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Foram encontradas 40 questões.

231989 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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Eugênio estava há meses pesquisando um celular, pois sonhava que quando saísse o novo modelo conseguiria compra-lo, acreditando que este valeria menos. Mas após o lançamento do novo modelo o preço de seu celular se manteve inalterado, visto que o novo modelo veio com o triplo do valor do antigo. Assim, aponte a alternativa que demonstra o aumento que sofreu o novo modelo em relação ao anterior:
 

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231986 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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“Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o medo do desemprego cresceu em junho entre os brasileiros e chegou ao mesmo nível de 1996, quando começou a série histórica. O Índice do Medo do Desemprego subiu para 67,9 pontos em junho, 4,2 pontos acima do registrado em março. O índice de 67,9 pontos é o maior valor da série histórica iniciada em maio de 1996, empatado com os valores registrados em maio de 1999 e em junho de 2016. O índice está 18,3 pontos acima da média histórica de 49,6 pontos. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. “O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego cresceu mais para os homens e as pessoas com menor grau de instrução. Entre março e junho, o indicador subiu 5,6 pontos para os homens e 2,8 pontos para as mulheres. Para os brasileiros que têm até a 4ª série do ensino fundamental, o índice subiu 10,4 pontos entre março e junho e alcançou 72,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, o índice subiu 0,6 ponto e passou de 59,9 para 60,5 pontos. O índice de medo do desemprego é maior entre quem ganha até 1 salário mínimo - subiu 7,4 pontos de março para junho. O menor é entre quem ganha mais de 5 salários mínimos - 55,2 pontos. O medo de perder o emprego é maior entre quem mora na periferia - 73,9 pontos - e no Nordeste (74,1 pontos). Em relação à faixa etária, o medo de ficar sem trabalho é maior entre as idades de 16 a 24 anos (70,8 pontos). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios entre os dias 21 e 24 de junho.” (https://g1.globo.com -10.07.18)
De acordo com o texto, os índices são maiores de medo de desemprego entre:
 

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231985 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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enunciado 231985-1

Assinale a alternativa que demonstra a acentuação correta da palavra “que” grifada no quadrinho acima:

 

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231984 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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“Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o medo do desemprego cresceu em junho entre os brasileiros e chegou ao mesmo nível de 1996, quando começou a série histórica. O Índice do Medo do Desemprego subiu para 67,9 pontos em junho, 4,2 pontos acima do registrado em março. O índice de 67,9 pontos é o maior valor da série histórica iniciada em maio de 1996, empatado com os valores registrados em maio de 1999 e em junho de 2016. O índice está 18,3 pontos acima da média histórica de 49,6 pontos. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. “O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego cresceu mais para os homens e as pessoas com menor grau de instrução. Entre março e junho, o indicador subiu 5,6 pontos para os homens e 2,8 pontos para as mulheres. Para os brasileiros que têm até a 4ª série do ensino fundamental, o índice subiu 10,4 pontos entre março e junho e alcançou 72,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, o índice subiu 0,6 ponto e passou de 59,9 para 60,5 pontos. O índice de medo do desemprego é maior entre quem ganha até 1 salário mínimo - subiu 7,4 pontos de março para junho. O menor é entre quem ganha mais de 5 salários mínimos - 55,2 pontos. O medo de perder o emprego é maior entre quem mora na periferia - 73,9 pontos - e no Nordeste (74,1 pontos). Em relação à faixa etária, o medo de ficar sem trabalho é maior entre as idades de 16 a 24 anos (70,8 pontos). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios entre os dias 21 e 24 de junho.” (https://g1.globo.com -10.07.18)
Segundo o texto, é correto afirmado sobre o medo do desemprego:
 

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231982 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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“Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o medo do desemprego cresceu em junho entre os brasileiros e chegou ao mesmo nível de 1996, quando começou a série histórica. O Índice do Medo do Desemprego subiu para 67,9 pontos em junho, 4,2 pontos acima do registrado em março. O índice de 67,9 pontos é o maior valor da série histórica iniciada em maio de 1996, empatado com os valores registrados em maio de 1999 e em junho de 2016. O índice está 18,3 pontos acima da média histórica de 49,6 pontos. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. “O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego cresceu mais para os homens e as pessoas com menor grau de instrução. Entre março e junho, o indicador subiu 5,6 pontos para os homens e 2,8 pontos para as mulheres. Para os brasileiros que têm até a 4ª série do ensino fundamental, o índice subiu 10,4 pontos entre março e junho e alcançou 72,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, o índice subiu 0,6 ponto e passou de 59,9 para 60,5 pontos. O índice de medo do desemprego é maior entre quem ganha até 1 salário mínimo - subiu 7,4 pontos de março para junho. O menor é entre quem ganha mais de 5 salários mínimos - 55,2 pontos. O medo de perder o emprego é maior entre quem mora na periferia - 73,9 pontos - e no Nordeste (74,1 pontos). Em relação à faixa etária, o medo de ficar sem trabalho é maior entre as idades de 16 a 24 anos (70,8 pontos). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios entre os dias 21 e 24 de junho.” (https://g1.globo.com -10.07.18)
Analise a seguinte passagem do texto:” O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego.”, e assinale a alternativa que melhor representa as palavras grifadas:
 

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231981 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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Da análise dos itens abaixo assinale a alternativa que representa quais estão corretos em relação a colocação da crase:

I – Para ocupar essa posição, é necessário atender às necessidades anunciadas.

II – A bebida é sempre nociva àqueles que se embriagam. Procurou explicar-se àquela comissão, mas ela não tolerou o erro.

III – Um policial à paisana trocou tiros com três homens que tentavam roubar um banco.

 

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231979 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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“Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o medo do desemprego cresceu em junho entre os brasileiros e chegou ao mesmo nível de 1996, quando começou a série histórica. O Índice do Medo do Desemprego subiu para 67,9 pontos em junho, 4,2 pontos acima do registrado em março. O índice de 67,9 pontos é o maior valor da série histórica iniciada em maio de 1996, empatado com os valores registrados em maio de 1999 e em junho de 2016. O índice está 18,3 pontos acima da média histórica de 49,6 pontos. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. “O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego cresceu mais para os homens e as pessoas com menor grau de instrução. Entre março e junho, o indicador subiu 5,6 pontos para os homens e 2,8 pontos para as mulheres. Para os brasileiros que têm até a 4ª série do ensino fundamental, o índice subiu 10,4 pontos entre março e junho e alcançou 72,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, o índice subiu 0,6 ponto e passou de 59,9 para 60,5 pontos. O índice de medo do desemprego é maior entre quem ganha até 1 salário mínimo - subiu 7,4 pontos de março para junho. O menor é entre quem ganha mais de 5 salários mínimos - 55,2 pontos. O medo de perder o emprego é maior entre quem mora na periferia - 73,9 pontos - e no Nordeste (74,1 pontos). Em relação à faixa etária, o medo de ficar sem trabalho é maior entre as idades de 16 a 24 anos (70,8 pontos). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios entre os dias 21 e 24 de junho.” (https://g1.globo.com -10.07.18)
Segundo o texto é correto afirmar que:
 

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Questão presente nas seguintes provas
231977 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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“Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o medo do desemprego cresceu em junho entre os brasileiros e chegou ao mesmo nível de 1996, quando começou a série histórica. O Índice do Medo do Desemprego subiu para 67,9 pontos em junho, 4,2 pontos acima do registrado em março. O índice de 67,9 pontos é o maior valor da série histórica iniciada em maio de 1996, empatado com os valores registrados em maio de 1999 e em junho de 2016. O índice está 18,3 pontos acima da média histórica de 49,6 pontos. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. “O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego cresceu mais para os homens e as pessoas com menor grau de instrução. Entre março e junho, o indicador subiu 5,6 pontos para os homens e 2,8 pontos para as mulheres. Para os brasileiros que têm até a 4ª série do ensino fundamental, o índice subiu 10,4 pontos entre março e junho e alcançou 72,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, o índice subiu 0,6 ponto e passou de 59,9 para 60,5 pontos. O índice de medo do desemprego é maior entre quem ganha até 1 salário mínimo - subiu 7,4 pontos de março para junho. O menor é entre quem ganha mais de 5 salários mínimos - 55,2 pontos. O medo de perder o emprego é maior entre quem mora na periferia - 73,9 pontos - e no Nordeste (74,1 pontos). Em relação à faixa etária, o medo de ficar sem trabalho é maior entre as idades de 16 a 24 anos (70,8 pontos). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios entre os dias 21 e 24 de junho.” (https://g1.globo.com -10.07.18)
De acordo com o texto acima, é incorreto afirmar que:
 

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Questão presente nas seguintes provas
231974 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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“Pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o medo do desemprego cresceu em junho entre os brasileiros e chegou ao mesmo nível de 1996, quando começou a série histórica. O Índice do Medo do Desemprego subiu para 67,9 pontos em junho, 4,2 pontos acima do registrado em março. O índice de 67,9 pontos é o maior valor da série histórica iniciada em maio de 1996, empatado com os valores registrados em maio de 1999 e em junho de 2016. O índice está 18,3 pontos acima da média histórica de 49,6 pontos. O indicador varia de 0 a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego. “O medo do desemprego voltou para o maior nível que tinha alcançado durante a crise porque a recuperação da economia está muito lenta e as pessoas ainda não perceberam a queda da inflação e a melhora no emprego”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. De acordo com a pesquisa, o medo do desemprego cresceu mais para os homens e as pessoas com menor grau de instrução. Entre março e junho, o indicador subiu 5,6 pontos para os homens e 2,8 pontos para as mulheres. Para os brasileiros que têm até a 4ª série do ensino fundamental, o índice subiu 10,4 pontos entre março e junho e alcançou 72,4 pontos. Entre os que possuem educação superior, o índice subiu 0,6 ponto e passou de 59,9 para 60,5 pontos. O índice de medo do desemprego é maior entre quem ganha até 1 salário mínimo - subiu 7,4 pontos de março para junho. O menor é entre quem ganha mais de 5 salários mínimos - 55,2 pontos. O medo de perder o emprego é maior entre quem mora na periferia - 73,9 pontos - e no Nordeste (74,1 pontos). Em relação à faixa etária, o medo de ficar sem trabalho é maior entre as idades de 16 a 24 anos (70,8 pontos). O levantamento ouviu 2 mil pessoas em 128 municípios entre os dias 21 e 24 de junho.” (https://g1.globo.com -10.07.18)
No trecho da canção de Lenine - Paciência: “a gente espera do mundo e o mundo espera de nós um pouco mais de paciência”, a palavra paciência pode ser trocada por uma de igual sentido exceto na alternativa:
 

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231970 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: MetroCapital
Orgão: Pref. Conchas-SP
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enunciado 231970-1

No quadrinho acima as palavras grifadas tratam-se de:

 

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