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Foram encontradas 35 questões.

3342328 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG
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Dentre as causas abaixo, qual não se relaciona à síndrome ictérico-hemorrágica?

 

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3342327 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG
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Observe o eletrocardiograma abaixo.

Enunciado 3814335-1

Nele, é possível perceber uma alteração descrita como "torsades de pointes" ou síndrome do QT longo. Configuram-se como causas dessa alteração:

I. abuso de antidepressivos tricíclicos (amitriptilina);

II. uso de macrolídeos (azitromicina, eritromicina);

III. hipomagnesemia.

Estão corretos os itens

 

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3342326 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG
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Paciente mulher, 40 anos de idade, admitida em Centro de Saúde com histórico de febre há 4 dias. Ao exame clínico, apresenta hiperemia em orofaringe, febre de 38,5° o e dores articulares. Informa que passou pelo pronto-atendimento da cidade há dias e realizou hemograma, que ficou pronto apenas no dia seguinte. O exame apontava neutropenia com 760 neutrófilos totais. Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que não indica possível causa da neutropenia.

 

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3342325 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG
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Para um programa de screening de câncer de mama, que é o tumor mais frequente na mulher, qual(is) o(s) principal(is) exame(s) para detecção precoce a ser(em) indicado(s), em uma comunidade de baixa renda, para uma população de mulheres acima de 40 anos?

 

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3342324 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG
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Qual é a porcentagem de pessoas cronicamente infectadas pelo vírus da Hepatite C que desenvolverão carcinoma hepatocelular?

 

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3342294 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG

Pela Constituição brasileira, as pessoas vivendo com HIV, assim como todo e qualquer cidadão brasileiro, têm obrigações e direitos garantidos; entre eles, estão a dignidade humana e o acesso à saúde pública e, por isso, são amparadas pela lei. Com relação aos direitos da Pessoa Vivendo com HIV, assinale a alternativa correta.

 

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3342293 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG

De acordo com a Resolução 196/96 do CNS/MS, considera-se que toda pesquisa envolvendo seres humanos envolve risco. O dano eventual poderá ser imediato ou tardio, comprometendo o indivíduo ou a coletividade. Com relação ao tema, analise as afirmativas abaixo.

I - As pesquisas sem benefício direto ao indivíduo, devem prever condições de serem bem suportadas pelos sujeitos da pesquisa, considerando sua situação física, psicológica, social e educacional.

II - O Comitê de Ética em Pesquisa da instituição deverá ser informado de todos os efeitos adversos ou fatos relevantes que alterem o curso normal do estudo.

III - O pesquisador, o patrocinador e a instituição devem assumir a responsabilidade de dar assistência parcial às complicações e danos decorrentes dos riscos previstos.

IV - Os sujeitos da pesquisa que vierem a sofrer qualquer tipo de dano previsto ou não no termo de consentimento e resultante de sua participação, terá direito à assistência integral, porém não terá direito à indenização.

Após a análise, podem ser consideradas corretas apenas as afirmativas

 

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3342292 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG

Com a implementação da Política Nacional de Humanização, trabalhamos para alcançar resultados englobando as seguintes direções:

I - serão reduzidas as filas e o tempo de espera, com ampliação do acesso, atendimento acolhedor e resolutivo, baseado em critérios de risco;

II - todo usuário do SUS saberá quem são os profissionais que cuidam de sua saúde e a rede de serviços que se responsabilizará por sua referência territorial e atenção integral;

III - as unidades de saúde garantirão os direitos dos usuários, orientando-se pelas conquistas já asseguradas em lei e ampliando os mecanismos de sua participação ativa, e de sua rede sociofamiliar, nas propostas de plano terapêutico, acompanhamento e cuidados em geral;

IV - as unidades de saúde garantirão gestão participativa aos seus trabalhadores e usuários, com investimento na educação permanente em saúde dos trabalhadores, na adequação de ambiência e espaços saudáveis e acolhedores de trabalho, propiciando maior integração de trabalhadores e usuários em diferentes momentos;

V - serão implementadas atividades de valorização e cuidado aos trabalhadores da saúde.

De acordo com o enunciado, podemos considerar corretas as afirmativas

 

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3342291 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG

No Brasil, o processo de urbanização acompanhou-se de importantes mudanças sociais, como nas formas de inserção da mulher na sociedade, rearranjos familiares, incrementos tecnológicos, entre outras. A forte queda na fecundidade e o aumento da longevidade impulsionaram um envelhecimento acelerado da população brasileira, conforme foi discutido por Vasconcelos & Gomes. Em anos recentes, observam-se tendências de crescimento baixo ou mesmo negativo da população jovem, desaceleração do crescimento da população em idade ativa e grande crescimento do contingente de idosos. Em relação a esse tema, é correto afirmar que se refere

 

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2124315 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Unilavras
Orgão: Pref. Cláudio-MG

Leia o texto I para responder à próxima.


Texto I


O vírus da linguagem

Sérgio Rodrigues


O escritor argentino Jorge Luis Borges, que não era muito simpático à etimologia, apontou a inutilidade de saber que a palavra cálculo veio do latim “calculus”, pedrinha, em referência aos pedregulhos que se usavam antigamente para fazer contas.

Tal conhecimento, argumentou o genial autor de “A Biblioteca de Babel”, não nos permite “dominar os arcanos da álgebra”. Verdade: ninguém aprende a calcular estudando etimologia.

O que Borges não disse é que o estudo da história das palavras abre janelas para como a linguagem funciona, como produz seus sentidos, que de outro modo permaneceriam trancadas. É pouco?

Exemplo: a história de “calculus” não ensina ninguém a fazer contas, mas a do vírus ilustra muito bem o mecanismo infeccioso que opera dentro dos —e entre os— idiomas.

O latim clássico “virus”, empregado por Cícero e Virgílio, é a origem óbvia da palavra sob a qual se abriga a apavorante covid-19. Ao mesmo tempo, é uma pista falsa.

Cícero e Virgílio não faziam ideia da existência de um troço chamado vírus. Este só seria descoberto no século 19, quando o avanço das ciências e da tecnologia já tinha tornado moda recorrer a elementos gregos e latinos para cunhar novas expressões para novos fatos.

No caso, nem foi preciso cunhar, bastou buscar no latim uma palavra pronta, sonora. Seus sentidos originais, todos vizinhos da sujeira, ajudavam: sumo, sêmen, veneno, poção, beberagem, linguagem vil.

Contudo, a não ser pelo código genético rastreável em palavras como visgo, viscoso e virulento, fazia séculos que o “virus” latino hibernava. Foi como metáfora venenosa que, já às portas do século 20, saiu do frigorífico clássico para voltar ao quentinho das línguas.

Em 1898, o microbiologista holandês Martinus Beijerink decidiu batizar assim certo grupo de agentes infecciosos invisíveis aos microscópios de então, com o qual o francês Louis Pasteur tinha esbarrado primeiro ao estudar a raiva.

O vírus nasceu na linguagem científica, mas era altamente contagioso. Acabou se tornando epidêmico no vocabulário comum de diversas línguas.

Quando a gripe espanhola varreu o mundo, em 1918, a humanidade já sabia nomear a coisa. “A linguagem é um vírus”, cantou Laurie Anderson.

É claro que saber de tudo isso não nos protege da epidemia que bate às portas do país quando ele está mais frágil, menos funcional, menos inteligente. Borges tem razão em parte.

Ainda não foi descoberto, no entanto, um tema em que a ignorância seja preferível ao conhecimento. Já se disse que nomear bem um problema é o primeiro passo para resolvê-lo.

O vírus da palavra penetrou no vocabulário da computação em 1972, como nome de programas maliciosos que se infiltram num sistema para, reproduzindo-se, colonizá-lo e infectar outros.

No século 21, com o mundo integrado em rede, deu até num verbo novo, viralizar. Foi a primeira vez que um membro da família ganhou sentido positivo, invejável: fazer sucesso na internet, ser replicado em larga escala nas redes sociais.

Mesmo essa acepção, como vimos, tinha seu lado escuro, parente de um uso metafórico bastante popular que a palavra carrega há décadas. No século passado, tornou-se possível falar em “vírus do fascismo”, por exemplo. Ou “vírus da burrice”.

Antigamente, quando se ignorava tudo sobre os vírus, uma receita comum que as pessoas usavam para se proteger do risco de contrair as doenças provocadas por eles era rezar. Está valendo.


Disponível em:

<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2020/03/o-virus-da-linguagem.shtml>.

Acesso em 12 mar. 2020

Para a construção de seu texto, afirma-se que o autor empregou os seguintes recursos:
I. argumento de autoridade; II. contra-argumentação; III. senso comum; IV. indagação de cunho retórico; V. emprego de dados.
Consideram-se corretos apenas os itens
 

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