Foram encontradas 18 questões.
Sabe-se que, na divisão do número natural x pelo número natural y, se obtém quociente e resto iguais a 9, e que,
na divisão de 10 y por x, se obtém quociente 1 e resto 6.
Nessas condições, o valor de (x – y) é igual a
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Um jardim retangular foi dividido em 4 canteiros congruentes, onde foram plantadas flores ornamentais (F) e
grama (G), conforme mostra a figura.

Se a área da região ocupada pelas flores é 12 m², então, o perímetro desse jardim é igual a

Se a área da região ocupada pelas flores é 12 m², então, o perímetro desse jardim é igual a
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Leia o texto para responder à questão.
O ambicioso plano de quase 400 anos para
ir à Lua em uma carroça voadora
Quando Galileu olhou pela primeira vez para a Lua através de seu telescópio em janeiro de 1610, ficou surpreso ao
descobrir que parecia ser um “mundo”. Em um contexto de
grandes invenções, como os relógios mecânicos, a pólvora
e a bússola magnética, além dos telescópios, a imaginação
dos pensadores europeus fervilhava, e muitos se perguntavam se a Lua seria um mundo como a Terra. Haveria vida
inteligente ali? Se assim fosse, poderíamos nos comunicar
com esses seres?
Essa possibilidade tentadora está no centro do programa
espacial do reverendo John Wilkins, um jovem clérigo inglês
e amante da nova ciência. Ele propôs o desenvolvimento de
um veículo notável, uma espécie de carruagem voadora, que
seria como um pequeno navio, no meio do qual haveria um
poderoso motor de relógio acionado por uma mola. A força da
pólvora poderia ser usada para movimentar essa máquina, de
modo que, quando seu mecanismo fosse acionado, movimentaria um grande par de asas, semelhantes às de um pássaro.
Não é necessário dizer que a carruagem voadora de
Wilkins nunca se tornou realidade. A ciência avançava tão
rápido que, logo após sua proposta, Wilkins conseguiu perceber sua impossibilidade.
(Allan Chapman. 22.06.2019. www.bbc.com/portuguese. Adaptado)
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Leia o conto a seguir para responder à questão.
Tentando alcançar a Lua
Uma noite, o Rei dos Macacos reparou numa gloriosa Lua dourada que repousava no fundo de uma lagoa. Não se apercebendo de que se tratava apenas de um reflexo, o rei chamou os seus súditos para que lhe fossem buscar aquele tesouro não reclamado.
– O nosso macaco mais forte agarra-se a esta árvore – ordenou o rei. – E o nosso segundo macaco mais forte agarra-se à mão dele, tenta alcançar a água e pega na Lua dourada.
Assim fizeram. Mas o segundo macaco não conseguia alcançar a Lua.
– Quem é o nosso terceiro macaco mais forte? Agarra-te à mão do teu irmão e vai buscar a Lua.
Mas a Lua continuava fora do alcance deles.
– Tragam o quarto macaco mais forte. Que desça até junto da lagoa e tente a sua sorte.
Os macacos formavam agora uma cadeia, cada um pendurado no braço do outro. O quarto macaco usou os braços deles como escada e ficou pendurado na mão do terceiro macaco… mas a Lua continuava fora do seu alcance. E assim continuaram… cinco… seis… sete… oito… macaco após macaco, até que o último conseguia tocar já na superfície da água.
– Estamos quase conseguindo! – gritaram os macacos.
– Deixem-me ser o primeiro a agarrá-la! – gritou o rei, que se lançou cadeia abaixo.
Mas o peso de toda esta loucura tinha-se tornado demasiado para as forças do macaco mais forte, que continuava agarrado ao topo da árvore. Quando o rei ia tocar a água para alcançar a Lua, o macaco mais forte largou o tronco. Um a um,caíram todos na lagoa e afogaram-se, juntamente com o rei.
(Conto tradicional tibetano, com tradução disponível em:
https://contadoresdestorias.wordpress.com. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O ambicioso plano de quase 400 anos para
ir à Lua em uma carroça voadora
Quando Galileu olhou pela primeira vez para a Lua através de seu telescópio em janeiro de 1610, ficou surpreso ao
descobrir que parecia ser um “mundo”. Em um contexto de
grandes invenções, como os relógios mecânicos, a pólvora
e a bússola magnética, além dos telescópios, a imaginação
dos pensadores europeus fervilhava, e muitos se perguntavam se a Lua seria um mundo como a Terra. Haveria vida
inteligente ali? Se assim fosse, poderíamos nos comunicar
com esses seres?
Essa possibilidade tentadora está no centro do programa
espacial do reverendo John Wilkins, um jovem clérigo inglês
e amante da nova ciência. Ele propôs o desenvolvimento de
um veículo notável, uma espécie de carruagem voadora, que
seria como um pequeno navio, no meio do qual haveria um
poderoso motor de relógio acionado por uma mola. A força da
pólvora poderia ser usada para movimentar essa máquina, de
modo que, quando seu mecanismo fosse acionado, movimentaria um grande par de asas, semelhantes às de um pássaro.
Não é necessário dizer que a carruagem voadora de
Wilkins nunca se tornou realidade. A ciência avançava tão
rápido que, logo após sua proposta, Wilkins conseguiu perceber sua impossibilidade.
(Allan Chapman. 22.06.2019. www.bbc.com/portuguese. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
O ambicioso plano de quase 400 anos para
ir à Lua em uma carroça voadora
Quando Galileu olhou pela primeira vez para a Lua através de seu telescópio em janeiro de 1610, ficou surpreso ao
descobrir que parecia ser um “mundo”. Em um contexto de
grandes invenções, como os relógios mecânicos, a pólvora
e a bússola magnética, além dos telescópios, a imaginação
dos pensadores europeus fervilhava, e muitos se perguntavam se a Lua seria um mundo como a Terra. Haveria vida
inteligente ali? Se assim fosse, poderíamos nos comunicar
com esses seres?
Essa possibilidade tentadora está no centro do programa
espacial do reverendo John Wilkins, um jovem clérigo inglês
e amante da nova ciência. Ele propôs o desenvolvimento de
um veículo notável, uma espécie de carruagem voadora, que
seria como um pequeno navio, no meio do qual haveria um
poderoso motor de relógio acionado por uma mola. A força da
pólvora poderia ser usada para movimentar essa máquina, de
modo que, quando seu mecanismo fosse acionado, movimentaria um grande par de asas, semelhantes às de um pássaro.
Não é necessário dizer que a carruagem voadora de
Wilkins nunca se tornou realidade. A ciência avançava tão
rápido que, logo após sua proposta, Wilkins conseguiu perceber sua impossibilidade.
(Allan Chapman. 22.06.2019. www.bbc.com/portuguese. Adaptado)
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Quanto à concordância, a frase escrita em conformidade
com a norma-padrão da língua portuguesa é:
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Leia o texto para responder à questão.
O ambicioso plano de quase 400 anos para
ir à Lua em uma carroça voadora
Quando Galileu olhou pela primeira vez para a Lua através de seu telescópio em janeiro de 1610, ficou surpreso ao
descobrir que parecia ser um “mundo”. Em um contexto de
grandes invenções, como os relógios mecânicos, a pólvora
e a bússola magnética, além dos telescópios, a imaginação
dos pensadores europeus fervilhava, e muitos se perguntavam se a Lua seria um mundo como a Terra. Haveria vida
inteligente ali? Se assim fosse, poderíamos nos comunicar
com esses seres?
Essa possibilidade tentadora está no centro do programa
espacial do reverendo John Wilkins, um jovem clérigo inglês
e amante da nova ciência. Ele propôs o desenvolvimento de
um veículo notável, uma espécie de carruagem voadora, que
seria como um pequeno navio, no meio do qual haveria um
poderoso motor de relógio acionado por uma mola. A força da
pólvora poderia ser usada para movimentar essa máquina, de
modo que, quando seu mecanismo fosse acionado, movimentaria um grande par de asas, semelhantes às de um pássaro.
Não é necessário dizer que a carruagem voadora de
Wilkins nunca se tornou realidade. A ciência avançava tão
rápido que, logo após sua proposta, Wilkins conseguiu perceber sua impossibilidade.
(Allan Chapman. 22.06.2019. www.bbc.com/portuguese. Adaptado)
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