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Foram encontradas 50 questões.

813756 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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O ícone Enunciado 813756-1 no MS Word 2010, em português, é utilizado na situação em que se deseja:
 

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813755 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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A funcionalidade principal indicada pelo ícone Enunciado 813755-1 no navegador Mozilla Firefox V 35.0.1 pode ser acessada através das teclas de atalho:
 

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813754 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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No MS Windows 7, em português, o banco de dados de configurações básicas que contém as informações sobre todos os programas instalados, estruturas de diretórios, usuários, drivers, periféricos e recursos é controlado pelo?
 

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813753 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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De acordo com o disposto na Constituição Federal vigente, é correto afirmar, com relação aos trabalhadores urbanos e rurais, que é direito destes:

 

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813436 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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A consulta

- Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

- O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade ...

- E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

-Bem, doutor. Eu tenho insônias.

- E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

-Eu não me dou com meu vizinho.

- É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

- Mas, doutor. ..

- Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado ... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

- Realmente ... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

- Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

- Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

- Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais - e como nunca foi - o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada.

Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira - De Machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

Pode-se afirmar que a oração destacada em "Às vezes, tenho a impressão DE QUE ESTOU FICANDO NEURÓTICO." é subordinada:

 

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813255 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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A consulta

- Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

- O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade ...

- E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

-Bem, doutor. Eu tenho insônias.

- E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

-Eu não me dou com meu vizinho.

- É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

- Mas, doutor. ..

- Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado ... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

- Realmente ... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

- Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

- Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

- Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais - e como nunca foi - o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada.

Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira - De Machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

A única alternativa em que o termo destacado é independente sintaticamente dos outros termos da oração, é:

 

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813232 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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A consulta

- Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

- O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade ...

- E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

-Bem, doutor. Eu tenho insônias.

- E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

-Eu não me dou com meu vizinho.

- É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

- Mas, doutor. ..

- Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado ... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

- Realmente ... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

- Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

- Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

- Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais - e como nunca foi - o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada.

Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira - De Machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

"-Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam."(§ 1)

A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.

I. Os verbos usados são significativos, de ligação, por isso fundamentais à ideia dó predicado.

II. SAUDÁVEL e APARÊNCIAS são palavras usadas com sentido denotativo.

IlI. ÀS VEZES atribui valor de tempo aos elementos aos quais se refere.

Está( ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

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805982 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Em 2014 o valor de uma mercadoria sofreu três aumentos seguidos, sendo 10% em janeiro, 20% em fevereiro e, 20% em março. Determine o aumento percentual total sofrido pelo valor dessa mercadoria após os três aumentos citados anteriormente.
 

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805902 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Segundo a norma ABNT NBR 6.118:2014 Versão Corrigida: 2014 (Projeto de estruturas de concreto Procedimento), a mínima armadura lateral (armadura de pele) em cada face da alma da viga deve ter espaçamento, em cm, não maior do que:
 

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805698 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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A consulta

- Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

- O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade ...

- E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

-Bem, doutor. Eu tenho insônias.

- E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

-Eu não me dou com meu vizinho.

- É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

- Mas, doutor. ..

- Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado ... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

- Realmente ... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

- Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

- Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

- Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais - e como nunca foi - o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada.

Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira - De Machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

Tendo em vista o enunciado "Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada.", analise as afirmativas a seguir.

I. Os termos ABSOLUTAMENTE e NADA compõem o objeto direto da forma verbal TEM.

II. As formas verbais foram usadas em tempos pretéritos.

III. TRANQUILO é uma palavra paroxítona.

Está( ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

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