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Assinale a alternativa que apresenta uma junção correta dos dois enunciados a seguir:
- Quero lhe apresentar o meu amigo.
- Confio muito na capacidade do meu amigo.
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“O chefe pediu ao seu assessor:
– Você pode me informar quantas horas são?”
Reescrevendo o trecho acima, fica correta a seguinte alternativa, incluindo a pontuação de acordo com a norma-padrão.
Reescrevendo o trecho acima, fica correta a seguinte alternativa, incluindo a pontuação de acordo com a norma-padrão.
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Assinale a alternativa cujo elemento destacado é
um modalizador, que exprime o ponto de vista do
locutor, não se referindo a nenhum elemento
linguístico do enunciado.
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Disponível em <https://finephoto.com.br/poesia-concreta-o-poema-como-objeto/>.
Em relação ao texto acima, é correto afirmar que foram explorados recursos semióticos estabelecendo relação entre:
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Assinale a alternativa cuja palavra destacada
indica uma circunstância da ação, e não a
qualidade de um ser.
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“Creio que uma forma de felicidade é a leitura.”
(Jorge Luís Borges)
É correto afirmar que, no período acima, a forma verbal destacada:
É correto afirmar que, no período acima, a forma verbal destacada:
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Assinale a alternativa em que todas as palavras
estão grafadas de acordo com as normas vigentes
em Língua Portuguesa.
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Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.
Começando pela cozinha
Sugeri, faz tempo, que para entrar numa
escola alunos e professores deveriam passar por
uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições
aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a
Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita,
feiticeiras, sabiam que os banquetes não se
iniciam com a comida que se serve. Eles se
iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é
aquela que sabe a arte de produzir fome.
Toda experiência de aprendizagem se
inicia com uma experiência afetiva. É a fome que
põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu
era menino. Ao lado da pequena casa onde eu
morava havia um pomar enorme que eu devorava
com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore
cujos galhos chegavam a dois metros do muro se
cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram
pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A
simples visão daquelas pitangas provocou o meu
desejo. Eu queria comê-las. E foi então que,
provocada pelo meu desejo, minha máquina de
pensar se pôs a funcionar.
O pensamento é a ponte que o corpo
constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.
Se eu não tivesse visto e desejado as ditas
pitangas minha máquina de pensar teria
permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao
ver os meus olhos desejantes, com dó de mim,
tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse
caso também minha máquina de pensar não teria
funcionado. Meu desejo teria se realizado por
meio de um atalho sem que eu tivesse tido
necessidade de pensar.
Se o desejo for satisfeito a máquina de
pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar
o pensamento é realizando o desejo. Esse é o
pecado de muitos pais e professores que ensinam
as respostas antes que tivesse havido as
perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de
encontrar outra solução: “construa uma
maquineta de roubar pitangas”. (...)
A cabeça não pensa aquilo que o coração
não pede. Conhecimentos que não são nascidos
do desejo são como uma maravilhosa cozinha na
casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O
banquete nunca será servido. Dizia Miguel de
Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”.
A tarefa do professor é a mesma da cozinheira:
antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve
provocar a fome.
ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista
Educação. Disponível em
https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
A palavra destacada no trecho acima relaciona-se ao sentido de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.
Começando pela cozinha
Sugeri, faz tempo, que para entrar numa
escola alunos e professores deveriam passar por
uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições
aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a
Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita,
feiticeiras, sabiam que os banquetes não se
iniciam com a comida que se serve. Eles se
iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é
aquela que sabe a arte de produzir fome.
Toda experiência de aprendizagem se
inicia com uma experiência afetiva. É a fome que
põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu
era menino. Ao lado da pequena casa onde eu
morava havia um pomar enorme que eu devorava
com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore
cujos galhos chegavam a dois metros do muro se
cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram
pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A
simples visão daquelas pitangas provocou o meu
desejo. Eu queria comê-las. E foi então que,
provocada pelo meu desejo, minha máquina de
pensar se pôs a funcionar.
O pensamento é a ponte que o corpo
constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.
Se eu não tivesse visto e desejado as ditas
pitangas minha máquina de pensar teria
permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao
ver os meus olhos desejantes, com dó de mim,
tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse
caso também minha máquina de pensar não teria
funcionado. Meu desejo teria se realizado por
meio de um atalho sem que eu tivesse tido
necessidade de pensar.
Se o desejo for satisfeito a máquina de
pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar
o pensamento é realizando o desejo. Esse é o
pecado de muitos pais e professores que ensinam
as respostas antes que tivesse havido as
perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de
encontrar outra solução: “construa uma
maquineta de roubar pitangas”. (...)
A cabeça não pensa aquilo que o coração
não pede. Conhecimentos que não são nascidos
do desejo são como uma maravilhosa cozinha na
casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O
banquete nunca será servido. Dizia Miguel de
Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”.
A tarefa do professor é a mesma da cozinheira:
antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve
provocar a fome.
ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista
Educação. Disponível em
https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual é empregada a palavra destacada no trecho acima.
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Leia o texto a seguir para responder à questão abaixo.
Começando pela cozinha
Sugeri, faz tempo, que para entrar numa
escola alunos e professores deveriam passar por
uma cozinha. Os cozinheiros podem dar lições
aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a
Tita realizaram suas feitiçarias. Babette e Tita,
feiticeiras, sabiam que os banquetes não se
iniciam com a comida que se serve. Eles se
iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é
aquela que sabe a arte de produzir fome.
Toda experiência de aprendizagem se
inicia com uma experiência afetiva. É a fome que
põe em funcionamento o aparelho pensador. Eu
era menino. Ao lado da pequena casa onde eu
morava havia um pomar enorme que eu devorava
com os olhos. Pois aconteceu que uma árvore
cujos galhos chegavam a dois metros do muro se
cobriu de frutinhas que eu não conhecia. Eram
pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A
simples visão daquelas pitangas provocou o meu
desejo. Eu queria comê-las. E foi então que,
provocada pelo meu desejo, minha máquina de
pensar se pôs a funcionar.
O pensamento é a ponte que o corpo
constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.
Se eu não tivesse visto e desejado as ditas
pitangas minha máquina de pensar teria
permanecido parada. Imagine que a vizinha, ao
ver os meus olhos desejantes, com dó de mim,
tivesse me dado um punhado das pitangas. Nesse
caso também minha máquina de pensar não teria
funcionado. Meu desejo teria se realizado por
meio de um atalho sem que eu tivesse tido
necessidade de pensar.
Se o desejo for satisfeito a máquina de
pensar não pensa. A maneira mais fácil de abortar
o pensamento é realizando o desejo. Esse é o
pecado de muitos pais e professores que ensinam
as respostas antes que tivesse havido as
perguntas. (...) Mas o desejo continuou e tratei de
encontrar outra solução: “construa uma
maquineta de roubar pitangas”. (...)
A cabeça não pensa aquilo que o coração
não pede. Conhecimentos que não são nascidos
do desejo são como uma maravilhosa cozinha na
casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O
banquete nunca será servido. Dizia Miguel de
Unamuno: “saber por saber: isso é inumano…”.
A tarefa do professor é a mesma da cozinheira:
antes de dar a faca e o queijo ao aluno, deve
provocar a fome.
ALVES, Rubem. Começando pela cozinha. Revista
Educação. Disponível em
https://revistaeducacao.com.br/2012/04/30/comecando-pela-cozinha/.
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