Foram encontradas 50 questões.
Leia o Texto 7 para responder à questão.
Texto 7
O Padlet é um mural virtual que permite ao usuário
expressar as suas ideias/opiniões sobre um determinado
assunto, interagindo com outros usuários, compartilhando
textos, fotos, áudios, vídeos e links. Cada espaço colaborativo
é chamado de “mural”, podendo ser usado também como
um quadro de avisos. Professores e empresas utilizam o
Padlet para encorajar conversas criativas multimídia e
brainstorming. O site pode ser acessado a partir de
computadores, tablets e smartphones. É usado para ensinar
conteúdos específicos, construir murais, marcar favoritos,
gerir e registrar resultados de discussões, brainstorming,
fazer anotações, fazer listas, planejar eventos, ouvir música,
assistir vídeos, dar feedbacks etc.
Disponível em: <http://www.larhud.ibict.br/index.php?title=Padlet>. Acesso em
31 ago. 2023.
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Texto 7
O Padlet é um mural virtual que permite ao usuário
expressar as suas ideias/opiniões sobre um determinado
assunto, interagindo com outros usuários, compartilhando
textos, fotos, áudios, vídeos e links. Cada espaço colaborativo
é chamado de “mural”, podendo ser usado também como
um quadro de avisos. Professores e empresas utilizam o
Padlet para encorajar conversas criativas multimídia e
brainstorming. O site pode ser acessado a partir de
computadores, tablets e smartphones. É usado para ensinar
conteúdos específicos, construir murais, marcar favoritos,
gerir e registrar resultados de discussões, brainstorming,
fazer anotações, fazer listas, planejar eventos, ouvir música,
assistir vídeos, dar feedbacks etc.
Disponível em: <http://www.larhud.ibict.br/index.php?title=Padlet>. Acesso em
31 ago. 2023.
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Leia o Texto 6 para responder à questão.
Texto 6
O homem é um ser político por natureza
Para Aristóteles, os homens não nascem como indivíduos
livres num hipotético estado de natureza anterior à criação
do Estado civil. Ao contrário, para Aristóteles, nesse estado
de natureza não pode haver humanidade, mas podem viver
somente os a-polides por natureza. Humanidade plena só
pode existir numa comunidade política na qual os homens
compartilham a percepção do bem e do mal, do justo e do
injusto, e essa comunidade tem precedência sobre cada um
de nós, como o todo precede cada uma das suas partes. A
cidade é autossuficiente, mas o indivíduo não é autossuficiente
e não pode viver sem a comunidade.
TOSI, Giuseppe. Aristóteles e os direitos humanos (p. 169-193). In:
DÜRMAIER, Ana Thereza de M. C. (Org.). Trilhas filosóficas: um guia para
estudantes. João Pessoa: Editora UFPB, 2022.
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Texto 6
O homem é um ser político por natureza
Para Aristóteles, os homens não nascem como indivíduos
livres num hipotético estado de natureza anterior à criação
do Estado civil. Ao contrário, para Aristóteles, nesse estado
de natureza não pode haver humanidade, mas podem viver
somente os a-polides por natureza. Humanidade plena só
pode existir numa comunidade política na qual os homens
compartilham a percepção do bem e do mal, do justo e do
injusto, e essa comunidade tem precedência sobre cada um
de nós, como o todo precede cada uma das suas partes. A
cidade é autossuficiente, mas o indivíduo não é autossuficiente
e não pode viver sem a comunidade.
TOSI, Giuseppe. Aristóteles e os direitos humanos (p. 169-193). In:
DÜRMAIER, Ana Thereza de M. C. (Org.). Trilhas filosóficas: um guia para
estudantes. João Pessoa: Editora UFPB, 2022.
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Leia o texto a seguir.
Sinopse
A palavra brincalhar só existe no dicionário da imaginação. Quem me ensinou foi um menino que, um dia, depois de ouvir estes poemas, me confessou: — Estes são poemas para brincalhar... Fiquei perplexo e retorqui: — Mas a palavra brincalhar não existe... — Pois não, inventei-a hoje ao ouvir-te: são poemas brincalhões para brincar... Não estás a ver? Claro que vi! E adotei esta palavra nova. Espero que todos o façam também e, com ela, brinquem e se tornem brincadores.
João Manuel Ribeiro. Poemas para brincalhar. Ilustração: Anabela Dias. Disponível em: <https://www.bertrand.pt/livro/poemas-para-brincalhar-joaomanuel-ribeiro/21293571>. Acesso em: 31 ago. 2023.
Com relação à análise linguística, a atividade predominante no texto centra-se na
Sinopse
A palavra brincalhar só existe no dicionário da imaginação. Quem me ensinou foi um menino que, um dia, depois de ouvir estes poemas, me confessou: — Estes são poemas para brincalhar... Fiquei perplexo e retorqui: — Mas a palavra brincalhar não existe... — Pois não, inventei-a hoje ao ouvir-te: são poemas brincalhões para brincar... Não estás a ver? Claro que vi! E adotei esta palavra nova. Espero que todos o façam também e, com ela, brinquem e se tornem brincadores.
João Manuel Ribeiro. Poemas para brincalhar. Ilustração: Anabela Dias. Disponível em: <https://www.bertrand.pt/livro/poemas-para-brincalhar-joaomanuel-ribeiro/21293571>. Acesso em: 31 ago. 2023.
Com relação à análise linguística, a atividade predominante no texto centra-se na
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Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Juliana Salvadori: Numa visada dos estudos pedagógicos
sobre a leitura na esfera escolar, várias pesquisas – as quais
não vêm de hoje, particularmente aquelas que têm apostado
na explosão das discursividades do mundo contemporâneo,
na produção e circulação de discursos e suas diferentes
formas de textualização e formulação, na irrupção e
dispersão de outros e novos sentidos e saberes – concorrem
para problematizar que a instituição escolar ainda tende a
circunscrever, delimitar, limitar as leituras de discursos e
textos, sejam os da esfera da literatura ou de outros campos
discursivos, por exemplo, das ciências naturais, exatas ou
das humanidades, elegendo como legítimas ou verdadeiras
algumas. Frente a isso, perguntamos-lhe como tomar o
ensino de literatura e a formação de leitores, sob tais
injunções escolares /pedagógicas, para além da instituição,
do institucional, do instituído?
Nabil Araújo: Como sempre insistiu Magda Soares, nome
maior dos estudos sobre letramento no país, não há escola
sem escolarização – de discursos, conhecimentos, saberes,
os quais se veem, então, devidamente formalizados em
currículos, programas, disciplinas, metodologias: a
escolarização é inerente, em suma, à instituição escolar, é
o próprio processo, aliás, que a institui e constitui como tal.
Desde, pelo menos, A ordem do discurso (1971), de Michel
Foucault, tem-se estado cada vez mais consciente e
vigilante em relação ao modo como as instituições limitam e
regulamentam a circulação social dos discursos, o que
também se aplica, evidentemente, à escola e à
universidade. Mas não se trata aqui, bem entendido, de se
“desinstitucionalizar” a leitura literária ou o ensino de
literatura, e sim de combater a equivocada
pedagogização/didatização dessas práticas, que acaba por
distorcê-las e desvirtuá-las de seus objetivos e metas
educacionais.
SALVADORI, J. C. (2022). Entrevista com o Prof. Dr. Nabil
Araújo. Scripta, 26(56), 383-386. Disponível em: <https://doi.org/10.5752/P.2358-3428.2022v26n56p383-386>. Acesso em: 31
ago. 2023.
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Leia o Texto 5 para responder à questão.
Texto 5
Juliana Salvadori: Numa visada dos estudos pedagógicos
sobre a leitura na esfera escolar, várias pesquisas – as quais
não vêm de hoje, particularmente aquelas que têm apostado
na explosão das discursividades do mundo contemporâneo,
na produção e circulação de discursos e suas diferentes
formas de textualização e formulação, na irrupção e
dispersão de outros e novos sentidos e saberes – concorrem
para problematizar que a instituição escolar ainda tende a
circunscrever, delimitar, limitar as leituras de discursos e
textos, sejam os da esfera da literatura ou de outros campos
discursivos, por exemplo, das ciências naturais, exatas ou
das humanidades, elegendo como legítimas ou verdadeiras
algumas. Frente a isso, perguntamos-lhe como tomar o
ensino de literatura e a formação de leitores, sob tais
injunções escolares /pedagógicas, para além da instituição,
do institucional, do instituído?
Nabil Araújo: Como sempre insistiu Magda Soares, nome
maior dos estudos sobre letramento no país, não há escola
sem escolarização – de discursos, conhecimentos, saberes,
os quais se veem, então, devidamente formalizados em
currículos, programas, disciplinas, metodologias: a
escolarização é inerente, em suma, à instituição escolar, é
o próprio processo, aliás, que a institui e constitui como tal.
Desde, pelo menos, A ordem do discurso (1971), de Michel
Foucault, tem-se estado cada vez mais consciente e
vigilante em relação ao modo como as instituições limitam e
regulamentam a circulação social dos discursos, o que
também se aplica, evidentemente, à escola e à
universidade. Mas não se trata aqui, bem entendido, de se
“desinstitucionalizar” a leitura literária ou o ensino de
literatura, e sim de combater a equivocada
pedagogização/didatização dessas práticas, que acaba por
distorcê-las e desvirtuá-las de seus objetivos e metas
educacionais.
SALVADORI, J. C. (2022). Entrevista com o Prof. Dr. Nabil
Araújo. Scripta, 26(56), 383-386. Disponível em: <https://doi.org/10.5752/P.2358-3428.2022v26n56p383-386>. Acesso em: 31
ago. 2023.
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Texto 4
Quando o vírus nos trancou em casa, as telas nos
deixaram sem casa
Eliane Brum
Encerro 2020, o ano que anuncia que o tempo das
pandemias chegou, com estranhos sintomas. A ideia de
fazer mais uma live, mais um meeting pelo Jitsi, Zoom ou
Google, ou mesmo pelo WhatsApp, me deixa fisicamente
enjoada. Escrever, como faço agora, enquanto as notícias e
as mensagens pipocam num canto da tela, me deixa tonta e
exausta. Amigos me pedem encontros de Natal, happy
hours de Ano-Novo. Quero. Mas não consigo. Que
o excesso de telas cansa e pode causar transtornos e até
doenças, sabemos. A experiência atual, porém, vai muito
além disso. O home office, as lives e os meetings mudaram
o conceito de casa. Ou talvez tenham provocado algo ainda
mais radical, ao nos despejar não apenas da casa, mas
também da possibilidade de fazer da casa uma casa.
Disponível em: <https://brasil.elpais.com/opiniao/2020-12-23/quando-o-virus-nostrancou-em-casa-as-telas-nos-deixaram-sem-casa.html>. Acesso em: 31 ago. 2023.
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Texto 4
Quando o vírus nos trancou em casa, as telas nos
deixaram sem casa
Eliane Brum
Encerro 2020, o ano que anuncia que o tempo das
pandemias chegou, com estranhos sintomas. A ideia de
fazer mais uma live, mais um meeting pelo Jitsi, Zoom ou
Google, ou mesmo pelo WhatsApp, me deixa fisicamente
enjoada. Escrever, como faço agora, enquanto as notícias e
as mensagens pipocam num canto da tela, me deixa tonta e
exausta. Amigos me pedem encontros de Natal, happy
hours de Ano-Novo. Quero. Mas não consigo. Que
o excesso de telas cansa e pode causar transtornos e até
doenças, sabemos. A experiência atual, porém, vai muito
além disso. O home office, as lives e os meetings mudaram
o conceito de casa. Ou talvez tenham provocado algo ainda
mais radical, ao nos despejar não apenas da casa, mas
também da possibilidade de fazer da casa uma casa.
Disponível em: <https://brasil.elpais.com/opiniao/2020-12-23/quando-o-virus-nostrancou-em-casa-as-telas-nos-deixaram-sem-casa.html>. Acesso em: 31 ago. 2023.
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Leia o texto a seguir.
Prefácio:
Pensando o mundo, propondo práticas.
Esta obra mobilizou o trabalho de professores universitários e seus estudantes. Certamente não quaisquer professores universitários, mas professores formadores de professores. Envolver-se com esta formação implica opções de diferentes ordens que resumiria na expressão “presença responsiva”. Presença implica uma atitude para com o tempo. Atenção com o que ocorre no presente. Olhar atento e crítico – o que significa “escutar” para compreender a complexidade inarredável. E a ocupação com a formação faz transver, ir além e imaginar um tempo futuro. Não há necessidade de formação se o futuro não estiver no horizonte. Não há razões, exceto aquelas de um positivismo estreito, para compreender o mundo e as gentes se nenhum interesse houver em transformá-lo.
GERALDI, J. W. Prefácio. In: BALTAR, Marcos; FRAGA, Camila Farias; ESPÍNDOLA, Michela Ribeiro; ANDRADE, Tayná Miranda de (Orgs.). Práticas educativas com o gênero canção na Educação Básica. São Carlos: Pedro & João Editores, 2022, p. 8 – 9.
Na visão de Geraldi, a formação de professores os
Pensando o mundo, propondo práticas.
Esta obra mobilizou o trabalho de professores universitários e seus estudantes. Certamente não quaisquer professores universitários, mas professores formadores de professores. Envolver-se com esta formação implica opções de diferentes ordens que resumiria na expressão “presença responsiva”. Presença implica uma atitude para com o tempo. Atenção com o que ocorre no presente. Olhar atento e crítico – o que significa “escutar” para compreender a complexidade inarredável. E a ocupação com a formação faz transver, ir além e imaginar um tempo futuro. Não há necessidade de formação se o futuro não estiver no horizonte. Não há razões, exceto aquelas de um positivismo estreito, para compreender o mundo e as gentes se nenhum interesse houver em transformá-lo.
GERALDI, J. W. Prefácio. In: BALTAR, Marcos; FRAGA, Camila Farias; ESPÍNDOLA, Michela Ribeiro; ANDRADE, Tayná Miranda de (Orgs.). Práticas educativas com o gênero canção na Educação Básica. São Carlos: Pedro & João Editores, 2022, p. 8 – 9.
Na visão de Geraldi, a formação de professores os
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