Foram encontradas 20 questões.
2070719
Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Enfermagem
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Provas:
A transmissão se dá por meio de uma pessoa
com ________________, na forma infectante da
doença MB, sem tratamento, que elimina o bacilo
para o meio exterior, infectando outras pessoas
suscetíveis A principal via de eliminação do bacilo
pelo doente e a mais provável via de entrada deste
no organismo são as vias aéreas superiores (mucosa
nasal e orofaringe), por meio de contato próximo e
prolongado, muito frequente na convivência
domiciliar. Por isso, o domicílio é apontado como
importante espaço de transmissão da doença.
Complete a coluna acima com a alternativa CORRETA:
Complete a coluna acima com a alternativa CORRETA:
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2070718
Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Enfermagem
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Provas:
- Doenças Transmissíveis, Infecciosas e ParasitáriasDST: Doenças Sexualmente Transmissíveis
- Saúde da Mulher
As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST),
que anteriormente eram conhecidas por DST's, como
a gonorreia ou a AIDS, podem surgir quando se tem
relações sexuais sem camisinha, seja através
do contato íntimo vaginal, anal ou oral. Porém, as
chances de contágio aumentam quando se tem
vários parceiros no mesmo período de tempo, e
estas doenças afetam igualmente homens e
mulheres de todas as idades.
Nas alternativas abaixo indique qual não é considerada uma IST:
Nas alternativas abaixo indique qual não é considerada uma IST:
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Analise o texto abaixo para responder a questão:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma
número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou
a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que
fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas
embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando
recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a
nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia,
pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição
especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
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Analise o texto abaixo para responder a questão:
A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma
número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou
a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que
fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas
embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando
recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a
nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia,
pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição
especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
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A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma
número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou
a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que
fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas
embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando
recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a
nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia,
pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição
especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
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2070678
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: PS Concursos
Orgão: Pref. Jacinto Machado-SC
Provas:
Ao tomar posse como novo presidente dos
Estados Unidos, o democrata Joe Biden herdará de
Donald Trump um cenário de tensões renovadas com
rivais e inimigos políticos antigos da Casa Branca.
Embora Trump encerre o mandato sem ter colocado
os EUA em nenhuma nova guerra declarada, Biden
terá o desafio de encarar um ambiente mais hostil no
cenário internacional: a relação de Washington
piorou nos últimos quatro anos com países como,
EXCETO:
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A bola
O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o
prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma
número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de
plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou
a bola e disse “legal”, ou o que os garotos dizem hoje em dia
quando gostam do presente ou não querem magoar o velho.
Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa.
- Como é que liga? – Perguntou.
- Como, como é que liga? Não se liga.
O garoto procurou dentro do papel de embrulho.
- Não tem manual de instrução?
O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são
outros. Que os tempos são decididamente outros.
- Não precisa manual de instrução.
- O que é que ela faz?
- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.
- O quê?
- Controla, chuta...
- Ah, então é uma bola.
- Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que
fosse o quê?
- Nada não.
O garoto agradeceu, disse “legal” de novo, e dali a pouco
o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado,
manejando os controles do vídeo game. Algo chamado
Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a
posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao
mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto
era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava
ganhando da máquina.
O pai pegou a bola nova e ensinou algumas
embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé,
como antigamente, e chamou o garoto.
- Filho, olha.
O garoto disse “legal”, mas não desviou os olhos da tela.
O pai segurou a bola com as mãos e a cheirou, tentando
recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a
nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia,
pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.
Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição
especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996.
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Conforme o Decreto 7.508 de 28 de Junho de
2011, Art. 2º Para efeito deste Decreto, considera-se:
Relacione as colunas abaixo:
Coluna 1:
1. Região de Saúde
2. Contrato Organizativo da Ação Pública da Saúde
3. Portas de Entrada
4. Comissões Intergestores
5. Rede de Atenção à Saúde
Coluna 2:
( ) Acordo de colaboração firmado entre entes federativos com
a finalidade de organizar e integrar as ações e serviços de
saúde na rede regionalizada e hierarquizada, com definição
de responsabilidades, indicadores e metas de saúde,
critérios de avaliação de desempenho, recursos financeiros
que serão disponibilizados, forma de controle e fiscalização
de sua execução e demais elementos necessários à
implementação integrada das ações e serviços de saúde.
( ) Conjunto de ações e serviços de saúde articulados em
níveis de complexidade crescente, com a finalidade de
garantir a integralidade da assistência à saúde.
( ) Serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no
SUS.
( ) Espaço geográfico contínuo constituído por agrupamentos
de Municípios limítrofes, delimitado a partir de identidades
culturais, econômicas e sociais e de redes de
comunicação e infraestrutura de transportes
compartilhados, com a finalidade de integrar a
organização, o planejamento e a execução de ações e
serviços de saúde. ( ) Instâncias de pactuação consensual entre os entes
federativos para definição das regras da gestão
compartilhada do SUS. Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
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A portaria nº 399, DE 22 de fevereiro 2006,
divulga o Pacto pela Saúde 2006 – Consolidação do
SUS e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido
Pacto. As prioridades do PACTO PELA VIDA e seus
objetivos para 2006 são, EXCETO:
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Conforme a Portaria nº 2.436, de 21 de setembro
de 2017, compete às Secretarias Estaduais de Saúde
e ao Distrito Federal a coordenação do componente
estadual e distrital da Atenção Básica, no âmbito de
seus limites territoriais e de acordo com as políticas,
diretrizes e prioridades estabelecidas, sendo
responsabilidades dos Estados e do Distrito Federal:
I. Pactuar, na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e Colegiado de Gestão no Distrito Federal, estratégias, diretrizes e normas para a implantação e implementação da Política Nacional de Atenção Básica vigente nos Estados e Distrito Federal; II. Destinar recursos estaduais para compor o financiamento tripartite da Atenção Básica, de modo regular e automático, prevendo, entre outras formas, o repasse fundo a fundo para custeio e investimento das ações e serviços; III. Ser corresponsável pelo monitoramento das ações de Atenção Básica nos municípios; IV. Analisar os dados de interesse estadual gerados pelos sistemas de informação, utilizá-los no planejamento e divulgar os resultados obtidos.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. Pactuar, na Comissão Intergestores Bipartite (CIB) e Colegiado de Gestão no Distrito Federal, estratégias, diretrizes e normas para a implantação e implementação da Política Nacional de Atenção Básica vigente nos Estados e Distrito Federal; II. Destinar recursos estaduais para compor o financiamento tripartite da Atenção Básica, de modo regular e automático, prevendo, entre outras formas, o repasse fundo a fundo para custeio e investimento das ações e serviços; III. Ser corresponsável pelo monitoramento das ações de Atenção Básica nos municípios; IV. Analisar os dados de interesse estadual gerados pelos sistemas de informação, utilizá-los no planejamento e divulgar os resultados obtidos.
Assinale a alternativa CORRETA:
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