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Foram encontradas 40 questões.

1689167 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

As ações a seguir pertencem à raposa, exceto:

 

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1689166 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

De acordo com o texto, como era o gato?

 

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1689165 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

Por que o gato não ensinou todos os seus pulos para a raposa?

 

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1689164 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

De acordo com o texto, o termo em destaque tem como significado, exceto:

[…] esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro […]”

 

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1689163 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

Por que a raposa não conseguia concluir seu objetivo?

 

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1689162 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

Qual era a intenção da raposa?

 

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1689161 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

Que salto faltou a raposa aprender:

 

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1689160 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
Orgão: Pref. Dracena-SP
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

Que tipo de salto não pertence ao gato?

 

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Questão presente nas seguintes provas
1689159 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CONSCAM
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

De acordo com o texto, o significado de esperteza da raposa é:

 

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1689158 Ano: 2017
Disciplina: Português
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As questões de 11 a 20 referem-se ao seguinte texto:


O pulo do gato


A raposa andava maluca para pegar o gato. Mas ela sabia, como todo mundo sabe, que gato é o maior mestre pulador e nem adiantava tentar agarrá-lo. Com um salto de banda, o danado sempre se safava.

Decidiu então a raposa usar a esperteza. Chegou-se para o gato e propôs a paz:

– Chega de correr um atrás do outro, mestre gato. Vamos agora viver em paz!

– Não é bem assim, comadre raposa – corrigiu o gato – Não é um que corre atrás do outro, é “uma”, que é a senhora, que corre atrás do “outro”, que sou eu…

– Bom, de qualquer forma, vamos fazer as pazes, amigo gato. Como o senhor é mestre em pulos, proponho que, para celebrar nosso acordo de amizade, o senhor me dê um curso de pulos, para eu ficar tão puladora como o senhor. Pago-lhe cada lição com os mais saborosos filés de rato que o senhor já experimentou!

O gato aceitou e começaram as lições no mesmo dia. A raposa era aluna dedicada e o gato, ótimo professor. Ensinou o salto de banda, o salto em espiral, o cambalhota-simples, o cambalhota-com-pirueta, o duplo-mortal, o triplo-mortal e até o saca-rolha-composta. A raposa todos eles aprendia, praticava depois das aulas e, logo, já estava tão mestre em pulos quanto o gato.

Decidiu então que já era chegada a hora de colocar em prática seu plano sinistro. No começo de outra aula, esgueirou-se por trás do gato e deu um bote, caprichando no salto mais certeiro que o mestre lhe tinha ensinado!

E o gato? Deu um volteio de banda, rolou no ar, e a raposa passou chispando por ele, indo esborrachar-se num toco de aroeira.

Ainda meio tonta da queda, a raposa voltou-se para o gato e protestou:

– Mas mestre gato, esse pulo o senhor não me ensinou!

– Não ensinei, nem ensino! – riu-se o gato – Esse é o segredo que me salva de malandros como a senhora, comadre raposa. Esse é o pulo do gato!


(BANDEIRA, Paulo. O pulo do gato. In: Nova Escola, p. 48, São Paulo, Abril, 1991)

De acordo com o texto, a raposa pretendia:

 

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