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1940952 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
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Leia com atenção o trecho da reportagem a seguir, para responder a questão.

O que foi feito e o que falta fazer para evitar mais tragédias causadas por chuvas.

[...]

“Para especialistas, a construção de piscinões não é suficiente para absorver a chuva de grande intensidade nas marginais. A limpeza urbana e o aumento da calha de pequenos rios que deságuam no Tietê e no Pinheiros poderiam evitar inundações a curto prazo.

[...]

Em Belo Horizonte, o professor Lemos aponta que uma política de habitação precisa ser pensada para evitar mortes, já que os locais que oferecem mais riscos são justamente aqueles onde os mais pobres buscam moradias, devido à falta de condições financeiras.

(Texto Adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com)

No primeiro parágrafo do texto acima, a oração sublinhada exprime ideia de:

 

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1940951 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
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Leia o texto a seguir para responder a questão.

Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

Marcus Pestana é secretário geral do PSDB e escreve aos sábados em O Tempo. Disponível em: https://www.otempo.com.br

“O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas [...].”8º§

Marque a alternativa em que o termo destacado apresenta a mesma função sintática do termo acima sublinhado.

 

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1940950 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
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Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

Marcus Pestana é secretário geral do PSDB e escreve aos sábados em O Tempo. Disponível em: https://www.otempo.com.br

Considere a seguinte frase:

“As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis.” 3º§

Assinale a alternativa cuja palavra não apresenta a mesma sequência do termo sublinhado, conforme prevê a classificação fonológica da Língua Portuguesa.

 

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1940949 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
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Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

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Assinale a alternativa que apresenta a palavra com sufixo formador de advérbio.

 

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1940948 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
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Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

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“A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada [...].” 6º§

A palavra destacada não apresenta o emprego do hífen, conforme as regras ortográficas da Língua Portuguesa. Também não haverá hífen na combinação dos seguintes elementos:

 

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1940947 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: GUALIMP
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Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

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“Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade.” 1º§

A única variação estrutural incorreta para essa frase é:

 

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1940946 Ano: 2020
Disciplina: Português
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Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

Marcus Pestana é secretário geral do PSDB e escreve aos sábados em O Tempo. Disponível em: https://www.otempo.com.br

“E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas.” 1º§

As palavras sublinhadas têm a função de:

 

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Disciplina: Português
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Orgão: Pref. Comendador Levy Gasparian-RJ
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Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

Marcus Pestana é secretário geral do PSDB e escreve aos sábados em O Tempo. Disponível em: https://www.otempo.com.br

“[...] principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal [...].” 6º§

É sinônimo da palavra acima sublinhada:

 

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Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

Marcus Pestana é secretário geral do PSDB e escreve aos sábados em O Tempo. Disponível em: https://www.otempo.com.br

O interlocutor (ou receptor) é posto em destaque e é estimulado pela linguagem persuasiva na seguinte frase:

 

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Prevenção e catástrofes

Necessária parceria entre poder público e sociedade

Marcus Pestana

03/02/2020

De repente, não mais que de repente, a natureza explode e mostra sua força avassaladora. E as pessoas ficam indefesas, inseguras, impotentes, assustadas. Catástrofes sempre ocorreram na história da humanidade. É da vida, faz parte da aventura humana.

Os acontecimentos em Minas Gerais, nos últimos 15 dias, entristecem a todos nós e nos convocam a uma inadiável reflexão e a uma mudança de atitude. Dezenas de vidas perdidas, milhares de desabrigados, rios transbordando, ruas e avenidas alagadas, pontes destruídas, casas e imóveis arrasados, carros empilhados. Um verdadeiro cenário de guerra.

O maior saldo tem necessariamente que ser o aprendizado coletivo. Os fenômenos naturais, até certo ponto, estão fora de nosso controle. O avanço tecnológico nos ajuda a antecipar acontecimentos, prevenir, criar defesas. Mas, às vezes, tudo parece inútil. O mundo parece cair sobre nossas cabeças. As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.

Tudo começa na raiz. Nas mudanças climáticas fruto do desmatamento avassalador. No assoreamento de rios, córregos e cursos d’água, frutos da ação humana. E prossegue na precária educação ambiental coletiva que temos no Brasil. As fotos do lixo represado por pontes encobertas no Rio Doce e outros deveriam ser objeto de reflexão em todas as escolas, associações de moradores e espaços comunitários. Cada vez que jogamos toda sorte de resíduos nos rios ou em simples bocas de lobo, estamos contribuindo para o agravamento do efeito catastrófico de eventos naturais.

Diante de tamanho desastre, é hora de revalorizar os instrumentos de prevenção e planejamento da vida em comunidade. Sempre que as decisões sobre leis de uso e ocupação de solo, códigos de edificação, controle urbanístico e proteção ambiental apontam para maior rigidez, enfrentam as reações de interesses menores a obstaculizar o avanço. A verticalização urbana exacerbada esquece seus efeitos sobre as redes de saneamento e águas pluviais e sobre as estruturas de energia, gás, luz e telefonia.

A política habitacional tem um papel essencial. O poder público tem que saltar na frente do crescimento desordenado dos espaços coletivos. A oferta de moradias e lotes urbanizados, com infraestrutura adequada, induz preventivamente a ocupação de territórios mais seguros. Mas como atender essa demanda, principalmente das famílias muito pobres, na atual penúria fiscal e diante dos gargalos colossais da mobilidade urbana?

A crise fiscal tem tudo a ver com o agravamento de eventos como os de Minas. Ao gastarmos muito mais com a própria máquina estatal – Previdência, salários, privilégios, pagamentos de juros –, estamos reduzindo drasticamente a capacidade de investimento do poder público. São menos soluções contra enchentes, menos redes de captação de água pluvial, menos intervenções para desassoreamento de rios, ribeirões e córregos, menos ruas e estradas com infraestrutura adequada.

Fica um recado também para todos os governantes. Não vale a pena o tristemente famoso “asfalto eleitoral”. O asfalto, sem o devido tratamento à captação pluvial, acelera a velocidade das águas e é destruído rapidamente. A natureza pertence a Deus. Mas a parceria entre o poder público e a sociedade pode melhorar, e muito, a prevenção de catástrofes como as ocorridas em Minas.

Marcus Pestana é secretário geral do PSDB e escreve aos sábados em O Tempo. Disponível em: https://www.otempo.com.br

“As perdas, principalmente de vidas, são irreparáveis. Mas o aprendizado é obrigatório.” 3º§ Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho acima altera o seu sentido original.

 

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