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A aprendizagem não é a mera repetição da informação
e não resulta unicamente do processo de memorização.
Para que ela ocorra estão envolvidos “o uso e o
desenvolvimento de todos os poderes, capacidades,
potencialidades do homem, tanto física quanto mentais
e afetivas.
Considerando as concepções de aprendizagens, analise a tirinha e assinale a alternativa CORRETA:

Considerando as concepções de aprendizagens, analise a tirinha e assinale a alternativa CORRETA:

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Cada período do ciclo da vida é influenciado pelo que
ocorreu antes e irá afetar o que virá depois. Assim,
compreendemos que o desenvolvimento é um processo
contínuo no decorrer da vida e cada parte do ciclo
apresenta suas próprias características.
Sobre a fase de desenvolvimento da primeira infância,
analise os itens a seguir:
I. O crescimento físico e o desenvolvimento motor ocorrem conforme dois princípios: cefalocaudal, o desenvolvimento avança da cabeça para as partes inferiores e próximo-distal, o desenvolvimento avança do centro do corpo para as partes externas.
II. O crescimento mais evidente do corpo se dá no primeiro ano, embora o crescimento continue rápido durante os três primeiros anos de vida da criança.
III. Os sistemas muscular, nervoso, respiratório, circulatório e imunológico estão em processo de amadurecimento e todos os dentes já estão presentes.
IV. As habilidades motoras desenvolvem-se em sequências definidas e a auto locomoção apresenta-se como um evento determinante, gerando mudanças em todas as áreas do desenvolvimento. Porém, padrões ambientais e culturais podem influenciar o ritmo do desenvolvimento motor.
V. Cognitivamente, as crianças nessa fase desenvolvem a fala pré-linguística, ou seja, aquela que precede a primeira palavra incluindo o choro, arrulhos, balbucio e a imitação de sons; aos seis meses a criança já aprendeu os sons básicos da língua.
Estão CORRETOS:
I. O crescimento físico e o desenvolvimento motor ocorrem conforme dois princípios: cefalocaudal, o desenvolvimento avança da cabeça para as partes inferiores e próximo-distal, o desenvolvimento avança do centro do corpo para as partes externas.
II. O crescimento mais evidente do corpo se dá no primeiro ano, embora o crescimento continue rápido durante os três primeiros anos de vida da criança.
III. Os sistemas muscular, nervoso, respiratório, circulatório e imunológico estão em processo de amadurecimento e todos os dentes já estão presentes.
IV. As habilidades motoras desenvolvem-se em sequências definidas e a auto locomoção apresenta-se como um evento determinante, gerando mudanças em todas as áreas do desenvolvimento. Porém, padrões ambientais e culturais podem influenciar o ritmo do desenvolvimento motor.
V. Cognitivamente, as crianças nessa fase desenvolvem a fala pré-linguística, ou seja, aquela que precede a primeira palavra incluindo o choro, arrulhos, balbucio e a imitação de sons; aos seis meses a criança já aprendeu os sons básicos da língua.
Estão CORRETOS:
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Ao elucidar os princípios que regem a aquisição de
comportamentos aprendidos, bem como os elementos
necessários à mudança do repertório comportamental,
o Behaviorismo se tornou bastante conhecido e
aplicado na área da educação.
A seguir analise as principais contribuições do Behaviorismo para as práticas educacionais, a maioria delas relacionadas à proposta da instrução programada.
I. O conteúdo a ser ensinado deve ser subdivido em pequenas partes, distribuídas em uma sequência lógica que possibilite a passagem gradual de uma etapa à outra. É importante o uso de reforçadores ao longo de todo processo e não apenas no final.
II. O uso de reforçadores é de grande importância para o processo de aprendizagem escolar, mas deve-se ter cuidado com o excesso de punição, pois tende a levar à esquiva (evitação).
III. Cada estudante tem seu próprio ritmo de aprendizagem e esse deve ser respeitado.
IV. O ensino deve ser pensado de modo que apresente conhecimentos futuros úteis.
V. A avaliação é um elemento muito útil, por alguns motivos: "o erro indica ao professor que o seu procedimento de ensino não está sendo efetivo e que algo em seu planejamento de ensino precisa ser revisto.
Estão CORRETOS:
A seguir analise as principais contribuições do Behaviorismo para as práticas educacionais, a maioria delas relacionadas à proposta da instrução programada.
I. O conteúdo a ser ensinado deve ser subdivido em pequenas partes, distribuídas em uma sequência lógica que possibilite a passagem gradual de uma etapa à outra. É importante o uso de reforçadores ao longo de todo processo e não apenas no final.
II. O uso de reforçadores é de grande importância para o processo de aprendizagem escolar, mas deve-se ter cuidado com o excesso de punição, pois tende a levar à esquiva (evitação).
III. Cada estudante tem seu próprio ritmo de aprendizagem e esse deve ser respeitado.
IV. O ensino deve ser pensado de modo que apresente conhecimentos futuros úteis.
V. A avaliação é um elemento muito útil, por alguns motivos: "o erro indica ao professor que o seu procedimento de ensino não está sendo efetivo e que algo em seu planejamento de ensino precisa ser revisto.
Estão CORRETOS:
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As disfunções sexuais podem surgir por fatores
biológicos, hormonais, sociais ou psicológicos e
causam perturbações na qualidade de vida sexual do
indivíduo ou do casal.
São fatores psíquicos que podem afetar a sexualidade, entre outras:
I. Preconceitos. II. Ansiedade ou Depressão. III. Estresse do casal ou individual. IV. Falta de conhecimento sobre o próprio corpo. V. Trauma de alguma relação sexual passada. VI. Falta de educação sexual.
Estão CORRETOS:
São fatores psíquicos que podem afetar a sexualidade, entre outras:
I. Preconceitos. II. Ansiedade ou Depressão. III. Estresse do casal ou individual. IV. Falta de conhecimento sobre o próprio corpo. V. Trauma de alguma relação sexual passada. VI. Falta de educação sexual.
Estão CORRETOS:
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A figura de linguagem presente no texto é a
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- MorfologiaVerbosElementos Estruturais
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Estudo aponta para vitamina que reduz risco de
câncer de intestino
Um estudo recente lançou uma nova perspectiva sobre a
prevenção do câncer de intestino, ou colorretal,
destacando que a vitamina B9, também conhecida como
folato, pode desempenhar um papel significativo na
redução do risco da doença.
A descoberta foi publicada no The American Journal of
Clinical Nutrition. A pesquisa é de cientistas do Imperial
College London.
A pesquisa, a maior desse tipo até o momento, analisou
dados de mais de 70 mil indivíduos para identificar
variantes genéticas relacionadas à forma como o folato,
seus suplementos e o folato total podem influenciar o risco
de câncer colorretal.
Resultados
Os resultados revelaram que para aqueles que mantêm
uma dieta rica em folato, presente em vegetais de folhas
verdes como espinafre, repolho e brócolis, o risco de
desenvolver câncer de intestino diminuiu em até 7% para
cada 260 microgramas de aumento no consumo de folato.
Isso corresponde a 65% da quantidade diária
recomendada, que é de 400 microgramas.
Quais são os benefícios do folato para a saúde?
Além de sua contribuição na prevenção do câncer
colorretal, o folato desempenha um papel essencial na
produção de glóbulos vermelhos, sendo particularmente
crucial para mulheres grávidas ou que estão
tentando engravidar.
O estudo também explorou interações genéticas comuns e
o folato, assim como o uso de ácido fólico em relação ao
risco de câncer colorretal.
Os pesquisadores concluíram que uma região específica do
genoma pode modificar a relação entre os suplementos de
folato e o risco de câncer, embora seja necessário realizar
mais pesquisas para identificar os genes envolvidos e sua
influência.
O estudo enfatiza a relevância dos alimentos ricos em
folato como parte de uma dieta saudável e sugere
promissores indícios de como o folato pode influenciar o
risco de câncer através de diferentes genes, abrindo espaço
para futuras investigações.
https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/estudo-aponta-para-vitamina-quereduz-risco-de-cancer-de-intestino/
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Estudo aponta para vitamina que reduz risco de
câncer de intestino
Um estudo recente lançou uma nova perspectiva sobre a
prevenção do câncer de intestino, ou colorretal,
destacando que a vitamina B9, também conhecida como
folato, pode desempenhar um papel significativo na
redução do risco da doença.
A descoberta foi publicada no The American Journal of
Clinical Nutrition. A pesquisa é de cientistas do Imperial
College London.
A pesquisa, a maior desse tipo até o momento, analisou
dados de mais de 70 mil indivíduos para identificar
variantes genéticas relacionadas à forma como o folato,
seus suplementos e o folato total podem influenciar o risco
de câncer colorretal.
Resultados
Os resultados revelaram que para aqueles que mantêm
uma dieta rica em folato, presente em vegetais de folhas
verdes como espinafre, repolho e brócolis, o risco de
desenvolver câncer de intestino diminuiu em até 7% para
cada 260 microgramas de aumento no consumo de folato.
Isso corresponde a 65% da quantidade diária
recomendada, que é de 400 microgramas.
Quais são os benefícios do folato para a saúde?
Além de sua contribuição na prevenção do câncer
colorretal, o folato desempenha um papel essencial na
produção de glóbulos vermelhos, sendo particularmente
crucial para mulheres grávidas ou que estão
tentando engravidar.
O estudo também explorou interações genéticas comuns e
o folato, assim como o uso de ácido fólico em relação ao
risco de câncer colorretal.
Os pesquisadores concluíram que uma região específica do
genoma pode modificar a relação entre os suplementos de
folato e o risco de câncer, embora seja necessário realizar
mais pesquisas para identificar os genes envolvidos e sua
influência.
O estudo enfatiza a relevância dos alimentos ricos em
folato como parte de uma dieta saudável e sugere
promissores indícios de como o folato pode influenciar o
risco de câncer através de diferentes genes, abrindo espaço
para futuras investigações.
https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/estudo-aponta-para-vitamina-quereduz-risco-de-cancer-de-intestino/
I. “Os resultados revelaram que para aqueles...”
II. “... que mantêm uma dieta rica em folato, presente em vegetais de folhas verdes...”
III. “... 65% da quantidade diária recomendada, que é de 400 microgramas. ”
Sobre a palavra destacada “que”, assinale a opção CORRETA.
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Estudo aponta para vitamina que reduz risco de
câncer de intestino
Um estudo recente lançou uma nova perspectiva sobre a
prevenção do câncer de intestino, ou colorretal,
destacando que a vitamina B9, também conhecida como
folato, pode desempenhar um papel significativo na
redução do risco da doença.
A descoberta foi publicada no The American Journal of
Clinical Nutrition. A pesquisa é de cientistas do Imperial
College London.
A pesquisa, a maior desse tipo até o momento, analisou
dados de mais de 70 mil indivíduos para identificar
variantes genéticas relacionadas à forma como o folato,
seus suplementos e o folato total podem influenciar o risco
de câncer colorretal.
Resultados
Os resultados revelaram que para aqueles que mantêm
uma dieta rica em folato, presente em vegetais de folhas
verdes como espinafre, repolho e brócolis, o risco de
desenvolver câncer de intestino diminuiu em até 7% para
cada 260 microgramas de aumento no consumo de folato.
Isso corresponde a 65% da quantidade diária
recomendada, que é de 400 microgramas.
Quais são os benefícios do folato para a saúde?
Além de sua contribuição na prevenção do câncer
colorretal, o folato desempenha um papel essencial na
produção de glóbulos vermelhos, sendo particularmente
crucial para mulheres grávidas ou que estão
tentando engravidar.
O estudo também explorou interações genéticas comuns e
o folato, assim como o uso de ácido fólico em relação ao
risco de câncer colorretal.
Os pesquisadores concluíram que uma região específica do
genoma pode modificar a relação entre os suplementos de
folato e o risco de câncer, embora seja necessário realizar
mais pesquisas para identificar os genes envolvidos e sua
influência.
O estudo enfatiza a relevância dos alimentos ricos em
folato como parte de uma dieta saudável e sugere
promissores indícios de como o folato pode influenciar o
risco de câncer através de diferentes genes, abrindo espaço
para futuras investigações.
https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/estudo-aponta-para-vitamina-quereduz-risco-de-cancer-de-intestino/
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Estudo aponta para vitamina que reduz risco de
câncer de intestino
Um estudo recente lançou uma nova perspectiva sobre a
prevenção do câncer de intestino, ou colorretal,
destacando que a vitamina B9, também conhecida como
folato, pode desempenhar um papel significativo na
redução do risco da doença.
A descoberta foi publicada no The American Journal of
Clinical Nutrition. A pesquisa é de cientistas do Imperial
College London.
A pesquisa, a maior desse tipo até o momento, analisou
dados de mais de 70 mil indivíduos para identificar
variantes genéticas relacionadas à forma como o folato,
seus suplementos e o folato total podem influenciar o risco
de câncer colorretal.
Resultados
Os resultados revelaram que para aqueles que mantêm
uma dieta rica em folato, presente em vegetais de folhas
verdes como espinafre, repolho e brócolis, o risco de
desenvolver câncer de intestino diminuiu em até 7% para
cada 260 microgramas de aumento no consumo de folato.
Isso corresponde a 65% da quantidade diária
recomendada, que é de 400 microgramas.
Quais são os benefícios do folato para a saúde?
Além de sua contribuição na prevenção do câncer
colorretal, o folato desempenha um papel essencial na
produção de glóbulos vermelhos, sendo particularmente
crucial para mulheres grávidas ou que estão
tentando engravidar.
O estudo também explorou interações genéticas comuns e
o folato, assim como o uso de ácido fólico em relação ao
risco de câncer colorretal.
Os pesquisadores concluíram que uma região específica do
genoma pode modificar a relação entre os suplementos de
folato e o risco de câncer, embora seja necessário realizar
mais pesquisas para identificar os genes envolvidos e sua
influência.
O estudo enfatiza a relevância dos alimentos ricos em
folato como parte de uma dieta saudável e sugere
promissores indícios de como o folato pode influenciar o
risco de câncer através de diferentes genes, abrindo espaço
para futuras investigações.
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Estudo aponta para vitamina que reduz risco de
câncer de intestino
Um estudo recente lançou uma nova perspectiva sobre a
prevenção do câncer de intestino, ou colorretal,
destacando que a vitamina B9, também conhecida como
folato, pode desempenhar um papel significativo na
redução do risco da doença.
A descoberta foi publicada no The American Journal of
Clinical Nutrition. A pesquisa é de cientistas do Imperial
College London.
A pesquisa, a maior desse tipo até o momento, analisou
dados de mais de 70 mil indivíduos para identificar
variantes genéticas relacionadas à forma como o folato,
seus suplementos e o folato total podem influenciar o risco
de câncer colorretal.
Resultados
Os resultados revelaram que para aqueles que mantêm
uma dieta rica em folato, presente em vegetais de folhas
verdes como espinafre, repolho e brócolis, o risco de
desenvolver câncer de intestino diminuiu em até 7% para
cada 260 microgramas de aumento no consumo de folato.
Isso corresponde a 65% da quantidade diária
recomendada, que é de 400 microgramas.
Quais são os benefícios do folato para a saúde?
Além de sua contribuição na prevenção do câncer
colorretal, o folato desempenha um papel essencial na
produção de glóbulos vermelhos, sendo particularmente
crucial para mulheres grávidas ou que estão
tentando engravidar.
O estudo também explorou interações genéticas comuns e
o folato, assim como o uso de ácido fólico em relação ao
risco de câncer colorretal.
Os pesquisadores concluíram que uma região específica do
genoma pode modificar a relação entre os suplementos de
folato e o risco de câncer, embora seja necessário realizar
mais pesquisas para identificar os genes envolvidos e sua
influência.
O estudo enfatiza a relevância dos alimentos ricos em
folato como parte de uma dieta saudável e sugere
promissores indícios de como o folato pode influenciar o
risco de câncer através de diferentes genes, abrindo espaço
para futuras investigações.
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