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O hálux valgo é a deformidade mais comum do pé do adulto, sobretudo do sexo feminino, e é queixa comuns nos consultórios por provocar dor, descontentamento estético e diminuição da qualidade de vida. Nesse sentido, analise as afirmativas:
I- À medida que ocorre o desvio em valgo do hálux, os tendões flexores e extensores deslocam-se lateralmente e a sua ação perpetua a deformidade, empurra a cabeça do primeiro metatarsiano medialmente.
II- O desvio da cabeça do primeiro metatarsiano em relação aos sesamoides altera a sintopia local, provocando desgaste da crista intersesamóidea, diminuindo a estabilidade da articulação.
III- O alargamento típico do antepé nos pacientes com hálux valgo é decorrente do alargamento da proeminência medial e não deslocamento do primeiro metatarsiano.
IV- Com a progressão do hálux valgo, as estruturas estabilizadoras laterais tornam-se retraídas e as mediais, atenuadas. A região mais fraca da cápsula medial situa-se imediatamente acima do tendão abdutor do hálux e é neste local que ocorre a protrusão do joanete.
V- À medida que a cabeça do primeiro metatarsiano se desloca medialmente, o tendão abdutor do hálux desloca-se plantarmente, rodando a falange proximal e provocando a pronação típica das deformidades mais graves, habitualmente com ângulo de hálux valgo acima de 30º.
É correto o que se afirma em:
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Analise o trecho a seguir:
O pé é uma alteração postural do pé, cuja condição é exatamente inversa ao , seja no aspecto, seja no prognóstico. O pé está , o calcâneo é saliente e eversão.
Assinale a alternativa que correta e respectivamente preenche as lacunas no excerto:
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O mecanismo de lesão da sindesmose é descrito como:
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A classificação mais utilizada para a síndrome do aprisionamento da artéria poplítea foi proposta por Delaney e Gonzales, em 1971. Posteriormente, dois novos tipos de aprisionamento foram acrescentados: o tipo V, relatado por Rich, em 1979; e o tipo VI, descrito por Levien e Veller, em 1999. Nesse sentido, analise a seguinte descrição:
A cabeça medial do músculo gastrocnêmio tem posicionamento anatômico normal (face superior e posterior do côndilo medial do fêmur), a artéria poplítea apresenta desvio medial, passa sob a face anterior do gastrocnêmio medial e contorna-a medial e posteriormente, para retornar a seu trajeto habitual.
A descrição apresentada se refere ao:
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O paciente com Hálux Rígido queixa-se de dores no hálux, que associa ao sofrimento de um provável joanete, mesmo na ausência da deformidade característica do hálux valgo. Nos exames radiográficos, as incidências oblíquas permitem:
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No que diz respeito às fraturas do tornozelo, julgue as afirmações a seguir:
I- As fraturas do maléolo posterior normalmente possuem um fragmento triangular, póstero-lateral, avulsionado pelo ligamento posterior da sindesmose. Há indicação de fixação quando a fratura compromete mais de 25% da superfície articular ou se mesmo após fixação dos maléolos lateral e medial, o complexo tibio-tarsico permanecer instável. A fixação deve ser realizada com parafuso, comumente passado de anterior para posterior.
II- As fraturas consideradas sem desvios e estáveis poderão ser tratadas conservadoramente. Fraturas sem desvios são aquelas com menos de 2 mm de deslocamento; e estáveis são as que o ligamento e o maléolo oposto ao fraturado estão íntegros.
III- As fraturas do maléolo medial por cisalhamento têm traço transverso e podem ser fixadas com parafusos de tração, perpendiculares ao foco. Fragmentos pequenos podem ser fixados com bandas de tensão. As fraturas do maléolo medial por avulsão têm um traço vertical e podem ter associação com impacção medial da superfície tibial. A fixação deve ser realizada por parafusos horizontais, perpendiculares ao traço da fratura ou mesmo com uma placa de suporte no vértice da fratura (parafuso com arruela faz mesma função).
É correto o que se afirma em:
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A avaliação clínica do tornozelo traumatizado deve ser completa, isto é, deve abranger todas as estruturas anatômicas em risco. No que diz respeito aos testes propedêuticos mais importantes para a avaliação do complexo ligamentar lateral, é correta a seguinte afirmação:
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O desenvolvimento de sinais e sintomas crônicos no tornozelo, além da instabilidade após um tempo decorrido do trauma, está relacionado às lesões resultantes da entorse e suas consequências com o passar do tempo em eventos de repetição. Isso pode ser mais bem compreendido quando se relacionam as lesões com as estruturas anatômicas da região possivelmente envolvidas. Nesse contexto, analise o trecho a seguir:
Tendinopatias com degeneração, ruptura parcial ou total do tendão fibular curto são acompanhadas de dor e limitação funcional nessa porção do maléolo. A cronificação da limitação funcional e da instabilidade do tornozelo (resultado da entorse) é uma das limitações mais frequentes na prática esportiva.
O trecho apresentado se refere à:
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A síndrome do túnel do tarso (STT) posterior é a denominação utilizada para a neuropatia compressiva do nervo tibial na região do tornozelo. A sua etiologia poder ser secundária à seguinte doença:
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O tornozelo é considerado uma das articulações mais congruentes do corpo humano. Sua estabilidade é proporcionada pela estrutura óssea e por partes moles, além de neurorreceptores. Dentre as estruturas ligamentares que determinam a estabilidade articular do tornozelo, assinale aquela que tem a função de impedir a translação anterior do tálus sob a tíbia e restringir a rotação medial talar dentro da mortalha:
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