identificar doenças com alto índice de
acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao
olfato.
Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao
desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir
essa habilidade. Eles utilizam técnicas como
cromatografia e espectrometria de massa para isolar e
analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de
inteligência artificial que reconhecem padrões de
moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam
à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo
custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos
pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos
precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade
de procedimentos invasivos.
O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma
área promissora para transformar a medicina
diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível
de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do
corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal
perspectiva fortalece a ideia de que a observação
cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta
essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances
de intervenção precoce, dignidade no tratamento e
melhor qualidade de vida para os pacientes.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, assinale a alternativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
Um engenheiro projeta uma edificação comercial no
município de Belmonte/SC e, para garantir a segurança
e o conforto dos usuários durante a noite, precisa
dimensionar a iluminação artificial dos ambientes de
trabalho. Conforme o Código de Obras do município (Lei
Complementar nº 076/2025) e as normas técnicas da
ABNT, assinale a alternativa que descreve a diretriz
correta.
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Questão presente nas seguintes provas
A metodologia BIM (Building Information Modeling) se
baseia na criação de modelos tridimensionais
inteligentes, onde os elementos construtivos são objetos
paramétricos que carregam informações geométricas e
não-geométricas. Essa riqueza de informações permite a
extração de dados para diversas análises, que são
categorizadas em dimensões (3D, 4D, 5D, etc.).
Considerando esta classificação, assinale a alternativa
que correlaciona corretamente as dimensões BIM com
suas respectivas finalidades.
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Questão presente nas seguintes provas
Um engenheiro civil está finalizando a prancha de um
projeto em formato A1 para submissão, necessitando
garantir a conformidade com as normas de
representação gráfica da Associação Brasileira de
Normas Técnicas (ABNT). A correta configuração das
margens e do leiaute da folha é fundamental para a aprovação e arquivamento do documento. De acordo
com a NBR 10068, assinale a alternativa que descreve o
procedimento correto para a formatação da folha de
desenho.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3909258
Ano: 2025
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
Durante o processo de licenciamento ambiental de um
projeto de infraestrutura, a legislação exige a
apresentação de um Estudo de Impacto Ambiental (EIA)
e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA)
para empreendimentos de significativo impacto. A
estrutura e o conteúdo desses documentos são distintos
e visam atender a diferentes públicos e objetivos. Acerca
da relação entre EIA e RIMA, analise as afirmativas a
seguir:
(__) O RIMA deve refletir as conclusões do EIA, sendo apresentado em linguagem acessível para garantir a compreensão do público em geral, permitindo a participação social informada, especialmente em audiências públicas.
(__) O EIA é um resumo do RIMA, contendo apenas os gráficos e tabelas, enquanto o RIMA é o documento técnico completo, com todas as análises e diagnósticos, destinado exclusivamente à análise pelos técnicos do órgão ambiental.
(__) O RIMA e o EIA são documentos idênticos em conteúdo e forma, sendo a única diferença a sua capa, onde um é intitulado "Relatório" e o outro "Estudo", ambos destinados ao público técnico e à comunidade.
(__) O EIA é um documento de caráter sigiloso, acessível apenas ao empreendedor, enquanto o RIMA é um documento público que apresenta apenas os impactos positivos do projeto, omitindo os negativos para não alarmar a população.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__) O RIMA deve refletir as conclusões do EIA, sendo apresentado em linguagem acessível para garantir a compreensão do público em geral, permitindo a participação social informada, especialmente em audiências públicas.
(__) O EIA é um resumo do RIMA, contendo apenas os gráficos e tabelas, enquanto o RIMA é o documento técnico completo, com todas as análises e diagnósticos, destinado exclusivamente à análise pelos técnicos do órgão ambiental.
(__) O RIMA e o EIA são documentos idênticos em conteúdo e forma, sendo a única diferença a sua capa, onde um é intitulado "Relatório" e o outro "Estudo", ambos destinados ao público técnico e à comunidade.
(__) O EIA é um documento de caráter sigiloso, acessível apenas ao empreendedor, enquanto o RIMA é um documento público que apresenta apenas os impactos positivos do projeto, omitindo os negativos para não alarmar a população.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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Questão presente nas seguintes provas
Um empreendedor pretende implantar um novo
loteamento na Zona de Expansão Urbana I (ZEU I) do
Município de Belmonte/SC. Para a aprovação do projeto,
ele deve seguir os parâmetros de ocupação do solo
definidos na Lei Complementar nº 075/2025.
Considerando as especificidades dessa zona, assinale a
alternativa que apresenta corretamente os parâmetros a
serem adotados.
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Questão presente nas seguintes provas
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