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Foram encontradas 50 questões.

3797046 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Ana resolveu 87/100 dos problemas de sua prova de matemática na primeira hora. Depois da segunda hora, ela tinha resolvido 97/100 dos problemas. A fração dos problemas, que ela resolveu na segunda hora, foi de:
 

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3797045 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Um trabalhador gasta, em média, R$ 1.200,00, com despesas fixas. Seu salário mensal é de R$ 3.200,00. Qual é a porcentagem do gasto desse trabalhador, com as despesas fixas, sobre o salário mensal que ele recebe?
 

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3797044 Ano: 2024
Disciplina: Estatística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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A vizinha da Maria viajou para fora da cidade durante 7 dias. A tabela seguinte mostra o serviço que ela fez para a vizinha e quanto recebeu por cada tarefa por dia.

Enunciado 4620663-1

Maria realizou cada tarefa uma vez por dia durante os 7 dias. Qual expressão numérica representa o dinheiro que Maria ganhou, no total, durante os sete dias?
 

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3797043 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Uma gráfica recebeu uma encomenda para confeccionar 1.200 livros, que seriam utilizados na alfabetização de jovens e adultos. Para conseguir dar conta do pedido, a gráfica solicitou um prazo de 10 dias. Mantendo-se as condições e ritmo de trabalho, o tempo necessário para uma encomenda de 3.000 livros será de:
 

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3797042 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Um grupo de operários leva, em média, 20 dias para produzir 1.200 unidades de certo produto. Calcule qual seria a quantidade produzida pelo mesmo grupo de operários, em 30 dias.
 

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3797041 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O quadrado a seguir representa um inteiro. A porcentagem representada pela área sombreada é de:

Enunciado 4620657-1

 

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3797040 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que é o fenômeno da água morta?

Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.

Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.

Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.

Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.

Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.

Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.

(Seleçõesmarço2024)

Marque a alternativa em que há falha da formação do gênero (feminino/masculino).
 

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3797039 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que é o fenômeno da água morta?

Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.

Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.

Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.

Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.

Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.

Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.

(Seleçõesmarço2024)

Em: "(...) só em 1893 o explorador norueguês (...)", é correto afirmar sobre o termo "norueguês":
 

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3797038 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que é o fenômeno da água morta?

Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.

Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.

Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.

Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.

Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.

Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.

(Seleçõesmarço2024)

A letra "X", presente em "explorador", não ocorre em:
 

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3797037 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que é o fenômeno da água morta?

Ele acontece quando ondas se formam dentro do mar, e não na superfície. E pode ter decidido uma batalha na Roma Antiga.

Que água e óleo não se misturam, você já sabe. Um pouco menos trivial é que, em algumas condições, água e água não se misturam. Por exemplo: no litoral de regiões de baixas temperaturas, conforme o gelo dos glaciares derrete e escorre para o mar, forma-se uma camada de água doce mais fria na superfície do oceano − que permanece separada da camada inferior, mais salgada e quente.

Quando um navio está passando em uma região em que acontece esse fenômeno, ele perturba as águas e vai gerando ondas atrás de si. Mas essas ondas não acontecem na superfície da água. São ondas submarinas, que se formam na interface entre a água doce e a salgada.

Essas ondas invisíveis (seriam visíveis se você pudesse, por exemplo, tingir a água doce com corante para vê-la em contraste com a salgada) vão ganhando velocidade, alcançam o próprio navio responsável por gerá-las e então interferem com seu movimento, fazendo-o desacelerar ou parar.

Existem dois tipos de água morta. A versão do fenômeno conhecida como Nansen faz a velocidade do navio diminuir de maneira mais ou menos uniforme. Já a versão chamada de Ekman faz o velocímetro do barco oscilar: ele vai ora mais rápido, ora mais devagar. Hoje, sabemos que essas duas manifestações são etapas do mesmo processo. Primeiro o navio oscila à moda Ekman, depois se estabiliza do jeitinho Nansen.

Acredita-se que o fenômeno tenha sido fundamental para a vitória do imperador Otaviano contra a frota de Marco Antônio e Cleópatra na Batalha do Áccio, em 31 a.C. Pela maior parte da história, a água morta foi  descartada como história de pescador: só em 1893 o caso do explorador norueguês Fridtjof Nansen convenceu um meteorologista, Vilhelm Bjerknes, a descrevê-lo cientificamente.

(Seleçõesmarço2024)

"(...) descartada como história de pescador (...)" refere-se a um tipo de:
 

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