Foram encontradas 25 questões.
Cansado de comer em casa, Lucão chamou os
amigos do trabalho para almoçar em um restaurante. Na
hora de pagar a conta eles descobriram que tinham
apenas R$ 315,00 reais em dinheiro e o restante que
representa um oitavo, Lucão pagou com cartão de
crédito. Qual o valor total que eles pagaram no
restaurante?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
No início de um velório, às 11 horas, 32 homens e
27 mulheres estavam presentes. Verificou-se que
continuamente a cada 30 minutos, metade dos homens e
a terça parte das mulheres deixavam a sala. Desta forma, às 12h e 30 min, a diferença entre o número de
mulheres e homens na sala do velório era de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Numa competição de tiros com arco e flecha,
um arqueiro acertou o alvo 21 vezes e errou 3. A
razão entre o número de acertos e o número dos
disparos realizados por esse arqueiro é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O divisor é 9, o quociente é 17 e o resto é 4.
Qual é o dividendo?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A publicidade a seguir foi exibida em 25 de janeiro
do ano em que a cidade de São Paulo completou 463
anos.
No dia 25 de janeiro de 2028, São Paulo completará 474 anos. A publicidade foi exibida no ano de:
No dia 25 de janeiro de 2028, São Paulo completará 474 anos. A publicidade foi exibida no ano de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que apresenta correta
separação silábica:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Não nascemos sabendo
Mario Sergio Cortella
Nós, humanos e humanas, somos portadores de um
“defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior
vantagem: não nascemos sabendo!
Por isso, do nascimento ao final da existência
individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que
caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar,
criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos
já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais
impede que nos tornemos prisioneiros de situações que,
por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais
precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade
para aprender, estão-se enclausurando dentro de um
limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil
a principal habilidade humana: a audácia de escapar
daquilo que parece não ter saída.
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às
ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das
finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade;
uma educação que sirva apenas ao âmbito individual
perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois,
afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que
aprendemos e ensinamos tem de ter como meta
principal tornar a comunidade na qual vivemos mais
apta e fortalecida. [...]
Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido
com questões de novos aprendizados estará fadado ao
insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a
frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente
humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”
[...].
Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Não nascemos sabendo
Mario Sergio Cortella
Nós, humanos e humanas, somos portadores de um
“defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior
vantagem: não nascemos sabendo!
Por isso, do nascimento ao final da existência
individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que
caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar,
criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos
já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais
impede que nos tornemos prisioneiros de situações que,
por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais
precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade
para aprender, estão-se enclausurando dentro de um
limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil
a principal habilidade humana: a audácia de escapar
daquilo que parece não ter saída.
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às
ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das
finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade;
uma educação que sirva apenas ao âmbito individual
perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois,
afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que
aprendemos e ensinamos tem de ter como meta
principal tornar a comunidade na qual vivemos mais
apta e fortalecida. [...]
Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido
com questões de novos aprendizados estará fadado ao
insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a
frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente
humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”
[...].
Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Não nascemos sabendo
Mario Sergio Cortella
Nós, humanos e humanas, somos portadores de um
“defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior
vantagem: não nascemos sabendo!
Por isso, do nascimento ao final da existência
individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que
caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar,
criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos
já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais
impede que nos tornemos prisioneiros de situações que,
por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais
precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade
para aprender, estão-se enclausurando dentro de um
limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil
a principal habilidade humana: a audácia de escapar
daquilo que parece não ter saída.
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às
ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das
finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade;
uma educação que sirva apenas ao âmbito individual
perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois,
afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que
aprendemos e ensinamos tem de ter como meta
principal tornar a comunidade na qual vivemos mais
apta e fortalecida. [...]
Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido
com questões de novos aprendizados estará fadado ao
insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a
frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente
humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”
[...].
Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Não nascemos sabendo
Mario Sergio Cortella
Nós, humanos e humanas, somos portadores de um
“defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior
vantagem: não nascemos sabendo!
Por isso, do nascimento ao final da existência
individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que
caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar,
criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos
já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais
impede que nos tornemos prisioneiros de situações que,
por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais
precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade
para aprender, estão-se enclausurando dentro de um
limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil
a principal habilidade humana: a audácia de escapar
daquilo que parece não ter saída.
A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às
ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das
finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade;
uma educação que sirva apenas ao âmbito individual
perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois,
afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que
aprendemos e ensinamos tem de ter como meta
principal tornar a comunidade na qual vivemos mais
apta e fortalecida. [...]
Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido
com questões de novos aprendizados estará fadado ao
insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a
frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente
humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”
[...].
Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container