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Foram encontradas 40 questões.

1308686 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Um volume de 80 metros cúbicos de terra precisa ser dividido para duas obras: uma com 55 trabalhadores e outra com 45 trabalhadores, cujos trabalhos dependem dessa terra. Para manter o ritmo das obras, esse volume será dividido de forma diretamente proporcional aos números de trabalhadores indicados em cada obra. Dessa forma, a obra com o maior número de trabalhadores indicado receberá, de terra:
 

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1308263 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A descoberta
Eu era magrinho.
Magrinho, o menor do colégio. Tinha seis anos quando lá entrei, diretamente na segunda série primária. E porque era pequeno e talvez também porque era filho de uma professora, os mais velhos debochavam de mim.
Uma tarde, eu brincava no pátio, sozinho. Era hora do recreio; a meu redor, todos corriam, jogavam bola, mas eu, distraído, esgaravatava a terra com um graveto.
De repente, achei uma moeda.
Uma moeda de duzentos réis! Que sorte. E logo em seguida achei outra moeda. E outra, e mais outra! Imaginei que tinha descoberto um oculto tesouro, decerto ali enterrado pelos piratas em épocas remotas – quando as ondas do mar vinham quebrar no pátio do colégio. Eu agora cavava furiosamente, gritando, sem poder me conter: Um tesouro! Achei um tesouro!
Não, não era um tesouro. Colocado atrás de mim, um garoto atirava habilidosamente as moedas que eu pensava estar encontrando. E de repente me dei conta: porque estavam todos a meu redor, rindo, rindo a valer. Fiquei furioso. E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu! Arrancaram-me as moedas à força e foram embora, rindo. Fiquei sozinho no pátio, chorando.
Mas eu realmente tinha encontrado um tesouro. Não as moedas: a história. Aquela, dos piratas… Minha imaginação fervilhava: um tesouro.
Moacir Scliar
O episódio das moedas acabou sendo um tesouro para o menino porque:
 

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1307925 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP

Qual a definição de REFÚGIO, à luz do CTB?

 

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1304458 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A descoberta
Eu era magrinho.
Magrinho, o menor do colégio. Tinha seis anos quando lá entrei, diretamente na segunda série primária. E porque era pequeno e talvez também porque era filho de uma professora, os mais velhos debochavam de mim.
Uma tarde, eu brincava no pátio, sozinho. Era hora do recreio; a meu redor, todos corriam, jogavam bola, mas eu, distraído, esgaravatava a terra com um graveto.
De repente, achei uma moeda.
Uma moeda de duzentos réis! Que sorte. E logo em seguida achei outra moeda. E outra, e mais outra! Imaginei que tinha descoberto um oculto tesouro, decerto ali enterrado pelos piratas em épocas remotas – quando as ondas do mar vinham quebrar no pátio do colégio. Eu agora cavava furiosamente, gritando, sem poder me conter: Um tesouro! Achei um tesouro!
Não, não era um tesouro. Colocado atrás de mim, um garoto atirava habilidosamente as moedas que eu pensava estar encontrando. E de repente me dei conta: porque estavam todos a meu redor, rindo, rindo a valer. Fiquei furioso. E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu! Arrancaram-me as moedas à força e foram embora, rindo. Fiquei sozinho no pátio, chorando.
Mas eu realmente tinha encontrado um tesouro. Não as moedas: a história. Aquela, dos piratas… Minha imaginação fervilhava: um tesouro.
Moacir Scliar
A separação das sílabas das palavras no final de cada frase está incorreta em:
 

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1303046 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP

Qual é a definição de PESO BRUTO TOTAL COMBINADO, segundo o CTB?

 

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1298873 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A descoberta
Eu era magrinho.
Magrinho, o menor do colégio. Tinha seis anos quando lá entrei, diretamente na segunda série primária. E porque era pequeno e talvez também porque era filho de uma professora, os mais velhos debochavam de mim.
Uma tarde, eu brincava no pátio, sozinho. Era hora do recreio; a meu redor, todos corriam, jogavam bola, mas eu, distraído, esgaravatava a terra com um graveto.
De repente, achei uma moeda.
Uma moeda de duzentos réis! Que sorte. E logo em seguida achei outra moeda. E outra, e mais outra! Imaginei que tinha descoberto um oculto tesouro, decerto ali enterrado pelos piratas em épocas remotas – quando as ondas do mar vinham quebrar no pátio do colégio. Eu agora cavava furiosamente, gritando, sem poder me conter: Um tesouro! Achei um tesouro!
Não, não era um tesouro. Colocado atrás de mim, um garoto atirava habilidosamente as moedas que eu pensava estar encontrando. E de repente me dei conta: porque estavam todos a meu redor, rindo, rindo a valer. Fiquei furioso. E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu! Arrancaram-me as moedas à força e foram embora, rindo. Fiquei sozinho no pátio, chorando.
Mas eu realmente tinha encontrado um tesouro. Não as moedas: a história. Aquela, dos piratas… Minha imaginação fervilhava: um tesouro.
Moacir Scliar
Em algumas situações a variação de grau pode ser utilizada para indicar ironia ou para expressar algum tipo de afetividade. Assinale a alternativa que não expressa afetividade.
 

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1245007 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Sabendo-se que uma unidade de determinada peça tem 8 gramas. Pode-se concluir corretamente que para compor um quilograma dessas peças serão necessárias, no mínimo:
 

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1244880 Ano: 2013
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Qual o significado da placa abaixo.
Enunciado 1244880-1
 

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1241941 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A descoberta
Eu era magrinho.
Magrinho, o menor do colégio. Tinha seis anos quando lá entrei, diretamente na segunda série primária. E porque era pequeno e talvez também porque era filho de uma professora, os mais velhos debochavam de mim.
Uma tarde, eu brincava no pátio, sozinho. Era hora do recreio; a meu redor, todos corriam, jogavam bola, mas eu, distraído, esgaravatava a terra com um graveto.
De repente, achei uma moeda.
Uma moeda de duzentos réis! Que sorte. E logo em seguida achei outra moeda. E outra, e mais outra! Imaginei que tinha descoberto um oculto tesouro, decerto ali enterrado pelos piratas em épocas remotas – quando as ondas do mar vinham quebrar no pátio do colégio. Eu agora cavava furiosamente, gritando, sem poder me conter: Um tesouro! Achei um tesouro!
Não, não era um tesouro. Colocado atrás de mim, um garoto atirava habilidosamente as moedas que eu pensava estar encontrando. E de repente me dei conta: porque estavam todos a meu redor, rindo, rindo a valer. Fiquei furioso. E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu! Arrancaram-me as moedas à força e foram embora, rindo. Fiquei sozinho no pátio, chorando.
Mas eu realmente tinha encontrado um tesouro. Não as moedas: a história. Aquela, dos piratas… Minha imaginação fervilhava: um tesouro.
Moacir Scliar
Observe as concordâncias abaixo.
I- Ali poderia haver muitas moedas trazidas pelas ondas do mar.
II- Ali poderiam haver muitas moedas trazidas pelas ondas do mar.
Assinale a alternativa correta.
 

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1218095 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
A descoberta
Eu era magrinho.
Magrinho, o menor do colégio. Tinha seis anos quando lá entrei, diretamente na segunda série primária. E porque era pequeno e talvez também porque era filho de uma professora, os mais velhos debochavam de mim.
Uma tarde, eu brincava no pátio, sozinho. Era hora do recreio; a meu redor, todos corriam, jogavam bola, mas eu, distraído, esgaravatava a terra com um graveto.
De repente, achei uma moeda.
Uma moeda de duzentos réis! Que sorte. E logo em seguida achei outra moeda. E outra, e mais outra! Imaginei que tinha descoberto um oculto tesouro, decerto ali enterrado pelos piratas em épocas remotas – quando as ondas do mar vinham quebrar no pátio do colégio. Eu agora cavava furiosamente, gritando, sem poder me conter: Um tesouro! Achei um tesouro!
Não, não era um tesouro. Colocado atrás de mim, um garoto atirava habilidosamente as moedas que eu pensava estar encontrando. E de repente me dei conta: porque estavam todos a meu redor, rindo, rindo a valer. Fiquei furioso. E quando o garoto me pediu o dinheiro, não quis entregá-lo: era meu! Arrancaram-me as moedas à força e foram embora, rindo. Fiquei sozinho no pátio, chorando.
Mas eu realmente tinha encontrado um tesouro. Não as moedas: a história. Aquela, dos piratas… Minha imaginação fervilhava: um tesouro.
Moacir Scliar
O menino entrou diretamente na segunda série primária porque:
 

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