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Foram encontradas 25 questões.

3661638 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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Cansado de comer em casa, Lucão chamou os amigos do trabalho para almoçar em um restaurante. Na hora de pagar a conta eles descobriram que tinham apenas R$ 315,00 reais em dinheiro e o restante que representa um oitavo, Lucão pagou com cartão de crédito. Qual o valor total que eles pagaram no restaurante?
 

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3661637 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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No início de um velório, às 11 horas, 32 homens e 27 mulheres estavam presentes. Verificou-se que continuamente a cada 30 minutos, metade dos homens e a terça parte das mulheres deixavam a sala. Desta forma, às 12h e 30 min, a diferença entre o número de mulheres e homens na sala do velório era de:
 

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3661636 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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Numa competição de tiros com arco e flecha, um arqueiro acertou o alvo 21 vezes e errou 3. A razão entre o número de acertos e o número dos disparos realizados por esse arqueiro é:
 

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3661635 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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O divisor é 9, o quociente é 17 e o resto é 4. Qual é o dividendo?
 

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3661634 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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A publicidade a seguir foi exibida em 25 de janeiro do ano em que a cidade de São Paulo completou 463 anos.

Enunciado 4392625-1

No dia 25 de janeiro de 2028, São Paulo completará 474 anos. A publicidade foi exibida no ano de:
 

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3661633 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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Assinale a alternativa que apresenta correta separação silábica:
 

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3661632 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella

Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!
Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída.
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]
Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”
[...].
Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm.
Das passagens abaixo retiradas do último parágrafo, assinale a opção em que há um adjetivo destacado:
 

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3661631 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella

Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!
Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída.
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]
Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”
[...].
Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm.
A palavra destacada na passagem “Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: (...)” classifica-se como um advérbio de:
 

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3661630 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella

Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!
Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída.
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]
Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”
[...].
Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm.
Analise as passagens abaixo retiradas do 3º parágrafo do texto e assinale aquela em que há uma preposição destacada:
 

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3661629 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Itame
Orgão: Pref. Cromínia-GO
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Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella

Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!
Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída.
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]
Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”
[...].
Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm.
O processo de formação do vocábulo “paraquedas” está, corretamente, apontado em:
 

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