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Foram encontradas 70 questões.

3466789 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A avaliação audiológica é um conjunto de procedimentos clínicos e instrumentais destinados a identificar e quantificar distúrbios da audição, além de orientar intervenções adequadas. Esse processo é fundamental tanto para o diagnóstico precoce de perdas auditivas quanto para o monitoramento da saúde auditiva ao longo do tempo. Na prática clínica, a avaliação audiológica é utilizada em diversas faixas etárias, desde recém-nascidos, por meio da triagem auditiva neonatal, até idosos, em processos de reabilitação auditiva. Ela é também crucial em programas de prevenção auditiva, especialmente em indivíduos expostos a ruído ocupacional ou com risco de perdas auditivas progressivas. Além de exames para detectar a perda auditiva, como a audiometria tonal limiar, a avaliação pode incluir testes de discriminação de fala, imitanciometria e exames eletrofisiológicos, como o potencial evocado auditivo.
No que se refere à audiometria tonal limiar, esse exame avalia a acuidade auditiva do paciente, determinando os limiares auditivos para diferentes frequências sonoras. Este exame é fundamental para o diagnóstico de perdas auditivas e para a definição de condutas terapêuticas. CFFa_Manual_Audiologia-1.pdf (fonoaudiologia.org.br)

No que se refere a esse exame, julgue o próximo item:

A audiometria tonal limiar não é indicada para crianças menores de cinco anos devido à dificuldade de cooperação e necessidade de interação com o avaliador.

 

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3466788 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A avaliação audiológica é um conjunto de procedimentos clínicos e instrumentais destinados a identificar e quantificar distúrbios da audição, além de orientar intervenções adequadas. Esse processo é fundamental tanto para o diagnóstico precoce de perdas auditivas quanto para o monitoramento da saúde auditiva ao longo do tempo. Na prática clínica, a avaliação audiológica é utilizada em diversas faixas etárias, desde recém-nascidos, por meio da triagem auditiva neonatal, até idosos, em processos de reabilitação auditiva. Ela é também crucial em programas de prevenção auditiva, especialmente em indivíduos expostos a ruído ocupacional ou com risco de perdas auditivas progressivas. Além de exames para detectar a perda auditiva, como a audiometria tonal limiar, a avaliação pode incluir testes de discriminação de fala, imitanciometria e exames eletrofisiológicos, como o potencial evocado auditivo.
No que se refere à audiometria tonal limiar, esse exame avalia a acuidade auditiva do paciente, determinando os limiares auditivos para diferentes frequências sonoras. Este exame é fundamental para o diagnóstico de perdas auditivas e para a definição de condutas terapêuticas. CFFa_Manual_Audiologia-1.pdf (fonoaudiologia.org.br)

No que se refere a esse exame, julgue o próximo item:

A audiometria tonal limiar é o único exame necessário para o diagnóstico completo de perda auditiva, apesar de ser mais caro e pouco acessível.

 

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3466787 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A avaliação audiológica é um conjunto de procedimentos clínicos e instrumentais destinados a identificar e quantificar distúrbios da audição, além de orientar intervenções adequadas. Esse processo é fundamental tanto para o diagnóstico precoce de perdas auditivas quanto para o monitoramento da saúde auditiva ao longo do tempo. Na prática clínica, a avaliação audiológica é utilizada em diversas faixas etárias, desde recém-nascidos, por meio da triagem auditiva neonatal, até idosos, em processos de reabilitação auditiva. Ela é também crucial em programas de prevenção auditiva, especialmente em indivíduos expostos a ruído ocupacional ou com risco de perdas auditivas progressivas. Além de exames para detectar a perda auditiva, como a audiometria tonal limiar, a avaliação pode incluir testes de discriminação de fala, imitanciometria e exames eletrofisiológicos, como o potencial evocado auditivo.
No que se refere à audiometria tonal limiar, esse exame avalia a acuidade auditiva do paciente, determinando os limiares auditivos para diferentes frequências sonoras. Este exame é fundamental para o diagnóstico de perdas auditivas e para a definição de condutas terapêuticas. CFFa_Manual_Audiologia-1.pdf (fonoaudiologia.org.br)

No que se refere a esse exame, julgue o próximo item:

A audiometria tonal limiar é eficaz, pois é capaz de identificar não só perdas auditivas condutivas, mas também neurossensoriais.

 

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3466786 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A avaliação audiológica é um conjunto de procedimentos clínicos e instrumentais destinados a identificar e quantificar distúrbios da audição, além de orientar intervenções adequadas. Esse processo é fundamental tanto para o diagnóstico precoce de perdas auditivas quanto para o monitoramento da saúde auditiva ao longo do tempo. Na prática clínica, a avaliação audiológica é utilizada em diversas faixas etárias, desde recém-nascidos, por meio da triagem auditiva neonatal, até idosos, em processos de reabilitação auditiva. Ela é também crucial em programas de prevenção auditiva, especialmente em indivíduos expostos a ruído ocupacional ou com risco de perdas auditivas progressivas. Além de exames para detectar a perda auditiva, como a audiometria tonal limiar, a avaliação pode incluir testes de discriminação de fala, imitanciometria e exames eletrofisiológicos, como o potencial evocado auditivo.
No que se refere à audiometria tonal limiar, esse exame avalia a acuidade auditiva do paciente, determinando os limiares auditivos para diferentes frequências sonoras. Este exame é fundamental para o diagnóstico de perdas auditivas e para a definição de condutas terapêuticas. CFFa_Manual_Audiologia-1.pdf (fonoaudiologia.org.br)

No que se refere a esse exame, julgue o próximo item:

Os resultados da audiometria tonal limiar são representados por intermédio de um audiograma, que mostra os limiares auditivos em suas diferentes frequências.

 

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3466785 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A avaliação audiológica é um conjunto de procedimentos clínicos e instrumentais destinados a identificar e quantificar distúrbios da audição, além de orientar intervenções adequadas. Esse processo é fundamental tanto para o diagnóstico precoce de perdas auditivas quanto para o monitoramento da saúde auditiva ao longo do tempo. Na prática clínica, a avaliação audiológica é utilizada em diversas faixas etárias, desde recém-nascidos, por meio da triagem auditiva neonatal, até idosos, em processos de reabilitação auditiva. Ela é também crucial em programas de prevenção auditiva, especialmente em indivíduos expostos a ruído ocupacional ou com risco de perdas auditivas progressivas. Além de exames para detectar a perda auditiva, como a audiometria tonal limiar, a avaliação pode incluir testes de discriminação de fala, imitanciometria e exames eletrofisiológicos, como o potencial evocado auditivo.
No que se refere à audiometria tonal limiar, esse exame avalia a acuidade auditiva do paciente, determinando os limiares auditivos para diferentes frequências sonoras. Este exame é fundamental para o diagnóstico de perdas auditivas e para a definição de condutas terapêuticas. CFFa_Manual_Audiologia-1.pdf (fonoaudiologia.org.br)

No que se refere a esse exame, julgue o próximo item:

O exame de audiometria tonal limiar tem como peculiaridade a necessidade de ser realizado apenas em ambientes silenciosos e controlados acusticamente.

 

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3466784 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os transtornos da motricidade oral e linguagem envolvem comprometimentos que afetam a capacidade de coordenar, controlar e realizar movimentos precisos dos músculos responsáveis pela fala, mastigação e deglutição. Um exemplo clássico é a disartria, um distúrbio motor da fala causado por lesões no sistema nervoso central ou periférico, que afeta a força, coordenação e precisão dos movimentos dos músculos orais, resultando em uma fala arrastada, imprecisa ou de difícil compreensão. A disartria pode ser consequência de várias condições neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doença de Parkinson ou traumatismos cranianos. Além da disartria, outros transtornos como apraxia de fala, que afeta a capacidade de planejar e programar os movimentos para a fala, também impactam diretamente a comunicação.

disturbiofalaeimagem8periodo_21_08_2013.pdf (ufmg.br)

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente:

A disartria flácida é causada por lesões nos neurônios motores superiores, resultando em fraqueza muscular e redução do tônus, o que afeta a capacidade de controlar os músculos necessários para a fala.

 

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3466783 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os transtornos da motricidade oral e linguagem envolvem comprometimentos que afetam a capacidade de coordenar, controlar e realizar movimentos precisos dos músculos responsáveis pela fala, mastigação e deglutição. Um exemplo clássico é a disartria, um distúrbio motor da fala causado por lesões no sistema nervoso central ou periférico, que afeta a força, coordenação e precisão dos movimentos dos músculos orais, resultando em uma fala arrastada, imprecisa ou de difícil compreensão. A disartria pode ser consequência de várias condições neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doença de Parkinson ou traumatismos cranianos. Além da disartria, outros transtornos como apraxia de fala, que afeta a capacidade de planejar e programar os movimentos para a fala, também impactam diretamente a comunicação.

disturbiofalaeimagem8periodo_21_08_2013.pdf (ufmg.br)

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente:

A disartria espástica é um tipo de distúrbio motor da fala que resulta de lesões no sistema nervoso central, especificamente nas vias motoras superiores. Além de uma fala lenta, com articulação imprecisa e voz rouca, as pessoas com disartria espástica frequentemente apresentam tensão muscular aumentada, reflexos exagerados, dificuldade na coordenação e esforço ao falar.

 

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3466782 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os transtornos da motricidade oral e linguagem envolvem comprometimentos que afetam a capacidade de coordenar, controlar e realizar movimentos precisos dos músculos responsáveis pela fala, mastigação e deglutição. Um exemplo clássico é a disartria, um distúrbio motor da fala causado por lesões no sistema nervoso central ou periférico, que afeta a força, coordenação e precisão dos movimentos dos músculos orais, resultando em uma fala arrastada, imprecisa ou de difícil compreensão. A disartria pode ser consequência de várias condições neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doença de Parkinson ou traumatismos cranianos. Além da disartria, outros transtornos como apraxia de fala, que afeta a capacidade de planejar e programar os movimentos para a fala, também impactam diretamente a comunicação.

disturbiofalaeimagem8periodo_21_08_2013.pdf (ufmg.br)

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente:

A reabilitação da disartria deve focar apenas na melhora da articulação, uma vez que a maioria dos distúrbios da fala são caracterizados por dificuldades motoras.

 

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3466781 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os transtornos da motricidade oral e linguagem envolvem comprometimentos que afetam a capacidade de coordenar, controlar e realizar movimentos precisos dos músculos responsáveis pela fala, mastigação e deglutição. Um exemplo clássico é a disartria, um distúrbio motor da fala causado por lesões no sistema nervoso central ou periférico, que afeta a força, coordenação e precisão dos movimentos dos músculos orais, resultando em uma fala arrastada, imprecisa ou de difícil compreensão. A disartria pode ser consequência de várias condições neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doença de Parkinson ou traumatismos cranianos. Além da disartria, outros transtornos como apraxia de fala, que afeta a capacidade de planejar e programar os movimentos para a fala, também impactam diretamente a comunicação.

disturbiofalaeimagem8periodo_21_08_2013.pdf (ufmg.br)

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente:

A disartria hipocinética é um distúrbio da fala frequentemente associado à doença de Parkinson, caracterizado por uma redução na amplitude dos movimentos musculares, resultando em uma fala monótona, com articulação imprecisa e diminuição da intensidade vocal. Essas dificuldades são causadas por danos nos gânglios da base, uma região do cérebro responsável pelo controle dos movimentos.

 

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3466780 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Cupira-PE
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Os transtornos da motricidade oral e linguagem envolvem comprometimentos que afetam a capacidade de coordenar, controlar e realizar movimentos precisos dos músculos responsáveis pela fala, mastigação e deglutição. Um exemplo clássico é a disartria, um distúrbio motor da fala causado por lesões no sistema nervoso central ou periférico, que afeta a força, coordenação e precisão dos movimentos dos músculos orais, resultando em uma fala arrastada, imprecisa ou de difícil compreensão. A disartria pode ser consequência de várias condições neurológicas, como acidente vascular cerebral (AVC), paralisia cerebral, esclerose múltipla, doença de Parkinson ou traumatismos cranianos. Além da disartria, outros transtornos como apraxia de fala, que afeta a capacidade de planejar e programar os movimentos para a fala, também impactam diretamente a comunicação.

disturbiofalaeimagem8periodo_21_08_2013.pdf (ufmg.br)

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente:

A disartria pode ser causada, entre outros motivos, por lesões no cerebelo, resultando em uma fala mais arrastada e acentuadamente descoordenada.

 

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