Foram encontradas 40 questões.
A imagem abaixo apresenta os valores inseridos em uma planilha do Excel 2016. Sabendo-se que a célula B4 apresenta o resultado da soma dos valores constantes nas células A1, A2, A3, C1, C2 e C3, assinalar a alternativa que apresenta a função utilizada:

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De acordo com DEMO, orientar significa:
I. Conservar a dependência do aluno no trabalho do professor, onde este deve oferecer receitas prontas e respostas feitas para facilitar a aquisição do conhecimento.
II. Acompanhar a evolução da pesquisa e da elaboração própria, de preferência em fases cumulativas, para permitir melhor controle e organicidade.
III. Motivar o aluno a questionar e a reconstruir conhecimento, cada vez mais com maior originalidade e autonomia.
Estão CORRETOS:
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Sobre as extensões de arquivos de programas de um computador, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) FLAC.
(2) XLS.
(3) MPEG.
( ) É um formato de arquivo de áudio compactado em que não há perda de qualidade.
( ) É um formato de arquivo de vídeo, no qual é possível encontrar diversas taxas de qualidade nesse formato, que varia de filmes para HDTV à transmissões simples.
( ) É um formato de arquivo do editor de planilhas da Microsoft, o Excel.
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Carlos deseja ir do ponto P1 até o ponto P3 passando pelo ponto P2. Sabe-que, do ponto P1 até o P2, há 4 caminhos diferentes, e, do ponto P2 até o ponto P3, há 6 caminhos diferentes. Sendo assim, qual o total de caminhos distintos possíveis de fazer para ir do ponto P1 até P3, passando por P2?
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De acordo com ALARCÃO, sobre o aluno na sociedade de aprendizagem, assinalar a alternativa INCORRETA:
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Índio quer apito
A população indígena do Brasil representa menos de 1% do total de habitantes do país. São cerca de 897.000 índios autodeclarados, divididos em 305 etnias e 274 idiomas. A maior parte deles (37%) vive na Região Norte. A poucos quilômetros de Marabá, no Pará, está a terra indígena Mãe Maria, área demarcada na década de 80 e pertencente a três povos nativos. Um deles é o grupo dos Kyikatejê, que na língua jê significa “povo do rio acima”. dada a proximidade da cidade, a reserva Mãe Maria é cortada por três obras construídas por kupens, denominação para aqueles que não são índios. Estão ali as torres da Eletronorte que transmitem energia da Usina de Tucuruí. Ao contrário do que sugere o senso comum, os índios não se opõem ao contato com a sociedade, desde que seja respeitoso. “Meu povo tinha vontade de conquistar espaço em uma área profissional.”, diz Pepkrakte Jakukrekaperi, o Zeca Gavião, “Queriam ser professores, advogados. E por que não esportistas?”.
Zeca é cacique desde 2012 da aldeia Gavião Kyikatejê, uma das 14 existentes dentro da reserva Mãe Maria. Ele próprio, no passado, cogitou a carreira de futebolista, mas não seguiu em frente. Foi por sua iniciativa que a equipe formada exclusivamente por índios, antes amadora, buscou a profissionalização, em 2009. “É uma ferramenta de inclusão social. O futebol, que já parou guerras, fortalece todo mundo.”, diz ele. Presidente do Gavião Kyikatejê Futebol Clube desde sua fundação, Zeca percebeu que era preciso intensificar o intercâmbio com o homem branco para que o time prosperasse. Esse casamento, porém, nem sempre é harmonioso - e, muitas vezes, os índios acabam se refugiando em sua cultura para driblar problemas que nascem da aproximação, alegando imunidade.
Hoje, o elenco só tem um jogador que não é índio: o meia Vando. Fora ele, o preparador físico também não veio da aldeia. “O Zeca queria que eu adaptasse meu trabalho à cultura indígena, por isso passei a adotar práticas locais nos treinos”, diz João da Silva Alves, o Primo, que cuida do condicionamento dos jogadores há nove anos. Uma das ideias foi a incorporação da corrida de tora, ritual no qual os índios percorrem a mata com um pedaço de tronco que pode pesar até 100 quilos apoiado nas costas. Primo foi o responsável pela adoção de outras modalidades, como o vôlei e o handebol, nas aulas de educação física que ministra na aldeia a 250 meninos e meninas que estudam na escola criada dentro da comunidade indígena.
https://veja.abril.com.br... - adaptado.
De acordo com o texto, analisar os itens abaixo:
I. Zeca Gavião afirma que os índios têm interesse em ter uma profissão.
II. O povo indígena não quer nenhum contato com a sociedade, por isso acontece tanto desentendimento nos jogos de futebol entre os jogadores.
III. O time Gavião Kyikatejê Futebol Clube possui somente um membro que não é indígena, o preparador físico.
Está(ão) CORRETO(S):
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Índio quer apito
A população indígena do Brasil representa menos de 1% do total de habitantes do país. São cerca de 897.000 índios autodeclarados, divididos em 305 etnias e 274 idiomas. A maior parte deles (37%) vive na Região Norte. A poucos quilômetros de Marabá, no Pará, está a terra indígena Mãe Maria, área demarcada na década de 80 e pertencente a três povos nativos. Um deles é o grupo dos Kyikatejê, que na língua jê significa “povo do rio acima”. dada a proximidade da cidade, a reserva Mãe Maria é cortada por três obras construídas por kupens, denominação para aqueles que não são índios. Estão ali as torres da Eletronorte que transmitem energia da Usina de Tucuruí. Ao contrário do que sugere o senso comum, os índios não se opõem ao contato com a sociedade, desde que seja respeitoso. “Meu povo tinha vontade de conquistar espaço em uma área profissional.”, diz Pepkrakte Jakukrekaperi, o Zeca Gavião, “Queriam ser professores, advogados. E por que não esportistas?”.
Zeca é cacique desde 2012 da aldeia Gavião Kyikatejê, uma das 14 existentes dentro da reserva Mãe Maria. Ele próprio, no passado, cogitou a carreira de futebolista, mas não seguiu em frente. Foi por sua iniciativa que a equipe formada exclusivamente por índios, antes amadora, buscou a profissionalização, em 2009. “É uma ferramenta de inclusão social. O futebol, que já parou guerras, fortalece todo mundo.”, diz ele. Presidente do Gavião Kyikatejê Futebol Clube desde sua fundação, Zeca percebeu que era preciso intensificar o intercâmbio com o homem branco para que o time prosperasse. Esse casamento, porém, nem sempre é harmonioso - e, muitas vezes, os índios acabam se refugiando em sua cultura para driblar problemas que nascem da aproximação, alegando imunidade.
Hoje, o elenco só tem um jogador que não é índio: o meia Vando. Fora ele, o preparador físico também não veio da aldeia. “O Zeca queria que eu adaptasse meu trabalho à cultura indígena, por isso passei a adotar práticas locais nos treinos”, diz João da Silva Alves, o Primo, que cuida do condicionamento dos jogadores há nove anos. Uma das ideias foi a incorporação da corrida de tora, ritual no qual os índios percorrem a mata com um pedaço de tronco que pode pesar até 100 quilos apoiado nas costas. Primo foi o responsável pela adoção de outras modalidades, como o vôlei e o handebol, nas aulas de educação física que ministra na aldeia a 250 meninos e meninas que estudam na escola criada dentro da comunidade indígena.
https://veja.abril.com.br... - adaptado.
Segundo seu sentido no texto, a palavra “adaptasse” (adaptar - terceiro parágrafo) encontra um antônimo em:
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Índio quer apito
A população indígena do Brasil representa menos de 1% do total de habitantes do país. São cerca de 897.000 índios autodeclarados, divididos em 305 etnias e 274 idiomas. A maior parte deles (37%) vive na Região Norte. A poucos quilômetros de Marabá, no Pará, está a terra indígena Mãe Maria, área demarcada na década de 80 e pertencente a três povos nativos. Um deles é o grupo dos Kyikatejê, que na língua jê significa “povo do rio acima”. dada a proximidade da cidade, a reserva Mãe Maria é cortada por três obras construídas por kupens, denominação para aqueles que não são índios. Estão ali as torres da Eletronorte que transmitem energia da Usina de Tucuruí. Ao contrário do que sugere o senso comum, os índios não se opõem ao contato com a sociedade, desde que seja respeitoso. “Meu povo tinha vontade de conquistar espaço em uma área profissional.”, diz Pepkrakte Jakukrekaperi, o Zeca Gavião, “Queriam ser professores, advogados. E por que não esportistas?”.
Zeca é cacique desde 2012 da aldeia Gavião Kyikatejê, uma das 14 existentes dentro da reserva Mãe Maria. Ele próprio, no passado, cogitou a carreira de futebolista, mas não seguiu em frente. Foi por sua iniciativa que a equipe formada exclusivamente por índios, antes amadora, buscou a profissionalização, em 2009. “É uma ferramenta de inclusão social. O futebol, que já parou guerras, fortalece todo mundo.”, diz ele. Presidente do Gavião Kyikatejê Futebol Clube desde sua fundação, Zeca percebeu que era preciso intensificar o intercâmbio com o homem branco para que o time prosperasse. Esse casamento, porém, nem sempre é harmonioso - e, muitas vezes, os índios acabam se refugiando em sua cultura para driblar problemas que nascem da aproximação, alegando imunidade.
Hoje, o elenco só tem um jogador que não é índio: o meia Vando. Fora ele, o preparador físico também não veio da aldeia. “O Zeca queria que eu adaptasse meu trabalho à cultura indígena, por isso passei a adotar práticas locais nos treinos”, diz João da Silva Alves, o Primo, que cuida do condicionamento dos jogadores há nove anos. Uma das ideias foi a incorporação da corrida de tora, ritual no qual os índios percorrem a mata com um pedaço de tronco que pode pesar até 100 quilos apoiado nas costas. Primo foi o responsável pela adoção de outras modalidades, como o vôlei e o handebol, nas aulas de educação física que ministra na aldeia a 250 meninos e meninas que estudam na escola criada dentro da comunidade indígena.
https://veja.abril.com.br... - adaptado.
Considerando-se o verbo sublinhado no trecho “Meu povo tinha vontade de conquistar espaço em uma área profissional.”, assinalar a alternativa que apresenta o emprego CORRETO do tempo e modo verbal do verbo destacado:
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Uma reta intersecta o eixo Y no ponto (0,2) e intersecta o eixo X no ponto (-3,0). A função que descreve essa reta é:
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Escolhendo-se aleatoriamente um número natural pertencente ao intervalo [1,100], qual a probabilidade de ele ser um múltiplo de 6?
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