Foram encontradas 70 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
Está sendo veiculada nas redes sociais que a Prefeitura Municipal abriu inscrições para o Programa Renda Familiar 2021 e que as famílias cadastradas irão receber auxílio de R$ 130 por mês.
A Secretaria Municipal da Promoção Social e Defesa Civil informa que não existe nenhum cadastro para inscrição em Programa Renda Mensal Familiar e que se trata de uma FAKE NEWS.
Ao se inscrever neste falso cadastro, a pessoa acaba passando dados pessoais, como números do CPF e RG, endereço e telefone para contato.
Disponível em: <https://carmodocajuru.mg.gov.br/c/e
-fake-news-noticia-sobre-renda-familiar-mensal-e-falsa>. Acesso em: 2 fev. 2021
Essa mensagem, transmitida pela Prefeitura Municipal de Carmo do Cajuru, alerta a população quanto à(s):
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Carmo Cajuru-MG
[...] o rio Pará “nasce da união do rio Mirandinha com o córrego Água Limpa, no Desterro de Entre Rios” (Ecologia, Modificações e Evolução do Rio Pará, ADESG, 1991). Depois de pegar muitos afluentes, tais como o rio do Peixe (Piracema), Itapecerica, São João e Lambari, além do nosso famoso ribeirão do Empanturrado, deságua no rio São Francisco, no município de Pompéu, perfazendo 277 Km. [...]
Disponível em: <https://camaracarmodocajuru.mg. gov.br/conteudo/recursos-naturais#.YMD6aflKjIU>. Acesso em: 9 jun. 2021.
O Rio Pará, entre vários elementos, é importante para Carmo do Cajuru porque:
Provas
Uma danceteria com capacidade para 450 pessoas dispõe de 3 saídas de emergência. Se por algum motivo o local tiver que ser evacuado, estando com a lotação máxima, o processo de evacuação levaria 30 minutos. O proprietário deseja ampliar o local, sem modificar a localização das saídas já existentes, aumentando a capacidade para 800 pessoas, respeitando um tempo máximo de evacuação de 40 minutos caso o local esteja com lotação máxima. Se a danceteria for ampliada, o número de saídas de emergência que deverão ser construídas é:
Provas
Diminuindo-se 3 cm de cada lado de um quadrado desenhado em uma folha de papel obtém-se um novo quadrado cuja área é igual a 256 cm2. O perímetro do quadrado desenhado inicialmente era:
Provas
Sabe-se que a soma das idades de Carlos e de Carolina é 24 anos, e que o triplo da idade de Carlos acrescido do dobro da idade de Carolina corresponde a 63 anos.
Assinale a alternativa que representa a relação entre as idades.
Provas
A soma de três números consecutivos é 45.
A expressão que representa corretamente essa situação é:
Provas
O quadro a seguir apresenta o número de vagas ocupadas no estacionamento de um shopping, registradas de segunda a sábado, ao longo de uma semana.
| Segunda | Terça | Quarta | Quinta | Sexta | Sábado |
| 180 | 295 | 245 | 305 | 320 | 335 |
Com base nesse quadro, a mediana do número de vagas ocupadas nesse estacionamento é:
Provas
Em um terreno triangular, será construído um galpão quadrado, de acordo com a representação a seguir.
Sabe-se que o lado do terreno onde ficará uma das paredes laterais desse galpão mede 20 metros, e que a altura relativa a esse lado é igual a 12 metros.

A área ocupada por esse galpão será de:
Provas
TEXTO I
Um “aperto no peito” e a adrenalina do carnaval
contida na escola Vai-Vai, a mais antiga de
São Paulo
A mais antiga escola de samba de São Paulo
celebraria neste ano a volta ao grupo especial. Agremiação perdeu 30 integrantes para a Covid-19
e viu comunidade ter de se virar para sobreviver
Na manhã da sexta-feira de Carnaval, só se ouvia, lá longe, um martelo batendo num ferro em algum dos barracões da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, na zona norte da cidade. Um ano antes, o lugar estaria tomado de pessoas correndo de um lado para o outro, em uma cacofonia de sons que marcariam os últimos ajustes antes das noites de desfile. A pandemia de Covid-19 privou o Brasil de sua festa mais tradicional e mudou a vida de quem faz Carnaval o ano todo, não só em fevereiro. No caso do Grêmio Recreativo Cultural Vai-Vai, o aperto no peito é maior: a escola de samba mais antiga de São Paulo voltaria ao grupo especial em 2021, depois de levar o título no ano passado com um enredo em homenagem aos seus 90 anos de história.
“É o primeiro ano em que estou sem fazer nada no Carnaval. Aqui dentro está apertado.” Fernando Penteado, de 74 anos, diretor cultural do Vai-Vai, faz um gesto com a mão fechada sobre o peito. Neto de Frederico Penteado, um dos cinco fundadores da escola (que nasceu em 1930), Fernando começou a desfilar aos cinco anos com as cores preto e branco do bairro do Bixiga e hoje é uma espécie de entidade da escola.
No chão de um dos barracões do Vai-Vai, fantasias e adereços de anos anteriores formavam uma pequena montanha. Em uma parede, dezenas de rolos de fita de muitas cores e brilhos estavam organizadas em estante. Pedaços de tecido e moldes de gesso repousavam sobre duas grandes mesas de trabalho colocadas em cantos opostos do local fechado, onde apenas cinco pessoas trabalhavam nas alegorias. “Hoje era para ter mais de 100 pessoas aqui”, lamenta Fernando. À angústia da comunidade, soma-se a crise econômica provocada pelo coronavírus, que fez com que muitos membros da escola perdessem sua principal fonte de renda.
“Muitos dos nossos estão vendendo lanche ou fazendo artesanato para sobreviver. Tinha gente desesperada querendo fazer o desfile porque suas casas são ateliês de Carnaval, elas vivem disso e queriam trabalhar. Mas eu dizia que, se elas trabalhassem, o dinheiro seria só para comprar o caixão”, conta Fernando. Apesar de lamentar o primeiro Carnaval em mais de seis décadas sem pisar no sambódromo, ele não considera seguro ou apropriado fazer festa quando muitas pessoas estão adoecendo ou morrendo de Covid-19. A escola, conta Fernando, perdeu 30 pessoas para a doença, entre diretores, baianas, velha guarda e demais componentes. “De agosto a novembro, morriam dois ou três por mês.
É impossível brincar em fevereiro diante de uma situação dessas.”
O diretor cultural também lembra das outras mazelas causadas por essa mudança na rotina da comunidade: “Tem gente que está tomando remédio, entrando em depressão, tristeza mesmo. Este ano vamos só fazer pipoca e sentar no sofá para assistir os desfiles do ano passado na televisão” (a TV Globo vai transmitir uma seleção, os maiores desfiles da história de São Paulo e do Rio, um convite à nostalgia, mas também à festa em casa).
Em uma das grandes mesas do barracão senta Luciana Mazola, de 42 anos, aderecista e decoradora responsável pelas alegorias do Vai-Vai, que só reassumiu seu posto de trabalho nos últimos meses e trabalha com uma equipe pequena para o próximo Carnaval. Ela, que há 28 anos largou o emprego de vendedora de automóveis para viver de Carnaval, teve que deixar a quadra para costurar máscaras em uma ONG e depois fazer telemarketing em uma empresa de internet e, assim, conseguir pagar as contas. “Há 20 anos na escola minha função é organizar e garantir que a criação do carnavalesco vai sair do papel. Quando perdi isso, consegui pagar os boletos, porém foi como se tivessem tirado um órgão do meu corpo. Perdi a adrenalina que tinha na minha rotina”, diz ela.
Luciana trabalha com as mesmas pessoas na sua equipe há, no mínimo, 10 anos. Quando a escola fechou os barracões e a quadra, ela passou os dados de todos para a direção do Vai-Vai, que organizou cestas básicas, kits de higiene e fraldas de criança paras serem entregues a esses trabalhadores. “Quem era aderecista, virou faxineira. Quem era forrador foi trabalhar em hospital, todo mundo tentou se manter”, conta. A solidariedade é um traço natural da escola de samba, onde muitos dos membros convivem mais entre si do que com suas próprias famílias. “Você acaba passando mais tempo aqui do que em casa. A cozinheira vira sua mãe, o diretor de barracão é como seu pai”, acrescenta.
[...]
Disponível em: <https://bityli.com/vvBU3>. Acesso em: 19 fev. 2021 (Adaptação).
Releia este trecho.
“Apesar de lamentar o primeiro Carnaval em mais de seis décadas sem pisar no sambódromo [...]”
Leia, a seguir, um trecho retirado da página do professor Sérgio Nogueira, no G1.
“Dúvida de leitor: ‘O elemento de composição dromo, de origem grega, tem o significado de ‘lugar para correr’, como atestam os bons dicionários. Assim existem as palavras autódromo, velódromo, hipódromo... Entretanto, o popular, nos últimos anos, fez a criação infeliz de sambódromo, camelódromo, para designar, respectivamente, o lugar onde as escolas de samba desfilam e o lugar onde se reúnem os camelôs. Esses neologismos, que estão sendo incorporados ao idioma, não poderiam ser de pior qualidade, já que o que se faz num sambódromo e num camelódromo não é nenhuma corrida.’”
Disponível em: <https://bityli.com/nM45M>. Acesso em: 19 fev. 2021.
Criações de palavras dessa natureza, como no caso de “sambódromo”, que não seguem rigorosamente os processos formais de criação de novas palavras, acontecem, principalmente, porque
Provas
TEXTO I
Um “aperto no peito” e a adrenalina do carnaval
contida na escola Vai-Vai, a mais antiga de
São Paulo
A mais antiga escola de samba de São Paulo
celebraria neste ano a volta ao grupo especial. Agremiação perdeu 30 integrantes para a Covid-19
e viu comunidade ter de se virar para sobreviver
Na manhã da sexta-feira de Carnaval, só se ouvia, lá longe, um martelo batendo num ferro em algum dos barracões da Liga das Escolas de Samba de São Paulo, na zona norte da cidade. Um ano antes, o lugar estaria tomado de pessoas correndo de um lado para o outro, em uma cacofonia de sons que marcariam os últimos ajustes antes das noites de desfile. A pandemia de Covid-19 privou o Brasil de sua festa mais tradicional e mudou a vida de quem faz Carnaval o ano todo, não só em fevereiro. No caso do Grêmio Recreativo Cultural Vai-Vai, o aperto no peito é maior: a escola de samba mais antiga de São Paulo voltaria ao grupo especial em 2021, depois de levar o título no ano passado com um enredo em homenagem aos seus 90 anos de história.
“É o primeiro ano em que estou sem fazer nada no Carnaval. Aqui dentro está apertado.” Fernando Penteado, de 74 anos, diretor cultural do Vai-Vai, faz um gesto com a mão fechada sobre o peito. Neto de Frederico Penteado, um dos cinco fundadores da escola (que nasceu em 1930), Fernando começou a desfilar aos cinco anos com as cores preto e branco do bairro do Bixiga e hoje é uma espécie de entidade da escola.
No chão de um dos barracões do Vai-Vai, fantasias e adereços de anos anteriores formavam uma pequena montanha. Em uma parede, dezenas de rolos de fita de muitas cores e brilhos estavam organizadas em estante. Pedaços de tecido e moldes de gesso repousavam sobre duas grandes mesas de trabalho colocadas em cantos opostos do local fechado, onde apenas cinco pessoas trabalhavam nas alegorias. “Hoje era para ter mais de 100 pessoas aqui”, lamenta Fernando. À angústia da comunidade, soma-se a crise econômica provocada pelo coronavírus, que fez com que muitos membros da escola perdessem sua principal fonte de renda.
“Muitos dos nossos estão vendendo lanche ou fazendo artesanato para sobreviver. Tinha gente desesperada querendo fazer o desfile porque suas casas são ateliês de Carnaval, elas vivem disso e queriam trabalhar. Mas eu dizia que, se elas trabalhassem, o dinheiro seria só para comprar o caixão”, conta Fernando. Apesar de lamentar o primeiro Carnaval em mais de seis décadas sem pisar no sambódromo, ele não considera seguro ou apropriado fazer festa quando muitas pessoas estão adoecendo ou morrendo de Covid-19. A escola, conta Fernando, perdeu 30 pessoas para a doença, entre diretores, baianas, velha guarda e demais componentes. “De agosto a novembro, morriam dois ou três por mês.
É impossível brincar em fevereiro diante de uma situação dessas.”
O diretor cultural também lembra das outras mazelas causadas por essa mudança na rotina da comunidade: “Tem gente que está tomando remédio, entrando em depressão, tristeza mesmo. Este ano vamos só fazer pipoca e sentar no sofá para assistir os desfiles do ano passado na televisão” (a TV Globo vai transmitir uma seleção, os maiores desfiles da história de São Paulo e do Rio, um convite à nostalgia, mas também à festa em casa).
Em uma das grandes mesas do barracão senta Luciana Mazola, de 42 anos, aderecista e decoradora responsável pelas alegorias do Vai-Vai, que só reassumiu seu posto de trabalho nos últimos meses e trabalha com uma equipe pequena para o próximo Carnaval. Ela, que há 28 anos largou o emprego de vendedora de automóveis para viver de Carnaval, teve que deixar a quadra para costurar máscaras em uma ONG e depois fazer telemarketing em uma empresa de internet e, assim, conseguir pagar as contas. “Há 20 anos na escola minha função é organizar e garantir que a criação do carnavalesco vai sair do papel. Quando perdi isso, consegui pagar os boletos, porém foi como se tivessem tirado um órgão do meu corpo. Perdi a adrenalina que tinha na minha rotina”, diz ela.
Luciana trabalha com as mesmas pessoas na sua equipe há, no mínimo, 10 anos. Quando a escola fechou os barracões e a quadra, ela passou os dados de todos para a direção do Vai-Vai, que organizou cestas básicas, kits de higiene e fraldas de criança paras serem entregues a esses trabalhadores. “Quem era aderecista, virou faxineira. Quem era forrador foi trabalhar em hospital, todo mundo tentou se manter”, conta. A solidariedade é um traço natural da escola de samba, onde muitos dos membros convivem mais entre si do que com suas próprias famílias. “Você acaba passando mais tempo aqui do que em casa. A cozinheira vira sua mãe, o diretor de barracão é como seu pai”, acrescenta.
[...]
Disponível em: <https://bityli.com/vvBU3>. Acesso em: 19 fev. 2021 (Adaptação).
Releia este trecho.
“Quem era aderecista, virou faxineira.”
A palavra destacada foi formada por
Provas
Caderno Container