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O efeito e o defeito
Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda. Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]
Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.
Em “Ó seu moço cantador/ com a sua 'sabilidade'/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade” (linhas 4 e 5), observa-se
I- intencionalidade discursiva, realçada pelo uso do termo "sabilidade" por meio da versatilidade que se instaura no processo de interação social.
II- produção metafórica, no termo "sabilidade", colocado para rimar com "qualidade".
III- construção ambígua, com a finalidade de provocar um efeito de sentido ao poema popular.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O efeito e o defeito
Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda. Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]
Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.
No enunciado “Existe, de fato, uma poesia popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió” (linha 6 e 7), a sequência de constituintes revela
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
O efeito e o defeito
Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda. Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]
Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.
No enunciado “É um linguajar engraçado, cheio de termos arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola” (linhas 7 e 8), a expressão "termos arrevesados" faz referência
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Campina Grande-PB
O efeito e o defeito
Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda. Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]
Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.
A temática do texto versa sobre a
I- cultura nordestina realçada na poesia popular.
II- forma como os poetas populares usam a linguagem para criar um efeito literário. III- criação distorcida do poeta para evidenciar sua produção literária.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O nosso e o deles
As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos, juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
No enunciado “As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das ‘janelas da alma’ do que expressão de nostalgia”, o uso da linguagem figurada evidencia-se na expressão “as janelas da alma” (linha 8 e 9), observa-se o uso de uma linguagem figurada identificada como:
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O nosso e o deles
As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos, juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
Sobre o emprego dos elementos em destaque no enunciado, analise as proposições, abaixo, e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.
Do enunciado “Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em nome da paz [...]." (linha 3), é CORRETO
afirmar que
( ) “Até mesmo” é um elemento sequencial que assume no encadeamento discursivo forte teor argumentativo.
( ) “que” substitui o termo antecedente e introduz uma oração adjetiva na qual assume a função sintática de sujeito.
( ) nas duas ocorrências, a partícula “se”exerce funções morfossintáticas distintas.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é
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O nosso e o deles
As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos, juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
Dada a leitura do fragmento textual “As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, ‘viva’ e ‘salve'. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade.” (linhas 1 e 2), analise as proposições com relação à sua estruturação.
I- A forma verbal “Traduzem” tem um vínculo sintático com o constituinte “as expressões”; e semântico, com os constituintes “Viva” e “Salve”.
II- O constituinte “as”, em “quem as pronuncia”, é usado para indicar, de modo particular, as aspirações do leitor.
III- A expressão “os desejos de perenidade” completa o sentido da forma verbal “Traduzem”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O nosso e o deles
As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos, juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
O marco temporal das ações indicadas ao longo do texto pode ser observado pela
I- inscrição de diversos termos que fazem referência a esse tempo.
II- colocação do enunciado "o desejo de transpor as eras" (linha 4), que se refere à noite do ano novo.
III- indeterminação relacionada ao momento de festividade instaurada no texto.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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O nosso e o deles
As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos, juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]
Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.
Analise as proposições a seguir, com relação ao tema do texto – festividades de final de ano –, e assinale (V) para verdadeiro e (F) para as falso.
( ) O tema pode ser evidenciado pela articulação de palavras específicas que evocam determinadas emoções e sensações em relação à festividade.
( ) O texto cria imagens que externam sentimentos exagerados de tristeza e melancolia.
( ) A linguagem utilizada no texto é objetiva, pois o narrador expõe uma informação com a intenção de interagir com o leitor.
A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é
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Entre as alternativas citadas a seguir, qual NÃO é indicação para o uso da técnica radiográfica oclusal?
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