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Foram encontradas 50 questões.

4039438 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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Assinale a alternativa que apresenta uma junção correta dos dois enunciados a seguir:

- Quero lhe apresentar o meu amigo.

- Confio muito na capacidade do meu amigo.

 

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4039437 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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“O chefe pediu ao seu assessor: – Você pode me informar quantas horas são?”
Reescrevendo o trecho acima, fica correta a seguinte alternativa, incluindo a pontuação de acordo com a norma-padrão.
 

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4039436 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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Assinale a alternativa cujo elemento destacado é um modalizador, que exprime o ponto de vista do locutor, não se referindo a nenhum elemento linguístico do enunciado.
 

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4039435 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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Enunciado 4516933-1

Disponível em <https://finephoto.com.br/poesia-concreta-o-poema-como-objeto/>.

Em relação ao texto acima, é correto afirmar que foram explorados recursos semióticos estabelecendo relação entre:

 

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4039434 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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Assinale a alternativa cuja palavra destacada indica uma circunstância da ação, e não a qualidade de um ser.
 

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4039433 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.” (Jorge Luís Borges)
É correto afirmar que, no período acima, a forma verbal destacada:
 

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4039432 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
 

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4039431 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.
        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.
        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.
        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)
        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.
ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
“Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia.”
A palavra destacada no trecho acima relaciona-se ao sentido de:
 

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4039430 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.
        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.
        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.
        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)
        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.
ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
“O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.”
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual é empregada a palavra destacada no trecho acima.
 

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4039429 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Caçapava-SP
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Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.

Começando pela cozinha

        Sugeri, faz tempo, que para entrar numa escola alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não se iniciam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome.
        Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde eu morava havia um pomar enorme que eu devorava com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas pitangas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las. E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar.
        O pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo. Se eu não tivesse visto e desejado as ditas pitangas minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse caso também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho sem que eu tivesse tido necessidade de pensar.
        Se o desejo for satisfeito a máquina de pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido as perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de encontrar outra solução: “construa uma maquineta de roubar pitangas”. (...)
        A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. Conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido. Dizia Miguel de Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”. A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve provocar a fome.
ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista Educação. Disponível em https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
Em relação ao texto “Começando pela cozinha”, é correto afirmar que o autor:
 

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